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Marco Ricca

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Marco Ricca

Ricca em 2018
Nome completo Marco Antonio Ricca
Nascimento 28 de novembro de 1962 (63 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade brasileiro
Ocupação ator, produtor e diretor
Atividade 1989–presente
Cônjuge
Filho(a)(s) 4, incluindo Felipe Ricca
Grandes Otelo
Melhor Roteiro Adaptado
2007 - Crime Delicado
Melhor Ator
2016 - Chatô, o Rei do Brasil
Outros prêmios
Prêmio APCA - Melhor Ator (Televisão)
2017 - Liberdade, Liberdade

Marco Antonio Ricca (São Paulo, 28 de novembro de 1962) é um ator e cineasta brasileiro. Sua carreira iniciou na década de 1980 no teatro paulista onde se destacou no Teatro do Bexiga. Ele colaborou frequentemente com Plínio Marcos, aparecendo em peças importantes. Os prêmios de Ricca incluem dois Prêmios Grande Otelo, dois Prêmios Guarani e um APCA, além de indicações a três Prêmios Qualidade Brasil. Ele recebeu dois troféus do importante Festival de Gramado por seu trabalho no cinema.

A carreira de Ricca começou nos palcos, atuando no elenco e na produção do monólogo Bakunin (1989) e como diretor Ufa! Que Perigo, estrelado pelo ator Hugo Possolo. Ele fez sua estreia no cinema atuando em pequenos filmes, como Batimam e Robim (1992), papel que lhe rendeu o prêmio Kikito do Festival de Gramado, antes de alcançar destaque com seu primeiro grande papel na televisão como José Augusto em Renascer (1993), de Benedito Ruy Barbosa. Ele colaborou frequentemente com a Cia. do Bexiga, consolidando-se como um ator de teatro atuando na peça Dois Perdidos Numa Noite Suja (1991–94).

Ricca também ficou conhecido por seus papéis como o transgressor Felício em Éramos Seis (1994), o mulherengo Nestor em Por Amor (1997), o conde Pedro Afonso em Força de um Desejo (1999), o romântico Augusto em O Beijo do Vampiro (2002) e o vilão Celso Camacho em Kubanacan (2003). Colaborou com o cineasta Beto Brant em dois importantes trabalhos no cinema, atuando em O Invasor (2002), papel que lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Grande Otelo de Melhor Ator, e Crime Delicado (2005). Este último lhe rendeu o Grande Otelo de Melhor Roteiro Adaptado. Ele ficou conhecido por seus papéis em filmes dramáticos como A Via Láctea (2007), Verônica (2009), Os Amigos (2014), As Duas Irenes (2017) e Canastra Suja (2016), bem como por papéis cômicos em Chatô, o Rei do Brasil (2015). Este último lhe rendeu o Grande Otelo de Melhor Ator.

No teatro, ele interpretou Hamlet numa adaptação produzida por ele mesmo em 1997 e o Rei Ricardo III da Inglaterra em Ricardo III (2006), que lhe rendeu indicação ao Prêmio Qualidade Brasil. Ricca também recebeu o Prêmio APCA por seu trabalho em Liberdade, Liberdade (2016), um de seus principais papéis em novelas.

Vida pregressa

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Família e formação

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Nascido em São Paulo em 28 de novembro de 1962, Marco Antonio Ricca é oriundo de uma família de imigrantes italianos. Ele é filho de Júlio Ricca e Lélia Teresinha Cantisani. Seu pai faleceu quando tinha apenas quatro anos de idade.[1] Ingressou na faculdade no curso de História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde concluiu sua graduação e também participou de um grupo de teatro.[2]

Antes de iniciar a carreira de ator, Ricca deu aula de história por seis anos, com aulas voltadas principalmente para estudantes pré-universitários.[3] "Esse foi um período muito gostoso da minha vida, de grandes descobertas porque eu era muito dinâmico, muito jovem, quase da mesma idade que os meus alunos e isso me permitiu explorar várias coisas. A matéria de história é muito abrangente então a gente podia trabalhar muitos assuntos interessantes para além do currículo", contou o ator em entrevista para o Globo.com em homenagem ao Dia dos Professores.[4]

Desde a adolescência, Ricca se interessava pela atuação e o teatro amador, participando de algumas montagens. A mudança de carreira de fato veio com uma substituição repentina de um ator do elenco de uma peça de Plínio Marcos, seu mentor no teatro com quem desenvolveu parceria em diversas peças. Desde então, ele passou a integrar outras produções consolidando-se de vez na carreira de ator e, mais tarde, iniciou com projetos no cinema e na televisão.[3]

Trabalho inicial e projeção nacional (1989—1996)

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Ricca estreou no teatro interpretando o anarquista Mikhail Bakunin em um monólogo sobre sua vida.

