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Marcelinho Carioca

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Marcelinho Carioca
Marcelinho Carioca
Marcelinho Carioca em 2024.
Informações pessoais
Nome completo Marcelo Pereira Surcin
Data de nascimento 31 de dezembro de 1971 (54 anos)
Local de nascimento Rio de Janeiro, Guanabara, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,68 m
destro
Apelido Marcelinho
Marcelinho Carioca
Pé-de-Anjo
MC7[1]
Informações profissionais
Período em atividade 1988–2010 (23 anos)
Clube atual aposentado
Posição ex-meio-campista
Clubes de juventude
1986–1987 Madureira
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1988–1993
1994–1997
1997
1998–2001
2001
2002
2003
2003–2004
2004
2005
2006
2007–2009
2010
Flamengo
Corinthians
Valencia
Corinthians
Santos
Gamba Osaka
Vasco da Gama
Al-Nassr (emp.)
Ajaccio
Brasiliense
Corinthians
Santo André
00242 000(49)
00215 00(103)
00006 0000(0)
00212 00(103)
00015 0000(5)
00027 0000(7)
00040 000(19)
00005 0000(6)
00010 0000(2)
00026 000(10)
00005 0000(0)
00096 000(17)
Seleção nacional3
1994–1998 Brasil 00004 0000(2)


2 Partidas e gols totais pelos
clubes, atualizadas até 13 de janeiro de 2010.
3 Partidas e gols pela seleção nacional estão atualizadas
até 25 de abril de 2001.

Marcelo Pereira Surcin (Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1971), mais conhecido como Marcelinho Carioca, é um político brasileiro e ex-futebolista que atuava como meio-campista.

Marcelinho ficou conhecido por suas habilidades em cobranças de falta, sendo considerado um dos melhores batedores de falta da história do futebol e o futebolista que mais marcou gols assim, tendo feito 86 gols de falta ao longo da carreira, rendendo-lhe o apelido de "Pé-de-Anjo".[2]

Considerado por muitos torcedores um dos maiores ídolos de toda a história do Corinthians, Marcelinho marcou 206 gols em 433 partidas, incluindo 57 gols de falta, se tornando o quinto maior artilheiro da história do clube.[3] É o jogador com mais assistências a gol da história do clube alvinegro, com o total de 180 passes a gol, chegando assim a 386 participações diretas em gols nos 433 jogos disputados, chegado a média de 0,9 por jogo. Ao lado de Cássio Ramos, Marcelinho é também o jogador que mais ganhou troféus com a camisa do Corinthians, incluindo os Campeonatos Brasileiros de 1998 e 1999, a Copa do Brasil de Futebol de 1995 e a primeira edição do Mundial de Clubes da FIFA, em 2000. Marcelinho é o 15° jogador do Corinthians com mais partidas disputadas, com 433 jogos.[4]

Como político, candidatou-se seis vezes ao legislativo, nunca tendo sido eleito, tendo ocupado uma vaga na Câmara dos Deputados por um breve período em 2015.[5]

Atualmente é secretário de esportes de Itaquaquecetuba.[6]

Advindo de família pobre, o jogador, que era filho de um gari com uma empregada doméstica, foi descoberto aos 14 anos de idade no Madureira e trazido ao Flamengo em virtude das suas boas atuações nos campeonatos juvenis pelo tricolor suburbano carioca. No rubro-negro carioca, ascendeu ao clube profissional em pouquíssimo tempo.

Aos dezesseis anos, promovido por Telê Santana, Marcelinho se viu obrigado à substituir ninguém menos que Zico num Fla-Flu, ocasião em que o Galinho se contundira. Daí se sucedeu uma sequência de atuações bem sucedidas que puseram o atleta na posição de um dos ídolos formados na Gávea.

Apesar de ter conquistado títulos expressivos como a Copa do Brasil de 1990 e o Campeonato Brasileiro de 1992[7][8], Marcelinho ficou marcado por um pênalti perdido na final da Supercopa dos Campeões da Libertadores em 1993, contra o São Paulo.

