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Maria José Dupré

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Maria José Dupré
Maria José Fleury Monteiro
Pseudónimo(s)
  • Mary Joseph
  • Sra. Leandro Dupré
  • Madame Dupré
Nascimento
Morte
15 de maio de 1984 (79 anos)

Nacionalidadebrasileira
CônjugeLeandro Dupré
Ocupaçãoescritora
Prémios
Gênero literárioficção
Magnum opusÉramos Seis (1943)

Maria José Dupré, nome de casada de Maria José Fleury Monteiro (Ribeirão Claro, 1 de maio de 1905 - São Paulo, 15 de maio de 1984), que também assinou como Sra. Leandro Dupré e Madame Dupré.[1][2]

Filha de Antônio Lopes de Oliveira Monteiro e de Rosa de Barros Fleury Cardoso, foi alfabetizada pela mãe e pelo seu irmão mais velho.

Ainda na infância, mudou-se com a família para a fazenda Bela Vista, no município de Botucatu, onde viveu até se casar com o engenheiro ferroviário Leandro Dupré.[1][3]

Ficou conhecida por sua obra-prima, Éramos Seis, adaptada para o cinema e televisão. Na literatura infantil também ganhou destaque pelo livro A Ilha Perdida, um dos títulos de mais sucesso da Série Vaga-Lume, e pela coleção Cachorrinho Samba.[1]

Biografia

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Sétima e última filha do casal Antônio Lopes de Oliveira Monteiro e Rosa de Barros Fleury Monteiro, era consideravelmente mais nova que seus irmãos. Por isso, ela compartilhava uma faixa etária próxima a de alguns de seus sobrinhos, filhos de suas irmãs mais velhas. Embora algumas fontes divirjam quanto ao local de seu nascimento, em sua autobiografia Os Caminhos, a autora afirma ter nascido em uma fazenda no interior do estado do Paraná, possivelmente situada no município de Ribeirão Claro.[4] Posteriormente, seu  pai  vendeu a propriedade e foi trabalhar como administrador em uma fazenda próxima a Botucatu, chamada Bela Vista.[2]

Maria José foi alfabetizada pela mãe e pelo seu irmão mais velho, em casa. Ainda em Botucatu, teve aulas particulares de música, como também de pintura, no Colégio dos Anjos (atual Colégio Santa Marcelina). Sua formação literária, contudo, deu-se antes mesmo da frequência na escola: seus pais, apesar de não serem ricos, mantinham o hábito da leitura e, ainda menina, ela já tinha tido contato com livros clássicos portugueses e mundiais.[5]

Mudando-se para a capital paulista, Maria José cursou a renomada Escola Normal da Praça da República, posteriormente denominada Escola Normal Caetano de Campos, onde se formou professora. Sua trajetória na literatura teve início alguns anos mais tarde, já casada e residindo na cidade de São Paulo.

Ela levaria duas décadas para retornar a Botucatu.[6]

Sua carreira literária começou em 1938, quando publicou o conto As meninas tristes, no Supplemento em Rotogravura do jornal O Estado de S. Paulo, ano 8, n. 121, em junho de 1938, com o pseudônimo de Mary Joseph.[1] Após a publicação de seu primeiro conto, Dupré iniciou a escrita de O romance de Teresa Bernard, lançado em 1941 pela editora Civilização Brasileira, pertencente à Companhia Editora Nacional. Inicialmente, a autora sugeriu ao editor Artur Neves que a obra fosse publicada sob o pseudônimo Mary Joseph, mas este recusou, alegando que um romance com tal assinatura estaria fadado ao fracasso. Diante do impasse, Leandro Dupré, seu marido, propôs o uso de “Senhora Leandro Dupré”, sugestão aceita pelo editor. O livro alcançou imediato sucesso, sua primeira edição esgotou rapidamente.[3][5]

