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Marcelino Vieira

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Município de Marcelino Vieira
"A terra de Santo Antônio"
Marcelino Vieira, Rio Grande do Norte (Brasil).jpg

Bandeira de Marcelino Vieira
Brasão de Marcelino Vieira
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 24 de novembro de 1953 (64 anos)
Gentílico marcelinense ou vieirense[1]
Prefeito(a) Kerles Jácome Sarmento (PSD)
(2017–2020)
Localização
Localização de Marcelino Vieira
Localização de Marcelino Vieira no Rio Grande do Norte
Marcelino Vieira está localizado em: Brasil
Marcelino Vieira
Localização de Marcelino Vieira no Brasil
06° 17' 38" S 38° 10' 01" O06° 17' 38" S 38° 10' 01" O
Unidade federativa  Rio Grande do Norte
Mesorregião Oeste Potiguar IBGE/2008[2]
Microrregião Pau dos Ferros IBGE/2008[2]
Municípios limítrofes Norte: Pau dos Ferros e Rafael Fernandes
Sul: Tenente Ananias
Leste: Pilões, Antônio Martins e Alexandria
Oeste: José da Penha e Rafael Fernandes
Distância até a capital 400 km
Características geográficas
Área 345,711 km² [3]
População 8 495 hab. IBGE/2016[4]
Densidade 24,57 hab./km²
Altitude 230 m[5]
Clima Semiárido Bsh
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,609 médio PNUD/2010[6]
PIB R$ 48 067 mil IBGE/2012[7]
PIB per capita R$ 5 826,96 IBGE/2012[7]
Página oficial
Prefeitura www.marcelinovieira.rn.gov.br

Marcelino Vieira é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, Região Nordeste do país. Situa-se na microrregião de Pau dos Ferros e mesorregião do Oeste Potiguar, distante 400 quilômetros a oeste da capital do estado, Natal. Ocupa uma área de aproximadamente 346 km², e sua população no censo de 2010 era de 8 265 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo então o 79º mais populoso do estado.

Emancipado de Alexandria e Pau dos Ferros na década de 1950, o nome do município é uma homenagem feita a Marcelino Vieira da Costa, agricultor e criador paraibano, que veio para o Rio Grande do Norte e se destacou na política. Um dos eventos mais importantes do município é o Jegue Folia, uma dos maiores carnavais fora de época do interior do Rio Grande do Norte.

História[editar | editar código-fonte]

Os primeiros habitantes da região correspondente ao atual município de Marcelino Vieira foram os índios panatis. A povoação do território iniciou-se quando famílias paraibanas e pernambucanas migraram para a localidade, que mais tarde seria denominada Passagem de Feijó, dando início à criação de gado, importante fator para o povoamento daquelas terras.[8]

Em 1861, proprietário da fazenda Varzinha, Antônio Fernandes de Oliveira, conhecido como o "Tenente de Varzinha", doou um terreno com 60 hectares de área para a construção de um capela dedicada a Santo Antônio, pagando uma promessa feita ao santo, para que sua família fosse protegida da epidemia de cólera, que se espalhava pelo local. As articulações para sua construção foram feitas pelo padre Bernardino José Fernandes de Queiroz, então vigário da paróquia de Pau dos Ferros, à qual a capela era subordinada e, em 1868, a capela recebeu uma imagem de Santo Antônio. Em 1870, com o fim da epidemia, o vigário sugeriu que a pequena localidade recebesse o nome de Vitória, o que se concretizou.[8] O povoado crescia lenta e gradativamente, até que, em 1884, foi construída a primeira escola primária na localidade.[1]

Em 1890, o povoado foi elevado à categoria de distrito e, dois anos depois, à categoria de vila, cujo nome foi alterado para "Panatis" em 1943, em homenagem aos primitivos habitantes do local. Finalmente, em 24 de novembro de 1953, a lei estadual nº 909 desmembrou partes do município de Alexandria e de Pau dos Ferros para formar o novo município de Marcelino Vieira, em referência a Marcelino Vieira da Costa (1858-1938), agricultor, criador e fazendeiro paraibano, natural do distrito de Quixaba, município de Uiraúna, que se mudou para o Rio Grande do Norte, tendo residido no Sítio Aroeira em Luís Gomes, tendo ainda exercido o cargo de deputado estadual.[8] A instalação oficial do município ocorreu em 24 de janeiro de 1954.[1]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Mapa político de Marcelino Vieira com os limites municipais.
Serra do Panatis.