Ainda na profissão de professor de história, envolveu-se na criação da peça Bakunin, assinando roteiro com Roberto Lima e Val Folly,[5] um monólogo estrelado por ele sobre a vida de Mikhail Bakunin, russo considerado o pai do Anarquismo.[2] O espetáculo estreou no antigo Teatro do Bexiga, em São Paulo, local onde Marco Ricca adquiriu conhecimento em diversos setores: produção, escrita, direção, atuação, coordenação e até mesmo faxina do teatro.[2] No mesmo ano, ainda com a Cia. do Bexiga, estreou na direção do espetáculo Ufa! Que Perigo, estrelado pelo ator Hugo Possolo.[6]

Em Pequenos Burgueses (1990), adaptação de Jorge Takla para a peça homônima do escritor russo Máximo Gorki, atuou ao lado de atrizes consagradas, como Célia Helena e Etty Fraser, em uma história sobre conflitos políticos e sociais.[7] No entanto, foi ao estrelar com Petrônio Gontijo a peça Dois Perdidos Numa Noite Suja (1991–94), escrita por Plínio Marcos e dirigida por Emílio Di Biasi, que Ricca teve maior reconhecimento por sua interpretação visceral como Paco, um jovem em situação de extrema pobreza que divide seu espaço com Tonho (Gontijo) e são unidos pela frustação da condição de vida em que vivem.[8]

Ricca teve suas primeiras experiências frente às câmeras atuando em filmes de curta-metragem em 1992, estrelando as obras Tango e Zuleika: Um Caso Quase Verdade, sendo ambos exibidos no festejado Festival de Brasília, em sua 25ª e 26ª edição, respectivamente.[9][10] Em 1993, protagonizou com André Barros o filme Batimam e Robim, dirigido por Ivo Branco, numa história dois amigos, Léo (Ricca) e Mário (Barros), resolvem realizar um assalto para conseguir dinheiro fácil que acaba em tragédia. Ambos refugiam-se em um galpão e o desenvolvimento das tensões acabam por revelar um amor platônico entre os amigos.[11] O filme participou de festivais de cinema nacionais e internacionais,[11] projetando a carreira do ator e rendendo a ele o seu primeiro prêmio, como Melhor Ator de Curta-metragem pelo tradicional Festival de Gramado.[12]

A projeção de seu trabalhou o levou a ser escolhido para o elenco da telenovela Renascer, na TV Globo em 1993, fazendo sua estreia em um dos personagens centrais da trama, José Augusto Inocêncio.[13] Seu personagem é um dos quatro filhos do protagonista José Inocêncio (Antônio Fagundes) com a falecida Maria Santa (Patrícia França), que saiu da fazenda do pai para a capital para estudar e formou-se médico, mas ao longo da trama é impedido de exercer sua profissão por ser alvo de uma investigação no hospital em que trabalha.[14] Com o término do trabalho na televisão, retornou aos palcos do teatro em 1994 produzindo[15] e estrelando uma montagem de A Gaivota, de Anton Tchekhov, onde, ao lado de Walderez de Barros e Mayara Magri, interpretou o jovem Konstantin Treplev, um jovem escritor que luta por uma revolução artística.[16]

Ricca retornou à televisão em 1994, contratado pelo SBT, para participar da segunda fase da telenovela Éramos Seis no papel de Felício, um homem que luta pelo amor de Maria Isabel (Luciana Braga), a única filha da família central da novela, mas a sua personalidade considerada transgressora para época torna o romance proibido.[17] Ele também fez participações especiais em episódios do seriado Você Decide, da TV Globo, entre 1994 e 1999.[18] O ator fez sua estreia em longas-metragens em 1996 no romance O Guarani, sob a direção de Norma Bengell, uma adaptação cinematográfica do romance homônimo de José de Alencar.[19] No mesmo ano, foi o protagonista do suspense Olhos de Vampa, de Walter Rogério, na pele do fotógrafo fetichista Oscar, que acompanha uma equipe policial na investigação sobre a atuação de um serial killer na cidade de São Paulo. O filme estreou no Festival de Brasília, sendo um fracasso de crítica e não teve lançamento comercial.[20]

Depois, interpretou um dos protagonistas de Razão de Viver, novela do SBT exibida em 1996, como André, um dos três filhos da protagonista Luzia (Irene Ravache). Seu personagem abandona a vida difícil de sua mãe e seus irmãos para casar-se com a milionária ciumenta Olga (Mayara Magri).[21]

Ascensão no cinema e televisão (1997—2002)

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Após a experiência fracassada no filme Olhos de Vampa, em 1997 viveu um de seus grandes momentos no cinema ao interpretar o policial perseguidor Henrique no filme O Que É Isso, Companheiro?, de Bruno Barreto, o qual foi nomeado ao Óscar de Melhor Filme Internacional, nos Estados Unidos.[22] No teatro, seguiu com sua célebre trajetória produzindo e estrelando a montagem de Hamlet (1997), texto clássico da tragédia de William Shakespeare.[23] Ainda em 1997, foi recontratado pela TV Globo após quatro anos para integrar o elenco da novela Por Amor, escrita por Manoel Carlos para o horário nobre. Interpretou o personagem Nestor na novela, um trabalhador, porém machista e mulherengo que esconde da esposa Sirléia (Vera Holtz) uma segunda família.[24] Após a recontratação na emissora, firmou uma série de seus principais projetos na televisão.

