Manuel Mendes de Barbuda e Vasconcelos

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Manuel Mendes de Barbuda e Vasconcelos (Aveiro, 15 de Agosto de 160730 de Março de 1670) foi um poeta português, autor do poema histórico Virginidos (1667).[1]

Filho de Manuel Mendes de Barbuda e Vasconcelos e de D. Jerónima Morais de Loureiro, nasceu em Verde-milho, lugar próximo de Aveiro, em 15 (ou 20) de Agosto de 1607.[1] Formou-se em Direito na Univerdade de Coimbra.[2] Deixou três volumes manuscritos completos: Rymas sacras; Rymas humanas; Poemas fúnebres.[3]

Os exemplares do seu poema Virginidos (1667) são raros.[4] O autor é descrito como tendo "rica, e ardente imaginação, invenção fértil, muita facilidade de compôr, linguagem elegante, e correcta, muito saber, e versificação fácil, corrente, e harmoniosa".[1] Dá-se como exemplo a sua seguinte metáfora: chamou aos cavalos brancos — "cisnes quadrúpedes".[3]

Morreu a 30 de Março de 1670, aos 67 anos de idade, e foi sepultado na Igreja Paroquial de Nossa Senhora dos Arados.[1]

Referências

  1. a b c d José Maria da Costa e Silva, Ensaio Biographico-Critico sobre os Melhores Poetas Portuguezes, Volume 10 (Imprensa Silviana, 1834), Livro XVII, Capítulo IV.
  2. Cabral do Nascimento, Poemas Narrativos Portugueses (Editorial Minerva, 1949), p. 49.
  3. a b Albino Forjaz de Sampaio, História da Literatura Portuguesa Ilustrada, Volume 3, p. 146.
  4. Diccionario Bibliographico Portuguez: A-Z (Na Imprensa Nacional, 1860), p. 59.

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