Ir para o conteúdo

Metropolitano de Fortaleza

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Metrô de Fortaleza)
Metropolitano de Fortaleza
Metrô de Fortaleza
Metrofor
Informações
ProprietárioGoverno do Estado do Ceará
LocalGrande Fortaleza, CE
Brasil
Tipo de transporteEstação de Metrô Metrô
Estação de VLT VLT
Número de linhas3
Número de estações41
Tráfego52.819 passageiros (Média em dias úteis em todo o sistema)
Tráfego anual15.263.706 passageiros em 2025
SedeRua Senador Jaguaribe Nº 501, Bairro Moura Brasil, Fortaleza, CE
Websitehttps://www.metrofor.ce.gov.br/
Funcionamento
Início de funcionamento15 de junho de 2012 (13 anos)
Operadora(s)Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos
Número de veículos40
Frequência17 minutos (Linha 1 - Vermelha)
45 minutos (Linha 2 - Verde)
37 minutos (Linha 3 - Azul)
30 minutos (Linha 5 - Laranja)
Dados técnicos
Extensão do sistema59,3 km (36,8 mi) - Total
24,1 km (15,0 mi) - Metrô
35,2 km (21,9 mi) - VLT
BitolaBitola métrica
1 000 mm (3,28 ft)
Velocidade máxima70 km/h (43,5 mph) - Linha 1 - Vermelha
50 km/h (31,1 mph) - Linha 3 - Azul e 2 - Verde

O Metrô de Fortaleza ou Metropolitano de Fortaleza, popularmente conhecido como Metrofor, é um sistema de transporte público metropolitano que opera na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), no estado do Ceará, Brasil.[1] O sistema é administrado pela Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), uma empresa de economia mista controlada majoritariamente pelo Governo do Estado do Ceará, responsável pelo planejamento, construção, implantação, operação e manutenção do transporte sobre trilhos no estado.[2] Fundada em 2 de maio de 1997, a Metrofor administra sete linhas de transporte público, das quais quatro pertencem ao sistema da capital cearense, nas três principais regiões metropolitanas do Ceará: Fortaleza, Cariri e Sobral.[2] Com 62 estações distribuídas em 84,3 quilômetros de vias férreas, a rede cearense é a maior infraestrutura metroviária operada por uma companhia do Nordeste, atendendo diariamente mais de 56 mil passageiros em municípios como Fortaleza, Caucaia, Maracanaú, Pacatuba, Sobral, Juazeiro do Norte e Crato.[2]

As operações do Metrô de Fortaleza começaram em 15 de junho de 2012, com a inauguração de parte da Linha 1 - Vermelha .[3] Atualmente, o sistema é composto por uma linha de metrô, a Linha 1 - Vermelha (Central–Chico da SilvaCarlito Benevides), e três linhas de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) a diesel: Linha 2 - Verde (Moura BrasilCaucaia), Linha 3 - Azul (ParangabaIate) e Linha 5 - Laranja (ExpedicionáriosAeroporto).[1] Entre janeiro e dezembro de 2025, as três linhas em operação até momento transportaram aproximadamente 15,2 milhões de passageiros, com uma média diária de 52,8 mil usuários em dias úteis.[4]

Em novembro de 2023, o sistema era o quinto maior do Brasil em extensão, com 56,8 quilômetros de vias ferroviárias e 40 estações, representando cerca de 5,1% da malha total de transportes urbanos sobre trilhos do país, que somava 1.133,4 quilômetros, conforme dados da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos).[5][6] Em 2026, o sistema chegou a 59,3 quilômetros e 41 estações com a inauguração do primeiro trecho da Linha Aeroporto–Castelão.[7] A rede tem previsão de expansão até 2028, quando deverá atingir 71,7 quilômetros de extensão com a inauguração do primeiro trecho de 7,3 quilômetros da Linha 4 - Amarela (Central–Chico da SilvaPapicu) e dos 5,1 quilômetros do segundo trecho da Linha Aeroporto–Castelão do VLT, entre as estações Aeroporto e Castelão.[8][9]

História

[editar | editar código]

Antecedentes

[editar | editar código]
Antiga estação central de Fortaleza, que em 1946 ganhou o nome de Professor João Felipe. O prédio atualmente abriga o Complexo Cultural Estação das Artes. A foto é do período em que funcionou como estação de trens urbanos, anterior a reforma.

