Maurizio Pollini

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Maurizio Pollini
Nascimento 5 de janeiro de 1942 (76 anos)
Milão
Cidadania Itália
Alma mater Universidade de Milão, Conservatório de Milão
Ocupação pianista, maestro, compositor, músico
Prêmios Praemium Imperiale, Concurso internacional de execução musical de Genebra, Competição Internacional de Piano Frédéric Chopin, doutor honoris causa
Empregador Accademia Nazionale di Santa Cecilia

Maurizio Pollini (Milão, 5 de Janeiro de 1942) é um pianista italiano.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Começou a estudar piano com seis anos de idade, sob a orientação de Carlo Lonati. A partir dos treze anos, tornou-se aluno de Carlo Vidusso. Aos dezesseis anos, iniciou seus estudos de composição com Bruno Bettinelli.

Em 1960, venceu o Concurso Internacional de Piano Chopin de Varsóvia. Em seguida ao término do concurso, toca o Concerto nº 1 de Chopin no teatro La Scala de Milão, sob a regência de Sergiu Celibidache.

Em 1963, apresenta-se em Londres e Berlim. Pollini é solista da Filarmônica de Berlim em 1970.

Sua primeira gravação pela Deutsche Grammophon: "Três Movimentos de Petrushka" de Stravinsky e a Sonata nº 7 de Prokofiev, feita em 1971, é o início de uma notável discografia.

Pollini é artista de grande refinamento, de alto rigor técnico e extremamente intelectual. A música contemporânea tem sido parte do repertório de Pollini desde que este pianista começou a sua carreira de concertista internacional.

Arnold Schoenberg teve seu centenário de nascimento comemorado em 1974.No mesmo ano, em Londres, Pollini tocou a integral das obras para piano deste compositor. Berg, Webern, Pierre Boulez e até mesmo Stockhausen tem lugar no repertório deste pianista.

Em 1987, toca os cinco Concertos de Beethoven com a Orquestra Filarmônica de Viena, sob a regência de Claudio Abbado. Pollini apresenta o ciclo completo das 32 sonatas de Beethoven em 1993-94 em Berlim, Munique, Nova Iorque, Milão, Paris, Londres e Viena.

Em 2001, sua gravação das Variações Diabelli de Beethoven , ganha o prêmio "Diapason d'or".

Gravações[editar | editar código-fonte]

A discografia de Pollini é eclética. Destaca-se as gravações de:

  • Chopin (Estudos, Prelúdios, Polonaises, Fantaisie, Baladas, Scherzos, Sonatas nºs 2 e 3, Barcarolle, Noturnos e o Concerto nº1)
  • Schumann (Fantasia, Estudos Sinfônicos, Sonatas nºs 1 e 3, Arabesque, Kreisleriana e o Concerto em Lá menor)
  • Schubert (Sonatas nºs 19, 20 e 21 , Fantasia Wanderer)
  • Liszt (Sonata em Si menor, La Lugubre Gondola nºs 1 e 2)
  • Brahms (Concertos nºs 1 e 2)
  • Beethoven (Sonatas nºs 5, 6, 7, 8, 11, 12, 13, 14, 17, 21, 22, 23, 24, 27, 28,29 ("Hammerklavier"), 30, 31 e 32, Variações Diabelli e os cinco Concertos para Piano)
  • Debussy (Estudos, Prelúdios - Livro 1 e L'Isle Joyeux), Béla Bartók (Concertos nºs 1 e 2), Sergei Prokofiev (Sonata nº7), Igor Stravinsky (Três Movimentos de Petrushka), Arnold Schoenberg (integral da música para piano e o Concerto), Alban Berg (Sonata), Anton Webern (Variações), * Pierre Boulez (Sonata nº 2), além de participações especiais como solista em obras de avant-garde de Luigi Nono e Giacomo Manzoni.

Referências