Medicina natural

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A Medicina Natural (também chamada de Naturopatia[1]) é uma terapia que enfatiza a capacidade intrínseca do corpo para curar-se e manter-se. Naturopatas utilizam recursos naturais como remédios a base de plantas medicinais (Fitoterapia) mas também podem usar, quando necessário, vitaminas, minerais, aminoácidos (Medicina Ortomolecular) e fármacos sintéticos que emulam certas substancias naturais (como por exemplo a canfora sintética chinesa). A naturopatia inclui muitas modalidades de tratamento, tendo uma abordagem holística de assistência ao paciente, que pode ser acompanhada juntamente com a medicina alopática. O termo naturopatia foi utilizado pela primeira vez pelo Dr. John Scheel, em 1885. Em 1902 Benedict Lust também passou a utilizar.

A Naturopatia é a terapêutica que estuda as propriedades e aplicações dos elementos naturais, a fim de prevenir a doença e manter, promover e restaurar a saúde, recorrendo ainda ao aconselhamento dietético naturopático e à orientação sobre estilos de vida e utilizando a fitoterapia, a homeopatia, a hidroterapia, a geoterapia, as técnicas de manipulação, auriculoterapia, shiatsu entre outras. Consiste numa abordagem holística, energética e natural do ser humano, através de métodos de diagnóstico, prescrição e tratamentos próprios, assentes em axiomas e teorias específicas.

A medicina natural combina a sabedoria da natureza com os rigores da ciência moderna[2]. Repleta de métodos tradicionais terapêuticos, princípios e práticas, a medicina natural incide sobre a prevenção pró-ativa e abrangente diagnóstico e tratamento. Usando protocolos que minimizem o risco de danos, ajudando a facilitar a capacidade inerente do corpo para restaurar e manter a boa saúde.

O Naturopata tem o papel de identificar e eliminar os obstáculos à saúde plena, ajudando a criar um ambiente interno e externo de cura. Os licenciados em medicina natural trabalham em consultórios particulares, hospitais, clínicas e centros de saúde da comunidade (Europa e EUA). Naturopatas qualificados passam por um rigoroso treinamento (4 anos de curso, mais 1 ano de estágio) antes de se tornarem licenciados. Médicos Naturopaticos podem tratar todas as condições médicas e podem fornecer cuidados de saúde individual e familiar.

Entre as doenças mais comuns que tratam, destacam-se as alergias, dor crônica, problemas gastrointestinais, desequilíbrios hormonais, obesidade, doenças respiratórias, doenças cardíacas, problemas de fertilidade, menopausa, fadiga adrenal, cancro, fibromialgia, síndrome de fadiga crônica entre outras.

Clínica Naturopatica[editar | editar código-fonte]

Os Naturopatas (ou Naturologistas) não se limitam a tratar apenas os sintomas de seus pacientes. Desenvolvem uma série de técnicas para encontrar uma causa paralela às disfunções e desequilíbrios. No consultório, observam também a conduta emocional, o caráter e são utilizados diversas analises clínicas tais como: palpação, avaliação das unhas, pulso, observação da fala, língua, ouvidos, entre outros.[3]

O Naturopata deve ser capaz de:

a) Atuar na sua prática profissional de modo a promover a saúde e prevenir a doença dos seus clientes, avaliando-os, realizando o exame de saúde naturopático e utilizando meios de diagnóstico próprios da naturopatia de forma a avaliar a constituição e vitalidade e a diferenciar os factores que determinam os padrões de desequilíbrio sistémico e as suas relações no contexto do utente de acordo com a aplicação das teorias da Naturopatia;

b) Reconhecer as situações em que as queixas do cliente possam ser indicadoras de patologias ou problemas fora do âmbito da naturopatia e necessitem da intervenção de outro profissional;

c) Aconselhar regimes nutricionais, dietéticos e estilos de vida;

d) Investigar e avaliar, em conjunto com o cliente, os fatores individuais que podem afetar a sua saúde e bem-estar;

e) Prestar informação aos clientes e ao público com vista à promoção da saúde e à prevenção das doenças;

Referências

  1. Diário da República ,1.ª série — N.º 194 - 8 de outubro de 2014, Diário da República ,1.ª série — N.º 194 - 8 de outubro de 2014 (8 de Outubro de 2014). «Ministério da Saúde e da Educação e Ciência» (PDF). Diário da República ,1.ª série — N.º 194 - 8 de outubro de 2014. Consultado em 6 de Março de 2017 
  2. «Evidence | Cochrane Complementary Medicine». cam.cochrane.org (em inglês). Consultado em 6 de março de 2017 
  3. COUTINHO, Gilberto. «Entenda a naturopatia». Consultado em 22 de janeiro de 2009 
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