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Maria del Mar Bonet

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Maria del Mar Bonet
Maria del Mar Bonet
Maria del Mar Bonet em 2007
Nome completo Maria del Mar Bonet i Verdaguer
Nascimento 27 de Abril de 1947
Nacionalidade Espanha Espanhola

Maria del Mar Bonet i Verdaguer (Palma, Maiorca, 27 de abril de 1947) é uma cantora Espanhola especializada em música tradicional, tanto maiorquina como de todo o Mediterrâneo, e na musicalização de poesia.[1] Debutante como cantora nos anos 60 fez parte do movimento da Canção Nova (em catalão Nova Cançó.[2])

É também pintora e editou o livro de poesia Secreta veu com pinturas próprias.

Biografia[editar | editar código-fonte]

É filha do jornalista, novelista, pintor e autor teatral de Palma Joan Bonet Gelabert. Desde pequena aprendeu canções tradicionais das Baleares. Entre os 11 e os 13 anos fez parte do coro Stella Maris fundado e dirigido pelo maestro Llorenç Galmés, músico menorquino e pesquisador do folclore musical de Menorca, que nestes primeiros anos de formação musical lhe deixa uma grande marca. Posteriormente frequentou aulas de guitarra.[3] De fato, desde muito jovem queria ser ceramista, mas uma série de acontecimentos trouxeram-na para o mundo profissional da canção.[4]

Os anos 1960 e 1970[editar | editar código-fonte]

O seu primeiro concerto a solo ocorreu no dia 4 de dezembro do 1965, no Hotel Jaume I de Palma, se bem que no ano de 1964 já havia acompanhado uma conferência do seu pai sobre a canção francesa e fazia cinco meses que, a 26 de junho, tinha participado no I Festival da "Nova Cançó", que se celebrou no mesmo hotel, convidada por Els Setze Jutges, importante movimento de cantautores catalães do qual o seu irmão, Joan Ramon Bonet Verdaguer que fazia parte desde abril daquele ano.

No ano 1966 muda-se para Barcelona para continuar os estudos de cerâmica na Escola Massana e a 19 de dezembro realiza o seu primeiro concerto "profissional", no bar a 'Ovella Negra de Barcelona, como membro número 14 de 'Els Setze Jutges.[5] Começa a trabalhar na fábrica de cerâmica de Jordi Aguadé,[a] trabalho que conjuga com os recitais. No ano seguinte faz atua em Maiorca com o seu irmão Joan Ramon e com Joan Manuel Serrat, atua no Teatro Romea de Barcelona, o 5 de março, juntamente com Raimon, Francesc Pi da Serra e Guillermina Motta e também grava o seu primeiro singelo Canções de Menorca, com canções populares de Menorca, que apresenta à Gruta do Dragão, do 4 ao 8 de julho.[3]

Notas

  1. Potser per un error de transcripció, en el seu discurs d'investidura com a doctora honoris causa de la UIB[6] figura com a «fàbrica taller de l'Aiguader, a Horta»; altres referències confirmen que Jordi Aguadé «va ajudar Maria del Mar Bonet quan va venir de Mallorca».[7]

Referências

  1. Mur, Gerard (11 de Janeiro de 2021). «Maria del Mar Bonet: "El dia que no m'agradi la meva veu deixaré de cantar"». núvol 
  2. «Nova Cançó». enciclopèdia.cat (GEC). Consultado em 13 de setembro de 2019 
  3. a b «Cançons de Menorca». Consultado em 30 de Dezembro de 2016. Cópia arquivada em 1 de Janeiro de 2017 
  4. «50 anys de música». Consultado em 30 de Dezembro de 2016. Cópia arquivada em 1 de Janeiro de 2017 
  5. «Maria del Mar Bonet celebra mig segle als escenaris amb una gira i l'estrena internacional del seu nou disc». VilaWeb. ACN Barcelona. 19 de Dezembro de 2016  Arquivado em 2017-01-01 no Wayback Machine
  6. VilaWeb, ed. (20 de fevereiro de 2015). «Discurs íntegre d'investidura de Maria del Mar Bonet com a doctora 'honoris causa' de la UIB» 
  7. Ara, ed. (14 de setembro de 2016). «Jordi Aguadé: el ceramista total, l'artista humil i el mestre generós» (PDF). Consultado em 9 de julho de 2019