Meia Via

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Portugal Portugal Meia Via 
  Freguesia  
Meia Via
Meia Via
Símbolos
Bandeira de Meia Via
Bandeira
Brasão de armas de Meia Via
Brasão de armas
Gentílico Meiaviense
Localização
Meia Via está localizado em: Portugal Continental
Meia Via
Localização de Meia Via em Portugal
Coordenadas 39° 28' 27" N 8° 29' 58" O
Distrito Distrito de Santarém
Município TNV1.png Torres Novas
Administração
Tipo Junta de freguesia
Presidente Maria Lígia Correia Fanha da Graça Santos (PS)
Características geográficas
Área total 4,2 km²
População total (2011[1]) 1 667 hab.
Densidade 396,9 hab./km²
Código postal 2350
Outras informações
Orago Nossa Senhora de Monserrate

Meia Via é uma freguesia portuguesa do concelho de Torres Novas. Foi desmembrada em 2001 da vizinha freguesia de Santiago. A Freguesia de Meia Via foi criada em 3 de Julho de 2001.

A freguesia de Meia Via é formada por este conjunto de lugares e povoações: Meia Via, Guadiana, Charneca da Meia Via, Casal do Pote, Casal Pinhal, Casal das Vieiras, Ladeira do Pinheiro e Botequim (parcialmente).

População[editar | editar código-fonte]

A freguesia da Meia Via tinha 1 667 habitantes no censo de 2011.

Distribuição da População por Grupos Etários
Ano 0-14 Anos 15-24 Anos 25-64 Anos > 65 Anos 0-14 Anos 15-24 Anos 25-64 Anos > 65 Anos
2011 264 133 899 371 15,8% 8,0% 53,9% 22,3%

Média do País no censo de 2011: 0/14 Anos-14,9%; 15/24 Anos-10,9%; 25/64 Anos-55,2%; 65 e mais Anos-19,0%

O grupo MVP, grupo em que integram jovens entre os 15 e os 19 anos, grupo este que traz juventude para a população e que promete trazer futuro para aldeia.

Localização[editar | editar código-fonte]

Mapa da Freguesia de Meia Via

É, já hoje, uma zona de cariz urbano com um índice populacional de 450 hab./km², num concelho onde este índice é de 135 hab./km². No entanto, as reacções do mercado imobiliário local indicam que a demografia meiaviense vai alterar-se, prevendo-se a curto prazo que o índice demográfico aumente para 1.000 hab./km².

O apetite demonstrado por pessoas singulares e colectivas, adquirindo habitações individuais, terrenos de pequena, média e grande dimensão ou promovendo loteamentos urbanos (alguns já em fase de execução) onde se prevê a construção de mais de 1.000 fogos destinados à habitação, comércio e até indústria, representando assim, um substancial aumento da população meiaviense.

Se atentarmos um pouco à geografia vamos encontrar esta aldeia situada no exacto limite do perímetro urbano da cidade do Entroncamento, a 100 metros do nó da A23 que liga à A1 na portagem de Torres Novas, a 2.000 metros da estação ferroviária da cidade do Entroncamento, e a 5.000 metros do parque multimodal de Riachos/ Entroncamento (um empreendedimento da MSC).

A Meia Via, primeiramente situada no eixo Torres Novas / Entroncamento, localiza-se no centro do País, desfruta dos melhores equipamentos e infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias existentes; e está, por isso, perto de tudo, em todas as direcções.

Por outro lado, apesar de novamente se falar do já antigo triângulo Torres Novas, Abrantes, Tomar, onde nos integramos também, talvez fosse de bom tom pensar de forma mais ampla e reparar que o fulcro, a zona nevrálgica, de uma qualquer outra figura geométrica formada por linhas de conexão de Alcanena, Abrantes, Santarém e Tomar, é precisamente o eixo Torres Novas / Riachos, Meia Via / Entroncamento, localização do grande cruzamento das vias Norte / Sul ( Caminhos de Ferro e A1 ) e Leste / Oeste Caminho de Ferro e IP6).