Em 1943 nasceu um dos livros mais aclamadas da autora, o romance Éramos Seis, que lhe rendeu o prêmio Raul de Pompeia, concedido pela “Câmara Brasileira de Letras”. Escrito inicialmente para um público adulto, o livro passou a ser indicado para jovens em idade escolar, a partir de 1973, quando foi incluído no catálogo da Série Vaga-Lume, da editora Ática. Éramos Seis vendeu milhões de cópias e foi traduzido para o espanhol e o francês, além de ser o primeiro romance brasileiro traduzido para o sueco.[7]

Paralelamente ao sucesso de Éramos Seis, Dupré e seu marido, Leandro, fundaram, em 1943, a Editora Brasiliense, parceria com os escritores Monteiro Lobato, Artur Neves e Caio Prado Jr. Pela recém-inaugurada editora, a autora publicou seu primeiro livro de literatura infantil, intitulado Aventuras de Vera, Lúcia, Pingo e Pipoca. Os personagens voltariam em vários outros livros: A Ilha Perdida (1944), A Montanha Encantada (1945) e A Mina de Ouro (1946).[5]

Já em 1945, Éramos Seis foi adaptado para o cinema argentino. Na televisão brasileira, foi adaptado em várias telenovelas. A primeira versão foi escrita por Ciro Bassini e era exibida ao vivo, duas vezes por semana, em 1958, pela TV Record. A segunda versão foi escrita por Pola Civelli e foi exibida pela TV Tupi, às 19 horas, de 1 de maio a 2 de junho de 1967. A terceira versão foi feita por Sílvio de Abreu e Rubens Ewald Filho e exibida pela TV Tupi, de 6 de junho a 31 de dezembro de 1977. Uma quarta adaptação foi exibida pelo SBT, de 9 de maio a 5 de dezembro de 1994. A última adaptação para a televisão foi escrita por Ângela Chaves e exibida pela TV Globo, de 30 de setembro de 2019 a 27 de março de 2020.[5]

Suas produções de literatura infantil lhe renderam prêmios e ganharam destaque internacional. Seu primeiro livro, Aventuras de Vera, Lúcia, Pingo e Pipoca, foi premiado pela Academia Brasileira de Letras (ABL), em 1943, e O cachorrinho Samba na Rússia recebeu o Prêmio Jabuti, em 1964, da Câmara Brasileira do Livro. As publicações O Cachorrinho Samba e A mina de ouro, em 1975, foram escolhidas pela UNESCO como melhores livros de literatura infantil. Por esse motivo, foram selecionadas para figurar na segunda edição do catálogo “The Best of the Best”, publicado pela Verlag Dokumentation de München Pullach e pela Bowker, de Nova York.[1][7]

Foi no livro A Mina de Ouro que surgiu, pela primeira vez, seu famoso personagem, o Cachorrinho Samba. Seis livros protagonizados pelo cachorrinho foram publicadas nos anos seguintes: O Cachorrinho Samba (1949), O Cachorrinho Samba na Floresta (1952), O Cachorrinho Samba na Bahia (1957), O Cachorrinho Samba na Rússia (1964), O Cachorrinho Samba Entre os Índios (1965) e O Cachorrinho Samba na Fazenda Maristela (1967).[5]

Entre 1938 e 1969, Maria José Dupré publicou diversos livros, além de artigos, contos e crônicas em revistas e jornais brasileiros, destacando-se especialmente no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo, onde escrevia em nome do Movimento de Arregimentação Feminina (MAF).[1][5] Além de Éramos Seis, algumas de suas obras foram adaptadas para a televisão, como Luz e Sombra e Gina — ambas transformadas em novelas exibidas pela TV Globo em 1978. Outras obras de destaque de Dupré incluem Os Rodriguez, Dona Lola (continuação de Éramos Seis), A Casa de Ódio, Vila Soledade, Angélica, Menina Isabel e Os Caminhos (sua autobiografia). Cabe ressaltar que Gina e Os Rodriguez alcançaram projeção internacional, tendo sido traduzidos para outros idiomas.[5]

