Maskavo

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Maskavo
Maskavo asa branca1.jpg
Os integrantes do Maskavo durante a gravação do clipe Lá No Céu (Asa Branca) no estado do Espírito Santo.
Informação geral
Origem Brasília, DF
País  Brasil
Gênero(s) Reggae, ska, pop rock
Período em atividade 1993 - atualmente
Gravadora(s) Banguela, Independente, Chaos, Deck, Unimar, Orbeat, Arsenal/Universal, Tratore, Radar
Integrantes Marceleza
Rodrigo Prata
Felipe Passos
Alexandre Santos
Vini Gomes
Ex-integrantes Quim Vasconcellos
Ricardo Marrara
Marcelo Vourakis
Bruno Prieto
Txotxa
Joana Lewis
Página oficial www.maskavo.com.br

Maskavo é uma banda de reggae brasileira formada em Brasília em 1993. Mudaram-se para São Paulo no ano de 2000 com a consolidação da formação. Antes desse período a banda era conhecida por Maskavo Roots (1993-1999), reduziram o nome devido a mudanças na formação.[1][2] Seus integrantes atualmente são: Marceleza (vocal), Prata (guitarra), Felipe Passos (teclado), Vini Gomes (bateria) e Alexandre Santos (contra-baixo). Desde 2000, são mais de 1500 shows pelo Brasil e exterior, contabilizando também nove álbuns, além de dois DVD e sete videoclipes.

História[editar | editar código-fonte]

Formação e primeiras atividades (1991-1994)[editar | editar código-fonte]

A história começa quando o baterista Txotxa convida o guitarrista Prata, em 1991, para integrar O Cravo Rastafari,[3] banda que fazia cover de Bob Marley por Brasília e teve início em 1990. O Cravo não tinha muita rigidez na formação pois era integrada por amigos, mas conforme o tempo foi passando, a arregimentação da banda foi inevitável. No final de 1992, com a agenda bastante ocupada, o dono da banda, Beto BrahnsHoven saiu do grupo e levando o nome junto. O baixista Ricardo Marrara ocupou seu lugar fechando a formação com Marcelo Vourakis (voz), Joana Lewis (voz)[4], Quim (teclados), Prata (guitarra), Txotxa (bateria)[5] e o criador do nome Maskavo Roots, Carlos Pinduca (guitarra).

O ano de 1993 é marcado pelo batismo do Maskavo Roots e pela gravação da primeira fita demo da banda. Essa primeira demo continha as músicas "Blond Problem", "Far Away", "Yo No Quieto Trabajar" e "DDP". A época estava bem propicia ao lançamento de uma banda no Brasil, o movimento de rock estava fervilhando com bandas Brasília como Raimundos, Little Quail and The Mad Birds, Pravda , Oz, Low Dream, Os Cabeloduro, D.F.C; e do resto do país como O Rappa, Virna Lisi, Pato Fu, Planet Hemp, Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. Nessa empolgação essa primeira Demo chega nas mãos do criadores do selo Banguela Records, Carlos Eduardo Miranda e os Titãs. Estes pediram uma versão em português das letras. A banda na mesma semana produziu uma nova fita demo com as músicas Tempestade, Quinta e Besta-Mole. Após um show em São Paulo no extinto AEROANTA, no Largo do Batata, foi assinado o primeiro contrato fonográfico com o Selo Banguela Records[6][7] que era ligado à Warner Music.

Logo no começo de 1994, o Maskavo Roots foi convidado a participar de um show na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Aproveitando o embalo do show, foi assinado o primeiro contrato com o Banguela[8]. A banda então retorna ao seu quartel general, a Chácara da avó do Marrara, D. Ofélia. A chácara foi o ponto inicial da preparação do disco, a grupo inteiro se reunia em todas as tardes para criar os arranjos do disco. A chacara era um lugar bem pitoresco e bucólico no meio do cerrado, foi nesse clipe que foi elaborado o clipe com influências de rock, reggae e ska. Foram preparadas 14 faixas para o disco, a décima quinta faixa foi extraída da primeira fita demo. A gravação foi realizada em outubro, no estúdio Bebop, na Vila Madalena em São Paulo. Contou com a produção de Carlos Eduardo Miranda e Nando Reis. Antes da gravação, o Maskavo fez um show em Porto de Galinhas, Pernambuco com a novidade Chico Science e Nação Zumbi.