Em 1998, fez uma participação especial no primeiro capítulo da novela Pecado Capital, de Glória Perez, na pele do amante da personagem Eunice, interpretada por Cássia Kis, que a envolve num assalto.[25] Em 1999, é escalado para a novela de época Força de um Desejo, escrita por Gilberto Braga, na pele do Conde Pedro Afonso, rapaz que chega à cidade de Vila de Santana acompanhando a dama da sociedade Clara (Helena Fernandes) e interessa-se pela protagonista Ester (Malu Mader).[26] Ricca recebeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Miami Brazilian Film Festival por seu trabalho no filme Até que a Vida Nos Separe, em 1999, filme dirigido por José Zaragoza e estrelado ainda por Murilo Benício, Júlia Lemmertz, Alexandre Borges, Betty Gofman, Norton Nascimento e Danielle Winits como um grupo de amigos na casa dos trinta anos conciliando suas vidas entre o trabalho, doenças e relacionamentos.[27][28]

Deu vida ao advogado Alvarenga Peixoto, integrante articulador do movimento da Inconfidência Mineira, no filme Tiradentes (1999), drama biográfico histórico sobre a trajetória de Tiradentes e o movimento independendista mineiro.[29] No ano seguinte, em 2000, atua na minissérie Aquarela do Brasil, estrelada por Maria Fernanda Cândido como a cantora Isa Galvão. Na trama, ele interpreta o tio de Isa, Felipe Martins, um homem suspeito de integrar uma rede de espionagem nazista que está sendo procurado pelo Capitão Hélio Aguiar (Edson Celulari).[30] Depois, focou suas aparições em televisões fazendo participações especiais em séries, como em Brava Gente (2001), A Grande Família (2002) e Os Normais (2002).[31]

Em 2002, destacou-se no filme O Invasor, dirigido por Beto Brant, vivendo o empresário Ivan. Seu personagem é um dos amigos em atrito na construtora em que administram. Acuados pelo sócio majoritário, Ivan e Gilberto (Alexandre Borges) decidem radicalizar e contratar um matador de aluguel para eliminá-lo.[32] O trabalho de Ricca foi elogiado pela crítica, com Marcelo Müller destacando que o ator "apresenta aqui um trabalho muito consistente, mostrando um homem em litígio com as próprias escolhas, que precisa arcar com o peso inevitável das consequências", em seu texto para o Papo de Cinema.[3] Ele recebeu suas primeiras indicações ao Prêmio Grande Otelo e Prêmio Guarani de Melhor Ator, além de receber o Troféu Calunga de Melhor Ator pelo Cine PE.[33]

Ao passo em que se destacava por seu papel intenso no cinema, na televisão viveu novos momentos ao estrela a telenovela cômica O Beijo do Vampiro, de Antônio Calmon, interpretando o mocinho Augusto, um promotor romântico, herdeiro e carinhoso com os filhos, criados sozinho por ele após a morte da esposa. Ele apaixona-se por Lívia (Flávia Alessandra) e tenta reconquistá-la após perdê-la para Beto (Thiago Lacerda).[34]

Ator consolidado (2003—2006)

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Em 2003, Marco foi escalado para entrar no elenco da novela Kubanacan, escrita por Carlos Lombardi para o horário das sete da TV Globo. O ator foi convidado a participar da novela na metade de seu desenvolvimento com o pedido de desligamento do ator Humberto Martins, que interpretava o vilão General Carlos Camacho.[35] A alternativa foi inserir um irmão do General, Celso Camacho (papel de Ricca) para suprir o papel do vilão. Posteriormente, Martins retornou à produção e o personagem Celso acabou sendo assassinado pelo próprio irmão.[36]

Com Denise Fraga e Fábio Assunção, estrelou a comédia romântica Cristina Quer Casar, filme dirigido por Luiz Villaça. Seu personagem, Chico, é proprietário de uma agência de casamentos que está na beira da falência. Ele é procurado por Cristina (Fraga) para realizar seu grande sonho de casar e enxerga nela a possibilidade de recuperar seus negócios. Entre os candidatos a namoro, eles conhecem Paulo (Assunção) que se apaixona por Cristina, porém às vésperas do casamento ela já se encontra em dúvida se deve mesmo casar-se com Paulo após se aproximar de Chico.[37] Ainda em 2003, no teatro, ele estrelou a comédia 3 Versões da Vida, sob direção de Elias Andreato, novamente contracenando com Denise Fraga formando um casal.[38]

Em 2004, interpretou o mulherengo Armando no especial de fim de ano Histórias de Cama & Mesa, na TV Globo.[39] No ano seguinte, atua em mais duas participações especiais nas série Hoje É Dia de Maria e Sitcom.br. Também foi parte do elenco de Bang Bang, novela de Mário Prata para o horário das sete, produção considerada experimental para o formato e que não foi bem aceita pela audiência do horário. A trama é ambientada no Velho Oeste e seu personagem é o trapaceiro Edgard Stewart, um homem que assume a identidade do substituto do falecido xerife da cidade.[40]

Ricca em cena com a atriz Lilian Taublib em Crime Delicado, em 2005.