Ainda no ano de 1993, a diretoria do Flamengo negociou o jogador, contra sua vontade, com o Corinthians. "Tenho todo o respeito com o torcedor flamenguista, foram vocês que me ascenderam para o futebol brasileiro. Quando foram me vender, eu não queria. Eu saí extremamente chateado e triste, porque me tiraram para pagar o salário dos medalhões.", respondeu a um torcedor durante entrevista.[9] O que ele não sabia, é que no Corinthians viveria a melhor fase de sua carreira.

Corinthians

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Marcelinho chegou ao Corinthians no dia 22 de dezembro de 1993 e assumiu que não gostara de se transferir ao futebol paulista. Segundo o próprio ex-jogador: "Eu lembro que eu não queria sair do Flamengo. Não queria. Falar que eu queria vir pra São Paulo, pro Corinthians, eu vou tá mentindo. Não queria. Não conhecia São Paulo. Eu queria jogar no Maracanã, no Flamengo".[10] Logo que chegou ao Parque São Jorge, todavia, Marcelinho Carioca (como passou a ser chamado para evitar confusão com outro Marcelinho que já integrava o elenco) mostrou a que veio. No dia de sua apresentação o meia de 21 anos previu: "Quero marcar minha passagem aqui. Vim para o Corinthians para ser campeão!". A identificação com a torcida foi imediata e uma carreira vitoriosa estava começando.

Em 11 de fevereiro de 1996, Marcelinho Carioca marcou um golaço contra o Santos pela quinta rodada da primeira fase do Campeonato Paulista, quando deu um chapéu no zagueiro Ronaldo Marconato e chutou no canto do goleiro Edinho.[11][12] O gol rendeu uma placa entregue por Pelé, pai do goleiro Edinho, que sofreu o gol.[12]

Marcelinho tem em sua conta dez títulos em oito anos pelo clube: O Mundial de Clubes da FIFA em 2000, dois títulos do Campeonato Brasileiro de Futebol, uma Copa do Brasil, quatro Campeonatos Paulistas, a Copa Bandeirantes de 1994 e o Troféu Ramón de Carranza de 1996.

Por sua extrema habilidade e competência em bolas paradas e pelo seu pequeno (calçava chuteiras número 36), Marcelinho foi apelidado de Pé de Anjo por torcedores e jornalistas.[13] Tanto pela identificação que tinha pelo clube, quanto pela qualidade técnica que conduziu o time em um de seus períodos mais gloriosos. Marcelinho Carioca figura como um dos maiores ídolos da história do Corinthians, é o quinto maior artilheiro da história alvinegra com 206 gols em 433 jogos.[4]

Após diversos títulos, foi vendido, em julho de 1997, para o Valencia, da Espanha[14], por 7 milhões de dólares. Marcelinho assinou um contrato de 5 anos.[14] O clube já contava com outro grande jogador brasileiro: o centroavante Romário.[15]

Retorno ao Brasil

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Como não se adaptou ao Valencia e amargou a reserva sob o comando do treinador italiano Claudio Ranieri, Marcelinho só quis uma coisa: voltar ao Brasil.[16] Ao saber da vontade do jogador, Eduardo José Farah, presidente da Federação Paulista de Futebol na época, comprou o passe do jogador junto ao clube espanhol por US$ 7 milhões.[17] Depois, Farah criou o "Disque Marcelinho", para o qual, ao custo de três reais por telefonema, os torcedores dos quatro maiores clubes do estado, São Paulo, Palmeiras, Santos e Corinthians, deveriam ligar e escolher o futuro do jogador.[18]

Após onze dias da promoção, a torcida corintiana conseguiu trazer Marcelinho de volta ao clube. Foram 62,5% das ligações para o Corinthians, 20,3% para o São Paulo, 9,5% para o Santos e 7,7% para o Palmeiras. Assim, ele voltou ao Timão, que ainda desembolsou cerca de R$ 4 milhões para diminuir o prejuízo do investimento da FPF.[17]

De 1997 a 2000, Marcelinho foi o ídolo maior de um time recheado de estrelas, responsável pela mais vitoriosa temporada do Corinthians. Conquistou 2 Campeonatos Brasileiros, 2 Campeonatos Paulistas e o primeiro Mundial de Clubes da FIFA em 2000. Curiosamente, na final do Mundial de Clubes, a exemplo da decisão por pênaltis da Supercopa de 1993 pelo Flamengo e a semifinal da Copa Libertadores de 2000, também perdeu a cobrança decisiva, mas como Edmundo perdeu a cobrança seguinte pelo Vasco, ainda assim o Corinthians sagrou-se campeão.[carece de fontes?]

