Marcelinho Carioca

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Marcelinho Carioca
Marcelinho Carioca
Marcelinho em 2006
Informações pessoais
Nome completo Marcelo Pereira Surcin
Data de nasc. 31 de dezembro de 1971 (49 anos)
Local de nasc. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,68 m
destro
Apelido Pé-de-Anjo
MC7
Informações profissionais
Clube atual aposentado
Posição meio-campista
Clubes de juventude
1986–1987 Madureira
Clubes profissionais
Anos Clubes
1988–1993
1994–1997
1997
1998–2001
2001
2002
2003
2003–2004
2004
2005
2006
2007–2009
Flamengo
Corinthians
Valencia
Corinthians
Santos
Gamba Osaka
Vasco da Gama
Al-Nassr (emp.)
Ajaccio
Brasiliense
Corinthians
Santo André
Seleção nacional
1998–2001 Brasil

Marcelo Pereira Surcin, mais conhecido como Marcelinho Carioca (Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1971), é um ex-futebolista brasileiro filiado ao Partido Social Liberal (PSL) que atuava como meio-campista.

Marcelinho ficou conhecido por suas habilidades em cobranças de falta, sendo considerado um dos melhores batedores de falta da história do futebol brasileiro, lhe rendendo o apelido de "Pé-de-Anjo".

Considerado por muitos o maior ídolo da história do Corinthians, Marcelinho marcou 206 gols em 433 partidas, incluindo 59 gols de falta, se tornando o quinto maior artilheiro da história do clube.[1] É o jogador com mais assistências a gol da história do clube alvinegro, com o total de 180 passes a gol, chegando assim a 386 participações diretas em gols nos 433 jogos disputados, chegado a média de 0,9 por jogo. Ao lado de Cássio, Marcelinho é também o jogador que mais ganhou troféus com a camisa do Corinthians, incluindo os Campeonatos Brasileiros de 1998 e 1999, a Copa do Brasil de 1995 e a primeira edição do Mundial de Clubes da FIFA, em 2000. Marcelinho é o 15° jogador do Corinthians com mais partidas disputadas, com 433 jogos.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Advindo de família pobre, o jogador, que era filho de um gari com uma empregada doméstica, foi descoberto aos 14 anos de idade no Madureira e trazido ao Flamengo em virtude das suas boas atuações nos campeonatos juvenis pelo tricolor suburbano carioca. No rubro-negro carioca, ascendeu ao clube profissional em pouquíssimo tempo.

Aos dezesseis anos, promovido por Telê Santana, Marcelinho se viu obrigado à substituir ninguém menos que Zico num Fla-Flu, ocasião em que o Galinho se contundira. Daí se sucedeu uma sequência de atuações bem sucedidas que puseram o atleta na posição de um dos ídolos formados na Gávea.

Apesar de ter conquistado títulos expressivos como a Copa do Brasil de 1990 e o Campeonato Brasileiro de 1992, Marcelinho ficou marcado por um pênalti perdido na final da Copa dos Super Campeões da Libertadores em 1993, contra o São Paulo.

Ainda no ano de 1993, a diretoria do Flamengo negociou o jogador, contra sua vontade, com o Corinthians. "Tenho todo o respeito com o torcedor flamenguista, foram vocês que me ascenderam para o futebol brasileiro. Quando foram me vender, eu não queria. Eu saí extremamente chateado e triste, porque me tiraram para pagar o salário dos medalhões.", respondeu a um torcedor durante entrevista.[3] O que ele não sabia, é que no Corinthians viveria a melhor fase de sua carreira.

Corinthians[editar | editar código-fonte]

Marcelinho chegou ao Corinthians no dia 22 de dezembro de 1993 e assumiu que não gostara de se transferir ao futebol paulista. Segundo o próprio ex-jogador: "Eu lembro que eu não queria sair do Flamengo. Não queria. Falar que eu queria vir pra São Paulo, pro Corinthians, eu vou tá mentindo. Não queria. Não conhecia São Paulo. Eu queria jogar no Maracanã, no Flamengo".[4] Logo que chegou ao Parque São Jorge, todavia, Marcelinho Carioca (como passou a ser chamado para evitar confusão com outro Marcelinho que já integrava o elenco) mostrou a que veio. No dia de sua apresentação o meia de 21 anos previu: "Quero marcar minha passagem aqui. Vim para o Corinthians para ser campeão!". A identificação com a torcida foi imediata e uma carreira vitoriosa estava começando.

Marcelinho tem em sua conta dez títulos em oito anos pelo clube: O Mundial de Clubes da FIFA em 2000, dois títulos do Campeonato Brasileiro de Futebol, uma Copa do Brasil, quatro Campeonatos Paulistas, a Copa Bandeirantes de 1994 e o Troféu Ramón de Carranza de 1996.