Em 2005, o ator produziu, colaborou na escrita do roteiro e protagonizou o filme de drama Crime Delicado, baseado no livro Um Crime Delicado de Sérgio Sant'Anna e dirigido por Beto Brant. Ele aparece como um crítico teatral que se apaixona por uma atriz de beleza única, mas a relação dos dois tensiona a medida que o ciúmes dele pelo ex-namorado da atriz vai crescendo. O desempenho de Marco como o protagonista elogiado pela crítica e considerado o ponto alto do filme.[41] "Ricca compõe um dos seus personagens mais interessantes, rico em contradições e profundo em seus dilemas. Preso pelos próprios conceitos e em conflito entre razão e sentimento, é o retrato de um universo afogado em teorias que não sabe como agir ao se deparar com a prática, e uma crítica em que o próprio objeto de culto e admiração se volta contra os seus espectadores, com o ator servindo a este propósito de modo exemplar", escreveu o crítico Robledo Milani.[3] Marco recebeu seu primeiro Prêmio Grande Otelo na categoria de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme,[42] além de ter recebido nomeação na mesma categoria no Prêmio Guarani de Cinema.[43]

Ainda no ano de 2005, Ricca esteve no filme de comédia O Coronel e o Lobisomem, dirigido por Maurício Farias e baseado no romance homônimo de José Cândido de Carvalho, interpretando o Major Badejo.[44] Estrelou com Luana Piovani a comédia romântica O Casamento de Romeu e Julieta, de Bruno Barreto, interpretando Romeu, um rapaz torcedor do Corinthians que se apaixona por Julieta, jovem pertencente a uma família fanática pelo clube do Palmeiras, rival de seu time.[45]

Em 2006, deu vida a Roberto Marinho em uma participação especial na minissérie JK, que contava a história de vida do presidente Juscelino Kubitschek interpretado por Wagner Moura e José Wilker em diferentes fases.[46] No cinema, esteve em três filmes: Canta Maria como Felipe, papel que lhe rendeu indicação ao Prêmio Contigo! de Cinema de Melhor Ator Coadjuvante; O Maior Amor do Mundo no personagem Maestro; e, em uma participação especial no filme Sonhos e Desejos.[31] Ricca foi dirigido por Jô Soares na peça Ricardo III, drama histórico de William Shakespeare sobre a complexa rede de intrigas e conflitos na vida do Rei Ricardo III da Inglaterra, papel esse de Marco Ricca.[47] O ator dividiu palco com Glória Menezes e Denise Fraga,[47] recebendo uma indicação no Prêmio Qualidade Brasil na categoria de Melhor Ator Teatral de Drama.[48]

Diversificação e estreia como diretor de cinema (2007—2012)

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Em 2007, protagonizou o drama A Via Láctea com a atriz Alice Braga, interpretando um professor de literatura, Heitor, que vive um relacionamento longo com Júlia (Braga), mas que, após uma discussão, vê o término de sua relação por telefone e embarca em uma odisseia em busca de sua amada em meio ao caos de São Paulo.[49] Neste drama dirigido por Lina Chamie, Marco foi destacado por sua versatilidade. O crítico Leonardo Ribeiro escreveu que "Ricca apresenta um trabalho de grande entrega, fazendo de Heitor uma figura que transita entre a timidez e a passionalidade, em sua busca desesperada por um amor duradouro. Seja divagando sozinho ou nos belos momentos de intimidade ao lado da também ótima Alice Braga, Marco Ricca tem aqui um papel que comprova toda a sua versatilidade".[3] Ele recebeu sua segunda indicação ao Prêmio Grande Otelo de Melhor Ator.[50]

Regressou às telenovelas em 2007 em Paraíso Tropical, sua segunda parceria com o autor Gilberto Braga, no horário nobre da TV Globo, interpretando Gustavo Martelli. Seu personagem trabalha como recepcionista no hotel principal da trama e tem um casamento de altos e baixos com Dinorá, interpretada por Isabela Garcia. Ao longo da trama, eles sentem o esfriamento e o fim do casamento, com brigas e traições, até que enfim redescobrem o amor que sentem um pelo outro.[51][52]

Em 2009, foi protagonista da série Tudo Novo de Novo, com Júlia Lemmertz, interpretando um homem recém separado que se relaciona com a também divorciada Clara (Lemmertz) e têm que lidar com as diversas situações entre seus filhos e seus antigos companheiros. Recebeu sua segunda indicação ao Prêmio Qualidade Brasil como Melhor Ator de Série.[53] Interpretou um policial corrupto no filme de ação Verônica, novamente sob direção de Maurício Farias. O filme acompanha a professora Verônica (Andréa Beltrão) fugindo com um aluno de oito anos que está sendo procurado pelos assassinos de seus pais. Seu personagem é Paulo, ex-marido de Verônica que a engana fingindo ajuda mas na verdade está em associação com os traficantes que procuram a criança e o pen drive que ela porta com informações sobre o esquema de tráfico.[54]