Após uma briga em 2001 com Vanderlei Luxemburgo e Ricardinho, deixou o clube para defender o Santos.[19][20] Sua estreia foi em jogo diante do Flamengo, no Serejão, no Distrito Federal.[19] O primeiro gol viria diante do Guarani, no Brinco de Ouro, de pênalti, em partida que terminou com empate de 1 a 1.[19] Pelo Alvinegro Praiano, onde ficou somente três meses[20], Marcelinho jogou 15 vezes e marcou 5 gols.[19]

Vasco da Gama

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Em 2003, foi trazido por Eurico Miranda ao Vasco da Gama para formar ao lado de Marques e Valdir Bigode a linha de frente do clube vascaíno[21], e deu certo, com o título estadual naquele ano, tornando-se o principal jogador do Vasco.

Voltou em 2004[22], após passagem pelo Al-Nassr, da Arábia Saudita, mas sofreu com as seguidas lesões, impedindo de demonstrar seu melhor futebol.

Em maio de 2004, rescindiu seu contrato com o Vasco e acertou sua transferência para Ajaccio, da França[23], onde teve uma breve passagem. O meia disputou apenas dez jogos e marcou dois gols.[24]

Marcelinho em 2006.

Retorno ao Corinthians

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Retornando ao Timão em fevereiro de 2006, depois de rescindir seu contrato com o Brasiliense, com contrato por duas temporadas.[25]

Sua terceira passagem pelo Corinthians foi rápida e turbulenta. Marcelinho jogou pouquíssimas partidas. A principal delas contra o Internacional, vindo novamente a atuar como titular. O jogo acabou com vitória por 1 a 0 para o Internacional, gol de Tinga. Marcelinho teve o contrato rescindido pelo clube a pedido do então técnico Emerson Leão.[26]

Santo André

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No início de junho de 2007, Marcelinho declarou ter recebido uma proposta para voltar a jogar pelo Timão. O ídolo da fiel torcida corintiana anunciou seu retorno ao futebol no dia 12 de junho, em comunicado oficial, e que esperava acertar com algum clube em breve, pois acreditava que sua história no futebol ainda não havia se encerrado. O jogador disse no programa Jogo Aberto, ainda como comentarista, que teria recebido um convite do então técnico do timão, Paulo César Carpegiani, para voltar aos braços da fiel torcida corintiana. Porém, o técnico negou, mas, uma semana depois, cogitou-se em observar o meia na equipe B.

Porém, o retorno de Marcelinho no Timão não ocorreu, pois no dia 14 de junho, o Santo André, equipe que disputava a Série B, oficializou a contratação do jogador, que havia declarado, ainda como comentarista no programa Jogo Aberto, que tinha recebido uma proposta do clube do ABC paulista. Após ingressar no Santo André, Marcelinho foi peça fundamental no time que conseguiu a promoção ao Campeonato Brasileiro da Série A, levando a equipe a disputar a primeira divisão do Brasileirão pela primeira vez em 24 anos.

Jogo do adeus

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Marcelinho planejava realizar alguns amistosos no Corinthians em 2010 antes de se aposentar, sendo mais um ativo em publicidades do clube rotulado como "Senhor Centenário" e encerrando a carreira como Embaixador do Centenário sendo relacionado a vários eventos dos 100 anos do clube.[27] O primeiro amistoso foi contra o Huracán da Argentina, no dia 13 de janeiro, no Pacaembu.[28] Com público estimado em 20 mil pagantes, o Corinthians entrou com um time desfalcado, sem seus principais contratados e estrelas, mesmo assim o Corinthians jogou ofensivo o jogo todo. Marcelinho que usou a camisa 100, teve ótima atuação nos 45 minutos que participou. Não fez gol, mas comandou o meio-de-campo, teve boa movimentação e usou e abusou de passes precisos. Marcelinho foi substituído logo no intervalo e saiu ovacionado pela torcida presente que cantou em coro seu nome. O Corinthians venceu por 3 a 0 o Huracán, com gols de Souza, aos 34, e Morais, aos 39min do primeiro tempo e Dentinho, aos 29min do segundo tempo.[29]

No mesmo dia por volta das 20 horas, recebeu a notícia do diretor de futebol do Corinthians, Mário Gobbi Filho, de dispensá-lo oficialmente de qualquer outra participação junto ao clube, trabalhando apenas na parte de publicidade do clube. - Foi uma festa muito justa para ele por tudo que fez pelo clube – acrescentou.