As gravações do primeiro disco foram muito divertidas e por vezes surreais. O Carlos Eduardo Miranda foi o responsável por toda a produção, Nando Reis foi confirmado para o time as 45 do segundo tempo. Com todas a experiência dos trabalhos com os Titãs o Nando somou muito e ficou amigo da galera, revisava tudo o que era gravado e dava a aprovação final. Os parceiros Branco Mello e Sérgio Britto visitaram o estúdio e gravaram backing vocals na faixa D.D.P. Esse momento inicial foi uma época de muito aprendizado, entrando num grande estúdio de gravação, o BepBop em São Paulo. Os Titãs Marcelo Fromer, Tony Belloto, Paulo Miklos e Charles Gavin emprestaram seus amps, guitarras, violão e bateria para a gravação. Durante meados de outubro e novembro de 1994 aconteceu toda a produção. O engenheiro de som Beto Machado foi o responsável pela parte técnica da gravação, e depois veio a participar de mais três discos seguintes da banda.

Maskavo Roots e mudanças na formação (1995-1996)[editar | editar código-fonte]

Em 1995, lançam o primeiro disco, homônimo, com 15 faixas inéditas. O material foi lançado em CD, K7 e LP. Foi o último ano em que as gravadoras ainda prensavam o material fonográfico em vinil. O período foi marcado por muitas viagens a São Paulo, shows e contrato com empresários. Foi lançado o primeiro videoclipe de "Tempestade", gravado numa piscina de ondas de Brasília. Foi dirigido por Titi (Vitor Civita Neto) e recebeu o Selo Sim da MTV. A banda participa também da primeira transmissão ao vivo da MTV. A cobertura foi realizada durante o show no Ginásio do Ibirapuera em São Paulo quando o Maskavo Roots estava abrindo o show de Jorge Ben Jor. A faixa "Escotilha" é escolhida para a trilha sonora do segundo CD/LP da primeira temporada de Malhação da Rede Globo. Txotxa, o baterista, ao final do ano comunica a saída do grupo que se concretizaria no início de 1996.

Ricardo Marrara, Marceleza, Prata e Quim, o Maskavo no início do ano 2000 lançando o CD Maskavo Já, antes da mudança de Brasília para São Paulo.

Foram convidados vários baterista a assumir o posto, porém nenhum com grande sucesso. Daí veio a iniciativa do então tecladista Quim tomar posse da função. Quim teve que aprender a tocar a instrumento, mas este já vinha se arriscando nos intervalos do ensaios e não teve grandes dificuldades em dominar a bateria. Com as dificuldades de estabelecer a recente formação, o guitarrista Carlos Pinduca e a vocalista Joana Lewis anunciam a saída da banda. Txotxa retorna para fazer um show, na finada Fábrica em Brasília, com os remanescentes e depois se desliga de vez para seguir estudando música na Berklee nos EUA.

Melodia Que Eu Conheço e Se Não Guenta, Por Que Veio? (1997-1999)[editar | editar código-fonte]

Em 1997 a banda decide preparar mais um disco. Com o fim do Banguela, os quatro integrantes remanescentes (Prata, Quim, Marrara e Marcelo Vourakis) decidem fazer o material de forma independente que se chamaria Melodia Que Eu Conheço. Fecham-se de novo em estúdio e dessa vez alugam uma sala no cultuado Porão do Rock na 207 norte em Brasília.

Com esse mesmo disco o Maskavo Roots é contratado pelo selo Chaos da Sony Music, fazendo o retorno ao casting das gravadoras multinacionais. É indicado para o produção do terceiro CD o inglês Paul Ralphes, baixista da banda gaulesa Bliss e que estava se radicando no Rio de Janeiro como produtor musical. A produção tem início no Rio e vira a se estender até meados de fevereiro de 1998. O CD é chamado de Se Não Guenta, Por Que Veio? Para o lançamento é preparado o clipe de "Djorous",[9] gíria criada por amigos cervejeiros de Brasília e futuros participantes da Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo. Para a segunda faixa de trabalho é escolhida a regravação de "Tempestade" com Samuel Rosa do Skank.

