Maskavo

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Maskavo
Maskavo Noronha Heron Domingues.jpg
A formação mais recente, da esquerda pra direita: Celestino, Nato, Marceleza, Tropex, Vini e Prata.
Informação geral
Origem Brasília, DF
País  Brasil
Gênero(s) Reggae, ska, pop rock
Período em atividade 1993 - atualmente
Gravadora(s) Sony Music
Planet Music Brazil
Deckdisc
Orbeat Music
Universal Music
Arsenal Music
Banguela Records
Integrantes Marceleza
Rodrigo Prata
Felipe Passos
Rodrigo Celestino
Nato Marolado
Vini Gomes
Ex-integrantes Quim Vasconcellos
Ricardo Marrara
Marcelo Vourakis
Bruno Prieto
Txotxa
Joana Lewis
Página oficial www.maskavo.com.br

Maskavo é uma banda de reggae brasileira formada em Brasília em 1993. Mudaram-se para São Paulo no ano de 2000 com a consolidação da formação. Antes desse período a banda era conhecida por Maskavo Roots (1993-1999), reduziram o nome devido a mudanças na formação.[1][2] Seus integrantes atualmente são: Marceleza (vocal), Prata (guitarra), Rodrigo Celestino (baixo), Felipe Passos (teclado), Nato Marolado(percussão) e Vini Gomes (bateria).

Desde 2000, são mais de 1500 shows pelo Brasil e exterior, contabilizando também nove álbuns, além de dois DVD e sete videoclipes.[carece de fontes?]

História[editar | editar código-fonte]

Formação e primeiras atividades (1991-1994)[editar | editar código-fonte]

A história começa quando o baterista Txotxa convida o guitarrista Prata, em 1991, para integrar O Cravo Rastafari,[3] banda que fazia cover de Bob Marley por Brasília e teve início em 1990. O Cravo não tinha muita rigidez na formação pois era integrada por amigos, mas conforme o tempo foi passando, a arregimentação da banda foi inevitável. No final de 1992, com a agenda bastante ocupada, o dono da banda, Beto BrahnsHoven saiu do grupo e levando o nome junto. O baixista Ricardo Marrara ocupou seu lugar fechando a formação com Marcelo Vourakis (voz), Joana Lewis (voz)[4], Quim (teclados), Prata (guitarra), Txotxa (bateria)[5] e o criador do nome Maskavo Roots Carlos Pinduca (guitarra)[6].

O ano de 1993 é marcado pelo batismo do Maskavo Roots e pela gravação da primeira fita demo da banda. Essa primeira demo continha as músicas "Blond Problem", "Far Away", "Yo No Quieto Trabajar" e "DDP". A época estava bem propicia ao lançamento de uma banda no Brasil, o movimento de rock estava fervilhando com bandas Brasília como Raimundos, Little Quail, Pravda , Oz, Low Dream, Os Cabeloduro, D.F.C; e do resto do país como O Rappa, Virna Lisi, Pato Fu, Planet Hemp, Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A.[7] Nessa empolgação essa primeira Demo chega nas mãos do criadores do Selo Banguela, Carlos Eduardo Miranda e os Titãs. Estes pediram uma versão em português das letras. A banda na mesma semana produziu uma nova fita demo com as músicas Tempestade, Quinta e Besta-Mole. Após um show em São Paulo no extinto AEROANTA, no Largo do Batata, foi assinado o primeiro contrato fonográfico com o Selo Banguela Records[8] [9] que era ligado à Warner Music.

Logo no começo de 1994, o Maskavo Roots foi convidado a participar de um show na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Aproveitando o embalo do show, foi assinado o primeiro contrato com o Banguela[10]. A banda então retorna ao seu quartel general, a Chácara da avó do Marrara, D. Ofélia. A chácara foi o ponto inicial da preparação do disco, a grupo inteiro se reunia em todas as tardes para criar os arranjos do disco. A chacara era um lugar bem pitoresco e bucólico no meio do cerrado, foi nesse clipe que foi elaborado o clipe com influências de rock, reggae e ska. Foram preparadas 14 faixas para o disco, a décima quinta faixa foi extraída da primeira fita demo. A gravação foi realizada em outubro, no estúdio Bebop, na Vila Madalena em São Paulo. Contou com a produção de Carlos Eduardo Miranda e Nando Reis. Antes da gravação, o Maskavo fez um show em Porto de Galinhas, Pernambuco com a novidade Chico Science e Nação Zumbi.