Por sua extrema habilidade e competência em bolas paradas e pelo seu pequeno pé (calçava chuteiras número 36), Marcelinho foi apelidado de Pé de Anjo por torcedores e jornalistas.[5] Tanto pela identificação que tinha pelo clube, quanto pela qualidade técnica que conduziu o time em um de seus períodos mais gloriosos. Marcelinho Carioca figura como um dos maiores ídolos da história do Corinthians, é o quinto maior artilheiro da história alvinegra com 206 gols em 433 jogos.[2]

Valencia[editar | editar código-fonte]

Após diversos títulos, foi vendido, em 1997, para o Valencia, da Espanha, por 17 milhões de dólares. O clube já contava com outro grande jogador brasileiro: o centroavante Romário.[6]

Retorno ao Brasil[editar | editar código-fonte]

Como não se adaptou ao Valencia e amargou a reserva, Marcelinho só quis uma coisa: voltar ao Brasil.[7] Ao saber da vontade do jogador, Eduardo José Farah, presidente da Federação Paulista de Futebol na época, comprou o passe do jogador junto ao clube espanhol. Depois, Farah criou o "Disque Marcelinho", para o qual, ao custo de três reais por telefonema, os torcedores dos quatro maiores clubes do estado, São Paulo, Palmeiras, Santos e Corinthians, deveriam ligar e escolher o futuro do jogador.[8]

Após onze dias da promoção, a torcida corintiana conseguiu trazer Marcelinho de volta ao clube. Foram 62,5% das ligações para o Corinthians, 20,3% para o São Paulo, 9,5% para o Santos e 7,7% para o Palmeiras. Assim, ele voltou ao Timão.

De 1997 a 2000 Marcelinho foi o ídolo maior de um time recheado de estrelas, responsável pela mais vitoriosa temporada do Corinthians.[carece de fontes?]

Após uma briga em 2001 com Ricardinho, deixou o clube para defender o Santos e em seguida o Vasco da Gama, entre outros clubes, retornando em fevereiro de 2006, depois de rescindir seu contrato com o Brasiliense.

Sua terceira passagem pelo Corinthians foi rápida e turbulenta. Marcelinho jogou pouquíssimas partidas. A principal delas contra o Internacional, vindo novamente a atuar como titular. O jogo acabou com vitória por 1 a 0 para o Internacional, gol de Tinga. Marcelinho teve o contrato rescindido pelo clube a pedido do então técnico Emerson Leão.[9]

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

Em 2003 foi trazido por Eurico Miranda para formar ao lado de Marques e Valdir Bigode a linha de frente do clube vascaíno, e deu certo, com o título estadual naquele ano, tornando-se o principal jogador do Vasco. Voltou em 2004, após passagem pelo Al-Nassr, da Arábia Saudita, mas sofreu com as seguidas lesões, impedindo de demonstrar seu melhor futebol.

Ajaccio[editar | editar código-fonte]

Em 2004 foi para o Ajaccio, da França, onde teve uma breve passagem. O meia disputou apenas dez jogos e marcou dois gols.[10]

Repórter[editar | editar código-fonte]

Após encerrar sua carreira, Marcelinho cursou Jornalismo nas Faculdades Integradas Rio Branco. Formou-se e foi contratado como comentarista pela Rede Bandeirantes, participando do programa Jogo Aberto e de transmissões ao vivo de futebol.[11]

Craque repórter, como era chamado por Renata Fan, Marcelinho fazia reportagens especiais com jogadores, usando seu conhecimento no mundo do futebol, e durante suas reportagens criou o bordão "vem aqui", usando-o para chamar a câmera.

Retorno ao futebol[editar | editar código-fonte]

Vestindo a camisa do Santo André, Marcelinho jogou contra o Corinthians em 2008 pela Série B, e em 2009, pelo Campeonato Paulista e pela Série A.

No início de junho de 2007, Marcelinho declarou ter recebido uma proposta para voltar a jogar pelo Timão.

O ídolo da fiel torcida corintiana anunciou seu retorno ao futebol no dia 12 de junho, em comunicado oficial, e que esperava acertar com algum clube em breve, pois acreditava que sua história no futebol ainda não havia se encerrado.

O jogador disse no programa Jogo Aberto, ainda como comentarista, que teria recebido um convite do então técnico do timão, Paulo César Carpegiani, para voltar aos braços da fiel torcida corintiana. Porém, o técnico negou, mas, uma semana depois, cogitou-se em observar o meia na equipe B.

