Marilena Chaui

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Marilena Chauí)
Ir para: navegação, pesquisa
Marilena Chaui
Marilena Chaui em 2010
Nome completo Marilena de Souza Chaui
Nascimento 4 de setembro de 1941 (76 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade brasileira
Cônjuge Michael Hall
Alma mater Universidade de São Paulo
Ocupação Filósofa, Professora, Militante política
Prémios Prêmio Jabuti (1995)
Prêmio Jabuti (2000)
Magnum opus A Nervura do Real
Outros Doutora Honoris Causa:
Página oficial
FFLCH-USP

Marilena de Souza Chaui (São Paulo, 4 de setembro de 1941) é uma filósofa especialista na obra de Baruch Espinoza e escritora brasileira, professora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo.

É considerada pela Revista Cult a filósofa mais importante do Brasil, com uma vasta e reconhecida obra.[1][2] Também se destaca pela atuação política, tendo combatido a ditadura militar e participado da gestão da prefeitura de São Paulo como membro do Partido dos Trabalhadores, partido político de que é uma das fundadoras e ativa militante intelectual.[3][4][5][6][7][8]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Concluiu a graduação em 1965, na Universidade de São Paulo. Sua dissertação de mestrado, "Merleau-Ponty e a crítica do humanismo", foi defendida em 1967, mesmo ano em que iniciou o doutorado acerca das ideias do filósofo Baruch Espinoza, orientada por Gilda Rocha de Mello e Souza e concluída em 1971, também na USP.[9][fonte confiável?][10][fonte confiável?]

Em 1977 defendeu sua tese de livre-docência, sob o título “A Nervura do Real: Espinosa e a Questão da Liberdade”, onde abrangeu alguns assuntos como a liberdade, a servidão, a beatitude, a paixão, a imanência e a necessidade.[11][fonte confiável?][10][fonte confiável?] Em 1987, prestou concurso público e foi aprovada para o cargo de professora titular de filosofia da USP. Passou a dar aulas no Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo, tendo se especializado em História da Filosofia Moderna e Filosofia Política. Atualmente, Marilena é Presidente da Associação Nacional de Estudos Filosóficos do século XVII, historiadora da filosofia brasileira, professora de Filosofia Política e História da Filosofia Moderna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), que lhe paga um salário de cerca de 23 mil reais para exercer o cargo de professora titular na instituição.[12][13][fonte confiável?]

Atuante não apenas em âmbito acadêmico, mas também no meio intelectual e político brasileiro, Marilena integra o Partido dos Trabalhadores, uma instituição que ela ajudou a fundar na década de 1980. Durante a gestão da ex-Prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, Chaui atuou como líder da Secretaria Municipal de Cultura daquela cidade.[13][fonte confiável?] Seu trabalho e produção acadêmica alcançaram também pessoas desvinculadas das instituições de ensino formais, pois conseguiu conquistar grande êxito com trabalhos escritos em estilo didático singelo, de fácil compreensão aos leigos.[11][fonte confiável?]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Marilena é filha do jornalista Nicolau Alberto Chaui e da professora Laura de Souza Chaui. Foi casada com o jornalista José Augusto de Mattos Berlinck, com quem teve dois filhos, José Guilherme[14][fonte confiável?] e Luciana.[15][fonte confiável?] Atualmente é casada com Michael Hall, historiador e professor da Universidade Estadual de Campinas.[11][fonte confiável?]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Na década de 1980, um artigo de autoria do José Guilherme Merquior, diplomata brasileiro, crítico literário e ensaísta, foi publicado no jornal a Folha de S.Paulo onde questionava Marilena Chauí a respeito de um suposto plágio que ela teria feito acerca do trabalho do filósofo francês Claude Lefort - um dos mentores de Chaui.[16] Diante da acusação, intelectuais como Roberto Romano (professor de Ética da Unicamp), e Maria Sylvia de Carvalho Franco (pós-doutora em filosofia pela Universidade de Yale), saíram em defesa de Marilena, que por sua vez havia pedido que os colegas não se manifestassem até que o próprio Claude Lefort desmentisse as acusações.[17]

