Marquês Cheng de Zhao

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No período dos Reinos Combatentes houve uma mudança drástica em relação às guerras, não tanto pela forma, mas pela sutileza com que eram realizados os combates. Os novos guerreiros da época dos Zhou Orientais, especialmente no período dos Reinos Combatentes, conheciam o resultado da guerra e os óbices dos extensos combates militares – o que foi fundamental para criar condições da evolução das escolas filosóficas chinesas.

Os intercâmbios comerciais se intensificaram, estimulando as economias e favorecendo a acumulação de grandes riquezas. Fizeram-se obras de irrigação colossais, abriram-se canais ao longo de centenas de quilômetros, construíram-se diques imponentes para desviar o curso dos rios e ergueram-se poderosas muralhas defensivas.

Durante este período, a guerra foi teorizada como uma arte. Foram dedicados a ela tratados e obras muito interessantes, algumas das quais extremamente atuais. Entre elas, a mais conhecida é o Sunzi binfa (A arte da guerra segundo o mestre Sun), manual de política e estratégia do século V a.C. Em 1972, em Yinjueshan ( Shangdong), também foram achados textos escritos sobre tabuinhas de bambu do século II a.C., entre os quais uma versão ligeiramente diferente da transmitida pelo Sunzi bingfa e uma do Sun Bin bingfa (A arte da guerra segundo Sun Bin), texto posterior até então desconhecido. O achado desses textos e de outros escritos comprova a existência na China antiga de escolas filosóficas capazes de propor o emprego de forças militares de alto potencial e grande valor estratégico.

A obra escrita pelo general Er-Hu, aproximadamente no ano 370 a.C., nos privilegia com os métodos militares empregados por um dos mais brilhantes generais da dinastia Zhao – um dos últimos estados unificados pelo rei Ying Zheng de Qin.

No reino de Qin tinham sido implantadas importantes reformas institucionais e administrativas inspiradas nas teorias de Shang Yang, destacado expoente da escola legalista (fajia) que viveu no século IV a.C. Graças à implementação férrea das reformas, a uma rígida política interna voltada exclusivamente para o fortalecimento do Estado e a uma política externa flexível que tinha como objetivo a reunificação da tianxia, o reino de Qin tinha se transformado em uma potência militar sem igual. A ascensão ao trono em 246 a.C. de Ying Zheng, homem de grande talento e excepcional capacidade de organização, se mostrou determinante. Sob seu mandato, os exércitos do reino de Qin conseguiram derrotar, um após outro, todos os seus adversários. Assim nasceu o primeiro grande Império da história chinesa.

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