A Meia Via ainda se encontra a uma distância de 100 km relativamente a Lisboa apenas a 70 da costa marítima, na Nazaré e a 20 do enorme reservatório de água que é sem dúvida, a Barragem de Castelo de Bode. É neste contexto geográfico que se situa a Meia Via, ocupando uma extensão territorial de cerca de 5 km², sofrendo de pressões, económicas e de expansão urbana por parte da cidade do Entroncamento, e políticas por parte da vila de Riachos que já afirma publicamente querer ser concelho e olha, eventualmente para a Meia Via como a sua continuação, a norte da Estrada Nacional N.° 3.

História[editar | editar código-fonte]

«Meia Via» denominação utilizada, pela primeira vez, em documento religioso datado de 1668. O nome deverá provir de facto da localidade se situar a meio caminho da estrada real, que outrora ligava Lisboa a Coimbra. A sua fundação é, contudo, muito anterior data atrás assinalada. A constituição teve por base um conjunto de casais, unidades de povoamento antigo, de que ainda hoje são testemunho os nomes de alguns lugares: Casal do Pote, Casal do Jesuíta, Casal Pinhal, Casal da Moura, Casal Vaz, Casal Garcia Mogo, Ladeira do Pinheiro e Botequim.

Situada numa região de terras delgadas, a Meia Via, sempre fez parte da freguesia de Santiago.

Era uso dizer-se que " as terras da Meia Via não aguentam água nem sol", - eram pobres e fracas, como pobres que foram os meiavienses e os seus remotos antepassados.

Tal pobreza nunca foi, no entanto, impedimento definitivo para os meiavienses que, ao longo dos tempos, se habituaram a serem eles próprios os construtores dos meios para melhorarem as suas vidas.

Nos primórdios instalaram-se em casais (unidades de povoamento antigo). Estes casais deram origem às denominações de muitos dos locias da Meia Via. Nas tais terras pobres, os nossos antepassados percorreram léguas, desbravaram geiras, mediram alqueires e almudes, beberam quartilhos e canadas, abriram palmos de poços, regaram à picota e ao cabaço, produziram adobos, tijolos e telhas.

Desenvolviam assim as actividades agrícolas e artesanais próprias de cada época, em jornadas de canseiras intermináveis.

Uma vez no ano, por altura do solistício do Verão, era tempo de alegria.

Reunidos os casais, sacrificavam uma rês, mais tarde apelidada por boi danado, que depois comiam em bodo colectivo, cantando e dançando cantos e danças de agradecimento à mãe natureza por boas colheitas de azeite, vinho e pão e gados saudáveis na criação.

Foi assim, pelo menos, até aos meados do século XVI.

Quando este conjunto de casais do "Espargal", antiga povoação que depois veio a chamar-se Meia Via, onde, reza a lenda, teriam os cingeleiros de Riachos encontrado a imagem do Sr. Jesus de Santiago, demonstrava já alguma pujança, ergueram a ermida de Na Sra. de Monserrate e surge a primeira referência à Meia Via num pergaminho de cariz religioso datado de 6 de Agosto de 1668.

O ritual de sacrifício do boi danado, evento religioso-pagão fora então adaptado e integrado no calendário litúrgico católico, nascendo desse facto os festejos em honra do Divino Espírito Santo, que perduram nos nossos tempos.

Não é, portanto, conhecida a data exacta em que a Meia Via ganhou esta denominação, mas pensa-se que ela provém do facto da povoação estar situada a meio caminho na estrada real de ligação Lisboa/Coimbra e possuir um poço público (actualmente quase completamente destruído) onde as caravanas paravam para descanso de homens e bestas (in "Mosaico Torrejano" de A. Gonçalves, pág. 228).

