Metrô de Belo Horizonte

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Metrô de Belo Horizonte
Belo Horizonte metro train.JPG
Informações
Local Belo Horizonte e Contagem
Tipo de transporte Metroferroviário[1]
Número de linhas 1 em operação, 2 em projeto
Tráfego 241 mil passageiros dia[2]
Website http://www.metrobh.gov.br
http://www.metrominas.mg.gov.br
Funcionamento
Início de funcionamento 1 de agosto de 1986
Operadora(s) CBTU/Metrô BH
Dados técnicos
Extensão do sistema 28,2 km
Bitola 1600 mm
Velocidade média 40 km/h
Velocidade máxima 80 km/h
Metrô de Belo Horizonte
Legenda:
em constr. / em func.
Linha 1 
Unknown route-map component "uexBHFq" Unknown route-map component "uBHFq"
 
Linha 2 
Unknown route-map component "exBHFq_purple"
 
Linha 3 
Unknown route-map component "fexBHFq"
 
Diagrama:           
Unknown route-map component "d" + Waterway turning from left
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "ulBHF"
Urban track turning from right
 Minas Shopping
São Gabriel 
Urban station on track Urban station on track
 José Cândido
1.º Maio 
Urban station on track Urban station on track
 Santa Inês
Waldomiro Lobo 
Urban station on track Urban station on track
 Horto Florestal
Floramar 
Urban station on track Urban station on track
 Santa Tereza
Vilarinho 
Urban End station Urban station on track
 Santa Efigénia
 
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "uKRW+l"
Unknown route-map component "d" + Unknown route-map component "ulBHF"
Unknown route-map component "uKRWr"
 Central
Lagoinha 
Unknown route-map component "ueBHF-L" + Urban station on track
Unknown route-map component "fexKBHF-Ra"
 
 
Urban straight track Unknown route-map component "fexBHF"
 Praça 7
Carlos Prates 
Urban station on track Unknown route-map component "fexBHF"
 Palácio das Artes
Calafate 
Urban station on track Unknown route-map component "fexBHF"
 Tiradentes
 
Urban straight track Unknown route-map component "fexKBHFe"
 Savassi
Nova Suíça 
Unknown route-map component "ueBHF-L" Unknown route-map component "exKBHF-Ra purple"
 
Gameleira 
Urban station on track Unknown route-map component "exBHF_purple"
 Amazonas
Vila Oeste 
Urban station on track Unknown route-map component "exBHF_purple"
 Salgado Filho
Cidade Industrial 
Urban station on track Unknown route-map component "exBHF_purple"
 Vista Alegre
Eldorado 
Urban end station, unused through track Unknown route-map component "exBHF_purple"
 Ferrugem
Novo Eldorado 
Unknown route-map component "uexKBHFe" Unknown route-map component "exBHF_purple"
 Mannesmann
 
Unknown route-map component "exKBHFe_purple"
 Barreiro
Fontes:

O Metrô de Belo Horizonte é operado pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), através da Superintendência de Trens Urbanos de Belo Horizonte (STU/BH). Possui atualmente somente uma linha - Linha 1 - com 19 estações e 28,2 km de extensão (toda em via dupla), com perspectivas de expansão graças aos recursos garantidos pelo Ministério das Cidades. Além de Belo Horizonte, a linha 1 também atende ao vizinho município de Contagem, onde está localizada a Estação Eldorado. Diariamente, cerca de 220 mil pessoas utilizam o Metrô de Belo Horizonte, sendo atualmente o sexto maior sistema metroferroviário operante no Brasil.

O sistema começou a operar comercialmente em Agosto de 1986, com base em um projeto que previa a implantação de uma rede de transporte sobre trilhos de 37 km, dividida em duas linhas, Eldorado-São Gabriel e Barreiro-Calafate. Inicialmente, apenas o trecho Eldorado-Lagoinha foi implantado. Mais tarde, mais trechos foram entregues, porém fora do cronograma previsto. Somente em 2002 as atuais 19 estações do sistema foram entregues e apenas em 2005 que o Metrô de Belo Horizonte passou à operação plena, ou seja, de Eldorado a Vilarinho. As obras da Linha 2 - Barreiro-Calafate (atualmente Barreiro-Nova Suíça) chegaram a ser iniciadas em 1998, mas foram paralisadas em 2003, e aguardam serem concluídas até a presente data.[3]