Marilena foi grande crítica do ex-prefeito Paulo Maluf durante seu mandato como secretária na gestão Erundina (1989-1992), afirmando que nenhum administrador honesto prometeria o que ele prometeu em sua campanha eleitoral, acusando-o de manipular o medo dos cidadãos.[18] Em 2014, no entanto, Marilena, negou-se a comentar o episódio da formalização de uma aliança entre Paulo Maluf e o Partido dos Trabalhadores no âmbito das eleições federais dizendo que não iria falar "nadinha" nem conceder entrevistas.[19][20] Posteriormente, Marilena disse que o ex-governador Paulo Maluf, não se enquadra na tradição política representada por Celso Russomano, mas na do “grande administrador”, que ela identifica com Prestes Maia e Faria Lima. “Afinal, Maluf sempre se apresentou como um engenheiro.”[21][22]

Em setembro de 2006, Marilena classificou a crise do Mensalão como uma "construção fantasmagórica" da mídia que com seu poder tornou "Deus inútil".[23] Em 2007, Chaui disse que "a invenção da crise aérea simplesmente é mais um episódio do fato da mídia e certos setores oposicionistas não admitirem a legitimidade da reeleição de Lula".[24]

Em 2013, Marilena foi signatária de uma carta coletiva escrita em apoio ao ex-deputado José Genoino. Genoíno foi condenado[25] e preso[26] pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. O texto intitulado “Nós estamos aqui” foi, segundo os organizadores, uma “manifestação suprapartidária de afeto” ao ex-deputado.[27]

Em 2013, uma declaração de Marilena causou polêmica ao afirmar que "odeia a classe média", taxando este grupo social como fascista, violento e ignorante.[28] Apesar de ter sido amplamente divulgada apenas uma versão fragmentada e descontextualizada de sua fala, o argumento geral exposto na palestra foi de que o conceito de classe média deve ser problematizado, sobretudo para explicar casos extremos em que membros da classe média assumem comportamentos inadequados em espaços públicos e incongruentes à vida social. Nessa mesma palestra, defendeu programas de concessão governamentais como o Prouni com a intenção de minorar o racismo.[29] O episódio foi utilizado por críticos que afirmaram que a intelectual promove uma "política social sem direitos sociais" e diante desta conclusão acabou sendo descrita como "defensora de uma associação neoliberal entre Estado e burguesia".[30]

Em novembro de 2014, uma decisão do Supremo Tribunal Federal obrigou a Universidade de São Paulo (USP) divulgar os vencimentos dos seus membros.[31] Assim se tornou público que Marilena recebe um salário de cerca de 23 mil reais, como professora titular por aquela instituição.[32] O salário dos professores causou polêmica nas redes sociais.[33]

Em maio de 2016, Marilena Chaui afirmou que a sociedade brasileira "está prontinha, acabadinha para o universo fascista", se referindo ao afastamento da presidente Dilma Rousseff, no processo de impeachment. Afirmou ainda que considera o impeachment um golpe de Estado e a "Ponte para o futuro" o projeto do novo governo do PMDB, do qual ela chamou de "pinguela para o passado".[34]

Em julho de 2016, Marilena Chaui acusou o juiz Sérgio Moro de ser treinado pelo FBI. Marilena afirmou também que a Operação Lava Jato faria parte de um suposto plano dos Estados Unidos para retirar a soberania do Pré-Sal do Brasil. Nas palavras da professora, “A Operação é, vamos dizer, o prelúdio da grande sinfonia de destruição da soberania brasileira para o século 21 e 22”.[35] Em março de 2016, o jornalista Miguel do Rosário publicou que organização transnacional Wikileaks vazou documentos da diplomacia dos Estados Unidos, de uma conferência em outubro de 2009 no Rio de Janeiro, com a presença de policiais federais, promotores, procuradores e juízes, entre eles Sérgio Moro, para treinamento por autoridades norte-americanas no combate a crimes financeiros e terrorismo.[36][37] Segundo o professor emérito de filosofia da USP e colega de Chauí, Ruy Fausto, esse discurso de Marilena representou “uma verdadeira catástrofe para a esquerda”.[38]

