Massacre de Suzano

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Massacre de Suzano
Escola Raul Brasil em 13 de março de 2019.
Local Escola Estadual Professor Raul Brasil, Jardim Imperador, Suzano, São Paulo, Brasil
Coordenadas 23.53436° S 46.31549° O
Data 13 de março de 2019 (2 anos)
9h30min (UTC−3)
Tipo de ataque tiroteio contra escola, assassinato em massa, infanticídio, assassinato-suicídio
Arma(s) Revólver calibre 38 e machadinha
Mortes 10 (incluindo os 2 assassinos)
Feridos 11
Responsável(is) Guilherme Taucci Monteiro (17) e Luiz Henrique de Castro (25)

O Massacre de Suzano foi um massacre escolar ocorrido em 13 de março de 2019, na Escola Estadual Professor Raul Brasil no município de Suzano, no estado de São Paulo.

Dois atiradores, ex-alunos, mataram cinco estudantes e duas funcionárias da escola. Antes do ataque, num comércio próximo à escola, a dupla também matou o tio de um dos assassinos. Após o massacre, um dos atiradores matou o comparsa e em seguida cometeu suicídio. Foi a nona vez que esse tipo de crime ocorreu em escolas brasileiras.

Ataque[editar | editar código-fonte]

Mapa da localização da escola em Suzano.
Armas utilizadas pelos assassinos durante o ataque

O crime aconteceu por volta das 9:30 da manhã de uma quarta-feira, 13 de março de 2019, na Escola Estadual Professor Raul Brasil, localizada na rua Otávio Miguel da Silva, em Suzano, Região Metropolitana de São Paulo.[1][2][3]

Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, entraram encapuzados, com coturnos táticos e balaclavas de caveira na unidade escolar, efetuando diversos disparos de arma de fogo durante o horário do intervalo e atingindo dezenas de pessoas.[2][4] Antes do crime, no mesmo dia, um dos assassinos postou uma série de imagens em uma rede social, em que ele aparecia com a máscara de caveira, portando a arma de fogo utilizada e fazendo um símbolo de arma com a mão na cabeça.[5]

Conforme o Censo Escolar de 2017, a instituição possui 358 alunos da segunda etapa do fundamental (6º ao 9º ano) e 693 estudantes do ensino médio.[1] A instituição foi isolada pela polícia, que encontrou um revólver calibre 38,[6] quatro jet loaders, dispositivos plásticos para recarregamento rápido de arma, uma besta, um arco e flecha tradicional, garrafas que aparentavam ser coquetéis molotov, uma machadinha e uma mala com fios que levou ao acionamento do esquadrão antibombas.[7]

Momentos antes do ataque à escola, por volta das 9 horas, Guilherme Taucci havia atirado em seu tio, o comerciante Jorge Antônio de Moraes, dentro de uma revendedora de veículos de Jorge, nas proximidades. O homem foi levado ao hospital mas não resistiu aos ferimentos, morrendo horas depois.[8] Segundo o que se apurou nas investigações, além de Jorge, eles também planejavam matar mais uma pessoa, um eletricista vizinho de Luiz Henrique, que seria morto por este, pois haviam tido um desentendimento meses antes. Era uma espécie de pacto entre os dois criminosos, em que cada um mataria um desafeto antes do massacre na escola. Uma hora e meia antes do ataque à escola, Luiz Henrique foi até a casa do vizinho. Ao encontrar o portão trancado, passou a chamá-lo insistentemente, mas o homem não atendeu e Luiz foi embora.[9]

Os assassinos supostamente buscaram ajuda para planejar o atentando no Dogolachan, um imageboard, fórum onde todos os participantes são anônimos, também conhecido como chan, abreviatura de channel. O fórum é conhecido por sua apologia ao terrorismo e à violência, com conteúdos pautados em intolerâncias às minorias e machismo.[10][11][12]