Os antecedentes do metrô de Fortaleza estão ligados à história ferroviária do Ceará. A primeira concessão para a construção de estradas de ferro no estado deu-se por um decreto de 1857, para uma via entre os municípios de Camocim e Ipu, passando por Sobral, mas o projeto foi arquivado. Em 1868, foi apresentado um novo projeto para uma linha ligando Fortaleza à vila de Pacatuba, com um ramal para Maranguape, que também não saiu do papel.[10] Dois anos depois, surgiu o projeto da primeira estrada de ferro efetivamente construída no Ceará: a Estrada de Ferro de Baturité. As primeiras locomotivas chegaram a Fortaleza em 13 de março de 1873, desembarcadas no trapiche do Poço das Dragas, antigo porto de Fortaleza. O prédio da estação central ainda estava em obras quando recebeu as máquinas a vapor, que foram transportadas por tração animal sobre trilhos portáteis até a Praça da Estação. Cinco meses depois, a locomotiva "A Fortaleza" realizou o percurso da Estação Central[11] até a parada "Chico Manoel", no Cruzamento das Trincheiras (atual Liberato Barroso).[10]

Antiga estação ferroviária de Maracanaú, parte da Estrada de Ferro de Baturité.

O primeiro trecho da ferrovia, ligando o centro da capital ao distrito de Arronches (atual bairro Parangaba), foi concluído em setembro de 1873. Posteriormente, foram inauguradas as estações de Mondubim, Maranguape, Maracanaú (1875), Monguba e Pacatuba (1876).[10] O governo imperial encampou a ferrovia em 1878, estabelecendo algumas mudanças no projeto original e ordenando a elaboração de projetos para a construção de uma nova estação central, inaugurada em 1880. O trem chegou a Baturité em 1882 e no mesmo período tiveram início as obras da Estrada de Ferro de Sobral.[10]

Em 1915, as ferrovias foram unificadas na Rede de Viação Cearense (RVC). Entre 1919 e 1920, as obras de expansão das ferrovias, agora subordinadas à Inspetoria Federal de Obras contra a Seca (IFOCS), serviram como frente de trabalho para deslocados da grande seca, chegando a cerca de 12.850 operários, incluindo idosos e crianças. A rede foi integrada à Rede Ferroviária Federal (RFFSA) em 1957, sendo totalmente absorvida por esta em 1975.[10][12] Esta malha ferroviária regional, cujo eixo principal partia da estação central de Fortaleza, formaria a base física e o corredor de transporte sobre o qual, na segunda metade do século XX, seriam planejados os primeiros estudos para a implantação de um sistema de metrô na capital cearense.

Em outubro de 1977, o Governo Federal liberou uma verba de Cr$ 40 milhões para os primeiros estudos de implantação de um sistema de trens urbanos na região metropolitana de Fortaleza, aproveitando a malha ferroviária existente. Com a criação da Coordenadoria de Transportes Metropolitanos (CTM), os trens suburbanos, que circulavam apenas nos horários de pico, passaram a operar de hora em hora.[13][14]

Em 1986, o governo brasileiro contratou a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) para elaborar um projeto de eletrificação e modernização das Linhas Tronco Norte e Sul do Trem Urbano de Fortaleza.[15] No ano seguinte, em 25 de setembro de 1987, foi formalmente iniciada a construção do projeto com a assinatura do contrato do Consórcio do Trem Metropolitano de Fortaleza, envolvendo a Rede Ferroviária Federal (RFFSA), a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e o Governo do Estado do Ceará, com interveniência do Ministério dos Transportes.[16][17]

Projeto do Trem Metropolitano de Fortaleza.

Em abril de 1988, o governo do estado lançou oficialmente o projeto Metrofor, cujo custo inicial foi estimado em 290 milhões de dólares para a reformulação das duas linhas. A construção dependia da liberação de um empréstimo de US$ 180 milhões de instituições como o Japan Export-Import Bank e o Banque de Paris et des Pays-Bas (Paribas) e do acordo do Brasil com o Fundo Monetário Internacional (FMI).[18] Também em 1988, com a extinção dos trens de longa distância, houve um aumento significativo no fluxo de passageiros nas linhas que ligavam Fortaleza a Maracanaú e Caucaia, , exigindo a intensificação dos serviços.[13]

Apesar do interesse japonês em financiar o projeto[19], e da visita de autoridades brasileiras ao Japão para conhecer possíveis fornecedores para a modernização[20], as negociações para o financiamento do projeto[21], prolongaram-se por anos.[22] O orçado em US$ 180 milhões em 1988, o projeto teve seu custo revisado para US$ 300 milhões em 1994.[23] Somente no início de fevereiro de 1994, após muitas discussões, o Japan Export-Import Bank aprovou um empréstimo de US$ 223 milhões para a implantação do Metrô de Fortaleza.[24]

Paralelamente, o Consórcio do Trem Metropolitano teve seu contrato sucessivamente prorrogado: em 1º de abril de 1993, em 29 de março de 1994 e, por fim, em 4 de abril de 1995, quando foi prorrogado por dois anos, com término previsto para 4 de abril de 1997. Com a extinção oficial do consórcio em 3 de abril de 1997, iniciou-se o processo de estadualização do serviço, marcado pela mudança do nome da então Superintendência de Trens Urbanos de Fortaleza (STU/FOR) para Companhia Cearense de Transportes.[13]

