MetrôRio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a empresa que opera as linhas 1, 2 e 4 do metrô do Rio de Janeiro. Para o sistema metroviário carioca, veja Metrô do Rio de Janeiro.
MetrôRio
Logo da empresa
Razão social Concessão Metroviária do Rio de Janeiro S.A.[1]
Empresa de capital fechado
Atividade Transporte metroviário
Gênero Sociedade anônima
Fundação 9 de dezembro de 1997 (22 anos)
Sede BrasilRio de Janeiro, RJ, Brasil
Área(s) servida(s) Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Locais Rio de Janeiro
Proprietário(s) Invepar
Presidente Guilherme Walder Mora Ramalho
Produtos Transporte de passageiros
Antecessora(s) Metrô do Rio de Janeiro
Website oficial www.metrorio.com.br

MetrôRio é uma empresa privada brasileira com sede no Rio de Janeiro concessionária responsável pela operação da Linha 1 (laranja) da Linha 2 (verde) e da Linha 4 (amarela).

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

Inicialmente construídas e operadas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro a operação e manutenção das Linha 1 e Linha 2 do Metrô do Rio de Janeiro foi concedida em 9 de dezembro de 1997 à iniciativa privada, vencendo a empresa hoje batizada de MetrôRio. O controle de fato passou para a companhia em abril do ano seguinte.[2]

Pelo contrato a empresa seria responsável por operar o sistema e realizar a sua manutenção, enquanto a expansão da rede continuaria responsabilidade do estado, através da estatal Rio Trilhos, num contrato de 20 anos. Em dezembro de 2007, contudo, após metade desse período o governo estadual reeditou o instrumento, aumentando a concessão por mais 20 anos. Em contrapartida a MetrôRio teve de realizar um pacote de investimentos de cerca de R$1,5 bilhão.[2]

Venda[editar | editar código-fonte]

Um ano depois, em dezembro de 2008, a MetrôRio mudou de mãos. Os acionistas principais à época, Citigroup Venture Capital (CVC), Investidores Institucionais Fundo de Investimento em Participações (IIFIP) e Fundação Vale do Rio Doce de Seguridade Social (Valia) venderam por R$1 bilhão o controle da concessão para a Invepar, consórcio formado pela construtora OAS e pelos fundos de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (Previ), da Caixa Econômica Federal (Funcef) e da Petrobras (Petros).[2]

Entre setembro de 2011 e dezembro de 2016, o presidente da MetrôRio foi Flávio Medrano de Almada, ex-presidente da Barcas S.A., empresa responsável pela operação do sistema de barcas de passageiros da Baía de Guanabara[3]. Desde dezembro de 2016, a companhia passou a ser presidida por Guilherme Walder Mora Ramalho, ex-ministro da Secretaria de Aviação Civil[4].

Referências

  1. 1 CONCESSÃO METROVIÁRIA DO RIO DE JANEIRO S.A. «COMUNICADO AO MERCADO» (PDF). Consultado em 7 de Setembro de 2015 
  2. a b c Alberto Komatsu (31 de dezembro de 2008). «Citi vende controle do metrô do Rio por R$ 1 bilhão». Estadão. Consultado em 9 de fevereiro de 2014 
  3. «Ex-presidente da Barcas S/A assume direção do Metrô Rio». Terra. 26 de setembro de 2011. Consultado em 15 de fevereiro de 2014 
  4. https://www.valor.com.br/empresas/4812905/metrorio-da-invepar-troca-o-presidente-e-reestrutura-diretorias
Ícone de esboço Este artigo sobre uma empresa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.