Televisão

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Após encerrar sua carreira, Marcelinho cursou Jornalismo nas Faculdades Integradas Rio Branco. Formou-se e foi contratado como comentarista pela Rede Bandeirantes, participando do programa Jogo Aberto e de transmissões ao vivo de futebol.[30]

Craque repórter, como era chamado por Renata Fan, Marcelinho fazia reportagens especiais com jogadores, usando seu conhecimento no mundo do futebol, e durante suas reportagens criou o bordão "vem aqui", usando-o para chamar a câmera.

Em 2021, participou da primeira temporada do talent show The Masked Singer, de celebridades que cantam sob disfarce, interpretando a personagem "Coqueiro" e foi o 3.° eliminado da competição.[31]

Beach Soccer

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Em 2012, disputou o Mundialito de Clubes de Futebol de Areia pela equipe do Corinthians.[32]

Em 1999, Marcelinho foi um dos integrantes do grupo de pagode gospel Divina Inspiração, que também contava com seu companheiro de time Amaral.[33][34] Além de vocalista do grupo, Marcelinho também tocava o repique de mão.[35]

Política

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Marcelinho Carioca
Secretário de Esporte e Lazer de Itaquaquecetuba
Período1 de janeiro de 2021 até a atualidade
PrefeitoEduardo Boigues
Deputado federal por São Paulo
Período2 de janeiro de 2015 até 31 de janeiro de 2015
Dados pessoais
Nome completoMarcelo Pereira Surcin
Nascimento31 de dezembro de 1971 (54 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidadebrasileiro
PartidoPSB (2009-2013)
PSC (2013)
PT (2013-2016)
PRB (2016-2017)
PODE (2017-2020)
PSL (2020-2022)
UNIÃO (2022)
PL (2022-presente)

Então filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), Marcelinho candidatou-se ao cargo de deputado federal nas eleições de 2010, onde obteve a suplência. Em 2012 concorreu ao cargo de vereador da capital paulista.[36]

Em 2 de outubro de 2013 deixou o PSB e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores com o intuito de ser candidato a deputado estadual nas eleições de 2014. No evento de filiação ao novo partido, Marcelinho disse que "jogava no Madureira (time carioca então na série C do Campeonato Brasileiro) e agora vou para um time grande".[37] Obteve 43.694 votos e não se elegeu.[38]

Assumiu uma cadeira de deputado federal em 2015, mas no fim da legislatura correspondente à eleição de 2010.[39] Marcelinho ocupou a vaga deixada por Márcio França, eleito vice-governador de São Paulo, e ficou no cargo por menos de um mês, até o início da legislatura seguinte.[38]

Em 2016, Carioca filiou-se ao Partido Republicano Brasileiro para disputar como candidato a vereador na eleições de 2016, mas obteve 12.602 votos e assim como em outras eleições não foi eleito.[40]

Em 2021, foi nomeado pelo prefeito de Itaquaquecetuba Eduardo Boigues como secretário municipal de esporte e lazer.

Vida pessoal

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Sequestro de Marcelinho Carioca e amiga dele

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Na madrugada do dia 17 de dezembro de 2023, Marcelinho foi vítima de sequestro e dado como desaparecido, mas foi encontrado e resgatado pela polícia na tarde do dia seguinte em Itaquaquecetuba, após ser solto pelos sequestradores. Enquanto esteve refém, o jogador foi obrigado a gravar um vídeo no qual afirmava ter saído com uma mulher casada (a qual na realidade era conhecida sua de quando era Secretário de Esporte e Lazer da cidade) e a depositar R$ 60 mil de resgate para os sequestradores. Cinco pessoas foram presas, suspeitas de envolvimento no crime.[41][42]