De acordo com as apurações, entre as motivações que levaram ao massacre estavam o bullying, isolamento social e o desejo de superar o massacre em uma escola de Columbine, nos Estados Unidos, pois queriam ser lembrados pela quantidade de mortes e armas. Tinham o pensamento de que faziam um "ato heroico". Um terceiro suspeito, que não participou do ato e esteve envolvido diretamente, afirmou que eles também tinham a intenção de realizarem estupros.[2][13]

Antes deste ataque, outros oito já haviam ocorrido em escolas brasileiras, entre 2002 e 2018.[14]

Autores[editar | editar código-fonte]

Guilherme Taucci Monteiro

Com 17 anos, foi aluno da Escola Estadual Professor Raul Brasil e teria largado a escola alegando estar sofrendo bullying.[15] Morava com os avos pois sua mãe é usuária de drogas. Guilherme gostava da cultura gótica e simpatizava com o nazismo. O pai de Luiz Henrique, seu melhor amigo e com quem invadiu a escola, havia prometido arrumar uma vaga para ele no mesmo serviço de limpeza e conservação de praças em São Paulo. Segundo seu avô, Guilherme frequentava uma LAN house com Luiz Henrique e não estranhava que ele tivesse dinheiro para os jogos ou para compras pela internet, porque o neto sempre fazia bicos. O último deles havia sido como vendedor num quiosque de cachorro quente, onde ganhou R$ 600.[16]

Com a morte da avó, quatro meses a antes do crime, Guilherme passou a dar sinais de depressão. Guilherme e Luiz se conheceram na infância e, desde então, andavam sempre juntos. Os programas da dupla dos últimos tempos eram passeios pelo shopping e visitas regulares à LAN house do bairro, onde costumavam jogar jogos de tiro em primeira pessoa.[17]

Luiz Henrique de Castro

Com 25 anos, também foi aluno da Escola Estadual Professor Raul Brasil. Vivia com os pais, um irmão mais velho e o avô, de 80 anos. Segundo seus vizinhos, trabalhava com jardinagem em uma empresa na Zona Leste de São Paulo. César Expedito, amigo de Luiz havia 14 anos, declarou que ele gostava de jogar bola e videogame e nunca havia demonstrado comportamento agressivo. Segundo César, Luiz estudou um ano na Escola Raul Brasil mas concluiu o ensino médio em supletivo em outra escola, nunca havia sido expulso e trabalhava em Guaianases.[18]

Terceiro suspeito

A Justiça condenou um jovem de 17 anos acusado de ser o terceiro envolvido no massacre, que foi internado provisoriamente por 45 dias em uma unidade da Fundação CASA. Na casa do adolescente, os policiais encontraram desenhos de pessoas mortas, mensagens criptografadas e uma bota militar muito semelhantes às achadas na casa dos dois atiradores. Um vídeo mostrava que Guilherme Taucci e o jovem de 17 anos foram até um estande de tiros e treinaram disparos com armas airsoft e arco e flechas, cinco dias antes do ataque. Segundo a Polícia Civil, o adolescente teria participado ainda da compra do machado usado para ferir alunos e professores. Após a apreensão do jovem, a delegacia de Suzano considerou que ele foi o autor intelectual do ataque à escola, ao lado de Guilherme, embora ainda não soubesse o que teria provocado a saída dele da efetivação do ataque. Os detalhes do processo correm em segredo de Justiça. A defesa do adolescente apreendido contestou as acusações, afirmando que as mensagens obtidas no celular do adolescente mostravam que ele seria inocente. Logo depois do ataque, no dia 13 de março, às 10h40, o jovem envia: "Taucci, teve um tiroteio dentro da escola. Mano, dois adolescentes e eles se mataram." Sem resposta por 40 minutos, ele segue: "Taucci?", "Um dos atiradores tinha um machado igual ao seu", ainda escreve o adolescente, antes de se dar conta de quem era o autor do crime. "Eu te odeio", foi a última. Em outra mensagem, para um grupo de amigos, o jovem diz: "Isso me lembrou a minha estratégia pra fazer um massacre naquela escola. Não sei como eu conseguia pensar nisso, sério." Com outro colega, falou: "mano, o atirador pode ser o Taucci". Os dois amigos, segundo a defesa, fantasiaram sobre um ataque do tipo, mas em 2015, quando eles tinham entre 13 e 14 anos, e afirmou que Taucci e o outro jovem brigaram nesta época e não se falaram mais até o fim de 2018. Ainda segundo a defesa, o coturno encontrado na casa do jovem foi um presente do tio, dado em fevereiro de 2019, meses após a data da compra de botas por Taucci, em novembro de 2018.[19]

