Maria Alberta Menéres

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Maria Alberta Menéres
Nome completo Maria Alberta Rovisco Garcia Menéres de Melo e Castro
Data de nascimento 25 de agosto de 1930 (85 anos)
Local de nascimento Mafamude,  Portugal
Género(s) Romance, conto, literatura infantil
Magnum opus Ulisses
Prémios Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1986)

Maria Alberta Rovisco Garcia Menéres de Melo e Castro ComM (Vila Nova de Gaia, Mafamude, 25 de agosto de 1930), é uma professora, jornalista e escritora portuguesa.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha de Alberto Pinto Menéres (8 de setembro de 1902 - ?) e de sua mulher Maria Hermínia de Almeida Rovisco Garcia, neta paterna de José da Fonseca Menéres e de sua mulher (Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 28 de Novembro de 1928) Maria Hermínia de Almeida Rovisco Garcia e prima em segundo grau de José Menéres Pimentel.

Licenciada em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, escreveu o primeiro livro em 1952, com o título Intervalo. Em 1960, Água-Memória, valia-lhe o prémio do Concurso Internacional de Poesia Giacomo Leopardi.

De 1965 a 1973 foi professora nos Ensinos Técnicos, Preparatório e Secundário, tendo leccionado Língua Portuguesa e História. Colaborou com vários jornais e revistas literárias — "[Diário de Notícias", "Távola Redonda", "Cadernos do Meio Dia" e "Diário Popular", onde coordenou a secção de iniciação à literatura.

De 1974 a 1986, dirigiu o Departamento de Programas Infantis e Juvenis da Rádio e Televisão de Portugal e, em paralelo, organizou a "Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa", com E. M. de Melo e Castro, seu marido.

Entre 1990 e 1993 dirigiu a revista Pais. Entretanto, na Provedoria da Justiça, foi-lhe dada a responsabilidade Provedora de Justiça de Crianças.

A sua obra infanto-juvenil inclui poesia, contos, Banda desenhada, teatro, novelas, cómicos e a adaptação de clássicos da literatura. Em 1986 recebeu o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, pelo conjunto da sua obra literária. Em 2004 deu nome a um agrupamento de escolas, na Tapada das Mercês, em Sintra.

É mãe da cantora Eugénia Melo e Castro.

A 8 de Junho de 2010 foi agraciada com o grau de Comendadora da Ordem do Mérito.[1]

Obras[editar | editar código-fonte]

Prosa[editar | editar código-fonte]

  • O almoço
  • Quotodiana, 1943
  • Intervalo, 1952
  • Cântico de Barro, 1954
  • A Palavra Impercetível, 1955
  • Oração de Páscoa, 1958
  • Água - Memória, 1960
  • A Pegada do Yeti, 1962
  • Os Mosquitos de Suburna, 1967
  • Conversas em Versos, 1968
  • Figuras, Figuronas, 1969
  • O poema disse ao poema, 1974
  • O Robot Sensível, 1978
  • Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa, 1982
  • Semana sim, semana não, semana pumbas, 1998

Infanto-juvenil[editar | editar código-fonte]

  • Clarinete, 1930
  • Figuras Figuronas, 1969
  • Ulisses 1970
  • A Pedra Azul da Imaginação, 1975
  • A Chave Verde ou os Meus Irmãos, 1977
  • Semana Sim, Semana Sim, 1979
  • O Que É Que aconteceu na Terra
  • Um Peixe no Ar, 1980
  • Pedro Filipe,o menino trapalhão, 1984
  • Dez Dedos Dez Segredos, 1985
  • À Beira do Lago dos Encantos, 1988
  • Quem faz hoje anos, 1988
  • Um Camaleão na gaveta, 1988
  • Colecção “1001 Detectives - 15 volumes, entre 1987/92
  • Sigam a Borboleta, 1996
  • 100 Histórias de Todos os Tempos, Edições Asa 2003
  • Passinhos de Mariana, 2004
  • Camões, o Super Herói da Língua Portuguesa, 2010
  • Outra vez não!
  • O poeta faz-se aos 10 anos

Referências

  1. Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas Presidência da República Portuguesa. Visitado em 2015-01-02. "Resultado da busca de "Maria Alberta Rovisco Garcia Menéres"."

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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