No início do século XIX, viviam e subsistiam os meiavienses na base do cultivo de pequenas parcelas agrícolas e da exploração dos baldios existentes na Charneca e arredores, quando foram espoliados de madeiras e lenhas pelo então administrador concelhio de Torres Novas.

Descontentes e indignados, apresentam reclamações e petições à Casa Real, conseguindo, com a sua pertinácia, despacho favorável à divisão dos referidos baldios pelas famílias, fugindo por este meio ao controlo e usurpação exercidos pela administração torrejana, constituindo-se em proprietários agrícolas, conseguindo assim mais um meio de subsistência.

Ainda nesse século foram, instituída a escola oficial local e fundada a Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense.

O século XX chegou e trouxe consigo a decadência do regime monárquico.

Por entre lutas políticas de monárquicos e republicanos foi construído o cemitério de Meia Via em 1909, com fundos recolhidos por subscrição pública para a qual contribuíram as populações de quase todos os lugares da freguesia de Santiago.

Em 1910, cai a monarquia.

A burguesia emergente em Meia Via, partidária da República, afirma-se pelo fortalecimento do ensino local; abre a escola às raparigas e funda o Grupo de Recreio Musical Meiaviense (TUNA) e a biblioteca, ambos funcionando no Teatro Maria Noémia, construído nos anos 1924 e 1925 e inaugurado em 1926.

Ficaram célebres as récitas e bailes dos anos 30 na Tuna. É durante este período, de lutas políticas entre velhos adeptos monárquicos e republicanos vitoriosos motivados para a fundação da freguesia de Meia Via, que se assentua a divisão entre as populações de Meia Via, onde imperava a causa republicana, e os Pintainhos, Carreiro de Areia e Gateiras, ao ponto de até aos nossos dias, as famílias destas últimas localidades se recusarem a sepultar os seus mortos no cemitério de Meia Via, que eles próprios ajudaram a pagar.

Foi o fim de qualquer tipo vivência em comum que até aí possa ter existido.

Foi o culminar das lutas políticas de então que impediram a Meia Via de ser freguesia ainda antes dos anos 30.

Apesar das contrariedades os meiavienses sempre conseguiram manter a sua capacidade de lutar, de festejar, de aprender, de se cultivar, de trabalhar, de assegurar as tradições e sobretudo de amar a sua terra. No entanto, salvo raras excepções, os meiavienses continuaram sendo, essencialmente, trabalhadores rurais e pequenos proprietários até à II Guerra Mundial.

Só no princípio da década de 50, com o enorme desenvolvimento da indústria ferroviária no Entroncamento, e dos têxteis e lanifícios, do papel, da metalomecânica, da destilação e dos transportes rodoviários em Torres Novas, tanto umas como outras reclamaram essa mão de obra não qualificada, que de rural, se transformou em industrial.

Assim, os rurais e seus filhos transformam-se em operários, e, por sua vez, os filhos destes, já com formação técnica escolar, em operários qualificados e empregados dos serviços.

São, sobretudo estes jovens operários e empregados que, em 1956, fundam o Clube Desportivo Operário Meiaviense na ânsia de poderem praticar o futebol e o ciclismo.

Nos finais desta década, em plena época de transição e melhoria social dos meiavienses, acontece o facto mais triste e penoso da nossa história.

Antiga Ermida de Nossa Senhora de Monserrate

Um grupo de meiavienses, talvez bem intencionados, mas mal formados, decidiram destruir, em vez de conservar, a ermida de N8 Sra. de Monserrate, templo ao estilo rural anterior ao século XVII, com interior revestido a azulejo dessa época e altar em talha dourada.

Daquele belo e simultaneamente humilde templo restam o cruzeiro e a colecção de azulejos posteriormente aplicados na capela da Sra. do Vale em Torres Novas e actualmente classificados de interesse público.

Com o 25 de Abril, já na década de 70, novas perspectivas se abriram, e, uma vez mais, os meiavienses acreditaram e conseguiram, mais rapidamente do que parecia possível, assegurar o abastecimento público de água ao domicílio e o saneamento básico da aldeia.