Em 2 de maio de 1997, foi criada a Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), com o objetivo de assumir e modernizar a operação dos trens metropolitanos de Fortaleza, até então realizada pela CBTU. O Consórcio do Trem Metropolitano de Fortaleza foi extinto em 30 de maio de 1997. Grande parte dos funcionários que pertenciam inicialmente à Rede Ferroviária Federal (RFFSA) e, posteriormente, à CBTU, foram integrados ao quadro de profissionais da Metrofor.[14] Em 1º de julho de 2002, o transporte urbano passou fazer parte integralmente da alçada do Estado quando a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) passou para a nova empresa a responsabilidade do transporte metroviário de Fortaleza.[14]

Construção

[editar | editar código]

Em outubro de 1998 foi anunciada a vitória do consórcio responsável pela construção da Linha 1 - Vermelha do Metrô de Fortaleza, formado pelas empresas Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, ABB Daimler Transportation, CMW Equipamentos, GEC Alsthom Transport e Siemens. O valor do contrato era de pouco mais R$ 333 milhões.[25] No ano seguinte, precisamente em 24 de agosto de 1999, iniciou-se pelo bairro Benfica a construção da Linha 1 - Vermelha , como primeira fase do projeto das novas linhas de metrô da cidade que tinha como previsão de entrega o final de 2002. Em 2000 foi erguida a estação São Benedito, a primeira subterrânea construída na cidade. Em outubro de 2002 houve paralisação das obras. Em março de 2004, as obras foram retomada após liberação de R$ 10,9 milhões de verbas do governo federal. Em 2005, houve outra redução no ritmo das obras. O governo federal liberou apenas R$ 22 milhões dos R$ 61,5 milhões previstos

Antiga estação Parangaba, preservada abaixo do elevado da Linha 1 - Vermelha do Metrô

Em 2008, a antiga estrutura da estação Parangaba, com mais de 100 anos de história, estava no caminho traçado da Linha 1 - Vermelha e precisaria ser removida para dar espaço ao metrô.[26][27] Na época, o então governador Cid Gomes tinha as seguintes opções: fazer uma réplica da estação e transferir para outro bairro, o que custaria R$ 214 mil; transladar o prédio para a praça central da Parangaba, com um custo de R$ 5,27 milhões; ou construir um memorial no mesmo local, respeitando a estrutura da estação.[28] A solução foi acordada entre Cid Gomes e a prefeita de Fortaleza na época, Luizianne Lins, rebaixar a estação em 3,5 metros e elevar a linha do metrô, preservando o equipamento histórico e evitando sua demolição. A obra durou cinco meses, com foco na manutenção da estrutura do prédio e de seus traços específicos. O valor do investimento foi de R$ 1.063.324,47. A participação dos moradores do bairro no debate sobre o assunto foi importante para que os executivos catassem essa decisão.[28] Com o rebaixamento da antiga estação, finalizado em julho de 2009, a construção do elevado do metrô teve seu prosseguimento garantido.[29] No dia 11 de maio de 2009, o trecho entre as antigas estações Parangaba e João Felipe, então pertencentes a Linha 1 - Vermelha do extinto sistema de trens urbanos de Fortaleza, foi definitivamente encerrado para o avanço das obras do metrô.[30] A estrutura da antiga estação Couto Fernandes foi demolida para dar lugar a nova estrutura, inaugurada em 2012 junto com o segundo trecho da nova Linha 1 - Vermelha do metrô.[31] Já a antiga estação Otávio Bonfim ficou de fora do novo traçado da Linha 1 - Vermelha , sendo demolida em 2015 para a construção da Avenida José Jatahy, que substituiu parte do traçado do trecho desativado da antiga ferrovia.[32][33][34]

Plataforma da estação José de Alencar, pertencente a linha 1 - Vermelha do metrô, em janeiro de 2024.