As gravações do primeiro disco foram muito divertidas e por vezes surreais. O Carlos Eduardo Miranda foi o responsável por toda a produção, Nando Reis foi confirmado para o time as 45 do segundo tempo. Com todas a experiência dos trabalhos com os Titãs o Nando somou muito e ficou amigo da galera, revisava tudo o que era gravado e dava a aprovação final. Os parceiros Branco Melo e Sérgio Britto visitaram o estúdio e gravaram backing vocais na faixa D.D.P. Esse momento inicial foi uma época de muito aprendizado, entrando num grande estúdio de gravação, o BepBop em São Paulo. Os Titãs Marcelo Fromer, Tony Belloto, Paulo Miklos e Charles Gavin emprestaram seus amps, guitarras, violão e bateria para a gravação. Durante meados de outubro e novembro de 1994 aconteceu toda a produção. O engenheiro de som Beto Machado foi o responsável pela parte técnica da gravação, e depois veio a participar de mais três discos seguintes da banda.


Maskavo Roots e mudanças na formação (1995-1996)[editar | editar código-fonte]

Em 1995, lançam o primeiro disco, homônimo, com 15 faixas inéditas. O material foi lançado em CD, K7 e LP. Foi o último ano em que as gravadoras ainda prensavam o material fonográfico em vinil. O período foi marcado por muitas viagens a São Paulo, shows e contrato com empresários. Foi lançado o primeiro videoclipe de "Tempestade", gravado numa piscina de ondas de Brasília. Foi dirigido por Titi (Vitor Civita Neto) e recebeu o Selo Sim da MTV. A banda participa também da primeira transmissão ao vivo da MTV. A cobertura foi realizada durante o show no Ginásio do Ibirapuera em São Paulo quando o Maskavo Roots estava abrindo o show de Jorge Ben Jor. A faixa "Escotilha" é escolhida para a trilha sonora do segundo CD/LP da primeira temporada de Malhação da Rede Globo. Txotxa, o baterista, ao final do ano comunica a saída do grupo que se concretizaria no inicio de 1996.

Ricardo Marrara, Marceleza, Prata e Quim, o Maskavo no início do ano 2000 lançando o CD Maskavo Já, antes da mudança de Brasília pra São Paulo.

Foram convidados vários baterista a assumir o posto, porém nenhum com grande sucesso. Daí veio a iniciativa do então tecladista Quim tomar posse da função. Quim teve que aprender a tocar a instrumento, mas este já vinha se arriscando nos intervalos do ensaios e não teve grandes dificuldades em dominar a bateria. Com as dificuldades de estabelecer a recente formação, o guitarrista Carlos Pinduca e a vocalista Joana Lewis anunciam a saída da banda. Txotxa retorna para fazer um show, na finada Fábrica em Brasília, com os remanescentes e depois se desliga de vez para seguir estudando música na Berklee nos EUA.


Era independente e era Chaos (1997-1999)[editar | editar código-fonte]

Em 1997 a banda decide preparar mais um disco. Com o fim do Banguela, os quatro integrantes remanescentes (Prata, Quim, Marrara e Marcelo Vourakis) decidem fazer o material de forma independente que se chamaria Melodia Que Eu Conheço. Fecham-se de novo em estúdio e dessa vez alugam uma sala no cultuado Porão do Rock na 207 norte em Brasília.

Com esse mesmo disco o Maskavo Roots é contratado pelo selo Chaos da Sony Music, fazendo o retorno ao casting das gravadoras multinacionais. É indicado para o produção do terceiro CD o inglês Paul Ralphes, baixista da banda gaulesa Bliss e que estava se radicando no Rio de Janeiro como produtor musical. A produção tem inicio no Rio e vira a se estender até meados de fevereiro de 1998. O CD é chamado de Se não Guenta, por que Veio? Para o lançamento é preparado o clipe de "Djorous",[11] gíria criada por amigos cervejeiros de Brasília e futuros participantes da Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo. Para a segunda faixa de trabalho é escolhida a regravação de "Tempestade" com Samuel Rosa do Skank.

Após esse trabalho, a banda de arrisca mais na estrada, passando várias temporadas fora de casa. Foram turnês por várias cidades do Sudeste e Sul do Brasil. A banda passou um tempo morando no Rio de Janeiro também. A turnê se estendeu até meados de 1999, que começa ainda com a turnê do disco Se não Guenta, por que Veio?. A banda é convidada a participar de um festival na cidade de Montenegro, logo após o carnaval, no Rio Grande do Sul, com as bandas Comunidade Ninjitsu, Ultramem e Nenhum de Nós. O empresário, Dudu, convida a todos a arriscar passar uma temporada no estado. Foram alojados na casa do pai e irmão de Dudu. Dudu também era irmão do baterista Quim. Logo conseguiram marcar uma turnê pelo estado.