Revigoraram as colectividades existentes e ainda tiveram tempo para fundar a Sociedade Columbófila Meiaviense, construir um posto médico, um jardim de infância, um mercado de frescos e iniciar a construção do Centro Social do Divino Espírito Santo.

Meia Via na Internet[editar | editar código-fonte]

A Meia Via sempre esteve ligada às novas tecnologias. Existem blogs e páginas do Facebook para todas as associações meiavienses, e em 2013 um grupo de jovens criou o JPF, um jornal mensal online, que foi extinto meses depois. Atualmente o blogue mais ligado aos Meiavienses é o Notícias da Meia Via.

Economia e Serviços[editar | editar código-fonte]

Centro Social do Divino Espírito Santo

Na Freguesia de Meia Via as únicas actividades económicas que predominam são o comércio e os serviços. Nesta freguesia existe uma base do Recheio Cash&Carry, uma companhia do Grupo Jerónimo Martins que opera no mercado português de distribuição grossista.

Existem bastantes cafés e pequenas lojas que se encontram no centro da aldeia.

Na área social o Centro Social Divino Espírito Santo funciona como Instituição de Solidariedade Social, pertence à Fábrica da Igreja da Paróquia de Nossa Senhora de Monserrate, com valências de Centro de Dia, ATL e Apoio Domiciliário. O edificio foi inaugurada no dia 1 de Dezembro de 2001 pelo Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas na altura António Rodrigues.

A agricultura é apenas como subsistência.

Transportes[editar | editar código-fonte]

Em Julho de 2004 foi inaugurada a terceira fase da linha dos TUT (Transportes Urbanos Torrejanos), que iriam ligar a Meia Via e Riachos a Torres Novas. 

Com esta ligação os meiavienses ficam a dispor de uma ligação a Torres Novas de hora a hora, passando ainda pela Vila de Riachos.  

Além destas linha uma outra linha de autocarros, mas pelo serviço da Rodoviária do Tejo, liga o Entroncamento a Torres Novas passando pela Meia Via num percurso muito mais rápido. Através desta linha os meiavienses poderão também chegar com mais facilidade ao Hospital Rainha Santa Isabel em Torres Novas. 

Além das ligações a Torres Novas e Entroncamento através de linhas urbanas, a excelente localização da aldeia coloca-a ainda em rota com o serviço da rodoviária que liga Torres Novas a Tomar.

Política[editar | editar código-fonte]

 Resultados das eleições autárquicas desde a fundação da freguesia de Meia Via em 2001[editar | editar código-fonte]

Assembleia de Freguesia[editar | editar código-fonte]

Partidos % M % M % M % M % M
2001 2005 2009 2013 2017
PS 33.64  3 42,77% 24,62% 2 41,58 5 52,73 6
PPD-PSD 24,83% 16,92% 2 9,08% 15,37 1
CDU 9,36 1 17,64% 8,16% 9,66 1
BE 2,88 4,96% 10,77% 1 11,97% 1 14,87 1
XX 26,34 3
IV 24,59 2 20,39 2
III 38,35% 4
GRUPO CIDADÃOS 4,36%

Desporto[editar | editar código-fonte]

Em meados de 1956 nasce na aldeia, pelas mãos de jovens Operários, o Clube Desportivo Operário Meiaviense, a ideia seria a prática de modalidades como futebol e o ciclismo. Inicialmente, o campo de futebol, em terra batida, localizava-se onde é hoje em dia o Espaço Mecânico, no Entroncamento. Actualmente, o campo de futebol do CDOM localiza-se na entrada da Meia Via, no sentido do Entroncamento. Hoje o clube apenas mantém em atividade o futebol onde participa actualmente nos Campeonatos Distritais da A.F. Santarém. O Clube ainda esteve em actividade alguns anos com o ténis e o atletismo.

O clube dispõe de uma sede com um café e utiliza o Parque de Jogos da Meia Via para os jogos de futebol e suas atividades desportivas.