Em 2010 se resolveu mais um problema que emperrava as obras do metrô. O problema em questão era que no lugar onde se pretendia construir a estação Lagoinha (atual José de Alencar) havia um centro popular de compras mantido pela Prefeitura de Fortaleza, conhecido popularmente como Beco da Poeira.[35] A construção de um novo espaço para abrigar o centro de compras e a transferência dos permissionários gerou um grande impasse que envolveu a prefeitura e o governo do Estado do Ceará.[36] Em 10 de abril de 2010, o antigo Beco da Poeira foi demolido e os permissionários transferidos para um novo prédio próximo ao antigo, com melhor estrutura, na Avenida do Imperador, durante a gestão da então prefeita Luizianne Lins, onde se localiza até hoje.[37][38] Com o problema solucionado, as obras da estação José de Alencar foram iniciadas.[39] Nesse mesmo ano, em setembro de 2010, foi dado a ordem de serviço pelo Governo Cearense para o inicio do Projeto Básico da Linha 4 - Amarela.[40] No dia 16 de maio de 2012 foi realizado o primeiro teste de gabarito no túnel da Linha 1 - Vermelha do metrô. Durante o teste, técnicos da Secretaria da Infraestrutura (Seinfra) e da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos realizaram o percurso, entre a estação elevada da Parangaba e a estação subterrânea de São Benedito, vistoriando o trecho.[41] O trem utilizado na vistoria foi um Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que possui dimensões muito semelhantes às dos veículos Trens Unidades Elétrica (TUEs), que são movidos a energia elétrica e que atualmente operam na Linha 1 - Vermelha. O teste teve como objetivo verificar o percurso do trem nos túneis e estações, fazendo parte dos preparativos para a inauguração da nova linha, que teria seu primeiro trecho entregue no mês seguinte.[42]

Plataformas da linha 1 - Vermelha do metrô na estação Parangaba.

Em 15 de junho de 2012, o sistema foi inaugurado, em operação assistida, no trecho entre as estações Carlito Benevides e Parangaba da Linha 1 - Vermelha.[43] No dia 28 de setembro, foi inaugurado o segundo trecho, entre as estações Parangaba e Benfica, sendo esta última a primeira estações subterrânea a entrar em operação em todo o Nordeste Brasileiro.[44][45] O terceiro trecho daLinha 1 - Vermelha, compreendendo o pequeno percurso entre as estações Benfica e São Benedito, foi inaugurado no dia 24 de outubro, fazendo o metrô chegar ao Centro de Fortaleza.[46] No dia 28 de julho de 2013 o quarto e último trecho foi entregue com as estações José de Alencar e Central–Chico da Silva, ambas localizadas no centro da capital cearense, contando com a presença da então Presidenta da República, Dilma Rousseff.[47]

Expansão

[editar | editar código]

O contrato para as obras civis da nova linha do metrô da capital cearense, a Linha 4 - Amarela, foi assinado no dia 11 de outubro de 2013, pelo então Governador do Estado do Ceará, Cid Gomes. No ato, o então governador informou que o Governo aguardava a liberação da licença de instalação para assinar a ordem de serviço da obra.[48] Essa nova assinatura, da ordem de serviço para a construção da Linha 4 - Amarela, ocorreu no dia 22 de novembro de 2023, assinada pela então Presidente da República do Brasil, Dilma Rousseff, ao lado de outras autoridades.[49][50][51]

Ao final do mês de janeiro de 2014 as obras da Linha 4 - Amarela enfim tiveram início, com a implantação da estrutura de contenção para instalação das tuneladoras, no canteiro ao lado da Estação Central. Após a estrutura de contenção, foi iniciada a escavação de uma vala a céu aberto, objetivando dar sustentação para a instalação da tuneladora.[52] Para a instalação desse canteiro, e consequente início das obras, foi necessário desativar a histórica Estação Ferroviária João Felipe, após 141 anos exercendo sua função, no dia 13 de janeiro de 2014.[53] Em seus últimos anos, a antiga estação ferroviária funcionou como ponto final da Linha 2 - Verde. Após o encerramento de suas atividades, a função de estação terminal da Linha 2 - Verde foi transferida para a Estação Moura Brasil.[54] Já no dia 1º de outubro do mesmo ano, foi dado o início da operação comercial da Linha 1 - Vermelha.[55] A histórica edificação da Estação João Felipe foi restaurada e modernizada anos depois, sendo entregue em março de 2022 como Complexo Cultural Estação das Artes Belchior.[56]

Estação Papicu da linha 3 - Azul.

Em 27 de setembro de 2016 se deu inicio a fase experimental de parte da linha 3 - Azul do VLT, então chamado de VLT Parangaba–Mucuripe, com 3,6 quilômetros de extensão, passando nas proximidades da Vila União e do Aeroporto.[57] As primeiras composições do VLT só passaram a operar na manhã do dia 26 de setembro de 2016, no pequeno trecho entre as estações Montese e Borges de Melo, com o inicio da operação experimental, que consiste no funcionamento do sistema mais sem o transporte de passageiros, para serem realizados os ajustes necessários para o início das operações assistida e comercial.[58]