Ricca fez sua estreia em direção no cinema com o longa-metragem Cabeça a Prêmio, de 2009, que aborda os negócios ilegais de uma família de pecuaristas do Centro-Oeste brasileiro. O roteiro, escrito por ele em parceria com Felipe Braga, é baseado no romance homônimo de Marçal Aquino.[55] O filme recebeu o prêmio de Melhor Longa-metragem no Los Angeles Brazilian Film Festival em 2010[56] e foi considerado uma estreia positiva de Ricca como diretor. "Com planos e enquadramentos bem interessantes – que surpreendem logo nos primeiros minutos, em uma cena de assassinato contada em poucos cortes – o novato cineasta escolhe uma história dura para seu debut e se sai muito bem na maior parte do tempo", escreveu o crítico Rodrigo de Oliveira.[3]

Em 2010, Marco Ricca esteve no reboot de Ti Ti Ti com o personagem Gino Oliveira, um homem de origem humilde que saiu de Pernambuco para São Paulo com a irmã Nicole (Elizângela). Ele trabalha fábrica de confecções central da novela, onde iniciou como faxineiro e subiu de posição até tornar-se gerente e braço direito da proprietária Rebeca (Christiane Torloni), por quem ele é muito apaixonado.[57] Também levou ao teatro uma adaptação de A Grande Volta, do escritor belga Serge Kribus, como diretor, em uma trama focada em conflitos familiares e estrelada por Fúlvio Stefanini e Rodrigo Lombardi.[58]

Em 2011, deu vida ao vilão Samir Hayalla na novela O Astro, um homem capaz de optar pelos meios mais sórdidos para alcançar seus objetivos. Ele é irmão do empresário Salomão Hayalla (Daniel Filho) e envolve-se com a própria cunhada, Clô (Regina Duarte), com quem acaba se casando.[59] O ator foi citado como um dos destaques da novela,[59] e também recebeu sua terceira indicação ao Prêmio Qualidade Brasil na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Televisão.[60] Em 2012, fez uma participação especial na novela Cheias de Charme, no horário das sete, como o empresário Fábio Arruda que teve um affair no passado com a cantora Chayene (Cláudia Abreu) e retorna deixando ela balançada.[61] Apareceu no episódio "Maria do Brasil" da série As Brasileiras e esteve no elenco do especial de fim de ano Doce de Mãe, ambos trabalhos protagonizados por Fernanda Montenegro.[62][63]

Amadurecimento em novelas e Chatô, o Rei do Brasil (2013—2017)

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Em Sangue Bom, novela de 2013 escrita por Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, interpretou Wilson, um homem de temperamento retraído que casou-se com a escandalosa Damáris, papel de Marisa Orth, a quem nunca amou. Mesmo divorciados, ela faz de tudo para reconquistá-lo. Ele tem uma relação difícil com o sobrinho Bento (Marco Pigossi), de quem nunca gostou mas não sabe que na verdade ele é seu filho.[64]

Em 2014, retornou ao projeto de Doce de Mãe, o qual foi renovado em formato de série. Ele reprisou o papel de Sílvio de Souza, um dos filhos da animada Dona Picunha (Fernanda Montenegro).[65] Também foi escalado para um dos personagens centrais da novela Boogie Oogie, de Rui Vilhena, na pele do milionário Fernando, um homem esquentado e infiel casado com a fria Carlota (Giulia Gam). Eles são pais de Vitória (Bianca Bin). Mas, na verdade, ela foi trocada por Suzana (Alessandra Negrini) na maternidade com Sandra (Isis Valverde), filha biológica de Fernando e Carlota criada pelos humildes Beatriz (Heloísa Perissé) e Elísio (Daniel Dantas), pais biológicos de Vitória.[66] No cinema, protagonizou o drama Os Amigos, segunda parceria com Lina Chamie, ao lado de Dira Paes. O crítico Robledo Milani, no Papo de Cinema, exaltou a construção de Ricca em sua carreira e em Os Amigos:

Da mesma forma como Tom Hanks, em Hollywood, Ricca é daquele tipo de ator que dispende de muitos adereços e distrações para criar tipos completamente únicos, porém invariavelmente dotados de uma incrível universalidades. São pessoas comuns, que poderiam ser nossos vizinhos ou colegas de trabalho, porém vivendo situações extraordinárias. A daqui é um momento pelo qual ninguém quer passar: o funeral do melhor amigo de infância. Motivado por esse resgate memorialista, acaba se deparando no decorrer de um único dia com vários outros companheiros, cada um com sua devida importância.[3]