Marcelino Vieira está localizado na mesorregião do Oeste Potiguar e microrregião de Pau dos Ferros, estado do Rio Grande do Norte,[2] distante 400 km de Natal, capital estadual,[9] e 1 884 km de Brasília, capital federal.[10] Ocupa uma área territorial de 345,711 km²[3] e se limita com os municípios de Pau dos Ferros e Rafael Fernandes a norte; Tenente Ananias a sul; Pilões, Antônio Martins e Alexandria a leste; José da Penha e novamente Rafael Fernandes a oeste.[5]

O relevo do município, com altitudes variando entre 200 e 4000 metros, é formado pela Depressão Sertaneja-São Francisco, que compreende uma série de terrenos baixos situados de transição entre o Planalto da Borborema e a Chapada do Apodi, com as serras de Marcelino Vieira e Panatis, e os serrotes são do Pico e Rodeador. Marcelino Vieira está situado em área de abrangência de rochas metamórficas que formam o embasamento cristalino, formadas durante o período Pré-Cambriano médio (entre um bilhão e 2,5 bilhões de anos). Geomorfologicamente predominam formas de relevos tabulares, normalmente separados por vales de fundo plano.[5]

O tipo de solo existente é o podzolítico vermelho amarelo equivalente eutrófico, característico de áreas de relevo suave, altamente fértil, textura média e drenagem bastante acentuada.[5]

O município está incluído na bacia hidrográfica do rio Apodi/Mossoró, sendo cortados pelos rios Apodi/Mossoró e o Pilões. O principal reservatório é o Açude Caiçara ou Açude Marcelino Vieira, que está situado a 4,4 km da zona urbana e foi construído pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), sendo concluído em 1981; atualmente possui capacidade para 10,2 milhões de metros cúbicos de água (m³) e sua bacia hidrográfica possui 275 km² de área.[5][11]

A cobertura vegetal é constituída pela caatinga hiperxerófila, com a abundância de cactáceas e plantas de pequeno porte, sem folhas na estação seca. Entre as espécies mais encontradas estão o facheiro (Pilosocereus pachycladus), o faveleiro (Cnidoscolus quercifolius), a jurema-preta (Mimosa hostilis), o marmeleiro (Cydonia oblonga), o mufumbo (Combretum leprosum) e o xique-xique (Pilosocereus polygonus).[5]

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de precipitação em 24 horas
registrados em Marcelino Vieira por meses
Mês Acumulado Data Ref Mês Acumulado Data Ref
Janeiro 132 mm 16/01/1978 [12] Julho 88,1 mm 23/07/1985 [13]
Fevereiro 120 mm 16/02/2000 [14] Agosto 33,3 mm 27/08/1972 [15]
Março 110 mm 29/03/1937 [16] Setembro 42,2 mm 26/09/1966 [17]
Abril 156 mm 17/04/1994 [18] Outubro 68 mm 25/10/1939 [19]
Maio 122 mm 13/05/1934 [20] Novembro 130,2 mm 28/11/1954 [21]
Junho 56 mm 04/06/1994 [18] Dezembro 120,2 mm 14/12/1951 [22]
Fontes: Agência Nacional de Águas (ANA) e Empresa de Pesquisa Agropecuária
do Rio Grande do Norte
(EMPARN). Períodos: 1933-1986 e 1993-2011.[23][24]

Marcelino Vieira possui clima semiárido quente (do tipo Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger),[5][25] com temperatura média anual de 26,5 °C e precipitação média de 843 milímetros (mm) anuais, concentrados entre os meses de fevereiro e maio.[26] A umidade relativa do ar é de 66% e o tempo de insolação chega a 2 700 horas anuais.[5]

Segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), de 1933 a 1986 e de 1993 a 2011, o maior acumulado de precipitação (chuva) em 24 horas registrado em Marcelino Vieira foi de 156 mm em 17 de abril de 1994.[18] Outros grandes acumulados foram 132 mm em 16 de janeiro de 1978,[12] 130,2 mm em 28 de novembro de 1954,[21] 129 mm em 21 de abril de 1996,[27] 120 mm em 16 de fevereiro de 2000,[14] 122 mm em 13 de maio de 1934,[20] 120,2 mm em 14 de dezembro de 1951,[22] 110 mm em 29 de março de 1937,[16] 109,4 mm em 15 de janeiro de 2000,[14] 104,4 mm em 5 de dezembro de 1975,[28] 104,2 mm em 26 de março de 1993,[29] 103 mm em 11 de maio de 1978,[30] 102,5 mm em 23 de março de 1959,[31] 102,2 mm em 8 de abril de 1967,[32] 100,4 mm em 10 de maio de 1967[33] e 100,2 mm em 25 de março de 1967.[34] Em abril de 1985 foi observado o maior volume de precipitação em um mês, de 537,2 mm.[35]

Dados climatológicos para Marcelino Vieira
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 32,7 31,8 30,8 30,4 30,1 30,1 30,5 31,6 32,7 33,3 33,4 33,3 31,7
Temperatura média (°C) 27,5 27 26,4 26,1 25,7 25,2 25,2 25,8 26,7 27,3 27,6 27,8 26,5
Temperatura mínima média (°C) 22,3 22,2 22,1 21,8 21,3 20,4 19,9 20,1 20,8 21,4 21,9 22,3 21,4
Precipitação (mm) 82 131 221 193 106 35 24 5 4 6 9 27 843
Fonte: Climate-Data.org[26]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
1970 7 267
1980 8 043 10,7%
1991 8 813 9,6%
2000 8 373 -5,0%
2010 8 265 -1,3%
Est. 2016 8 495 [4] 2,8%
Censos demográficos
do IBGE (1970-2010)[36][37]

A população de Marcelino Vieira no censo demográfico de 2010 era de 8 265 habitantes, com uma taxa de crescimento negativa de -0,13% ao ano em relação ao censo de 2000,[38] sendo o 79º município em população do Rio Grande do Norte, apresentando uma densidade populacional de 23,91 km². Segundo o mesmo censo, 59,21% dos habitantes viviam na zona urbana e 40,79% na zona rural. Ao mesmo tempo, 50,83% eram do sexo feminino e 49,17% do sexo masculino, tendo uma razão de sexo de aproximadamente 97 homens para cada cem mulheres.[37][39][40] Quanto à faixa etária, 65,03% pessoas tinham entre 15 e 64 anos, 25,23% menos de quinze anos e 9,74% 65 anos ou mais.[38]

Conforme pesquisa de autodeclaração do mesmo censo, a população era formada por brancos (49,79%), pardos (43,05%), pretos (5,91%) e amarelos (1,25%).[41] Todos os habitantes eram brasileiros natos[42] (80,83% naturais do município),[43] dos quais 98,13% nascidos na Região Nordeste (98,13%), 1,31% no Sudeste e 0,56% no Centro-Oeste. Entre os naturais de outras unidades da federação, os estados com maior percentual de residentes eram Paraíba (3,36%), Ceará (1,36%) e São Paulo (1,31%).[44]

Igreja Matriz de Santo Antônio, sede da paróquia de Marcelino Vieira.

Ainda segundo o mesmo censo, a população de Marcelino Vieira era formada por católicos (92,03%), evangélicos (6,45%) e testemunhas de Jeová (0,24%). Outros 1,14% não possuíam religião e 0,14% possuíam religião não determinada ou múltiplo pertencimento.[45] O município tem como padroeiro Santo Antônio como padroeiro, cuja paróquia, subordinada à Diocese de Mossoró, foi criada em 13 de junho de 1961, desmembrada da paróquia de Pau dos Ferros.[46] Há ainda alguns credos protestantes ou reformados, sendo alguns deles a Assembleia de Deus, a Congregação Cristã, Deus é Amor e a Igreja Universal do Reino de Deus.[45]