Após esse trabalho, a banda de arrisca mais na estrada, passando várias temporadas fora de casa. Foram turnês por várias cidades do Sudeste e Sul do Brasil. A banda passou um tempo morando no Rio de Janeiro também. A turnê se estendeu até meados de 1999, que começa ainda com a turnê do disco Se não Guenta, por que Veio?. A banda é convidada a participar de um festival na cidade de Montenegro, logo após o carnaval, no Rio Grande do Sul, com as bandas Comunidade Nin-Jitsu, Ultramen e Nenhum de Nós. O empresário, Dudu, convida a todos a arriscar passar uma temporada no estado. Foram alojados na casa do pai e irmão de Dudu. Dudu também era irmão do baterista Quim. Logo conseguiram marcar uma turnê pelo estado.

Mudança de nome, , Asas e Ao Vivo em Atlântida (2000-2003)[editar | editar código-fonte]

Na virada do milênio, a banda decide mudar o nome para somente Maskavo. A assina com outra gravadora, Deckdisc, que na época era distribuída pela Abril Music. Na semana em que o contrato seria assinado, vem a noticia de que o vocalista Marcelo Vourakis não gravaria o CD . O disco já estava pronto, e a vontade dos demais era continuar. Começa então uma série de testes com vários vocalista, em Brasília. Prata então nas suas andanças noturnas pela capital federal assiste a uma canja de um jovem cantor, o Marceleza, que também possuía uma banda cover de Bob Marley nos moldes d'O Cravo Rastafari chamada Leões de Judah. Quim foi o encarregado de avisá-lo que havia sido escolhido.[10]

O primeiro single do disco é "Um Anjo do Céu". O CD conta com a participação de Seu Jorge na faixa "Sapo Cururu", Cia de Teatro os Melhores do Mundo na faixa "Freio de Mão", Fauzi Beyodun na faixa "Quero Ver (Vr.Dub)" e Fred (ex-Raimundos) na faixa "Freio de Mão". A banda resolve também se radicar em São Paulo. Bruno Prieto, baixista, se junta ao grupo para de início substituir Ricardo Marrara, e assumindo o posto por definitivo em junho. Assim é fechada a formação da banda com Marceleza no vocal, Prata na guitarra, Bruno no baixo e Quim na bateria, backing vocal e programação de teclados. A banda inicia uma turnê que se estenderia por todo o ano até meados de 2001[11][12]. Ainda no mesmo ano o Maskavo grava o clipe do single "Quero Ver".

A partir de 2001, a banda faz mais turnês pelo Brasil. Um dos pontos mais cativos da banda tornou-se a região Sul do pais. Nesse mesmo ano foi gravado o CD Asas, no estúdio Tambor-RJ, com a produção de Rafael Ramos. O primeiro single desse trabalho sai em dezembro do mesmo ano, "Mais Linda". Depois vem o segundo single "Asas". Ainda no mesmo, ano o Maskavo é a primeira banda confirmada do festival Planeta Atlântida.

O ano de 2002 começa com a participação no festival, que foi realiza em duas etapas, uma em Atlântida, rio Grande do Sul e outra em Florianópolis, Santa Catarina. A gravadora Deckdisc, sem que a banda soubesse, gravou o show inteiro numa unidade móvel de gravação, para lançar um CD nesse mesmo ano, Ao Vivo em Atlântida, que conta com dez faixas ao vivo e mais quatro inéditas. São lançados também dois videoclipes, "O Amor Não Sabe Esperar" e "RSF (Até de Manhã)". Esse período também foi marcado por muitas viagens, a banda passa mais tempo na estrada do que em casa com a turnê do disco ao vivo. A turnê vai até 2004 sem parar. A faixa "Asas", do CD homônimo, entra na trilha sonora da novela da Rede Globo, O Beijo do Vampiro como tema do personagem Roger.[13]

O Som Que Vem da Luz do Sol, Transe Acústico e saída de Quim (2004-2007)[editar | editar código-fonte]

Maskavo tocando na Pedreira Paulo Leminsky em Curitiba, 2007. Este foi o último show com o baterista Quim.

Em 2004, o Maskavo prepara o lançamento de mais um disco de inéditas, O Som Que Vem da Luz do Sol. Com o apoio do selo YB, a banda entra para gravar onze faixa totalmente novas, e compostas durante as turnês. Tem a produção de Beto Machado, que colaborou como engenheiro de som em vários discos do Maskavo.