Em 9 de agosto de 2024, a Polícia Civil prendeu um casal procurado por suspeita de participar do sequestro de Marcelinho Carioca e da amiga dele, em 2023, em Itaquaquecetuba, Grande São Paulo. O casal foi preso em Santa Isabel, na região metropolitana, pela Divisão Antissequestro (DAS).[43]

Em 16 de agosto, a Polícia Civil de São Paulo prendeu em Guarulhos, Grande São Paulo, o oitavo e último acusado procurado pela Justiça por participar do sequestro do ex-jogador e da amiga dele.[44]

Em 24 de setembro, a Justiça de São Paulo condenou seis réus, compostos por três homens e três mulheres, acusados de participar do sequestro de Marcelinho Carioca e da amiga dele. Três homens e três mulheres foram condenados a penas de 28 anos e 16 anos de prisão por associação criminosa, roubo, ameaça, estelionato e extorsão. Eles foram considerados culpados por crimes contra Marcelinho Carioca e Taís Oliveira.[45]

Flamengo
Corinthians
Valencia
Vasco da Gama
Brasiliense
Santo André

Prêmios individuais

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Corinthians

Vasco da Gama

Referências

  1. «Orientador, Marcelinho diz que ajudará Corinthians a ser campeão». Terra. Consultado em 3 de março de 2022 
  2. «Juninho, Beckham e mais: quem fez mais gols de falta na história do futebol? | Goal.com Brasil». www.goal.com. 27 de agosto de 2024. Consultado em 10 de março de 2025 
  3. «Marcelinho Carioca volta ao Parque São Jorge para ser "professor"». Gazeta Esportiva. 5 de julho de 2017. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  4. a b «Eterno ídolo da Fiel, Marcelinho Carioca completa 47 anos». Gazeta Esportiva. 31 de dezembro de 2018. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  5. https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/963760#2018
  6. «Bolsonarista, Marcelinho Carioca vira Secretário de Esportes de cidade paulista». www.futebolinterior.com.br. Consultado em 5 de janeiro de 2024 
  7. Abril, Editora (fevereiro de 1992). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril 
  8. Abril, Editora (setembro de 1993). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril 
  9. «Marcelinho Carioca abre o jogo: "Luxemburgo não gosta de mim desde que eu roubei a namorada dele"». UOL. 1 de março de 2007. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  10. Diego Salgado e Vanderlei Lima (5 de novembro de 2019). «O carioca mais paulista». UOL. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  11. «Gol de placa de Marcelinho Carioca na Vila Belmiro». TV Cultura. Consultado em 31 de agosto de 2025 
  12. a b «20 anos do gol de placa de Marcelinho Carioca na Vila Belmiro». Consultado em 31 de agosto de 2025 
  13. Vagner Magalhães e Vanderlei Lima (7 de julho de 2015). «'Pé de anjo', Marcelinho adorava jogar com chuteiras amaciadas. Por meninas». UOL. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  14. a b «UOL - Brasil Online - Marcelinho assina contrato de 5 anos com Valencia 03/07/97 23h25». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 31 de agosto de 2025 
  15. Roberto Junior (16 de maio de 2016). «Marcelinho relembra farra de Romário na concentração: "No outro dia fez 2 gols"». Torcedores.com. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  16. «Marcelinho Carioca deixa Valencia». Folha de S.Paulo. 25 de novembro de 1997. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  17. a b «UOL - Brasil Online - Corinthians paga R$ 4 mi para ficar com Marcelinho 29/01/98 21h54». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 31 de agosto de 2025 
  18. Cesar Sacheto (12 de maio de 2018). «Ação de marketing de cartola, Disque-Marcelinho faz 20 anos». R7. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  19. a b c d «Marcelinho Carioca no Santos». Consultado em 5 de janeiro de 2024 
  20. a b Paulo, Por Gustavo Serbonchini São (9 de junho de 2012). «Ídolo corintiano com passagem pelo Santos, Marcelinho aposta no Timão». globoesporte.com. Consultado em 5 de janeiro de 2024 
  21. Abril, Editora (fevereiro de 2003). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril 
  22. Abril, Editora (março de 2004). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril 
  23. «Marcelinho troca Vasco por clube francês». Estadão. Consultado em 31 de agosto de 2025 