Era Deckdisc e mudança de nome (2000-2003)[editar | editar código-fonte]

Na virada do milênio, a banda decide mudar o nome para somente Maskavo. A assina com outra gravadora, Deckdisc, que na época era distribuída pela Abril Music. Na semana em que o contrato seria assinado, vem a noticia de que o vocalista Marcelo Vourakis não gravaria o CD . O disco já estava pronto, e a vontade dos demais era continuar. Começa então uma série de testes com vários vocalista, em Brasília. Prata então nas suas andanças noturnas pela capital federal assiste a uma canja de um jovem cantor, o Marceleza, que também possuía uma banda cover de Bob Marley nos moldes d'O Cravo Rastafari chamada Leões de Judah. Quim foi o encarregado de avisá-lo que havia sido escolhido.[12]

O primeiro single do disco é "Um Anjo do Céu". O CD conta com a participação de Seu Jorge na faixa "Sapo Cururu", Cia de Teatro os Melhores do Mundo na faixa "Freio de Mão", Fauzi Beyodun na faixa "Quero Ver (Vr.Dub)" e Fred (ex-Raimundos) na faixa "Freio de Mão". A banda resolve também se radicar em São Paulo. Bruno Prieto, baixista, se junta ao grupo para de inicio substituir Ricardo Marrara, e assumindo o posto por definitivo em junho. Assim é fechada a formação da banda com Marceleza no vocal, Prata na guitarra, Bruno no baixo e Quim na bateria, backing vocal e programação de teclados. A banda inicia uma turnê que se estenderia por todo o ano até meados de 2001[13][14]. Ainda no mesmo ano o Maskavo grava o clipe do single "Quero Ver".

A partir de 2001, a banda faz mais turnês pelo Brasil. Um dos pontos mais cativos da banda tornou-se a região Sul do pais. Nesse mesmo ano foi gravado o CD Asas, no estúdio Tambor-RJ, com a produção de Rafael Ramos. O primeiro single desse trabalho sai em dezembro do mesmo ano, "Mais Linda". Depois vem o segundo single "Asas". Ainda no mesmo, ano o Maskavo é a primeira banda confirmada do Festival Planeta Atlântida.

O ano de 2002 começa com a participação no festival, que foi realiza em duas etapas, uma em Atlântida, rio Grande do Sul e outra em Florianópolis, Santa Catarina. A gravadora DeckDisc, sem que a banda soubesse, gravou o show inteiro numa unidade móvel de gravação, para lançar um CD nesse mesmo ano, Ao Vivo em Atlântida , que conta com dez faixas ao vivo e mais quatro inéditas. São lançados também dois videoclipes, "O Amor Não Sabe Eesperar" e "rsf". Esse período também foi marcado por muitas viagens, a banda passa mais tempo na estrada do que em casa com a turnê do disco ao vivo. A turnê vai até 2004 sem parar. A faixa "Asas", do CD homônimo, entra na trilha sonora da novela da Rede Globo O Beijo do Vampiro como tema do personagem Roger.[15]


Era Unimar e independente, saída de Quim (2004-2007)[editar | editar código-fonte]

Maskavo tocando na Pedreira Paulo Leminsky em Curitiba, 2007. Este foi o último show com o baterista Quim.

Em 2004 o Maskavo prepara o lançamento de mais um disco de inéditas, O Som que Vem da Luz do Sol, com o apoio do estúdio/gravadora YB, a banda entra para gravar onze faixa totalmente novas, e compostas durante as turnês. Tem a produção do antigo parceiro Beto Machado, que colaborou como engenheiro de som em vários discos do Maskavo.

Antes mesmo de terminado as gravações e o lançamento, o primeiro single, "Um Dia Mais Perfeito", é enviado às rádios. Durante a semana gravação e final de semana, a banda continuava a turnê. Esse disco também recebeu o prêmio de melhor disco de reggae concedido pelo Prêmio Dynamite 2005.[16][17] Mais um ano com a agenda cheia de compromissos, viagens e turnês. Marceleza, Prata, Bruno e Quim fazem o primeiro show em Manaus. Trocam também o velho samples MPC por um tecladista de verdade, o maestro e pianista Felipe Passos.