Maria José Dupré participou ativamente de diversas entidades culturais e sociais. Nas décadas de 1930 e 1940, atuou como vice-presidente da Creche Baronesa de Limeira e da instituição beneficente Gota de Leite, ambas voltadas à visibilidade de pautas femininas em vários estados brasileiros.[5] Também integrou a diretoria de associações literárias, como a Assistência Brasileira de Escritores de São Paulo – A.B.D.E. (1951), a Sociedade Paulista de Escritores (1954 e 1956) e a União Brasileira de Escritores – UBE (1958 e 1961). Além disso, desempenhou papéis importantes em diferentes comissões: no Congresso de Escritores Associados, promovido pela UBE (1958), no Prêmio Fábio Prado, instituído pela Sociedade Paulista de Escritores (1959) e no Festival da Cultura organizado pela Revista Leitura (1960). Sua atuação ultrapassou fronteiras, representando o Brasil como intelectual no Congresso Mundial pela Paz e Desarmamento, realizado em Moscou, em 1962.[1]

Maria José Dupré morreu em 15 de maio de 1984, na cidade de São Paulo, vitimada por um AVC, e foi sepultada no Cemitério da Consolação.[8][1][3]

Para Maria Lúcia Silveira Rangel, a autora é subestimada e até esquecida no Brasil. Comparando-a à autora Margaret Mitchell, Rangel ressalta que ela possui uma narrativa de grande poder descritivo, e que alcançaram sucesso quando de seus lançamentos, especialmente Éramos Seis. Como exemplo de obra não muito conhecida cita Luz e Sombra, que retrata o período histórico do século XIX no país, durante a Guerra do Paraguai, com o patriarcado e o modo de produção pré-assalariado herdado de milênios, desde as primeiras civilizações neolíticas.[9]

Em Éramos Seis, a questão do gênero está muito presente, visto que retrata uma senhora que dedicou décadas da sua vida ao marido e filhos e acaba como tantas outras na velhice, sozinha viúva (o que também ocorria com homens, mas em menor grau já que a taxa de sobrevida feminina na pirâmide etária é claramente superior em anos na média). Não se pode dizer que o marido da personagem Lola se doou menos à família, como atesta a cena final, mas também fala dos tempos modernos e como as gerações posteriores foram dando cada vez menos relevância aos seus ancestrais.[9]

Publicações

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  • As Meninas tristes - publicado no supplemento rotogravura do jornal O Estado de S. Paulo (1938)
  • A Casa do Ódio (1951)
  • O divórcio - publicado no Fon Fon: semanário alegre, político, crítico e espusiante (1953)
  • Não existe mais casa - publicado na Revista Anhembi (1956)
  • Comediante - publicado na Coletânea Nove São Elas (1957)
  • Nobreza - publicado em 1955 na Revista Anhembi e em 1959 na coletânea O Conto Feminino (1955 e 1959)
  • O contrato - publicado na Revista Anhembi (1960)

