Marília Medalha

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Marília Medalha
Informação geral
Nascimento 25 de julho de 1944 (75 anos)
Origem Niterói, RJ
País  Brasil
Gênero(s) mpb
Afiliação(ões) Edu Lobo, Vinícius de Morais e Toquinho

Marília Medaglia, também conhecida como Marília Medalha (Niterói, 25 de julho de 1944), é uma cantora e compositora brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Iniciou a carreira apresentando-se no Clube de Regatas de Icaraí e no Clube Central, em Niterói, na década de 1960 com Tião Neto e Sérgio Mendes.

Participou, em 1965, da montagem da peça Arena Conta Zumbi, de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, na cidade de São Paulo, que lhe valeu o prêmio APCA como Atriz Revelação do ano.

Em 1967, veio o grande impulso. Depois de se apresentar com Edu Lobo na boate Zum Zum, no Rio de Janeiro, e no programa Ensaio Geral, da TV Excelsior (com Sérgio Ricardo, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Caetano Veloso), veio o III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record; Marília conquistou o 1º lugar para Ponteio (Edu Lobo e Capinam), que defendeu ao lado de Edu Lobo.[1]

No ano seguinte, defendeu, na 4ª edição do Festival, levou "Memórias de Marta Saré" (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri) ao 2º lugar;[2] e, na I Bienal do Samba (Record), ficou em 3º lugar com "Pressentimento" (Elton Medeiros e Hermínio Belo de Carvalho), canção incluída em seu segundo LP.

Em 1970, um show na Bahia, no Teatro Castro Alves, desta vez dom Vinícius de Morais e Toquinho, espetáculo que deu origem ao LP Como dizia o poeta — famoso por lançar "Tarde em Itapuã", "Valsa para o ausente" e "O grande apelo". Em 1971 e 1972, o show fez turnês no exterior.

Na volta, lançou o LP Encontro e desencontro, com letras de Vinicius de Moraes e canções suas, como "Se o amor pudesse". Ainda em 1972, no LP Caminhada, incluiu canções suas e de outros autores, como Herivelto Martins ("Caminhemos") e a dupla Fagner e Fausto Nilo ("Fim do mundo").

Em 1974, veio o polêmico Opinião (Oduvaldo Vianna Filho, Paulo Pontes e Armando Costa), com Zé Kéti e João do Vale, numa nova montagem dirigida por Bibi Ferreira no teatro Opinião, no Rio de Janeiro.

Durante a década de 1980, apresentou-se quase exclusivamente em São Paulo. Em 1992, gravou Bodas de vidro — nome da faixa-título, de Sueli Costa e Paulo César Pinheiro.

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • Marília Medalha (1967) LP
  • Marília Medalha (1968) LP
  • Como dizia o poeta – com Vinicius e Toquinho (1971)
  • Encontro e desencontro — com Vinicius de Moraes (1972)
  • Caminhada (1972)
  • Bóias da luz (1978)
  • Bodas de vidro (1992)

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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