Em 2005, no dia 18 de outubro, foi gravado um show especial do projeto "Tim Atlântida Acústica" no Theatro São Pedro (Porto Alegre) e o projeto foi lançado em CD e DVD, chamado "Transe Acústico". O CD/DVD é lançado pela Orbeat Music e, posteriormente, liberado para a Arsenal/Universal fazer a distribuição nacional. O disco conta com duas faixas inéditas: "É Muito Melhor" e "Minha Moeda".

O ano começa com a divulgação do DVD e da turnê acústica. A banda é convidada a tocar em várias partes do pais, fazendo uma longa turnê. Com o CD/DVD, a banda é indicada ao Prêmio Multishow[18] 2007 na categoria revelação. A turnê se estende até o final de 2007, uma das mais longas da carreira da banda. A faixa "Quero Ver", que foi lançada originalmente no CD , entra na novela da Record Luz do Sol. Em dezembro do mesmo ano o baterista Quim anuncia sua saída da banda alegando estar cansado de viajar e ficar longe de casa. Deixa a banda e inicia uma carreira de produtor musical e abre um estúdio de gravação e produção jundo com Rodrigo Bragança chamado Argila Music. Naná Aragão assume as baquetas e a turnê continua.[19]


Maskavo em formato trio em 2010, Marceleza, Prata e Bruno Prieto.


Lovers Rock e Queremos Mais 15 Anos[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2011, o Maskavo fez sua primeira turnê pelo Japão. A viagem foi para comemorar o dia no Brasil no Japão, e a banda passou pelas cidades de Hamamatsu,[20] Gunma, Nagóia, Tokyo e Osaka. Por onde passaram, tocaram para um público brasileiro que mora e trabalha no país. Com a virada para os anos 2010, o Maskavo concentra suas energias para a produção de novas músicas que farão parte de um então futuro disco. Com a produção de Rodrigo Sanches e co-produção de Bruno Prieto e Prata, a banda se fecha nos estúdios da Trama em São Paulo onde grava 12 músicas inéditas. E no final de 2012 é lançado o CD Lovers Rock.[21][22][23][24] Para dar nome ao disco, é usado o Lovers Rock, que é um jeito de fazer reggae importado da Jamaica. Esse álbum foi indicado ao Prêmio Dynamite[25] 2013 na categoria melhor disco de reggae.

Em 2015 é lançado o segundo DVD, Maskavo: Queremos Mais - 15 Anos Ao Vivo[26], gravado no dia 12 de junho de 2014, dia dos namorados e também o dia de estréia de Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo no Brasil. Gravado de forma independente e distribuído pela Radar Records, são 18 faixas que retratam toda a trajetória da banda até o presente momento. Com direção de Heron Domingues, foi totalmente captado ao vivo durante o show no Bar Opinião em Porto Alegre. Além do vocalista Marceleza, do guitarrista Prata do baixista Bruno Prieto, do tecladista Felipe Passos e o baterista Márcio Pêxi, os músicos Henrique Branka (percurssão), Sid Poffo (teclado) e Maurício Coringa (guitarra), são o time formado especialmente pra essa apresentação histórica da banda.

Durante as gravações do single O MAR PRO SONHADOR em São Paulo no estúdio RootSans do Rodrigo Sanches em 2017.


Nova Formação[editar | editar código-fonte]

Com o final da turnê o DVD ao vivo a banda entra em estúdio no começo de 2016 pra preparar material inédito, mas devido a diferenças de que rumo tomar o baixista Bruno resolve sair da banda. É iniciado então uma nova fase no Maskavo, com o espírito renovado chamam o primeiro baixista e um dos fundadores da banda, o Ricardo Marrara[27], pra gravar o single da faixa Maria ou Joana. Porém logo após as gravações o baterista Pexi se desliga do grupo pra dar continuídade à sua banda Diretoria e Marrara também não consegue conciliar sua agenda pessoal. Marceleza e Prata, resolvem chamar novos integrantes pra gravação do clipe de Maria ou Joana.

O primeiro convocado é o percussionista Nato Marolado, antigo amigo e fã do Maskavo, se candidatou pra fazer um show em São Bernardo do Campo[28] e conquistou a vaga. Com a saída do Bruno, Nato indica o baixista Rodrigo Celestino, e com a saída do Pexi, Celestino indica o parceiro da banda Brodagem pra fazer o teste de baterista, o Vini Gomes. A banda conta então com três novos membros, estes são amigos de infância e se adaptam muito bem, mantendo o mesmo espírito de sempre do Maskavo[29]. Os três novatos ganharam o apelido de New Kids SBC. De contrato assinado com o selo Planet Music Brazil da Sony Music é projetado o lançamento de uma sequência de singles e seus devidos videoclipes.