Vítimas[editar | editar código-fonte]

Carro da Polícia Científica ao entrar na escola atacada.
Culto Ecumênico realizado na Escola Estadual Professor Raul Brasil após o ataque.
Memorial às vítimas feito em frente ao colégio.

Duas vítimas fatais eram funcionárias da escola. A primeira a receber os disparos foi a professora Marilena Ferreira Vieira Umezo, coordenadora pedagógica. A outra funcionária morta, Eliana Regina de Oliveira Xavier, era inspetora (agente de organização escolar).[20] Logo depois de atingir as funcionárias, um dos atiradores se dirigiu ao pátio, enquanto o outro em seguida entra na escola e com uma machadinha começou a desferir golpes nas vítimas já caídas. Os alunos, desesperados, correram escola afora, enquanto o segundo atirador a entrar tentava acertar com golpes de machadinha a todos que por ele passavam correndo. Cinco alunos do ensino médio foram mortos, sendo que quatro morreram ainda na instituição de ensino e um no hospital.[21]

O ataque também deixou onze estudantes feridos, que foram levados para hospitais próximos.[1] Duas dessas vítimas, que apresentavam estado clínico mais grave, foram transferidas para o Hospital das Clínicas, em São Paulo.[1][2] Segundo a polícia, Guilherme Taucci, o atirador mais jovem, matou o comparsa Luiz Henrique de Castro e logo em seguida cometeu suicídio.[22] Ambos eram ex-alunos da escola.[23][24]

Mortos[editar | editar código-fonte]

Fonte: Portal G1[1]

Nome Idade Obs.
Jorge Antônio de Moraes 51 anos Tio de Guilherme, morto por este antes do ataque à escola
Marilena Ferreira Vieira Umezo[nota 1] 59 anos Coordenadora pedagógica
Eliana Regina de Oliveira Xavier 38 anos Inspetora
Caio Oliveira 15 anos Aluno
Claiton Antônio Ribeiro 17 anos
Douglas Murilo Celestino 16 anos
Kaio Lucas da Costa Limeira 15 anos
Samuel Melquíades Silva de Oliveira 16 anos
Luiz Henrique de Castro 25 anos Agressor, morto pelo comparsa Guilherme
Guilherme Taucci Monteiro 17 anos Agressor, cometeu suicídio

Reações[editar | editar código-fonte]

Secretários da Segurança Pública participam de coletiva de imprensa na Escola Raul Brasil
Viaturas da PMESP em frente ao local do ataque.
Policiais na entrada da escola
Presidente Jair Bolsonaro presta condolências aos familiares das vítimas.

Diversas autoridades, políticos, parlamentares, artistas[26] e demais personalidades lamentaram as mortes ocorridas diante do massacre na região metropolitana de São Paulo.[27]

Governo estadual[editar | editar código-fonte]

O governador João Doria cancelou a agenda do dia e chegou à escola em um helicóptero,[28] acompanhado do secretário Estadual de Educação, Rossieli Soares, do secretário de Segurança, o general João Camilo Pires de Campos, e do comandante da PM, o coronel Salles.[1] Doria e os secretários lamentaram profundamente o ocorrido e decretou luto de 3 dias no estado.[29]

Governo federal[editar | editar código-fonte]

Após 6 horas da tragédia o presidente Jair Bolsonaro se pronunciou pelo Twitter, prestando condolências aos familiares das vítimas.[30] O Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, expressou solidariedade: "Meus sentimentos às famílias. Expresso meu repúdio a essa manifestação de violência. Acompanharei de perto a apuração dos fatos".[27] O Ministro-Chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, mandou condolências às famílias das vítimas através de sua conta no Twitter.[31] A Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, lamentou o ocorrido e colocou o Ministério à disposição para prestar a assistência necessária.[32]

