Marlyse Meyer

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Marlyse Madeleine Meyer (São Paulo, 1924 — São Paulo, 19 de julho de 2010) foi uma professora, enasísta e crítica literária brasileira.[1] Meyer especializou-se no estudo de manifestações históricas da cultura popular e de massa, como os folhetins e os almanaques. Ganhou o Prêmio Jabuti em 1997, na categoria ensaio, com Folhetim, uma história.[2][3]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Meyer graduou-se pela Universidade de São Paulo em 1946, com especialização (1951) e doutorado em Letras (1961) na mesma universidade, defendendo a tese As surpresas do amor - a convenção no teatro de Marivaux. Obteve o pós-doutorado pela Universidade Estadual de Campinas[4]

Após o doutoramento, mudou-se para Paris com o marido, Jean Meyer. Lecionou cultura brasileira na Faculdade de Letras de Veneza e na Universidade de Sorbonne. Voltou para o Brasil em 1975, lecionando na Unicamp e USP, onde idealizou o Instituto de Altos e Baixos Estudos.[5] Traduziu Raízes do Brasil, deSérgio Buarque de Hollanda e Minha Vida de Menina, de Helena Morley, ao francês.

Meyer foi diretora do Centro de Estudos da Fundação Memorial América Latina entre 1999 e 2001. Tornou-se professora emérita da USP em 2009.[6] Morreu em 2010.[1]


Publicações[editar | editar código-fonte]

  • Pirineus, caiçaras — deambulações literárias (Unicamp, 1991),
  • Surpresas do amor: a conversação no teatro de Marivaux (Edusp, 1993),
  • Caminhos do imaginário no Brasil (Edusp, 1993),
  • Folhetim, uma história (Companhia das Letras, 1997)
  • As mil faces de um herói canalha (UFRJ, 1998)
  • Do Almanak aos Almanaques (org.) (Ateliê Editorial, 2001)


Referências