Com a nova gravadora e planejado uma série de videoclipes em lugares cinematográficos para ilustrar um pouco dos cenários brasileiros. O primeiro single foi da faixa Maria Ou Joana, o lugar escolhido foi a Chapada dos Veadeiros em Goiás[30]. A Chapada e a Vila de São Jorge receberam a banda de braços abertos, é um local muito popular entre os brasilienses e atrais turistas de todos os lugares. As paisagens, cachoeiras e o cerrados ilustram bem o que é a região. Para o segundo videoclipe o Maskavo arruma as malas e vai para a Ilha de Fernando de Noronha filmar O Mar Pro Sonhador. A parceria com o Projeto Tamar possibilitou toda a viagem e a estrutura, já que a ilha é protegida e a entrada de pessoas é rigorosamente fiscalizada. Foi retratado no clipe todo o trabalho realizado pelo Tamar na proteção e preservação das tartarugas marinhas.[31][32]

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

Formação atual[editar | editar código-fonte]

Prata[editar | editar código-fonte]

Nascido em 15 de agosto de 1972 em Erechim no Rio Grande do Sul, mudou-se pra Brasília com 3 anos, começou a tocar guitarra ainda na escola com seu amigos onde formou sua primeira banda, o Depertubeids. Sua primeira apresentação foi no intervalo do colégio Santo Antônio. Em 1991 foi convidado a tocar guitarra na banda de reggae O Cravo Rastafari, grupo que deu origem a primeira formação do Maskavo Roots em 1993, desde então sempre permaneceu na banda. Atua em quase todas as áreas da banda, desde a composição das músicas, produção das gravações, elaboração das artes visuais e estratégias de lançamentos. Em 1999 convida Marceleza e em 2000 Bruno Prieto pra integrarem o Maskavo do qual também fazem parte até hoje.


Marceleza[editar | editar código-fonte]

Nascido em 23 de junho de 1978 em Sobradinho no Distrito Federal, começou sua carreira musical em 1995 naChapada dos Veadeiros cantandoBob Marley em rodas de fogueira e luais na Vila de São Jorge. Em 1997 juntou-se a outros músicos de Brasília e fundou a banda cover de Bob Marley Leões de Judah, onde tocavam quase diariamente ns noites de Brasília. No Maskavo além de ser o cantor principal é um dos gurus do grupo, sempre distribuindo conselhos e espalhando positividade. Desempenha papel primordial na escolha do repertório. No final de 1999 é convocado a integrar o Maskavo.


Felipe Passos[editar | editar código-fonte]

Nascido em São Paulo em 1977, formado em música, composição e regência pela Faculdade Santa Marcelina, o maestro e professor começou a tocar no Maskavo em 2005. Seu primeiro registro com a banda é o DVD Maskavo Transe Acústico. Criou uma parceira muito forte com o guitarrista Prata, onde já colecionam várias canções compostas. Já tocou também com a cantora Luiza Possi, com a dupla Vitor e Léo. Faz parte da ala de compositores do Maskavo. Recebeu carinhoso apelido de Tropeço nas divertidas turnês da banda.


Nato Marolado[editar | editar código-fonte]

Nato Marolado, nascido em Guarulhos no dia 27 de fevereiro de 1985.Ingressou no Maskavo em 2016, muito fã da banda, tomou iniciativa e pediu pra participar de um show. Mandou um zap para o vocalista Marceleza que compartilhou com o guitarrista Prata. Nato foi tão verdadeiro e convincente que conseguiu uma participação num show em São Bernardo do Campo. A ritmo no sangue e a força na pegada casaram muito bem com o Maskavo. Conquistou a vaga de percussionista pelo talento demonstrado e pela simpatia. Desde então faz parte do time. Tocou por sete anos no Rastapé, além de Rafa Machado Chimarruts, Bicho de Pé, Edu Ribeiro, Nação Regueira, SensimillaDub entre ostras Bandas do Cenário Nacional.