Em 2011, a presidente Dilma Rousseff anunciou a liberação de 3,16 bilhões de reais em recursos para a modernização e ampliação do sistema em Belo Horizonte. Tais recursos são provenientes do PAC Transportes, sendo 1 bilhão vindos do governo federal, outros 1,1 bilhão da iniciativa privada e o restante vindos de financiamentos[4] . Os investimentos foram destinados à modernização e ampliação da linha existente (Eldorado-Vilarinho), a retomada da construção da linha 2 (Barreiro-Calafate) e a implantação do ramal subterrâneo Savassi-Lagoinha (Linha 3). Também estão sendo direcionados recursos para a ampliação da frota atual de trens. Após essa modernização, o Metrô de Belo Horizonte deverá transportar cerca de 980 mil passageiros por dia, com 44 quilômetros de extensão, trinta e uma estações e 40 composições de 6 vagões cada[5] .

História[editar | editar código-fonte]

1981-2001: Projeto e Implantação[editar | editar código-fonte]

No final dos anos 70, o GEIPOT, órgão de planejamento do Ministério dos Transportes, foi incumbido de desenvolver um projeto para a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) que equacionasse o estrangulamento da capacidade de transporte de cargas ferroviárias que ocorria na região, eliminasse as “passagens de nível” no meio urbano cortado pela via férrea, e melhorasse o transporte ferroviário de passageiros.

Na RMBH encontra-se o entroncamento ferroviário mais importante do País, interligando, sem alternativa, o norte ao sul e o leste ao oeste do Brasil. Por ter que compartilhar uma linha singela os transportes ferroviários de carga e passageiros, as vias deste entroncamento apresentavam uma capacidade limitada de transporte, inferior às demandas existentes. Em face de tais problemas, o GEIPOT desenvolveu um projeto que buscava uma solução conjunta para carga e passageiros, duplicando e segregando as linhas e descartando a idéia anterior, que era a construção de um anel ferroviário contornando a RMBH, de custo de implantação inviável.

O sistema de transporte urbano de passageiros sobre trilhos foi projetado na mesma diretriz do leito ferroviário já existente, reduzindo-se assim, o custo de implantação e equacionando o problema da travessia ferroviária da RMBH. A carga foi mantida em seu leito original, mas com linha exclusiva e retificação de alguns trechos.

O projeto foi desenvolvido com os seguintes objetivos básicos:

  • Implantar um sistema de transporte urbano sobre trilhos com características metroviárias que atendesse à população da área de influência direta e indireta das linhas já existentes da RFFSA.
  • Melhorar as condições operacionais das linhas de carga que cortam a Região Metropolitana, eliminando as passagens de nível e ampliando a capacidade de transporte de 5 milhões de t/ano para 30 milhões na primeira fase e para 60 milhões de t/ano com a duplicação da linha.
  • Racionalizar e modernizar o sistema de transporte urbano da RMBH, proporcionando maior fluidez ao tráfego rodoviário, a reconstituição da malha viária seccionada em nível pelas vias férreas, economia de combustíveis e redução dos índices de poluição sonora e atmosférica.

O projeto original previa, inicialmente, uma ligação entre Betim, a oeste, e o bairro São Gabriel, ao norte de Belo Horizonte, com um ramal para o Barreiro, a sudoeste, totalizando 60 km de plataforma ferroviária em faixa totalmente vedada, transposições inferiores e superiores para veículos e pedestres.

Foram previstas 22 estações, 25 Trens unidades elétricas, oficinas, pátios, terminais de integração intermodal, instalações de apoio, além dos sistemas de energia, supervisão, controle e telecomunicações.

As obras foram iniciadas em 1981, com um cronograma para a conclusão em 1986, do trecho definido como prioritário de 37 km, compreendendo os percursos Eldorado/São Gabriel com 26,5 km de linha dupla, incluindo as linhas do pátio de manutenção do bairro São Gabriel e o ramal Calafate/Barreiro com 10,5 km.

Os recursos para implantação do Metrô deveriam vir do PME (Programa de Mobilização Energética) e financiamento do Governo Francês para aquisições de equipamentos para os sistemas de sinalização, telecomunicação, energia e parte do material rodante, com uma contrapartida do Governo Federal, para execução de obras civis, infra-estrutura, superestrutura, desapropriações e montagem dos trens.