Antes mesmo de terminado as gravações e o lançamento, o primeiro single, "Um Dia Mais Perfeito", é enviado às rádios. Durante a semana gravação e final de semana, a banda continuava a turnê. Esse disco também recebeu o prêmio de melhor disco de reggae concedido pelo Prêmio Dynamite 2005.[14][15] Mais um ano com a agenda cheia de compromissos, viagens e turnês. Marceleza, Prata, Bruno e Quim fazem o primeiro show em Manaus. Trocam também o velho samples MPC por um tecladista de verdade, o maestro e pianista Felipe Passos.

No dia 18 de outubro de 2005, o grupo gravou o primeiro DVD da carreira, no Theatro São Pedro, na cidade de Porto Alegre, chamado Transe Acústico, através do projeto Tim Atlântida Acústica, gravado de forma independente e distribuído pela extinta Orbeat Music. Após o fim da gravadora em 2006, mesmo ano de seu lançamento, o álbum acabou sendo relançado já no ano seguinte pela Arsenal/Universal e passou a ser distribuído nacionalmente. O disco conta com duas faixas inéditas: "É Muito Melhor" e "Minha Moeda".

O ano começa com a divulgação do DVD e da turnê acústica. A banda é convidada a tocar em várias partes do pais, fazendo uma longa turnê. Com o CD e DVD, a banda é indicada ao Prêmio Multishow 2007 na categoria revelação[16]. A turnê se estende até o final de 2007, uma das mais longas da carreira da banda. A faixa "Quero Ver", que foi lançada originalmente no CD , entra na novela da Record Luz do Sol. Em dezembro do mesmo ano o baterista Quim anuncia sua saída da banda alegando estar cansado de viajar e ficar longe de casa. Deixa a banda e inicia uma carreira de produtor musical e abre um estúdio de gravação e produção jundo com Rodrigo Bragança chamado Argila Music. Naná Aragão assume as baquetas e a turnê continua.[17]

Maskavo em formato trio em 2010, Marceleza, Prata e Bruno Prieto.

Lovers Rock e Queremos Mais 15 Anos ao Vivo[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2011, o grupo fez sua primeira turnê pelo Japão. A viagem foi para comemorar o dia no Brasil no Japão, e a banda passou pelas cidades de Hamamatsu,[18] Gunma, Nagóia, Tokyo e Osaka. Por onde passaram, tocaram para um público brasileiro que mora e trabalha no país. Com a virada para os anos 2010, o Maskavo concentra suas energias para a produção de novas músicas que farão parte de um então futuro disco. Com a produção de Rodrigo Sanches e co-produção de Bruno Prieto e Prata, a banda se fecha nos estúdios da Trama em São Paulo onde grava 12 músicas inéditas. E no final de 2012 é lançado o CD Lovers Rock.[19][20][21][22] Para dar nome ao disco, é usado o Lovers Rock, que é um jeito de fazer reggae importado da Jamaica. Esse álbum foi indicado ao Prêmio Dynamite[23] 2013 na categoria melhor disco de reggae.

Em 2015 é lançado o DVD Queremos Mais 15 Anos ao Vivo, gravado no dia 12 de junho de 2014, dia dos namorados e também o dia de estreia de Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo no Brasil. Gravado de forma independente e distribuído pela Radar Records, são 18 faixas que retratam toda a trajetória da banda até o presente momento. Com direção de Heron Domingues, foi totalmente captado ao vivo durante o show no Bar Opinião, em Porto Alegre. Além do vocalista Marceleza, do guitarrista Prata, do baixista Bruno Prieto, do tecladista Felipe Passos e o baterista Márcio Pêxi, os músicos Henrique Branka (percussão), Sid Poffo (teclado) e Maurício Coringa (guitarra), são o time formado especialmente para essa apresentação histórica da banda.

Durante as gravações do single O MAR PRO SONHADOR em São Paulo no estúdio RootSans do Rodrigo Sanches em 2017.