Em 2015, estreou nos cinemas a cinebiografia Chatô, o Rei do Brasil que traz Ricca no papel de Assis Chateaubriand, magnata da mídia brasileira. O filme começou a ser produzido em 1995 e tinha previsão de lançamento em 1997, mas foi adiado e interrompido em 1999. O material foi engavetado devido à suspeita de que Guilherme Fontes, diretor do filme, tenha se envolvido em um grande escândalo de mau uso de verbas governamentais destinadas ao cinema e à cultura. O filme só foi concluído em 2015.[67] Apesar dos contratempos de produção, o filme foi recebido com elogios da crítica, sobretudo pela performance do ator. "Ricca se sobressai por dar corpo e voz com muita propriedade ao furacão Chateaubriand, um homem capaz de denegrir publicamente os patrocinadores que ameaçassem deixa-lo, de estampar denúncias infundadas nas páginas de seu jornal, apenas para atacar possíveis rivais amorosos, e de vociferar contra autoridades e a burguesia em jantares oficiais cheios de pompa e circunstância", escreveu o crítico Marcelo Müller.[3] Ele se saiu vencedor do Prêmio Grande Otelo e do Prêmio Guarani de Cinema de Melhor Ator.[68][69]

Entre 2015 e 2020, participou da nova versão da Escolinha do Professor Raimundo no papel de Pedro Pedreira, interpretado originalmente pelo ator Francisco Milani.[70] Em 2016, viveu um de seus melhores momentos na televisão ao interpretar o bandoleiro Mão de Luva na novela de drama histórico Liberdade, Liberdade, exibida às 23h. Seu personagem é um salteador da região de Vila Rica, onde se ambienta a trama, e lidera um bando que pegam itens de valor para revender.[71] Apesar da personalidade avessa, o vilão se destacou pela interpretação carismática de Ricca.[72] Ele saiu-se vencedor do importante Prêmio APCA de Melhor Ator de Televisão.[73] Mais tarde, o personagem ganhou destaque na obra derivada A Lenda do Mão de Luva, spin-off focado na história do personagem.[74] No mesmo ano, protagonizou o filme dramático Canastra Suja ao lado de Adriana Esteves, Bianca Bin, Cacá Ottoni e Pedro Nercessian como uma família disfuncional com questões sérias. Ele interpreta o pai Batista, um homem alcóolatra tentando abandonar o vício por insistência de sua família.[75]

Interpretou um vilão na série Os Dias Eram Assim na pele do delegado Olavo Amaral, envolvido com práticas de tortura no período da ditadura militar.[76] Ricca foi escalado para o elenco da segunda temporada da série Segredos de Justiça (2017), interpretando Maurício, ex-marido da juíza Andréa Pachá (interpretada por Glória Pires).[77] No filme As Duas Irenes, de Fabio Meira, deu vida a Tonico, um homem que tem duas famílias em segredo e em ambas tem uma filha chamada Irene, da mesma idade, mas de personalidades opostas. Elas têm um encontro de mundos diferentes quando o segredo do pai é descoberto.[78] Ele ganhou elogios por sua interpretação de dupla identidade, sendo rígido em uma casa e liberal na outra, e recebeu o seu segundo Prêmio Guarani de Cinema, como Melhor Ator Coadjuvante, bem como o segundo do troféu do Festival de Gramado em sua carreira, dessa vez como Melhor Ator Coadjuvante em Longa-metragem.[78]

Projetos recentes no cinema e televisão (2018—presente)

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No ano de 2018, Ricca apareceu em três filmes com papéis de destaque. Em Aos Teus Olhos, dirigido por Carolina Jabor, interpretou um pai revoltado após uma falsa notícia que o professor de seu filho o beijou na boca ser disseminada na internet.[79] Foi eleito Melhor Ator Coadjuvante pelo Festival do Rio e Festival de Havana.[80][81] Ao lado de Andréa Beltrão, atuou na comédia dramática Sueño Florianópolis, como um casal de férias no litoral de Santa Catarina que atravessam a vida de um casal argentino em crise no casamento.[82] Protagonizou com Drica Moraes e Chay Suede o drama Rasga Coração, de Jorge Furtado, que se centraliza no drama de gerações entre pai e filho. Ele interpreta o militante anônimo Manguari, que após anos de luta pelo que considera ser revolucionário, vê seu filho acusá-lo de ser conservador e antiquado.[83]

Ricca atuou novamente com Andréa Beltrão na cinebiografia Hebe: A Estrela do Brasil (2019), onde ela interpreta a apresentadora Hebe Camargo. No filme, dirigido por Maurício Farias, ele interpretou Lélio Ravagnani, marido agressivo, machista e extremamente ciumento de Hebe.[84] Mais tarde, o filme foi adaptado para o formato de série e exibido pela TV Globo em 2020, onde Ricca reprisa o seu papel do filme.[85] Antes disso, apareceu na televisão na novela Órfãos da Terra (2019), interpretando o sírio Elias, que vem ao Brasil ao lado da esposa Missade (Ana Cecília Costa) e a filha Laila (Julia Dalavia), como vítimas da guerra da Síria.[86]

Em 2021, interpretou o fotógrafo Breno na novela Um Lugar ao Sol, escrita por Lícia Manzo para o horário nobre. Na trama, seu personagem leva uma vida acomodada na produtora de sua esposa, Ilana (Mariana Lima), e sente-se infeliz com o trabalho e o casamento. Ele pressiona a esposa dizendo que somente um filho poderia deixá-lo realizado, mas as situações ficam extremas quando Breno vira alvo de uma paixão platônica pela jovem Cecília (Fernanda Marques), que é filha da melhor amiga de Ilana, Rebeca (Andréa Beltrão).[87] Entre 2021 e 2022, esteve em três filmes: Lamento, O Clube dos Anjos e Predestinado. Na série As Aventuras de José e Durval (2023), deu vida a Mário Antônio de Lima, o pai da dupla Chitãozinho e Xororó.[88] Em 2024, retorna a uma série biográfica em Senna, na Netflix, onde interpreta Milton Guirado Theodoro da Silva, o pai do piloto Ayrton Senna.[89]