No dia 27 de setembro de 2016, a rádio Jovem Pan veiculou trechos de um vídeo em que a filósofa, em evento promovido pelo Colégio Oswald, diz, entre outras coisas, que “quem defende a família é uma besta”. Marilena completa dizendo que “a família nuclear foi inventada no final do século 18 pelo capitalismo, a fim de possibilitar a transmissão de capital”. O tema da palestra era "A fragilidade da democracia" e foi ministrada para alunos a partir do 9° ano até o Ensino Médio, que tem idade entre 13 e 18 anos.[39] Após a veiculação, o caso tomou proporção. O colégio, que afirma valorizar a liberdade de expressão e o respeito às diferenças, publicou no Facebook a íntegra de duas horas, para que os pais tivessem acesso às falas contextualizadas da filósofa.[40]

Premiações e títulos[editar | editar código-fonte]

Alguns prêmios e títulos:[41][10][fonte confiável?]

  • 1981 - Prêmio da melhor livro brasileiro de não-ficção para 'Cultura e Democracia. O discurso competente e outras falas', Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).[10]
  • 1992 - Ordem de Honra ao Mérito pela Política do Livro, Câmara Brasileira do Livro.[10]
  • 1992 - Ordre des Palmes Académiques, Presidência da República da França.[10]
  • 1994 - Prêmio Jabuti - para Convite à Filosofia', como melhor livro didático, Câmara Brasileira do Livro.[10]
  • 1995 - Ordem do Mérito, Ministério da Educação e Cultura da República Árabe da Síria.[10]
  • 1998 - Homenagem prestada à obra e à ação político-acadêmica com Colóquio Nacional "Liberdade e Democracia"., Universidade Federal do Paraná - Universidade de São Paulo (NEDIC).[10]
  • 1999 - Prêmio Sérgio Buarque de Holanda - melhor livro brasileiro de ensaios, 'A nervura do real', Biblioteca Nacional.[10]
  • 2000 - Prêmio Jabuti para o melhor livro brasileiro de humanidades, A nervura do real, Câmara Brasileira do Livro.[10]
  • 2000 - Prêmio Multicultural Estadão - pela obra cultural e filosófica e pelo livro 'Nervura do real', O Estado de S. Paulo.[10]
  • 2002 - Homenageada com o Colóquio Lire Spinoza depuis le questions de la plèbe et de la multitude, Universitè de Paris 8, França.[10]
  • 2003 - Título de Doctor Honoris Causa da Universidade de Paris VIII - França.[10]
  • 2004 - Título de Doctor Honoris Causa, Universidad Nacional de Córdoba - Argentina.[10]
  • 2007 - Título de Doutor Honoris Causa, Universidad Nacional de San Juan, San Juan, Argentina.[10]
  • 2008 - Título de Doutor Honoris Causa, Universidade Federal de Sergipe, Sergipe, Brasil.[10]
  • 2011 - Homenagem com o Congresso Internacional "República e Democracia", Universidade São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Filosofia.[10][fonte confiável?]

Livros[editar | editar código-fonte]

Marilena Chaui é autora de vários livros, dentre os quais [por ordem alfabética]:[carece de fontes?]