No mês seguinte, outubro de 2016, completava-se três anos de assinatura do maior edital regido pela Lei de Licitações no Estado do Ceará, que foi vencido por um consórcio formado pela espanhola Acciona e pela paulista Cetenco, que assumiram a construção da Linha 4 - Amarela do metrô de Fortaleza por R$ 2,3 bilhões, mas até aquele período apenas 1% das obras haviam sido concluídas. Devido a paralisação das obras os equipamentos ficaram parados ficando expostos aos agentes do tempo sem nenhuma previsão de quando começariam a ser operados.[59] A demora para a retomada das obras fez com que a Secretaria da Infraestrutura (Seinfra) liberasse o trecho da avenida Santos Dumont interditado para a implantação do canteiro de obras de construção da Estação Colégio Militar, o canteiro então ficou restrito a praça localizada em frente à Igreja do Cristo Rei até que as obras fossem enfim retomadas.[60] Segundo dados divulgados em dezembro de 2016, o sistema já se classificava como o sexto maior em extensão do Brasil dentre as 12 regiões metropolitanas brasileiras que contavam com transporte de passageiros sobre trilhos naquele período, apresentando 43,6 quilômetros.[61][62]

Ao final do primeiro mês de 2017, a Secretaria das Cidades do Ceará enviou para a Secretaria de Planejamento e Gestão do Ceará (Seplag-CE) o edital de realização de uma Parceria Público Privada (PPP) para a Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos. O edital solicitava manifestação de interessados em operar e manter as Linhas 1 - Vermelha e 3 - Azul, em Fortaleza, e os sistemas de VLT do Cariri e Sobral. Os processos encaminhados à Seplag envolviam inicialmente a análise da atratividade, segmentação e recomendação para os principais ativos, estratégia de outorga e identificação de investidores. A Metrofor possuía também um outro projeto, intitulado PPP 2, que tratava da construção e operação das Linhas 4 - Amarela e 3 - Verde . Nenhuma das PPPs conseguiram seguir adiante.[63][64][65]

O ano de 2017 trouxe diversas novidades para o sistema de metropolitanos de Fortaleza. Iniciou com a inauguração, no dia 15 de maio, da 19ª estação da Linha 1 - Vermelha: Juscelino Kubitschek.[66] Houve também a entrega para a população do trecho entre as estações Borges de Melo e Parangaba da Linha 3 - Azul em julho de 2017, que estava até então em fase experimental, compreendendo quatro estações e contemplando os bairros Parangaba, Fátima, Vila União, Itaoca e Montese. Na Operação Assistida, foram utilizados três trens, sendo um reserva.[67]

No dia 16 de setembro de 2020 foram entregues as ultimas duas estação da Linha 3 - Azul (Mucuripe e Iate). Com a entrega, o modal passou a funcionar integralmente em seus 13,2 quilômetros, passando por dez estações, fazendo a rede metroviária da capital alcançar seus atuais 56,8 quilômetros de extensão. A população começou a utilizar as novas estações no dia seguinte, 17 de setembro de 2020.[68] Em novembro do mesmo ano, foi lançado o edital de licitação para a construção de um ramal da Linha 3 - Azul , com o objetivo de atender o Aeroporto Internacional de Fortaleza. Os recursos para implantação do VLT Ramal Aeroporto–Castelão de Fortaleza virão do Tesouro estadual e de financiamento junto à Caixa Econômica Federal.[69][70]

O sistema do Metrô de Fortaleza possui atualmente 59,3 quilômetros de extensão em funcionamento, distribuídos em quatro linhas e 41 estações. A Linha 1 - Vermelha tem 24,1 km, sendo 18 km em superfície, 3,9 km em subterrâneo na área central e 2,2 km em via elevada. A Linha 2 - Verde tem 19,5 km em superfície, e a Linha 3 - Azul tem 13,2 km, sendo 11,8 km em superfície e 1,4 km em elevado.

O intervalo entre os trens (headway) na Linha 1 - Vermelha do metrô é de aproximadamente 17 minutos na Linha 1 - Vermelha, tempo considerado exorbitante para um sistema de alta capacidade em uma metrópole como Fortaleza, mas esse tempo deve ser diminuído consideravelmente a medida que o sistema de comunicação da Linha for implantado.[71][72]

Quando a Linha 4 - Amarela for concluída, serão ao todo 52 estações distribuídas entres as três linhas em operação e a nova linha em construção, todas elas com acessibilidade para pessoas com deficiência, sistema de sonorização e multimídia. Cada linha do sistema tem o seu modelo de estação especifico, dependendo da funcionalidade e localização, podendo ser: elevada, de superfície ou subterrânea. Algumas estações formam terminais de integração intermodal como e o caso das estações Parangaba pertencente as Linhas 1 - Vermelha e 3 - Azul, e Papicu pertencente a futura Linha 4 - Amarela e a linha 3 - Azul, ambas integrando o metrô, o VLT, o BRT e os ônibus urbanos.