Poder legislativo[editar | editar código-fonte]

Rodrigo Maia, Presidente da Câmara dos Deputados, manifestou sua solidariedade às famílias das vítimas e falou que "é hora de o Brasil unir forças e competências para compreender o que houve e impedir a repetição de massacres como este".[33] Após a tragédia ser noticiada, parlamentares levantaram novamente a questão polêmica do desarmamento, bem como da ampliação na facilidade do acesso a armas de fogo no Brasil. Personalidades políticas utilizaram das redes sociais para fazerem críticas ao acesso de armas de fogo.[27][34] O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também se solidarizou com os familiares das vítimas, através de sua conta no Twitter, e falou que espera "que as reais causas dessa tragédia sejam descobertas".[35]

Poder judiciário[editar | editar código-fonte]

O Supremo Tribunal Federal, através do seu presidente, o ministro Dias Toffoli, divulgou nota de pesar e solidariedade para com as famílias e amigos das vítimas, que foi lida na abertura da sessão ordinária do Plenário na tarde do dia 13 de março. O ministro também manifestou preocupação com toda a sociedade que, segundo a nota, "é vítima deste tipo de tragédia" e que "não podemos aceitar que o ódio entre em nossa sociedade".[36]

Imprensa[editar | editar código-fonte]

A tragédia ganhou notoriedade na imprensa nacional e chamou a atenção também da imprensa internacional, sendo veiculada em jornais como BBC News, Le Figaro, Focus, El País, The Guardian, entre outros.[37] Parte da imprensa repercutiu também o fato do presidente Jair Bolsonaro não ter se pronunciado publicamente sobre a tragédia tão logo as informações se confirmavam, fazendo-o apenas 6 horas após o ocorrido, via Twitter. A postagem por meio de seu perfil na rede social veio após pronunciamentos de ministros de estados e do vice-presidente Hamilton Mourão.[38][39][40][41]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Em conformidade com publicações no Diário Oficial do Estado de São Paulo, a grafia correta do sobrenome final da funcionária é Umezu.[25]