O Índice de Desenvolvimento Humano do município é considerado médio, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Segundo dados do relatório de 2010, divulgados em 2013, seu valor era de 0,609, sendo o 74º maior do Rio Grande do Norte e o 3 927 º do Brasil. Considerando-se apenas o índice de longevidade, seu valor é de 0,776, o valor do índice de renda é de 0,571 e o de educação de 0,510.[6] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até 140 reais reduziu em 51,9%, passando de 65,8% para 31,7%. Em 2010, 60,7% da população vivia acima da linha de pobreza, 24,4% abaixo da linha de indigência e 14,9% entre as linhas de indigência e de pobreza. No mesmo ano, o índice de Gini era de 0,52 e os 20% mais ricos eram responsáveis por 54,5% do rendimento total municipal, valor pouco mais de 27 vezes superior à dos 20% mais pobres, de apenas 2%.[47]

Política[editar | editar código-fonte]

O poder executivo de Marcelino Vieira é exercido pelo prefeito, auxiliado pelo seu gabinete de secretários.[48] O atual prefeito do município é Kerles Jácome Sarmento, conhecido como Babau, do Partido Social Democrático (PSD),[49] e a vice Arli Maria de Paiva Lima (Partido do Movimento Democrático Brasileiro/PMDB),[50] eleitos nas eleições municipais de 2016 com 57,54% dos votos válidos.[51] O poder legislativo é constituído é exercido pela câmara municipal,[48] formada por nove vereadores. Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).[48]

Em complementação ao processo legislativo e ao trabalho das secretarias, existem também alguns conselhos municipais em atividade: alimentação escolar, antidroga, assistência social, educação, FUNDEB e meio ambiente.[5] O município se rege por sua lei orgânica, promulgada em 1989,[52] e abriga uma comarca do poder judiciário estadual, de primeira entrância, com sede no Fórum Municipal Desembargador José Fernandes Vieira, possuindo como termo Tenente Ananias.[53] O município pertence à 60ª zona eleitoral do Rio Grande do Norte e possuía, em dezembro de 2016, 6 740 eleitores, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que representa 0,281% do eleitorado potiguar.[54]

Palácio João Medeiros (prefeitura), sede do poder executivo municipal
Palácio Manoel Vicente de Oliveira (câmara de vereadores), sede do poder legislativo
Fórum Municipal Desembargador José Fernandes Vieira, que abriga a comarca do poder judiciário estadual.

Economia[editar | editar código-fonte]

Em 2012, o Produto Interno Bruto (PIB) do município de Marcelino Vieira era de R$ 48 067 mil, dos quais 35 612 mil do setor terciário, R$ 4 470 mil do setor secundário, R$ 4 130 mil do setor primário e R$ 3 855 mil de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes. O PIB per capita era de R$ 5 826,96.[7]

Agência bancária do Bradesco

Segundo o IBGE, em 2013 o município possuía um rebanho de 8 064 galináceos (frangos, galinhas, galos e pintinhos), 7 765 bovinos, 3 720 ovinos, 1 002 suínos, 710 caprinos e 328 equinos.[55] Na lavoura temporária de 2013 foram produzidos cana-de-açúcar (210 t), tomate (140 t), milho (20 t), mandioca (16 t), batata-doce (14 t) e milho (7 t),[56] e na lavoura permanente coco-da-baía (vinte mil frutos), banana (72 t) e goiaba (12 t).[57] Ainda no mesmo ano o município também produziu 1 178 mil litros de leite de litros de 1 840 vacas ordenhadas; 22 mil dúzias de ovos de galinha e 13 780 quilos de mel de abelha.[55]

Em 2010, considerando-se a população municipal com idade igual ou superior a dezoito anos, 48,3% era economicamente ativa ocupada, 43,9% inativa e 7,8% ativa desocupada. Ainda no mesmo ano, levando-se em conta a população ativa ocupada na mesma faixa etária, 43,21% trabalhavam no setor de serviços, 32,4% na agropecuária, 12,31% no comércio, 5,6% em indústrias de transformação, 4,35% na construção civil e 0,77% na utilidade pública.[38] Conforme a Estatística do Cadastral de Empresas de 2013, Marcelino Vieira possuía 102 unidades (empresas) locais, todas atuantes; salários juntamente com outras remunerações somavam R$ 5 222 mil e o salário médio mensal era de 1,7 salários mínimos.[58]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Escritório da CAERN
Subestação da COSERN