As estações subterrâneas são de estrutura em concreto aparente, sendo compostas de plataformas centrais. As estações de superfície tem em sua maioria plataforma central e acessos que, dependendo da linha, podem ser: sobre, por baixo ou ao mesmo nível da plataforma de embarque e desembarque. As excessões são: a estação Couto Fernandes, que possui plataformas laterais, e as estações Caucaia, Padre Andrade, Moura Brasil, Iate e Aeroporto, que possuem plataformas unilaterais. Já as estações elevadas são encontradas nas linhas 1 - Vermelha, com as estações Parangaba e Juscelino Kubitschek tendo plataformas laterais, 3 - Azul, (Parangaba) e 5 - Laranja (Aeroporto). A estação Central–Chico da Silva será um ponto de integração importante para o sistema quando completamente concluído, pois permitirá um fácil deslocamento entre as 3 principais linhas: 1 - Vermelha, 2 - Verde e 4 - Amarela, criando dessa forma a centralização de todo o metrô.

Linhas em operação

[editar | editar código]

O sistema conta atualmente com quatro linhas: 1 - Vermelha, 2 - Verde, 3 - Azul e 5 - Laranja.[1]

Duas estações permitem, atualmente, a integração físicas entre linhas: Parangaba, integrando as Linhas 1 - Vermelha e 3 - Azul, e Expedicionários, interligando as linhas 3 - Azul e 5 - Laranja . Em situação diferente encontram-se as estações Moura Brasil, da Linha 2 - Verde, e Central–Chico da Silva, da Linha 1 - Vermelha, que, embora muito próximas, não permitem integração física atualmente.

Linhas do Metrô de Fortaleza
Linhas Terminais Inauguração Extensão (Km) Estações
1 – Vermelha
Central–Chico da SilvaCarlito Benevides 15 de junho de 2012 24,1 20
2 – Verde
Moura BrasilCaucaia Sem informações 19,5 10
3 – Azul
ParangabaIate 25 de julho de 2017 13,3 11
5 – Laranja
ExpedicionáriosAeroporto 6 de fevereiro de 2026 2,4 2

Linha 1 - Vermelha

[editar | editar código]

A Linha 1 - Vermelha (Central–Chico da Silva ↔ Carlito Benevides), foi a primeira a ser inaugurada do sistema. É atualmente a maior via de transporte de passageiros sobre trilhos em operação no Ceará, tanto em extensão (24,1 km), como em número de estações (20) e de passageiros (28 mil/dia). A Linha 1 - Vermelha Funciona de 5h30 até 23h, de segunda-feira a sábado.[73] Cada composição de trens em operação nesta linha tem capacidade de transporte de 890 pessoas. Por dia, são feitas 126 viagens, interligando Fortaleza, Maracanaú e Pacatuba. Nas estações, o tempo de parada do metrô é apenas o suficiente para desembarque e embarque de passageiros, sendo de 1 minuto ou menos. A velocidade média dos trens é de aproximadamente 40 Km/h, chegando a 70 Km/h entre as estações (velocidade máxima). A viagem entre as duas estações terminais leva cerca de 35 minutos.[74][75] A frota operacional da Linha Linha 1 - Vermelha atualmente é de 10 trens elétricos, que circulam agrupados em dois, formando 5 composições de 2 trens.[76]

Plataforma da estação subterrânea Benfica, pertencente a Linha 1 - Vermelha do metrô.

Sua historia tem inicio em dezembro de 1998, quando foi assinado o contrato para a concepção do novo sistema de metroviário da Região Metropolitana de Fortaleza, com primeira fase constituída pela construção da Linha Linha 1 - Vermelha. Segundo o ex-presidente da Metrofor, Rômulo dos Santos Fortes, a obra "iniciou em janeiro de 1999, já com restrição orçamentária".[77] Em 2002, quando cessaram os repasses de recursos federais, a obra praticamente parou. Os recursos repassados não foram significativos, e apenas serviram para manter os canteiros e a segurança.[78] Consequentemente, a obra foi paralisada, e a situação só veio mudar com a assinatura de um convênio com o Ministério da Fazenda, em setembro de 2005. O presidente da Metrofor relatou que na "época ainda havia dívida com o FMI e foi assinado um convênio que reduzia o escopo, para adaptar a obra aos recursos disponíveis. Cortamos escopo, tiramos a parte subterrânea, e dos dez trens ficaram só quatro, foi um caos. As empresas não aceitaram e a negociação não andou". A obra retornou em 2006.[78] Houve um desagrado da parte do Ministério das Cidades, pois, segundo o presidente, o Ministério da Fazenda tratou o assunto priorizando a questão financeira, sem se preocupar com a infraestrutura urbana e a mobilidade. Em 2007, no início do segundo Governo Lula, o então Ministro das Cidades, Márcio Fortes de Almeida, interveio para trazer de volta os escopos originais, tanto em Fortaleza quanto em outras capitais.[78]

Estação Alto Alegre, localizada em Maracanaú, exemplo de estação de superficial da Linha 1 - Vermelha do metrô.