Referências

  1. a b c d e f «Veja quem são as vítimas do massacre em escola de Suzano». G1. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019. Cópia arquivada em 29 de maio de 2020 
  2. a b c d «Ataque a tiros deixa ao menos dez mortos em escola de Suzano, na Grande São Paulo». O Globo. 13 de março de 2019. Consultado em 14 de março de 2019 
  3. «Adolescentes atiram dentro de escola e matam 8 pessoas em Suzano, diz polícia». G1. 14 de março de 2019. Consultado em 14 de março de 2019. Cópia arquivada em 14 de março de 2019 
  4. «Tiros em escola em Suzano: o que se sabe até agora». G1. 13 de março de 2019 
  5. Giovanna Romano (13 de março de 2019). «Atirador de Suzano postou imagem com máscara e arma antes do crime». Veja 
  6. «Atiradores matam sete alunos e um funcionário em escola em Suzano, na Grande SP». Folha de S.Paulo. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019. Cópia arquivada em 13 de março de 2019 
  7. Laís Martins (13 de março de 2019). «Autores de massacre em Suzano eram ex-alunos da escola, diz secretário». Terra. Consultado em 13 de março de 2019 
  8. «Tio de um dos assassinos de Suzano foi baleado antes de ataque a escola». G1. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  9. «Antes de ir à escola, atiradores planejavam matar desafetos escola». Terra. 28 de março de 2019. Consultado em 28 de março de 2019 
  10. «Frequentadores de fóruns extremistas na internet comemoram ataque em Suzano». O Globo. 14 de março de 2019. Consultado em 28 de março de 2019 
  11. «Em fórum extremista, atiradores pediram 'dicas' para atacar escola». R7.com. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  12. Declercq, Marie; Roberto, Eduardo (13 de março de 2019). «Nos chans, já se celebra o massacre na escola de Suzano». Vice. Consultado em 13 de março de 2019 
  13. «Massacre em Suzano teria estupros e uso de granadas, diz 3º suspeito». Yahoo! Notícias. 20 de março de 2019. Consultado em 4 de abril de 2019. Cópia arquivada em 14 de março de 2019 
  14. «Realengo, Janaúba e outros: episódios de ataques em escolas no Brasil». Portal G1. 13 de março de 2019 
  15. Mãe de um dos assassinos diz que bullying fez filho parar de estudar
  16. 'Ele sempre gostou dessa coisas de nazismo, gótico', diz mãe de atirador
  17. Obsessão por game, abandono dos pais e bullying marcaram vida de atirador
  18. Saiba quem são os assassinos de Suzano
  19. Justiça condena terceiro suspeito de ataque na escola Raul Brasil, em Suzano
  20. «Massacre em Suzano teria estupros e uso de granadas, diz 3º suspeito». G1. 14 de março de 2019. Consultado em 4 de abril de 2019. Cópia arquivada em 14 de março de 2019 
  21. Thaís Paranhos; Fernanda Stumpf (13 de março de 2019). «Veja quem são as vítimas do massacre em escola de Suzano». Metrópoles. Consultado em 13 de março de 2019 
  22. «Assassino mais jovem matou o outro e depois se suicidou na escola de Suzano, diz polícia». G1. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  23. «Dupla de atiradores deixa oito mortos e comete suicídio em escola de Suzano, em SP». GaúchaZH. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  24. «Atiradores são identificados: são ex-alunos e têm 17 e 25 anos». Folha - PE. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  25. «Diário Oficial – Diretoria de Ensino Região de Suzano» (PDF). Imprensa Oficial de São Paulo. 19 de março de 2019: 39. Consultado em 1 de abril de 2019 
  26. «Famosos se revoltam com tragédia de Suzano que deixou 10 mortos: "Deus, por quê?"». Caras. 13 de março de 2019 
  27. a b c «Veja a repercussão do ataque a escola em Suzano». G1. 13 de março de 2019 
  28. «'Cena mais triste que assisti em toda a minha vida', diz Doria sobre ataque em escola em Suzano». G1. 13 de março de 2019 
  29. Agência Brasil (13 de março de 2019). «Doria decreta luto de três dias por mortes em escola de Suzano». EBC - Empresa Brasil de Comunicação 
  30. «Pelo Twitter, Bolsonaro presta condolências às famílias das vítimas de Suzano». Metro Jornal. 13 de março de 2019 
  31. «Meus sentimentos às famílias das vítimas do terrível atentado em Suzano». Onyx Lorenzoni. Twitter. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  32. «Acordamos hoje com esta terrível notícia e estou estarrecida.». Damares Alves. Twitter. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  33. «A tragédia de Suzano, hoje, mostra que é hora de o Brasil unir forças e competências para compreender o que houve e impedir a repetição de massacres como este.». Rodrigo Maia. Twitter. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  34. Guilherme Seto (13 de março de 2019). «Major Olímpio diz que tragédia em Suzano seria evitada se professores estivessem armados». Folha de S.Paulo 
  35. «Presidente do Senado lamenta tragédia em Suzano». Senado Notícias. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  36. «Nota de pesar do presidente do STF sobre tragédia em Suzano (SP)». STF. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  37. «Massacre em escola de Suzano é noticiado na imprensa internacional». Veja. 13 de março de 2019 
  38. «O silêncio de Bolsonaro». Veja. 13 de março de 2019 
  39. Gustavo Uribe (13 de março de 2019). «Após 6 horas de silêncio, Bolsonaro define tragédia em Suzano como 'monstruosidade'». Folha de S.Paulo 
  40. «Após silêncio, Bolsonaro define tragédia em Suzano como 'monstruosidade'». Folha de Pernambuco. 13 de março de 2019 
  41. Marcelo Camargo (13 de março de 2019). «No Twitter, Bolsonaro lamenta massacre em escola de Suzano». Folha de Londrina 

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