O serviço de abastecimento de água de Marcelino Vieira é operado pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN)[59] e a empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica é a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN).[60] A voltagem da rede é de 220 volts.[61] O código de área de Marcelino Vieira é 084[62] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) é 59970-000.[63] Em 2010 o município possuía 90,51% dos seus domicílios com água canalizada,[64] 99,41% com eletricidade[65] e 55,62% com coleta de lixo.[66] Ao mesmo tempo 66,02% tinham somente telefone celular, 7,81% possuíam celular e fixo e 0,68% apenas telefone fixo (0,68%).[67]

A frota municipal em 2014 era 885 motocicletas, 361 automóveis, 112 caminhonetes, 86 motonetas, 22 caminhões, quatorze micro-ônibus, sete camionetas, um ônibus e um utilitário, além de doze em outras categorias, totalizando 1 501 veículos.[68] No transporte rodoviário, o município é cortado pela rodovia estadual RN-079, que liga Marcelino Vieira a localidades próximas.[69]

Saúde[editar | editar código-fonte]

A rede de saúde de Marcelino Vieira dispunha, em 2009, de cinco estabelecimentos de saúde (quatro públicos e um privado), todos prestando atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), com treze leitos para internação,[70] entre os quais o Hospital Maternidade Padre Agnelo Fernandes, que pertence à esfera administrativa privada e presta serviços de atendimento ambulatorial, internação e SADT (Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Terapia), além de possuir leitos nas especialidades de clínica geral, obstetrícia e pediatria clínicas.[71] Marcelino Vieira pertence à VI Unidade Regional de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (URSAP-RN), com sede em Pau dos Ferros.[72]

Em 2010, a expectativa de vida ao nascer do município era de 71,56 anos, com índice de longevidade de 0,776, taxa de mortalidade infantil de 22,2 por mil nascidos vivos e taxa de fecundidade de 2,2 filhos por mulher.[38] Em abril do mesmo ano, a rede profissional de saúde era constituída por dez auxiliares de enfermagem, cinco médicos (três médicos de família, um radiologista e um clínico geral), cinco cirurgiões-dentistas, quatro enfermeiros, três técnico de enfermagem, dois assistentes sociais e um farmacêutico, totalizando trinta profissionais.[73] Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2001 e 2012, foram notificados 237 casos de dengue e um de leishmaniose.[74]

Educação[editar | editar código-fonte]

IDEB de Marcelino Vieira[75]
Ano Anos
iniciais
Anos
finais
2005 2,7 2,5
2007 3 2,3
2009 3 2,7
2011 3,9 3.1
2013 3,4 3,7

O fator "educação" do IDH no município atingiu em 2010 a marca de 0,510,[38] ao passo que a taxa de alfabetização da população acima dos dez anos indicada pelo último censo demográfico do mesmo ano foi de 72,1% (80,1% para as mulheres e 63,9% para os homens).[76] A taxa de conclusão dos ensinos fundamental (15 a 17 anos) e médio (18 a 24 anos) era de 31,7% e 33,3%, respectivamente, e o percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos de 93,2%.[75]

Polo Universitário da Universidade Aberta do Brasil de Marcelino Vieira, inaugurado em 2011.[77]

Ainda em 2010 Marcelino Vieira possuía uma expectativa de 9,62 anos de estudo, valor ligeiramente acima da média estadual (9,54 anos). O percentual de crianças de cinco a seis anos na escola era de 100% e de onze a treze anos cursando o fundamental de 86,88%. Entre os jovens, a proporção na faixa de quinze a dezessete anos com fundamental completo era de 32,76% e de 18 a 20 anos com ensino médio completo de 31,22%. Considerando-se apenas a população com idade maior ou igual a 25 anos, 37,75% não sabiam ler ou escrever, 28,31% haviam concluído o fundamental, 17,73% tinham ensino médio completo e 4,36% ensino superior completo.[38] A distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com com idade superior à recomendada, era de 18,1% para os anos iniciais e 40,7% nos anos finais, enquanto no ensino médio essa defasagem era de 44,7% (2014).[75]

Em 2012, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) e o Ministério da Educação (MEC), Marcelino Vieira possuía uma rede de 23 escolas de ensino fundamental (com 84 docentes), dezoito do pré-escolar (vinte docentes) e duas de ensino médio (quatorze docentes).[78] No ensino superior, o município abriga um polo da Universidade Aberta do Brasil (UAB), inaugurado em 2011.[77]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Anfiteatro Pai e Filho, onde ocorrem eventuais apresentações culturais.