A parcela dos recursos franceses foi recebida dentro do cronograma previsto, mas, em face do encerramento do PME e da falta de definição de novas fontes de investimentos, os recursos do Governo Federal cessaram e os cronogramas de obras foram sucessivamente rolados até 1987, quando as frentes de serviço foram praticamente desmobilizadas, tendo sido possível a operação parcial do trecho Eldorado/Central, com 12,5 km de extensão, sete estações e uma frota de apenas cinco trens. Diversas obras complementares de tratamento dos entornos das estações ficaram por fazer, dificultando o acesso de pedestres ao sistema e a integração com o sistema ônibus.

Somente a partir de 1991, mediante um apoio suprapartidário no Congresso Nacional, foi possível alocar recursos no Orçamento da União, retomar as obras de implantação do Metrô de Belo Horizonte e a montagem dos 20 trens restantes, cujos trabalhos haviam sido paralisados em 1986.

Com a demora na implantação e o crescimento da RMBH, foram modificados os objetivos e projetos inicialmente previstos, adequando-os a uma nova realidade:

  • Foi postergada a implantação do trecho Eldorado-Betim e ramal do Barreiro.
  • Foi priorizada a extensão do Metrô para o vetor norte, em direção à região de Venda Nova, em função do crescimento e das características de deslocamento de sua população.

Foram previstas mais quatro estações no trecho Eldorado/São Gabriel, sendo a de Vila Oeste e Rodoviária no trecho Eldorado-Central e a de José Candido e Minas Shopping, no trecho Horto-São Gabriel. A inclusão destas novas estações se deve à concepção de um projeto mais voltado para o transporte urbano, visando atender melhor as comunidades na área de influência do Metrô.

A partir de Santa Inês, as estações já não seguem mais o padrão arquitetônico definido pelo GEIPOT. As novas estações são mais leves, de menor custo e, sempre que possível, os elevadores estão sendo substituídos por rampas.

Foi acatada a sugestão dos órgãos gestores de transporte da RMBH e da comunidade para alterar o nome de algumas das novas estações, para proporcionar melhor orientação ao usuário. Estas alterações foram: de Estação Entroncamento para Rodoviária; de São Paulo para São Gabriel; de Dona Clara para 1º de Maio e de Heliópolis para Waldomiro Lobo.

Foi detectada a necessidade de se dar um tratamento especial aos acessos de pedestres e integração com o sistema ônibus, sem os quais fica inviabilizada a plena utilização do Metrô.

As novas passarelas de pedestres possuem laterais com grades, eliminando o padrão GEIPOT com o guarda-corpo estrutural todo fechado, são mais leves, com rampas mais suaves e proporcionam maior conforto e segurança aos usuários.

A operação comercial do Metrô de Belo Horizonte teve início em 1º agosto de 1986. Nesta época, entraram em operação seis estações, ligando Eldorado e Lagoinha, com 10,8 km de linha e apenas três trens. Em 1987, foram incorporados ao trecho a estação Central e mais dois trens. A partir de 1994 mais onze trens foram colocados em operação, sendo: um em 1994, cinco em 1995, quatro em 1996 e um em 2000. A frota de 25 trens foi completada em dezembro de 2001.

2001-2007: Plano Diretor de Transporte Sobre Trilhos[editar | editar código-fonte]

Durante o período entre 2001 e 2004, a CBTU contratou o "Plano Diretor de Transporte Sobre Trilhos", com o objetivo de iniciar novas diretrizes de organização e modernização do transporte sobre trilhos na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O projeto foi desenvolvido em parceria com o Banco Mundial e estabeleceu novos rumos e projetos ao sistema de trens urbanos de Belo Horizonte num cenário de 20 anos. O sistema analisou os principais corredores urbanos e as principais demandas de transporte público em Belo Horizonte e estabeleceu a implantação de dois novos ramais para o Metrô. A Linha 2 aproveitaria o ramal Barreiro-Calafate, cujas obras já haviam sido iniciadas, se estendendo por um ramal subterrâneo na diretriz das Avenidas Amazonas, Afonso Pena e a região hospitalar do bairro Santa Efigênia, seguindo em superfície até o bairro Santa Tereza, totalizando um ramal de 19 km de extensão. A Linha 3 faria a ligação das regiões da Pampulha e Savassi, sendo totalmente subterrânea e seguindo a diretriz das avenidas Antônio Carlos e Afonso Pena, totalizando 12,5 km de extensão. Esses dois novos ramais, somados à modernização da linha já existente e sua ampliação até o município de Betim, fariam a reestruturação de todo o sistema de transporte coletivo de Belo Horizonte e região metropolitana, além de desafogar e redistribuir todo o trânsito dos principais corredores da cidade. A demanda do sistema passaria de 160 mil para 1,2 milhão de passageiros por dia, sendo o segundo maior sistema em operação no Brasil, à frente do Metrô do Rio de Janeiro.