Destaque ainda para a Sociedade Columbófila Meiaviense que é uma das colectividades columbófilas mais prestigiadas do distrito de Santarém e do País.

Para alimentar o interesse das camadas mais jovens pelo desporto, e para o bem estar físico da comunidade meiaviense, foi criado em 2011 um Ringue Desportivo no Casal Vaz, próximo ao Centro Escolar da Meia Via. Conta com equipamentos de lazer infantil, e de treino físico. O ringue desportivo, com chão de areia, dá aos meiavienses a possibilidade de desfrutarem de uma área para a prática desportiva. Ao lado do campo de futebol do CDOM, existe também um campo de menores dimensões, com solo em relva sintética.

Educação[editar | editar código-fonte]

Na freguesia existe um Centro Escolar com Pré-Escola, inaugurado a 11 de Setembro de 2011. O Centro Escolar de Meia Via é um equipamento dotado de três salas de aula destinadas ao jardim-de-infância e seis salas de aulas para alunos do 1º ciclo. Ginásio, refeitório, biblioteca, laboratórios, salas de informática, campo de jogos e parque infantil.

Património[editar | editar código-fonte]

Teatro Maria Noémia "Tuna"[editar | editar código-fonte]

Teatro Maria Noémia

Teatro de planta rectangular construído em 1926 por um comerciante, no logradouro da sua casa. Entre 1968 e 1970, foi sede do Movimento da Juventude Meiaviense e, em 1975, sede da Sociedade Columbófila. Em 1996, este teatro foi alvo de grandes obras de recuperação e ampliação. Foi inaugurado no dia 26 de Março de 2006 e o espaço é tutelado pela Câmara Municipal de Torres Novas e conta com o Grupo de Teatro Meia Via, Associação Cultural de Torres Novas como a companhia residente.

Igreja de Nossa Senhora de Monserrate[editar | editar código-fonte]

A actual Igreja de Nossa Senhora de Monserrate veio substituir a antiga ermida. 

Como nos diz o pequeno memorial junto à igreja. "O lançamento da primeira pedra teve lugar em Dezembro de 1959, por sua Ex.ª REVma. Dom António Campos Bispo de Febiana sendo pároco da Freguesia de Santiago o Revº, Padre Joaquim Saraiva Abrantes. Inauguração e Sagração a 15 de Agosto 1977 por sua EX. REVma. Dom António Francisco Marques, 1º Bispo da diocese de Santarém sendo pároco da Freguesia de Santiago o REVº Pe. Jacinto Gonçalves Pedro."  

Igreja de Nossa Senhora de Monserrate

Cruzeiro[editar | editar código-fonte]

Cruzeiro do século XVII, pertence à antiga ermida de Nossa Senhora de Monserrate. 

Quinta do Casalito[editar | editar código-fonte]

Edifício de 1920 projectado pelo arquitecto Raul Lino.

Quinta da Rainha[editar | editar código-fonte]

Parcialmente localizada na freguesia, a Quinta da Rainha é uma exploração agrícola especialmente vocacionada para a plantação de oliveira e onde é possível levar a cabo atividades equestres.

Colectividades[editar | editar código-fonte]

  • Clube Desportivo Operário Meiaviense
  • Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense
  • Teatro Meia Via, Associação Cultural de Torres Novas
  • Sociedade Columbófila Meiaviense
  • Associação de Caçadores Santisalva
  • Centro Social do Divino Espírito Santo
  • Associação Cantares e Vozes da Meia Via

Festividades e Tradições[editar | editar código-fonte]

  • Festas em Honra do Divino Espírito Santo no domingo de Pentecostes;
  • Marchas Populares

Galeria de Imagens[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Meia Via

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «População residente, segundo a dimensão dos lugares, população isolada, embarcada, corpo diplomático e sexo, por idade (ano a ano)». Informação no separador "Q601_Centro". Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 3 de Março de 2014