Nova formação[editar | editar código-fonte]

Com o final da turnê do DVD ao vivo a banda entra em estúdio no começo de 2016 para preparar material inédito, mas devido a diferenças de que rumo tomar o baixista Bruno resolve sair da banda. É iniciado então uma nova fase na banda, com o espírito renovado chamam o primeiro baixista e um dos fundadores da banda, o Ricardo Marrara[24], para gravar o single da faixa Maria ou Joana. Porém logo após as gravações o baterista Pexi se desliga do grupo para dar continuídade à sua banda Diretoria e Marrara também não consegue conciliar sua agenda pessoal. Marceleza e Prata, resolvem chamar novos integrantes para a gravação do clipe de Maria ou Joana.

O primeiro convocado é o percussionista Nato Marolado, antigo amigo e fã do Maskavo, se candidatou para fazer um show em São Bernardo do Campo[25] e conquistou a vaga. Com a saída do Bruno, Nato indica o baixista Rodrigo Celestino, e com a saída do Pexi, convidam Vini Gomes pra fazer o teste de baterista. A banda conta então com três novos membros, Vini Gomes e Nato Marolado são amigos de infância e se adaptam muito bem, mantendo o mesmo espírito de sempre da banda.[26] Os três novatos ganharam o apelido de New Kids SBC. De contrato assinado com o selo Planet Music Brazil da Sony Music é projetado o lançamento de uma sequência de singles e seus devidos videoclipes.

Com a nova gravadora e planejado uma série de videoclipes em lugares cinematográficos para ilustrar um pouco dos cenários brasileiros. O primeiro single foi da faixa Maria ou Joana, o lugar escolhido foi a Chapada dos Veadeiros em Goiás. A Chapada e a Vila de São Jorge receberam a banda de braços abertos, é um local muito popular entre os brasilienses e atrais turistas de todos os lugares. As paisagens, cachoeiras e o cerrados ilustram bem o que é a região. Para o segundo videoclipe o Maskavo arruma as malas e vai para a Ilha de Fernando de Noronha filmar O Mar Pro Sonhador. A parceria com o Projeto Tamar possibilitou toda a viagem e a estrutura, já que a ilha é protegida e a entrada de pessoas é rigorosamente fiscalizada. Foi retratado no clipe todo o trabalho realizado pelo Tamar na proteção e preservação das tartarugas marinhas.[27][28]

Durante as gravações do clipe O MAR PRO SONHADOR na Ilha de Fernando de Noronha/PE em frente ao Morro Dois Irmãos 2017.

O terceiro video clipe da faixa Lá No Céu (Asa Branca) foi filmado no estado do Espirito Santo com a direção de Danilo Laslo. As locações escolhidas pra representar a música foram no Parque Estadual Paulo César Vinha[29]<[30], ao lado da Ponta da Fruta. O Parque Estadual foi o lugar ideal pra mostrar um pouco do Brasil às pessoas e mostrar que o Maskavo se preocupa com ecologia e apoia todas as manifestações pra preservar o meio ambiente.

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

Formação atual[editar | editar código-fonte]

  • Prata: guitarra (1993-presente)
  • Marceleza: vocal (1999-presente)
  • Felipe Passos: teclados (2005-presente)
  • Vini Gomes: bateria (2016-presente)

Ex-Integrantes[editar | editar código-fonte]

  • Carlos Pinduca: guitarra (1993-1996)
  • Joana Lewis: vocal (1993-1996)
  • Txotxa: bateria e percussão (1993-1996)
  • Marcelo Vourakis: vocal (1993-1999)
  • Ricardo Marrara: baixo (1993-2000; 2016)
  • Quim: bateria, teclados, programações e vocal (1993-2007)
  • Nato Marolado: percussão (2016-2019)
  • Rodrigo Celestino: baixo (2016-2019)

Músicos convidados[editar | editar código-fonte]

  • Rodrigo Bragança: guitarra, violão e ebow (2005-2006
  • Naná Aragão: bateria (2008-2014)
  • Márcio Pexi: bateria (2014-2016)
  • Inacio Bueno: bateria (2015-2016)
  • Sid Poffo: teclados (2015-2016)
  • Everton Velasques: baixo (2016)
  • Rodrigo Botelho: backing vocals (2016)

Músicos de sessão[editar | editar código-fonte]