  • "A Ideologia da Competência",
  • "A Nervura do Real",
  • "Brasil: Mito Fundador e Sociedade Autoritária",
  • "Boas-vindas à Filosofia",
  • "Cidadania Cultural",
  • "Conformismo e Resistência",
  • "Contra a Servidão Voluntária",
  • "Cultura e Democracia, o Discurso Competente",
  • "Da Realidade sem Mistérios ao Mistério do Mundo",
  • "Desejo, Paixão e Ação na Ética de Espinosa",
  • "Dialética Marxista e Dialética Hegeliana",
  • "Direitos Humanos, Democracia e Desenvolvimento",
  • "Eja - Filosofia e Sociologia",
  • "Escritos Sobre a Universidade",
  • "Espinosa: Uma Filosofia da Liberdade",
  • "Experiência do Pensamento",
  • "Filosofia: Volume Único",
  • "Ideologia e Mobilização Popular",
  • "Introdução à História da Filosofia" (Vol. I e II),
  • "Manifestações Ideológicas do Autoritarismo Brasileiro",
  • "O Convite à Filosofia",
  • "O que é Ideologia",
  • "O Ser Humano é um Ser Social",
  • "Política em Espinosa" ,
  • "Professoras na Cozinha",
  • "Repressão Sexual",
  • "Simulacro e poder