Crônicas

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  • Histórias de Gatos - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1954)
  • MAF ­Carta à mulher brasileira. Um trabalho de formigas: MAF - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo(1964)
  • MAF ­Carta à mulher brasileira - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1964)
  • MAF ­Carta à mulher brasileira. Boatos - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1964)
  • MAF ­Carta à mulher brasileira. Gota de suor - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1964)
  • MAF ­Carta à mulher brasileira. Soldados da MAF - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1964)
  • MAF ­Carta à mulher brasileira. Pão - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1964)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Rosas - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1964)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Crianças e bichos - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1964)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Duas brasileiras em Paris - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF­ Carta à mulher paulista. Desacerto - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Preparemos as nossas armas - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • Carta à mulher paulista. A sabedoria da escolha - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • Correspondência de Paris - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF ­ Carta à mulher paulista. Clube das mulheres de São Paulo - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Cultura - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Cidade grande - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Desafio aos moços - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Juventude Musical de São Paulo - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Formação moral e cívica - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Missão de paz - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Campanha cívica - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Liberdade ­ Mr. Brown: música - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Ela era moça …Brasil enfermo - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Elos de Família - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. As quatro liberdades - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1965)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Pedra cada vez mais pesada - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Presente! - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Do direito da família - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Da necessidade de esclarecer o povo - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Sociedade sem classe - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Questão de salvação nacional - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Prêmio Pan-Americano de literatura Inglesa e Portuguesa: Pe. José - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. A importância das palavras: festa no céu - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Procura­-se um paulista: teatro universitário - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Castelos de Loire - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Serão todos estudantes - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Jardim da infância - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. A juventude - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF­ Carta à mulher brasileira. Amor e autoridade - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Estudantes da Universidade Mackenzie - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Ouro para o bem do Brasil - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Assembleia Juvenil: televisão e a cidade - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Grande São Paulo - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • MAF ­ Carta à mulher brasileira. Política e profissão - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1966)
  • Do MAF à mulher brasileira. Platero - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Do MAF à mulher brasileira. Walt Disney: venham trabalhar conosco - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Os Viúvos - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Lambari - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Professoras - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Alerquinada - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Extremos Decisivos - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • O Julgamento dos Jovens - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • As Esquecidas Máquinas de Costuras - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Provérbio Grego - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Esse Mundo Triste - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • As Guerras - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Sonho ou Fantasia? - publicado no suplemento feminino do jornal O Estado de S. Paulo (1967)
  • Cortar ou Não Cortar o Cabelo? - publicado nos periódicos: Correio Paulistano e Diário de Notícias (1950)
  • Surge Novamente a Moda do Cabelo Comprido - publicado nos periódicos: Correio Paulistano, Diário de Notícias e Guia Azul de São Paulo (1950)

Biografias

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  • Vital Brasil, Servidor da Humanidade - Biografia publicada na “Coletânea Grandes Vocações”, v. 5 (1959)

Autobiografia

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  • Os Caminhos (1969)

Prefácio

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  • Maria, de Jorge Isaacs (1945)

Outras atividades da escritora

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Palestras

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  • Euclides - Marco Literário (1946)
  • Lobato, Amigo das Crianças (1949)
  • A Responsabilidade do Intelectual na Atualidade (1955)
  • Os Animais na Literatura Infantil (1955)
  • Grandes Vocações: Vital Brasil (1960)

Referências

  1. a b c d e f g h i Barros, Elizangela Maria Esteves de [UNIFESP (29 de novembro de 2024). «O projeto literário para crianças de Maria José Dupré (1905-1984)». Consultado em 2 de setembro de 2025 
  2. a b DUPRÉ, Maria José (1978). Os caminhos. São Paulo: Ática 
  3. a b c Oliveira, Fernando Rodrigues de; Barros, Elizangela Maria Esteves de (26 de junho de 2025). «Maria José Dupré: um fenômeno editorial na história da literatura infantil». Cadernos de Pesquisa: 1–26. ISSN 2178-2229. doi:10.18764/2178-2229v32n2e26039. Consultado em 14 de agosto de 2025 
  4. «Biografia de Maria José Fleury Monteiro - Sra. Leandro Dupré (ex-patronesse)». Prefeitura de São Paulo. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  5. a b c d e f g h i Carlos Pessoa (ed.). «Maria José Dupré: a vida e a obra da escritora botucatuense que foi muito além de Éramos Seis». Solutudo. Consultado em 9 de setembro de 2021 
  6. vmdadmin (3 de julho de 2024). «Recordando Maria José Dupré». Vânia Moreira Diniz. Consultado em 13 de setembro de 2025 
  7. a b Lacerda, Lilian de (2003). Álbum de leitura: memórias de vida, histórias de leitoras. [S.l.]: UNESP. pp. 150–151. ISBN 8571394644 
  8. «Velha Estante». velhaestante.com.br. Consultado em 19 de setembro de 2025 
  9. a b Maria Lúcia Silveira Rangel, ed. (fevereiro de 2008). «Livros Esquecidos II» (PDF). Linguagem Viva, nº 222, p. 4. Consultado em 16 de junho de 2010 

Ligações externas

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