Mark Bingham

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Mark Kendall Bingham (Os Gatos, 22 de maio de 1970 — Município de Stonycreek, 11 de setembro de 2001) foi uma vítima dos Atentados de 11 de setembro de 2001 como passageiro do Vôo 93 da United Airlines.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Foi filho de Alice Hoagland, uma aeromoça e mãe solteira, que o criou em Miami e desde 1983, em San Diego. Desde o secundário Bingham se destacou como jogador de rugby, servindo como oitavo e foi titular do São Francisco Fog RFC.

Com a idade de 21 anos tornou pública a sua homossexualidade e foi um empresário de Relações públicas.

11 de setembro de 2001[editar | editar código-fonte]

Bingham tinha intenções de assistir ao casamento de seu melhor amigo, do que seria padrinho. Levantou-Se tarde e perdeu o seu voo para San Francisco. Assim abordou o próximo voo para aquela cidade às 7:40; o Vôo 93 da United Airlines.

Durante o sequestro comandado por Ziad Jarrah, Bingham chamou a sua mãe, e informou-o da situação. A mãe de Bingham, que estava observando pela televisão as notícias sobre o ataque suicida contra o World Trade Center, percebeu as intenções dos sequestradores do voo de seu filho e, assim, ela lhe aconselhou que fizesse algo para ajudá-lo.

Mark Bingham foi um dos líderes da guerra contra os terroristas do Al Qaeda.

Legado[editar | editar código-fonte]

Atualmente Bingham é citado como um exemplo de coragem em seu país, e como um orgulho da comunidade homossexual e do rugby americano.[2]

Referências