Com base nesse plano, o governo federal chegou a reiniciar as obras do Metrô de Belo Horizonte em 2004, elaborando os projetos executivos das linhas 2 e 3 e retomando as obras do ramal Barreiro-Calafate.[6] Entretanto, as obras foram suspensas por falta de recursos e irregularidades constatatas pelo ministério público.

2007-2010: Novos rumos e projetos[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2009, Belo Horizonte foi selecionada para ser uma das sedes da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Um dos compromissos firmados em sua candidatura foi a construção da Linha 3 (Savassi-Pampulha). No entanto, para a ligação do Centro até o Mineirão foi empregado o BRT (Bus Rapid Transit), que foi a modalidade de transporte "selecionada" para fazer a ligação até a Copa de 2014[7] .

2011 e presente: O PAC e a MetroMinas[editar | editar código-fonte]

Em 17 de Setembro de 2011 a Presidente da República, Dilma Rousseff, anunciou a liberação de verbas no valor de R$3,16 bilhões para a ampliação, reforma e modernização do sistema.[8] As intervenções consistem na ampliação da Linha 1 até o bairro Novo Eldorado, em Contagem, além da reforma e modernização de toda a Linha 1.[9] Duas novas estações serão construídas: a Novo Eldorado e a Nova Suíça, sendo esta última de integração com a Linha 2.[10] Também estão previstas a implantação dos ramais Calafate-Barreiro da Linha 2 e Savassi-Lagoinha da Linha 3.[8]

Em 21 de setembro de 2012, a PBH anunciou a possível construção da Linha 4, sendo uma extensão operacional da Linha 3/Verde, da região da Savassi até o Belvedere, na região do 6 pistas. Inicialmente, esse trecho seria totalmente coberto pela linha 3, mas uma mudança no projeto apresentou essa modificação. Ainda não há identificação de cor da linha, apenas um prazo que é o inauguração, que é 2020 (na previsão mais otimista, segundo a prefeitura).

Em Dezembro de 2013, a PBH anunciou que a Linha 4 não seria mais construída, mas o traçado seria assumido operacionalmente como um trecho adicional da Linha 3/Verde. A previsão é que a Linha 3/Verde totalmente construída e operacional, se integre à Linha A do sistema de trens que está sendo construído pelo Governo Estadual, na Estação Aguas Claras, na região baixa do bairro Belvedere. A extensão numa primeira etapa (que será construída junto da Linha 3/Verde), consistirá nas estações Sion e Belvedere, ambas nos bairros Sion e Vila do Papagaio. Numa segunda etapa, a extensão será prolongada pela região do ponteio, BH Shopping, até por fim, chegar na região do Aguas Claras.

Atualmente, o sistema é administrado pela CBTU, e as novas linhas serão administradas pela CBTU + MetroMinas. A previsão é que após a conclusão das novas linhas e modernização dos sistemas, a administração total das linhas passe para a Metrominas[11]

Características do sistema[editar | editar código-fonte]

O metrô é formado atualmente pela Linha 1, que corta a cidade de oeste a norte, tangenciando a parte central Belo Horizonte. O sistema possui velocidade comercial dos trens (velocidade média, contando o tempo com os trens parados) de 38 km/h e a velocidade máxima é de 80 km/h. A bitola é de 1600 mm e a alimentação dos trens é feita por catenária, a uma tensão de 3000 VDC. O intervalo nos horários de pico é de 4 minutos, com 24 trens em operação. Aos sábados, o intervalo mínimo é de 8 minutos. O intervalo máximo é de 10 minutos em dias úteis, 12 minutos aos sábados e 14 minutos aos domingos e feriados.[12]

Tabela do sistema[editar | editar código-fonte]

Linha Terminais Inauguração Bitola Comprimento (km) Estações Duração das viagens (min) Funcionamento
1
Azul
Novo Eldorado - Vilarinho 1 de agosto de 1986 1600mm 28,2* (48,7) 19** (25) 44 Diariamente, das 05h15 às 23h00 (Trecho Eldorado-Betim e estação Nova Suíça, transbordo ou entroncamento com a futura Linha 2, em projeto. Estação Novo Eldorado ainda em projeto, sem funcionamento. Trecho de Betim está em estudos, mas foi incluído como expansão futura da Malha[13] ).
2
Lilás
Barreiro - Santa Tereza[14] 2017*** (Previsto). 1600mm 17,5 7 --- Em projeto - Construção interrompida em 2003 e previsão de retomada da construção em 2015.***[2]
3
Verde
Lagoinha- Savassi - (Belvedere)[14] 2018**** (Previsto). 1600mm 12,5 5 --- Em projeto e previsão de construção em 2015.*****

(*) Trecho em operação (**) Estações em funcionamento (***) Trecho Barreiro-Nova Suíça (****) Trecho Savassi-Lagoinha (*****) Trecho em estudo. Data suposta para inicio do projeto e construção.