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Savian Filho, Juvenal; Socha, Eduardo. «Entrevista - Marilena Chauí - Revista Cult». Revista Cult. Consultado em 26 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 26 de agosto de 2017. Sim, claro, existem os críticos de seu trabalho. Mas, infelizmente, poucos merecem ser ouvidos ou lidos. Dizemos infelizmente, porque o primitivismo e a esterilidade de grande parte dessa crítica confirmam a precariedade intelectual de nossos debates, de nosso atual estado de coisas. A tais críticas, que tão logo expoem suas fissuras de raciocínio, caberia apenas o riso da indulgência não fosse o espaço midiático que ocupam, não fosse a agressividade de suas manifestações, o preconceito, o ressentimento e o desvirtuamento rasteiro; as atitudes lamentáveis que afinal determinam o modus operandi de uma parcela da direita brasileira. 
  2. «:: Memória Roda Viva - Marilena Chaui». rodaviva.fapesp.br. 3 de maio de 1999. Consultado em 26 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 26 de agosto de 2017 
  3. Santiago, Homero Silveira; Silveira, Paulo Henrique Fernandes; Santiago, Homero Silveira; Silveira, Paulo Henrique Fernandes (2016). «Percursos de Marilena Chaui: filosofia, política e educação». Educação e Pesquisa. 42 (1): 259–277. ISSN 1517-9702. doi:10.1590/s1517-97022016420100201 
  4. Ribeiro, Viviane Magno (2014). A experiência do pensamento e os novos sujeitos históricos : intelectuais e movimentos populares na transição política (1970 -80) (Mestrado, Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais.). Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas. 182 páginas 
  5. «Especial Marilena Chaui». www.revistas.usp.br. Cadernos Espinosianos. 2017. ISSN 2447-9012. Consultado em 26 de agosto de 2017 
  6. Lemos, Flávia Cristina Silveira (2009). «O Estatuto da Criança e do Adolescente em discursos autoritários». Fractal : Revista de Psicologia. 21 (1): 137–150. ISSN 1984-0292. doi:10.1590/s1984-02922009000100011 
  7. Rosa, Edinete Maria; Tassara, Eda Terezinha de Oliveira (2004). «Violência, ética e direito: implicações para o reconhecimento da violência doméstica contra crianças». Psicologia: Ciência e Profissão. 24 (3): 34–39. ISSN 1414-9893. doi:10.1590/s1414-98932004000300005 
  8. Ramos, Silvana de Souza (24 de dezembro de 2016). «DEMOCRACIA E CULTURA POPULAR NA OBRA DE MARILENA CHAUI». Cadernos Espinosanos. 0 (35): 43–61. ISSN 2447-9012. doi:10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2016.124036 
  9. «Marilena Chaui». InfoEscola 
  10. a b c d e f g h i j k l m n o p q r «Currículo do Sistema de Currículos Lattes: Marilena de Souza Chaui». USP Digital. Consultado em 20 de julho de 2016 
  11. a b c «Biografia de Marilena Chaui» 
  12. «Ranking de salários da USP». Folha de S.Paulo. 16 de novembro de 2014 
  13. a b «Marilena Chaui por Ana Lucia Santana» 
  14. «Filho de Maria Helena Chaui» 
  15. «"Sociedade autoritária, ética e violência no Brasil", com a filósofa Marilena Chaui» 
  16. «Entrevista com Marilena Chauí» 
  17. «O silêncio palavroso de Marilena Chaui». fapesp 
  18. «Acervo Folha de S. Paulo - Edição de 10 de novembro de 1992» 
  19. «Aliança do PT com Maluf é mais um capítulo do supermercado eleitoral brasileiro» 
  20. «Acervo Folha de S. Paulo - Edição de 20 de junho de 2002» 
  21. Eduardo Maretti (29 de setembro de 2012). «Marilena Chaui: Russomanno e Serra representam o populismo e a barbárie». Rede Brasil Atual. Consultado em 21 de julho de 2016 
  22. O Globo, [1], 20 de Dezembro de 2012, Matutina, página 18
  23. «Crise do mensalão foi uma construção fantasmagórica da mídia, afirma Chaui». Folha de S.Paulo. 20 de setembro de 2006. Consultado em 26 de julho de 2016 
  24. «Chaui diz que mídia inventou a crise aérea». Folha de S.Paulo. Uol. 1 de agosto de 2007. Consultado em 26 de julho de 2016 
  25. «Barbosa acelera julgamento, e STF define penas de Dirceu e mais 4». O Globo. 12 de novembro de 2012. Consultado em 18 de setembro de 2016 
  26. «Dirceu e Genoino se entregam à PF em São Paulo após terem prisão decretada». Terra Networks. 15 de setembro de 2013. Consultado em 18 de setembro de 2016 
  27. «Intelectuais se solidarizam com Genoino e agradecem sua luta pela democracia». ptnacamara. 6 de setembro de 2013. Consultado em 18 de setembro de 2016 
  28. «Marilena Chauí: classe média é violenta, fascista e ignorante» 
  29. «Palestra Marilena Chaui» 
  30. «PROUNI: UMA POLÍTICA SOCIAL SEM DIREITOS SOCIAIS». SBPC 
  31. «USP divulga salários de professores e funcionários». Exame. Abril. Consultado em 21 de julho de 2016 
  32. «Ranking de salários da USP». Folha de S.Paulo. 16 de novembro de 2014. Consultado em 21 de julho de 2016 
  33. «Nas redes sociais, usuários criticam salários de 'famosos' e citam disparidades». Folha de S.Paulo. 16 de novembro de 2014. Consultado em 21 de julho de 2016 
  34. «Sociedade 'está prontinha para o universo fascista', diz Chauí». Folha de S.Paulo. 19 de maio de 2016. Consultado em 21 de julho de 2016 
  35. «Marilena Chaui diz que Moro foi treinado por FBI para Lava Jato» 
  36. «BRAZIL: ILLICIT FINANCE CONFERENCE USES THE "T" WORD, SUCCESSFULLY» (em inglês) 
  37. «Vazamento atesta colaboração entre Moro e autoridades dos EUA» 
  38. «Filósofo da USP diz que discurso político de Marilena Chauí representa uma catástrofe para a esquerda». Consultado em 18 de abril de 2017 
  39. «Marilena Chauí afirma que quem defende a família é uma "besta"». Consultado em 30 de outubro de 2016 
  40. «STJ julga se transexual que não mudou de sexo pode alterar identidade». Consultado em 30 de outubro de 2016 
  41. «[Entrevista] – Prof. Dra. Marilena Chaui – "Memória Oral"». Filosofia em Vídeo. Consultado em 20 de julho de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre Marilena Chaui:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Commons Categoria no Commons