Em Justiça 2 (2024), retorna ao papel de vilão como o corrupto Nestor, homem de forte influência em Brasília que tem uma relação agressiva com a esposa Silvana, papel de Maria Padilha. Eles estão envolvidos no Caso Balthazar, um jovem rapaz (Juan Paiva) que trabalhava para eles mas foi acusado injustamente de roubo pelos patrões.[90] Ricca voltou a atuar com o ator Juan Paiva mas dessa vez como pai e filho no filme de drama De Pai para Filho (2024), onde ele interpreta o rockeiro Machado.[91] Em 2026, retorna às novelas em uma participação especial no início da trama de A Nobreza do Amor, onde ele interpreta o paxá turco Soliman, que é assassinado pelo vilão Jendal, personagem de Lázaro Ramos.[92]

Vida pessoal

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Relacionamentos

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Em 1993, conheceu a atriz Adriana Esteves, com quem havia trabalhado em seu primeiro trabalho na televisão, Renascer (1993), e estrelou a novela Razão de Viver (1996). Os dois se casaram em 1994 e juntos tiveram um filho, o também ator Felipe Ricca, nascido em 21 de janeiro de 2000.[93] O casal se separou amigavelmente em 2003. Ambos permanecem amigos até os dias atuais e realizam trabalhos juntos, como o filme Canastra Suja (2016).[94]

Em 2007, conheceu a atriz Luli Miller nas gravações da novela Paraíso Tropical. Os personagens de ambos se relacionavam na trama da novela e a proximidade entre os atores resultou em um relacionamento também fora das telas. Este foi o primeiro namoro público assumido pelo ator desde a separação com Adriana Esteves.[95] Após o término das gravações, o casal ficou separado por um ano mas reataram o relacionamento em 2009, ano em que se casaram. Da união, nasceram três filhos: duas meninas e um menino. O casal permanece junto até os dias atuais e mantém uma vida discreta. Ambos não possuem redes sociais.[95]

Tragédia familiar

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Seu irmão, o produtor cultural Giuliano Ricca, desapareceu em outubro de 2014, depois de sair de São Paulo com destino ao Rio de Janeiro. Ele tinha então 47 anos e era sócio do ator na empresa Ricca Produções, fundada em 1998. Dois meses depois Marco divulgou o fato, o que não havia feito antes, segundo ele, para não comprometer as investigações. No dia 2 de novembro de 2020 o carro do produtor foi encontrado por trabalhadores que faziam uma obra às margens da rodovia Presidente Dutra, na altura do km 192, na cidade de Santa Isabel sentido Rio de Janeiro. O veículo tinha sinais de capotamento e estava em uma área de mata às margens da rodovia. Dentro carro, além de uma ossada, a polícia localizou pertences e documentos de Giuliano, que seriam periciados, com um exame de DNA da ossada para identificar as causas da morte e se o corpo seria de Giuliano.[96][97] Um mês depois, a família pediu sigilo sobre o andamento da perícia e para que o resultado fosse divulgado apenas quando o inquérito policial fosse concluído.[98]

Ano Peça Papel Nota(s)
1989 Bakunin[99] Mikhail Aleksandrovitch Bakunin também como roteirisita
Ufa! Que Perigo como diretor[100]
1990 Os Pequenos Burgueses[101]
1991–94 Dois Perdidos numa Noite Suja[101] Paco
1994 A Gaivota[101] Konstantin Treplev também como produtor[102]
1996 Oeste como diretor e produtor[103]
1997 Hamlet[101] Príncipe Hamlet da Dinamarca também como produtor
1999 Shopping e Fucking como diretor e produtor[104]
2000 Closer – Mais Perto[101] Dan
2003–04 3 Versões da Vida[101] Henrique
2003 Senhor das Flores como diretor[105]
2006 Ricardo III[101] Ricardo III de Inglaterra / Ricardo, Duque de Gloucester
2010 A Grande Volta como diretor[106]
2012 Boca de Ouro [107] Drácula de Madureira