  24. Eduardo Madeira (27 de abril de 2020). «Os pés de anjo que encontraram o inferno na França». Terra de Zizou. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  25. «Na calada da noite, Marcelinho acerta sua volta ao Corinthians - 22/02/2006 - UOL Esporte - Futebol». www.uol.com.br. Consultado em 31 de agosto de 2025 
  26. Danilo Valentini (15 de agosto de 2006). «No 1º dia no Corinthians, Leão barra Carioca; Ricardinho está fora». UOL. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  27. Marcelo Prado (8 de janeiro de 2010). «Marcelinho Carioca volta ao Corinthians e se torna o 'Senhor Centenário'». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  28. Carlos Augusto Ferrari e Leandro Canônico (13 de janeiro de 2010). «Nos braços da Fiel, Marcelinho dá adeus e comanda vitória do Timão sobre Huracán». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  29. Alexandre Sinato (13 de janeiro de 2010). «Marcelinho e reservas brilham, e Corinthians começa 2010 com vitória». UOL. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  30. «Marcelinho Carioca relembra passagem no 'Jogo Aberto' e emociona Renata Fan: 'Gratidão não tem preço'». LANCE!. 8 de maio de 2020. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  31. «Marcelinho Carioca é o terceiro desmascarado do 'The Masked Singer Brasil'». Gshow. Consultado em 7 de outubro de 2021 
  32. Ana Carolina Fontes (11 de maio de 2012). «Marcelinho Carioca é a novidade do Corinthians no II Mundialito de Clubes». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  33. Encontro com Fátima Bernardes | Marcelinho teve grupo de pagode nos anos 90 Assista online | Globoplay, consultado em 7 de outubro de 2021 
  34. «Marcelinho Carioca já foi cantor de grupo de pagode gospel nos anos 90». www.uol.com.br. Consultado em 19 de setembro de 2024 
  35. «Marcelinho Carioca teve grupo de pagode gospel que vendeu milhares de álbuns, mas terminou na Justiça; relembre». O Globo. 18 de dezembro de 2023. Consultado em 19 de setembro de 2024 
  36. Daiene Cardoso e Beatriz Bulla (30 de junho de 2012). «Erundina é grande ausência na convenção do PSB». Estadão. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  37. Daiene Cardoso (2 de outubro de 2013). «Filiado ao PT, Marcelinho Carioca diz que agora joga em 'time grande'». Estadão. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  38. a b «Marcelinho Carioca e mais seis suplentes tomam posse na Câmara». G1. 2 de janeiro de 2015. Consultado em 8 de agosto de 2022 
  39. «Biografia do(a) Deputado(a) Federal MARCELINHO CARIOCA». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 8 de agosto de 2022 
  40. «Ex-jogadores não conseguem se eleger para vereador em São Paulo». G1. 2 de outubro de 2016. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  41. «Marcelinho Carioca é encontrado pela polícia após desaparecimento». UOL. Consultado em 18 de dezembro de 2023 
  42. «Marcelinho se emociona e diz que foi obrigado a falar com arma na cabeça». UOL. Consultado em 18 de dezembro de 2023 
  43. Kleber Tomaz (10 de agosto de 2024). «VÍDEO: Polícia prende casal procurado por suspeita de participar do sequestro de Marcelinho Carioca e amiga em SP». G1. Consultado em 11 de agosto de 2024 
  44. Kleber Tomaz (16 de agosto de 2024). «Polícia prende 8º e último acusado procurado por participar do sequestro de Marcelinho Carioca e amiga em SP». G1. Consultado em 17 de agosto de 2024 
  45. Kleber Tomaz (24 de setembro de 2024). «Caso Marcelinho Carioca: Justiça de SP condena 6 réus acusados de participar do sequestro de ex-jogador e amiga no ano passado». G1. Consultado em 25 de setembro de 2024 
  46. Lacerda, Victor Augusto Boni (6 de agosto de 2020). «Há 25 anos, Corinthians conquistava o Campeonato Paulista na despedida de Viola». Gazeta Esportiva. Consultado em 6 de abril de 2024 
  47. a b «Folha de S.Paulo - Corinthians e Portuguesa dividem 'seleção' - 8/8/1995». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 17 de setembro de 2025 
  48. «Bola de Prata Placar 2003». Placar Magazine. 7 de agosto de 2015. Consultado em 10 de setembro de 2020 

Ligações externas

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