Porém, o retorno de Marcelinho no Timão não ocorreu, pois no dia 14 de junho, o Santo André, equipe que disputava a Série B, oficializou a contratação do jogador, que havia declarado, ainda como comentarista no programa Jogo Aberto, que tinha recebido uma proposta do clube do ABC paulista. Após ingressar no Santo André, Marcelinho foi peça fundamental no time que conseguiu a promoção ao Campeonato Brasileiro da Série A, levando a equipe a disputar a primeira divisão do Brasileirão pela primeira vez em 24 anos.

Fora de campo[editar | editar código-fonte]

Fora dos gramados, Marcelinho também ingressou no mundo da música. Em 1999 participou de um grupo de pagode gospel chamado Divina Inspiração, que também contava com o jogador Amaral, na época seu companheiro de equipe no Corinthians. Marcelinho tem três filhos, Lucas Surcin de 19 anos e os gêmeos Matheus e Marcella Surcin, de 15 anos. Todos frutos de seu casamento com Ana Cristina.

Política[editar | editar código-fonte]

Marcelinho Carioca
Secretário de Esporte e Lazer de Itaquaquecetuba
Período 1 de janeiro de 2021

até a atualidade

Prefeito Eduardo Boigues
Dados pessoais
Nome completo Marcelo Pereira Surcin
Nascimento 1 de fevereiro de 1971 (50 anos)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Nacionalidade brasileiro
Partido PSB (2009-2013)
PSC (2013)
PT (2013-2016)
PRB (2016-2017)
PODE (2017-2020)
PSL (2020-presente)
Profissão ex-futebolista

Então filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), Marcelinho candidatou-se ao cargo de deputado federal nas eleições de 2010, onde obteve a suplência. Em 2012 concorreu ao cargo de vereador da capital paulista.[12]

Em 2 de outubro de 2013 deixou o PSB e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores com o intuito de ser candidato a deputado estadual nas eleições de 2014. No evento de filiação ao novo partido, Marcelinho disse que "jogava no Madureira (time carioca então na série C do Campeonato Brasileiro) e agora vou para um time grande".[13] Em 2016 Carioca filiou-se ao Partido Republicano Brasileiro para disputar como candidato a vereador na eleições de 2016, mas obteve 12.602 votos e assim como em outras eleições não foi eleito.[14]

Em 2021 foi nomeado pelo prefeito de Itaquaquecetuba Eduardo Boigues como secretário municipal de esporte e lazer.

Jogo do adeus[editar | editar código-fonte]

Marcelinho Carioca se despede da torcida após jogo contra o Huracán.

Marcelinho planejava realizar alguns amistosos no Corinthians em 2010 antes de se aposentar, sendo mais um ativo em publicidades do clube rotulado como "Senhor Centenário" e encerrando a carreira como Embaixador do Centenário sendo relacionado a vários eventos dos 100 anos do clube.[15]

O primeiro amistoso foi contra o Huracán da Argentina, no dia 13 de janeiro, no Pacaembu.[16]

Com público estimado em 20 mil pagantes, o Corinthians entrou com um time desfalcado, sem seus principais contratados e estrelas, mesmo assim o Corinthians jogou ofensivo o jogo todo. Marcelinho que usou a camisa 100, teve ótima atuação nos 45 minutos que participou. não fez gol, mas comandou o meio-de-campo, teve boa movimentação e usou e abusou de passes precisos. Marcelinho foi substituído logo no intervalo e saiu ovacionado pela torcida presente que cantou em coro seu nome.

O Corinthians venceu por 3 a 0 o Huracán, com gols de Souza, aos 34, e Morais, aos 39min do primeiro tempo e Dentinho, aos 29min do segundo tempo.[17]

No mesmo dia por volta das 20 horas, recebeu a notícia do diretor de futebol do Corinthians, Mário Gobbi Filho, de dispensá-lo oficialmente de qualquer outra participação junto ao clube, trabalhando apenas na parte de publicidade do clube. - Foi uma festa muito justa para ele por tudo que fez pelo clube – acrescentou.

Corinthians (Beach Soccer)[editar | editar código-fonte]

Em 2012 disputou o Mundialito de Clubes de Futebol de Areia pela equipe do Corinthians.[18]

Jogos pela Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Data Competição Local País  Placar Adversário Gols Ref.
23 de setembro de 1998 Amistoso São Luís-MA (Brasil) Brasil
1 – 1
Iugoslávia
1
[19]
14 de outubro de 1998 Amistoso Washington, D.C. (Estados Unidos) Brasil
5 – 1
Equador
1
[20]
25 de abril de 2001 Eliminatórias da Copa São Paulo (Brasil) Brasil
1 – 1
Peru
0
[21]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Flamengo
Corinthians
Valencia
Vasco da Gama
Brasiliense
Santo André