Linhas do sistema[editar | editar código-fonte]

Estimativa para a primeira etapa[editar | editar código-fonte]

METRORMBH Planned2016 V2.png

Tarifas[15] [editar | editar código-fonte]

  • Bilhete Unitário: R$ 1,80
  • Bilhete Ida e Volta: R$ 3,60
  • Bilhete Múltiplo de 10 viagens: R$ 16,20
  • Todas as Tarifas abaixo são feitas pelo Cartão BHBUS ou Cartão Ótimo
    • Integração Metrô/ônibus Tarifa A (BHTrans): R$ 2,85[nota 1]
    • Integração Metrô/ônibus Tarifa B (TransCon e SETOP): R$ 3,30
    • Integração Metrô/ônibus (SETOP) Tarifa C: R$ 3,80
    • Integração Metrô/ônibus (SETOP) Tarifa D: R$ 4,10
    • Integração Metrô/ônibus (SETOP) Tarifa E: R$ 4,20
    • Integração Metrô/ônibus (SETOP) Tarifa F: R$ 3,10
    • Integração Metrô/ônibus (SETOP) Tarifa G: R$ 3,75
    • Integração Metrô/ônibus (SETOP) Tarifa H: R$ 2,80
    • Integração Metrô/ônibus (SETOP) Tarifa I: R$ 3,45

Frota[editar | editar código-fonte]

Ver Frota do Metrô de Belo Horizonte

Galeria[editar | editar código-fonte]

Belo Horizonte Metro Interior.JPG Cco bh jpg.jpg PracaEstacaoMonumentoBH.jpg Gameleirametro.JPG
Interior do trem Centro de controle operacional Praça da estação, tendo a estação Central ao fundo Estação Gameleira

Referências

  1. Notação utilizada pela própria CBTU
  2. a b IMPRENSA CBTU BELO HORIZONTE (10 de Maio de 2013). Metrô de Belo Horizonte tem novo recorde de passageiros.
  3. http://www.metrominas.mg.gov.br/docs/Edital%20003/Termo%20de%20Referencia/Edital%20003_Metrominas_TR.pdf , página 27
  4. Hoje em Dia (16 de Setembro de 2011). Presidente Dilma anuncia R$ 3,16 bilhões de reais para obras do Metrô e transporte público de BH.
  5. http://www.metrominas.mg.gov.br/expansao.html
  6. http://www.enerconsult.com.br/pt/servicos/ProjectPage.asp?s=0000%0233%CURM_BOX&p=/pt/servicos/ProjectPage.asp&i=118&tsc=21&ith=0%7C6
  7. Jornal O Tempo. Metrô de BH: 25 anos de promessas e desperdícios. Visitado em 15 de agosto de 2011.
  8. a b Jornal Estado de Minas. Dilma garante que metrô de BH vai chegar ao Barreiro e à Savassi. Visitado em 19 de setembro de 2011.
  9. G1. Dilma anuncia recursos federais para obras no metrô de Belo Horizonte. Visitado em 16 de setembro de 2011.
  10. Super Esportes. Copa: Dilma anuncia R$ 3,16 bilhões para o metrô de Belo Horizonte. Visitado em 16 de setembro de 2011.
  11. Estatuto do Trem Metropolitano de Belo Horizonte, pág. 2, Art. 8°
  12. G1. Trem do metrô de BH com centenas de passageiros para entre 2 estações. Visitado em 07 de setembro de 2011.
  13. http://www.metrominas.mg.gov.br/download_edital001_2014.html
  14. a b Mesmo com o Plano Diretor de Transporte sobre Trilhos(PDTT) estar dizendo esses dados, temos que ter em mente que é um estudo de 2004, portanto muitas coisas podem mudar, como nova bitola, alimentação por terceiro trilho e outras coisas mais.
  15. CBTU - STU/BH. Tarifas e Integração. Visitado em 21 de Julho de 2013.

Notas

  1. R$ 2,40 (Vilas e favelas)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]