A Secretaria Municipal de Cultura[79] é o órgão da prefeitura responsável pela educação e pela área cultural e esportiva do município de Marcelino Vieira, cabendo a ela a organização de atividades e projetos culturais.

Os principais eventos culturais do município são o Jegue Folia, uma das maiores festas estilo micareta (carnaval fora de época) do interior do Rio Grande do Norte, realizada no início do ano, desde 2001, durante três dias, com muita folia;[80][81] a festa do padroeiro Santo Antônio, que se inicia no dia 3 de junho e prossegue com as nove noites do novenário, encerrando-se no dia 13 de junho, com a procissão percorrendo as ruas da cidade com a imagem do santo, havendo também a programação sociocultural;[82][83][84] e a festa de emancipação política, que acontece no dia 24 de novembro, cuja programação inclui a alvorada festiva, o hasteamento das bandeiras e outros eventos, além de uma vasta programação que inclui lazer e entretenimento, como apresentações de bandas musicais.[85]

Coreto da praça da Igreja Matriz de Santo Antônio, enfeitada durante o período das festas juninas, quando também ocorre a festa do padroeiro Santo Antônio.

Também são realizados eventos com ênfase no setor esportivo, como o Campeonato Municipal de Futebol[86] e a Copa Regional de Futsal "Arimateia Fernandes".[87] No turismo, os principais atrativos são o açude público municipal, a fazenda São João Batista, a Igreja Matriz de Santo Antônio e as serras do Panatis e São Sebastião, sendo que alto desta última se situa uma capela dedicada ao santo homônimo.[5] As principais atividades artesanais são o barro e o bordado, além de materiais recicláveis.[88] Marcelino Vieira também possui bandas musicais e grupos artísticos de capoeira, manifestação tradicional popular e teatro.[89][90]

Feriados municipais

Segundo a Associação do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (AMPERN), em Marcelino Vieira há três feriados municipais, que são o dia do padroeiro Santo Antônio, comemorado em 13 de junho; o dia 2 de outubro, Dia da Cultura e da Criação da Medalha de Honra do Mérito "Edilton Fernandes"; e o dia 24 de novembro, dia em que o município comemora sua emancipação política.[91]

Referências

  1. a b c IBGE. «Histórico» (PDF). Consultado em 15 de maio de 2011. Cópia arquivada em 12 de maio de 2011 
  2. a b c «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  3. a b «Área territorial oficial». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 22 de dezembro de 2014. Consultado em 5 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 5 de setembro de 2015 
  4. a b «Brasil / Rio Grande do Norte / Marcelino Vieira». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 16 de junho de 2017 
  5. a b c d e f g h i j «MARCELINO VIEIRA» (PDF). Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente. Consultado em 24 de maio de 2013. Cópia arquivada em 24 de maio de 2013 
  6. a b «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 4 de setembro de 2013 
  7. a b c «Rio Grande do Norte » Marcelino Vieira  » produto interno bruto dos municípios - 2012». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2012. Consultado em 5 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 5 de setembro de 2015 
  8. a b c «Marcelino Vieira». Portal Jegue Folia. Consultado em 5 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2007 
  9. «Distância entre Marcelino Vieira e Natal». Consultado em 29 de julho de 2014 
  10. «Distância entre Marcelino Vieira e Brasília». Consultado em 29 de julho de 2014 
  11. «Ficha Técnica do Reservatório Marcelino Vieira». Secretaria de Meio Ambiente de Recursos Hídricos. Consultado em 24 de maio de 2013. Cópia arquivada em 24 de maio de 2013 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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