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Corinthians

  • Jogador com mais assistências na história do Corinthians - 185 assistências
  • Bola de Ouro Melhor jogador do Campeonato Brasileiro: 1999
  • Bola de Prata - Melhor meia do Campeonato Brasileiro: 1994 e 1999
  • Melhor meia do Campeonato Paulista - Júri Folha - 1995, 1996, 1999 e 2001
  • Melhor jogador do Campeonato Paulista - Júri Folha - 1995 e 2001
  • Melhor jogador da Copa do Brasil - 1995
  • Artilheiro da Copa Bandeirantes - 1994 - 5 gols
  • Jogador com mais assistências do Campeonato Paulista: 1994 - 18 assistências
  • Jogador com mais assistências do Campeonato Paulista: 1995 - 13 assistências
  • Jogador com mais assistências da Copa do Brasil: 1995 - 6 assistências
  • Artilheiro do Troféu Ramon de Carranza - 1996
  • Jogador com mais assistências do Campeonato Brasileiro: 1998 - 12 assistências
  • Melhor meia da América do Sul (El País): 1998
  • Jogador com mais assistências do Campeonato Brasileiro: 1999 - 13 assistências
  • Jogador com mais assistências da Copa Libertadores: 1999 - 9 assistências
  • Jogador com mais assistências da Copa Libertadores: 2000 - 6 assistências
  • Maior artilheiro do Corinthians em Campeonatos Brasileiros - 52 gols

Vasco da Gama

  • Bola de Prata - Melhor meia do Campeonato Brasileiro: 2003[22]
  • Melhor jogador do Campeonato Carioca: 2003
  • Melhor Jogador do Vasco no ano de 2003

Referências

  1. «Marcelinho Carioca volta ao Parque São Jorge para ser "professor"». Gazeta Esportiva. 5 de julho de 2017. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  2. a b «Eterno ídolo da Fiel, Marcelinho Carioca completa 47 anos». Gazeta Esportiva. 31 de dezembro de 2018. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  3. «Marcelinho Carioca abre o jogo: "Luxemburgo não gosta de mim desde que eu roubei a namorada dele"». UOL. 1 de março de 2007. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  4. Diego Salgado e Vanderlei Lima (5 de novembro de 2019). «O carioca mais paulista». UOL. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  5. Vagner Magalhães e Vanderlei Lima (7 de julho de 2015). «'Pé de anjo', Marcelinho adorava jogar com chuteiras amaciadas. Por meninas». UOL. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  6. Roberto Junior (16 de maio de 2016). «Marcelinho relembra farra de Romário na concentração: "No outro dia fez 2 gols"». Torcedores.com. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  7. «Marcelinho Carioca deixa Valencia». Folha de S.Paulo. 25 de novembro de 1997. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  8. Cesar Sacheto (12 de maio de 2018). «Ação de marketing de cartola, Disque-Marcelinho faz 20 anos». R7. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  9. Danilo Valentini (15 de agosto de 2006). «No 1º dia no Corinthians, Leão barra Carioca; Ricardinho está fora». UOL. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  10. Eduardo Madeira (27 de abril de 2020). «Os pés de anjo que encontraram o inferno na França». Terra de Zizou. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  11. «Marcelinho Carioca relembra passagem no 'Jogo Aberto' e emociona Renata Fan: 'Gratidão não tem preço'». LANCE!. 8 de maio de 2020. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  12. Daiene Cardoso e Beatriz Bulla (30 de junho de 2012). «Erundina é grande ausência na convenção do PSB». Estadão. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  13. Daiene Cardoso (2 de outubro de 2013). «Filiado ao PT, Marcelinho Carioca diz que agora joga em 'time grande'». Estadão. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  14. «Ex-jogadores não conseguem se eleger para vereador em São Paulo». G1. 2 de outubro de 2016. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  15. Marcelo Prado (8 de janeiro de 2010). «Marcelinho Carioca volta ao Corinthians e se torna o 'Senhor Centenário'». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  16. Carlos Augusto Ferrari e Leandro Canônico (13 de janeiro de 2010). «Nos braços da Fiel, Marcelinho dá adeus e comanda vitória do Timão sobre Huracán». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  17. Alexandre Sinato (13 de janeiro de 2010). «Marcelinho e reservas brilham, e Corinthians começa 2010 com vitória». UOL. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  18. Ana Carolina Fontes (11 de maio de 2012). «Marcelinho Carioca é a novidade do Corinthians no II Mundialito de Clubes». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  19. «Em 1998, Brasil empata com a Iugoslávia em amistoso». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  20. «Brasil 5 x 1 Equador». Blog Seleção Brasileira. 14 de outubro de 1998. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  21. Fábio Victor (26 de abril de 2001). «Seleção conseguiu piorar». Folha de S.Paulo. Consultado em 22 de dezembro de 2020 
  22. «Bola de Prata Placar 2003». Placar Magazine. 7 de agosto de 2015. Consultado em 10 de setembro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]