Após 13 anos desde o inicio de obras, em 1999, a Linha 1 - Vermelha teve seu primeiro trecho inaugurado entre as estações Parangaba e Carlitos Benevides, por autoridades locais, em 15 de junho de 2012.[79][80] Durante este tramo a linha esteve em operação de testes no qual o serviço era totalmente gratuito e com horários limitados.[79] Dentre as últimas estações que estavam em obras como a estação Central–Chico da Silva e José de Alencar foram inauguradas em 18 de julho de 2013, com presença da presidente Dilma Rousseff.[47][81][82]

No dia 2 de março de 2017 a Cia Cearense de Transportes Metropolitanos aumentou o horário de funcionamento da Linha 1 - Vermelha do Metrô de Fortaleza. A partir daquele dia, estações e trens começaram a funcionar uma hora mais cedo. As estações passaram a abrir às 5h20 e os trens começam a circular a partir das 5h30, com partida simultânea nas duas extremidades da linha (estações Central–Chico da Silva, no Centro, e Carlito Benevides, em Pacatuba). Com essa medida, a Linha 1 - Vermelha aumentou a quantidade de horas em operação, de 12 horas e 30 minutos, para 13 horas e 30 minutos, diariamente. O intervalo de espera pelo próximo metrô, em todas as estações, continua em aproximadamente 17 minutos.[83]

Linha 2 - Verde

[editar | editar código]

A Linha 2 - Verde (Moura Brasil ↔ Caucaia) tem extensão de 19,5 km de extensão, 10 estações e transporta em média 8 mil passageiros por dia, funcionando de segunda a sábado, de 5h30 às 20h40h.[84] A via interliga Fortaleza e Caucaia, com estações no Centro das duas cidades. Os trens circulam numa velocidade média de 30 Km/h, chegando até a 50 Km/h, e tem capacidade de transporte de 756 pessoas. Nas estações, o tempo de parada é de aproximadamente 1 minuto. Os trens da Linha 2 - Verde são Veículos Leve sobre Trilhos (VLTs), movidos a óleo diesel.[76]

Antiga estação de Soure (Atual Caucaia) em 1922.

A origem da Linha 2 - Verde vem por meio do trecho da estrada de ferro de Sobral que ligava Sobral a Ipu. Em 1909, toda a estrada de ferro de Sobral (Camocim-Ipu) foi juntado com a estrada de ferro de Baturité para se criar a Rede de Viação Cearense, imediatamente arrendada à South American Railway. Em 1915, a RVC passa à administração federal.

A linha da antiga estrada de ferro de Sobral chega a seu ponto máximo em Oiticica, na divisa com o Piauí, em 1932, dezoito anos antes de Sobral ser unida a Fortaleza pela estrada de ferro de Itapipoca (1950). Esses dois trechos passam então a constituir a linha Norte. Em 1957 passa a ser uma das subsidiárias formadoras da RFFSA e em 1975 é absorvida operacionalmente por esta. Em 1996 é arrendada juntamente com a malha ferroviária do Nordeste à Cia. Ferroviária do Nordeste (RFN). Trens de passageiros percorreram a linha Norte até o dia 12 de dezembro de 1988, sobrando depois disso apenas cargueiros e trens metropolitanos no trecho Fortaleza–Boqueirão.[85]

Estação Caucaia, da Linha 2 - Verde, em 2024.

A linha era administrada inteiramente pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) na época em que todo o seu trajeto era feito por trens urbanos. Em 2010, a Metrofor investiu cerca de R$ 125 milhões com as estações e a reforma de treze trens conhecidos como Pidners. Quatro locomotivas foram modernizadas e 31 carros de passageiros receberam nova fuselagem e sistema de climatização.[86] Além da reforma e aquisição de novos veículos, foram recuperados 17 quilômetros de via permanente e duplicados outros 2,5 quilômetros, reformadas nove estações, e realizado o trabalho de sinalização das passagens de nível. Também foi concluído o viaduto rodoviário Visconde de Cauípe, em Caucaia. Cerca de 13 mil passageiros, que fazem o trajeto Caucaia–Fortaleza diariamente, foram beneficiados com a ação.[87]

Em 2011, os trens da Linha 2 - Verde transportavam mais de 3,46 milhões de passageiros, tendo 46 viagens diárias.[86][87] Já em 2023, a linha transportou cerca de 1,9 milhão de pessoas, funcionando de segunda à sábado, das 5h30 às 20h, tendo 28 viagens por dia.[4][88]

Linha 3 - Azul

[editar | editar código]

