Marília Medalha

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Marília Medalha
Informação geral
Nascimento 25 de julho de 1944 (72 anos)
Origem Niterói, RJ
País  Brasil
Gênero(s) MPB
Afiliação(ões) Edu Lobo, Vinícius de Morais

Marília Medaglia, também conhecida como Marília Medalha (Niterói, 25 de julho de 1944) é uma cantora e compositora brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Iniciou a carreira apresentando-se no Clube de Regatas de Icaraí e no Clube Central, em Niterói, na década de 1960 com Tião Neto e Sérgio Mendes.

Participou, em 1965, da montagem da peça Arena Conta Zumbi, de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, na cidade de São Paulo, que lhe valeu o prêmio APCA como Atriz Revelação do ano.

Em 1967, veio o grande impulso. Depois de se apresentar com Edu Lobo na boate Zum Zum, no Rio de Janeiro, e no programa Ensaio Geral, da TV Excelsior (com Sérgio Ricardo, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Caetano Veloso), veio o III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record; Marília conquistou o 1º lugar para Ponteio (Edu Lobo e Capinam), que defendeu ao lado de Edu Lobo [1].

No ano seguinte, defendeu, na 4ª edição do Festival, levou "Memórias de Marta Saré" (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri) ao 2º lugar[2]; e, na I Bienal do Samba (Record), ficou em 3º lugar com "Presentimento" (Elton Medeiros e Hermínio Belo de Carvalho), canção incluída em seu segundo LP.

Em 1970, um show na Bahia, no Teatro Castro Alves, desta vez dom Vinícius de Morais e Toquinho, espetáculo que deu origem ao LP Como dizia o poeta — famoso por lançar "Tarde em Itapuã", "Valsa para o ausente" e "O grande apelo". Em 1971 e 1972, o show fez turnês no exterior.

Na volta, lançou o LP Encontro e desencontro, com letras de Vinicius de Moraes e canções suas, como "Se o amor pudesse". Ainda em 1972, no LP Caminhada, incluiu canções suas e de outros autores, como Herivelto Martins ("Caminhemos") e a dupla Fágner e Fausto Nilo ("Fim do mundo").

Em 1974, veio o polêmico Opinião (Oduvaldo Vianna Filho, Paulo Pontes e Armando Costa), com Zé Kéti e João do Vale, numa nova montagem dirigida por Bibi Ferreira no teatro Opinião, no Rio de Janeiro.

Durante a década de 1980, apresentou-se quase exclusivamente em São Paulo. Em 1992, gravou Bodas de vidro — nome da faixa-título, de Sueli Costa e Paulo César Pinheiro.

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • Marília Medalha (1967) LP
  • Marília Medalha (1968) LP
  • Como dizia o poeta – com Vinicius e Toquinho (1971)
  • Encontro e desencontro — com Vinicius de Moraes (1972)
  • Caminhada (1972)
  • Bóias da luz (1978)
  • Bodas de vidro (1992)

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre uma cantora é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.