Filmografia

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Televisão

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Ano Título Personagem Notas
1993 Renascer José Augusto Inocêncio
1994 Você Decide Episódio: "Flor de Outono"
Éramos Seis Felício
1995 Você Decide Episódio: "O Matador"
1996 Razão de Viver André Santos
1997 Por Amor Nestor Pereira
1998 Você Decide Episódio: "Assassino em Potencial"
Pecado Capital Miguel Ferreira Episódio: "5 de outubro"
1999 Você Decide Jairo Episódio: "Trio em Lá Menor"
Episódio: "Faça a Coisa Certa"
Força de um Desejo Conde Pedro Afonso Andrade de Aguiar Participação
2000 Aquarela do Brasil Felipe Martins
2001 Brava Gente Famigeradô / Santinho Toledo Episódio: "Arioswaldo e Sua Mãe Centenária"
Episódio: "O Crime Imperfeito"[108]
2002 A Grande Família Tarcísio Episódio: "Nenê ao Volante, Perigo de Amante"
Os Normais Rique Episódio: "Tudo Normal Até Que"
Episódio: "Mais do que Normal"
Episódio: "O Tipo de Coisa Normal"
O Beijo do Vampiro Augusto dos Anjos
2003 Kubanacan Celso Pantaleón Camacho
2004 Histórias de Cama & Mesa Armando Especial de fim de ano
2005 Hoje É Dia de Maria Cangaceiro Episódio: "No País do Sol a Pino"
Sitcom.br Homem[109] Episódio: "O pé de Ana Luísa"
Bang Bang Patrick Gogol / Xerife Edgard Stuart
2006 JK Roberto Marinho
2007 Paraíso Tropical Gustavo Martelli
2009 Tudo Novo de Novo Miguel Vianna
2010 Ti Ti Ti Higino Oliveira (Gino)
2011 O Astro Samir Hayalla
2012 Cheias de Charme Fábio Arruda[61] Episódio: "28 de junho–10 de julho"
As Brasileiras Galã da novela Episódio: "Maria do Brasil"
Doce de Mãe Sílvio de Souza Especial de fim de ano
2013 Sangue Bom Wilson Rabelo[110]
2014 Doce de Mãe Sílvio de Souza[111]
Boogie Oogie Fernando Veiga Azevedo Fraga[112][113]
2015–20 Escolinha do Professor Raimundo Pedro Pedreira[114]
2016 Liberdade, Liberdade Manuel Ludovino do Rego (Mão de Luva)
2017 Os Dias Eram Assim Delegado Olavo Amaral[115]
Segredos de Justiça Maurício
2019 Órfãos da Terra Elias Faiek Saad[116][117]
2020 Hebe Lélio Ravagnani[85]
2021 Um Lugar ao Sol Breno Martins
2023 As Aventuras de José e Durval Mário Antônio de Lima
2024 Justiça 2 Nestor Rebouças[118]
Senna Milton Guirado Theodoro da Silva[89]
2026 A Nobreza do Amor Soliman[119]
Ano Filme Personagem Nota
1992 Zuleika Curta-metragem
Tango
1993 Batimam e Robim Léo / Batimam
1996 O Guarani Dom Álvaro Sá
Olhos de Vampa Oscar
1997 O Que É Isso, Companheiro? Henrique
1999 Até que a Vida Nos Separe Paulo
Tiradentes, o Filme Inácio José de Alvarenga Peixoto
2001 O Invasor Ivan também como produtor associado
2003 Cristina Quer Casar Chico
2005 Crime Delicado Antonio Martins também roteirista e produtor
O Coronel e o Lobisomem Major Badejo
O Casamento de Romeu e Julieta Romeu
Rua 6, Sem Número Solano
2006 Canta Maria Filipe
O Maior Amor do Mundo Maestro
Sonhos e Desejos
2007 A Via Láctea Heitor
2008 Verônica Paulo
2009 Cabeça a Prêmio como diretor, roteirista e produtor
2010 5x Favela - Agora por Nós Mesmos
2014 Os Amigos Théo[120]
Trinta Bráulio[121]
2015 Chatô, o Rei do Brasil Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello
O Fim e os Meios Hugo[122]
2016 Canastra Suja Batista[123]
2017 As Duas Irenes Tonico[124] também como produtor associado
2018 Aos Teus Olhos Davi
Sueño Florianópolis Marco
Rasga Coração Manguari Pistolão
A Cidade dos Piratas Andrade (voz) Voz original
2019 Hebe: A Estrela do Brasil Lélio Ravagnani
Bio - Construindo uma Vida Psicanalista[125]
Morto Não Fala Jaime
2021 Lamento Elder
2022 Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz Juiz Barros[126]
O Clube dos Anjos Pedro[127]
2024 De Pai Para Filho Machado[128]
2025 Paterno Sérgio[129]
Ano Websérie Personagem
2016 A Lenda do Mão de Luva Manuel Ludovino do Rego (Mão de Luva)[74]

Prêmios e indicações

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Ricca recebeu vários prêmios, incluindo dois Prêmios da Academia Brasileira de Cinema, o Grande Otelo, pela escrita do roteiro do filme Crime Delicado (2005) e por sua performance na cinebiografia Chatô, o Rei do Brasil (2015). Ele recebeu duas outras nomeações aos Prêmios da Academia, por O Invasor (2002) e A Via Láctea (2007). Ricca recebeu seis indicações ao Prêmio Guarani, vencendo por Chatô, O Rei do Brasil (2015) e As Duas Irenes (2017), como ator e ator coadjuvante, respectivamente. Ele recebeu três indicações ao Prêmio Qualidade Brasil por seu trabalho no teatro e na televisão.[130]

Referências

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Ligações externas

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