Rodrigo Celestino[editar | editar código-fonte]

Nascido em 12/12/1982, Celestino começou a tocar baixo em 2006 e logo entrou para a banda cearense Nação Regueira, passou tambem por outras bandas de reggae do ABC paulista. Foi indicado por Nato a ocupar a vaga de baixista do Maskavo. Foi convocado pra fazer um show com o Maskavo apenas 3 dias antes, tirou todas as músicas em tempo recorde e conquistou seu lugar.


Vini Gomes[editar | editar código-fonte]

Vini Gomes, nascido em 20 de outubro de 1984 em São Bernardo do Campo. Foi o último a entrar no Maskavo. Amigo de infância do percussionista Nato Marolado, chegou indicado pelo baixista Rodrigo Celestino após o ex-baterista Márcio Pêxi entregar as baquetas. Pela simplicidade e toque firme, e ter um estilo parecido com os demais integratens do Maskavo, inturmou-se rápidamente. Vini toca com Celestino na banda Brodagem, banda esta que faz covers dos reggaes clássicos pelo ABC paulista.

Ex-Integrantes[editar | editar código-fonte]

Músicos Convidados[editar | editar código-fonte]

Músicos de Sessão[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Maskavo Roots[editar | editar código-fonte]

Ano Álbum Gravadora
1995 Maskavo Roots Banguela Records / Warner Music
1997 Melodia Que Eu Conheço Independente
1998 Se não Guenta, por que Veio? Chaos / Sony Music

Maskavo[editar | editar código-fonte]

Ano Álbum Gravadora
2000 Já (álbum) Deckdisc
2001 Asas (álbum de Maskavo) Deckdisc
2005 O Som que Vem da Luz do Sol Unimar Music

Álbuns ao vivo[editar | editar código-fonte]

Ano Álbum Gravadora
2003 Ao Vivo em Atlântida Deckdisc
2006 Transe Acústico Orbeat Music
2015 Queremos Mais 15 Anos (Ao Vivo) Radar Records

DVDs[editar | editar código-fonte]

Ano Álbum Gravadora
2007 Transe Acústico Universal Music / Arsenal Music
2015 Queremos Mais 15 Anos (Ao Vivo) Radar Records

Singles e Videoclipes[editar | editar código-fonte]

Trilha Sonora[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Dicionário Cravo Albin, Maskavo - Dados Artísticos
  2. Americanas, Maskavo Roots
  3. Senhor F
  4. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2009/12/28/interna_diversao_arte,163192/ex-vocalista-da-maskavo-roots-joana-duah-chama-a-atencao-ao-trocar-o-reggae-pelo-samba.shtml
  5. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2009/09/27/interna_diversao_arte,144731/baterista-rodrigo-txotxa-e-um-dos-musicos-mais-requisitados-da-capital-federal.shtml
  6. https://pt.wikipedia.org/wiki/Prot(o)
  7. Cult 22,[1]
  8. Punk Brega,[2]
  9. Rolling Stone
  10. https://naopuloumafaixa.wordpress.com/2014/07/22/maskavo-roots/
  11. O que significa Djorous
  12. http://www.dgabc.com.br/Noticia/307274/reggae-orienta-novo-disco-do-maskavo
  13. http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,tumulto-marca-festival-de-reggae-em-sp,20010520p18950
  14. http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,shows-em-tributo-a-bob-marley,20010508p5497
  15. http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u32177.shtml
  16. Indicados Prêmio Dynamite 2005
  17. Vencedores Prêmio Dynamite 2005
  18. Indicados Prêmio Multishow 2007
  19. http://www.surforeggae.com/noticias.asp?id=1517&Tipo=Destaque&pag=64
  20. Young Adult
  21. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2013/02/02/interna_diversao_arte,347445/banda-de-reggae-maskavo-assume-a-linha-acucarada-e-romantica-em-novo-disco.shtml
  22. Passagem de som, [3]
  23. Revista Rolling Stone, [4]
  24. Correio Braziliense,[5]
  25. Indicados Prêmio Dynamite 2013
  26. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2015/04/30/interna_diversao_arte,481357/guitarrista-prata-da-banda-maskavo-relembra-os-15-anos-do-grupo-de-reggae.shtml
  27. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/04/04/interna_diversao_arte,585786/o-reggae-se-mantem-como-um-dos-ritmos-prediletos-do-pais-saiba-quem-i.shtml
  28. Maskavo no Giramundo SBC
  29. http://www.maskavo.com.br
  30. Parque da Chapada dos Veadeiros
  31. Projeto Tamar
  32. https://www.parnanoronha.com.br/

Ligações externas[editar | editar código-fonte]