  • Marcus Suzano: percussão (2000 e 2001)
  • Fauzi Beydoun: vocal (2000 e 2005)
  • Fred Castro: bateria (2000)
  • Seu Jorge: vocal (2000)
  • Jota Moraes: vibrafone (2001)
  • Mauricio Dias: bateria (2011)
  • Guto Bocão Vai Vai: percussão (2011)
  • Srta. Paola: backing vocals (2011)
  • Mauricío Coringa: guitarra (2015)
  • Brancka: percussão (2015)
  • Silveira: backing vocals (2016)

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Ano Álbum Gravadora
1995 Maskavo Roots Banguela Records
1997 Melodia Que Eu Conheço Independente
1998 Se Não Guenta, Por Que Veio? Chaos
2000 Deckdisc
2002 Asas Deckdisc
2004 O Som Que Vem da Luz do Sol YB/Unimar
2012 Lovers Rock Tratore

Álbuns ao vivo[editar | editar código-fonte]

Ano Álbum Gravadora
2003 Ao Vivo em Atlântida Deckdisc
2006 Transe Acústico Orbeat Music
2015 Queremos Mais 15 Anos ao Vivo Radar Records

DVDs[editar | editar código-fonte]

Ano Álbum Gravadora
2006 Transe Acústico Orbeat Music
2015 Queremos Mais 15 Anos ao Vivo Radar Records

Singles e Videoclipes[editar | editar código-fonte]

  • (1995) Tempestade
  • (1995) Escotilha
  • (1996) Besta-mole
  • (1998) Djorous
  • (1998) RSF (Até de Manhã)
  • (2000) Um Anjo do Céu
  • (2000) Quero Ver
  • (2001) Mais Linda
  • (2001) Asas
  • (2002) Folhas Secas
  • (2002) Quando o Sol Nascer
  • (2003) O Amor Não Sabe Esperar
  • (2004) Um Dia Mais Perfeito
  • (2009) Tudo de Bom
  • (2010) Toda Brasileira
  • (2012) As Horas Não Voltam
  • (2013) Queremos Mais
  • (2016) Maria ou Joana
  • (2017) O Mar Pro Sonhador
  • (2019) Lá no Céu (Asa Branca)

Trilha Sonora[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Dicionário Cravo Albin, Maskavo - Dados Artísticos
  2. Americanas, Maskavo Roots
  3. Senhor F
  4. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2009/12/28/interna_diversao_arte,163192/ex-vocalista-da-maskavo-roots-joana-duah-chama-a-atencao-ao-trocar-o-reggae-pelo-samba.shtml
  5. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2009/09/27/interna_diversao_arte,144731/baterista-rodrigo-txotxa-e-um-dos-musicos-mais-requisitados-da-capital-federal.shtml
  6. Punk Brega
  7. Rolling Stone
  8. https://naopuloumafaixa.wordpress.com/2014/07/22/maskavo-roots/
  9. O que significa Djorous
  10. http://www.dgabc.com.br/Noticia/307274/reggae-orienta-novo-disco-do-maskavo
  11. http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,tumulto-marca-festival-de-reggae-em-sp,20010520p18950
  12. http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,shows-em-tributo-a-bob-marley,20010508p5497
  13. http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u32177.shtml
  14. Indicados Prêmio Dynamite 2005
  15. Vencedores Prêmio Dynamite 2005
  16. Indicados Prêmio Multishow 2007
  17. http://www.surforeggae.com/noticias.asp?id=1517&Tipo=Destaque&pag=64
  18. Young Adult
  19. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2013/02/02/interna_diversao_arte,347445/banda-de-reggae-maskavo-assume-a-linha-acucarada-e-romantica-em-novo-disco.shtml
  20. Passagem de som
  21. Revista Rolling Stone, [1]
  22. Correio Braziliense,[2]
  23. Indicados Prêmio Dynamite 2013
  24. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/04/04/interna_diversao_arte,585786/o-reggae-se-mantem-como-um-dos-ritmos-prediletos-do-pais-saiba-quem-i.shtml
  25. Maskavo no Giramundo SBC
  26. http://www.maskavo.com.br
  27. Projeto Tamar
  28. https://www.parnanoronha.com.br/
  29. Parque Estadual Paulo César Vinha
  30. http://iema.es.gov.br

Ligações externas[editar | editar código-fonte]