A Linha 3 - Azul (Parangaba ↔ Iate) é uma das linhas do Metrô de Fortaleza em formato de VLT (Veiculo Leve Sobre Trilhos) movidos a diesel. Sua inauguração oficial ocorreu no dia 6 de Julho de 2018, com o funcionamento de 8 estações das 10 previstas no projeto inicial.[89] Com 13,2 km de extensão, sendo 11,8 km em superfície e 1,4 km em elevado, e 11 estações, a linha 3 - Azul tem a capacidade de transportar diariamente 90 mil passageiros, cruzando 22 bairros da cidade em apenas 36 minutos, chegando a parte da zona turística da capital e interligando dois importantes terminais de ônibus urbanos (Parangaba e Papicu).[68]

O projeto original contava com três tipologias de estação. A primeira é a estação elevada da Parangaba, promovendo a integração física com a Linha 1 - Vermelha; a segunda presente na estação Papicu, que conta com um design único frente as demais estações de superfície da primeira fase da linha, devido a projeção de movimentação dado a futura integração com a Linha 4 - Amarela do metrô e o terminal de ônibus urbano; a terceira tipologia é uma padronização presente em outras oito estações: Montese, Vila União, Borges de Melo, São João do Tauape, Pontes Vieira, Antônio Sales, Mucuripe e Iate.[90] Os estudos que demonstraram a viabilidade da implementação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) foram feitos pela empresa espanhola Eptisa.[91]

Na manhã do dia 25 de julho de 2017 se deu início a Operação Assistida no trecho entre as estações Borges de Melo e Parangaba. Nesta fase, os usuários podem utilizar o modal de forma gratuita, de segunda a sexta-feira, das 6 da manhã ao meio dia. A Operação Assistida vai permitir os ajustes finais do equipamento, incluindo a mensuração do valor do bilhete. O trecho, de 5 quilômetros de extensão, foi o primeiro dos três trechos que compõem os 13,5 quilômetros do VLT, interligando os bairros de Mucuripe e Parangaba. A Operação Assistida também da condições à população para ambientar-se com o novo serviço.[92][93][67] Após quatro meses de operação assistida, a Linha 3 - Azul transportou gratuitamente mais de 55 mil pessoas, a marca foi alcançada no dia 29 de novembro de 2017.[94]

Em 6 de Julho de 2018 ocorreu a inauguração oficial com a entrega de mais quatro estações além das quatro já existentes da linha 3 - Azul. Com a inauguração, passageiros podem se deslocar, gratuitamente, na Cidade, em um trajeto de 10,9 quilômetros.[95][95][96][97] As duas estações restantes (Mucuripe e Iate) foram entregues em 16 de Setembro de 2020, totalizando os 13,2 km de extensão a um custo de R$ 700 milhões.[68]

Linha 5 - Laranja

[editar | editar código]

Expansão da rede

[editar | editar código]

Atualmente, a Secretaria de Infraestrutura do Ceará mantém em construção o primeiro trecho de 7,3 quilômetros de uma nova linha do metrô na capital, a Linha 4 - Amarela, que possuirá, na primeira fase, sete estações (Central–Chico da Silva, , Colégio Militar, Luiza Távora, Nunes Valente, Leonardo Mota e Papicu).[98] Encontra-se também em construção o segundo trecho, de 5,1 quilômetros, da Linha 5 - Laranja. Quando concluído, o novo trecho permitirá a linha alcançar uma extensão total de 7,6 quilômetros de extensão e quatro estações (Expedicionários, Aeroporto, CEU e Castelão), atendendo diretamente o Aeroporto Internacional de Fortaleza e a Arena Castelão.[99][100]

Linha Trechos Extensão (Km) Estações Início das
obras
Término
(previsão)
Situação atual
4 - Amarela
(metrô)
Central–Chico da SilvaPapicu 7,3 7[101] 22 de novembro de 2013[102][103][104] Segundo semestre de 2028[105][106] Em construção
5 - Laranja
(VLT)
AeroportoCastelão 5,1[107] 2[108] 24 de julho de 2025[109] 2027[110] Em construção
Total - 12,4 9 - - -

Projetos cancelados ou temporariamente suspensos

[editar | editar código]

Durante a historia da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos, diversos projetos de estações, linhas e ramais foram apresentados.

Um exemplo foi o plano para a construção de um ramal que ligaria a Parangaba a Arena Castelão, com o plano de ser concluído antes da Copa do Mundo FIFA de 2014. Entretanto, o projeto foi cancelado, devido a estudos do governo do estado indicando que não haveria usuários suficientes para manter o trecho em funcionamento após o mundial.[111]

Outro caso é o do ramal Maranguape, que ligaria a estação Jereissati, da Linha 1 - Vermelha, ao centro de Maranguape, município da região metropolitana de Fortaleza. Segundo apresentado, a linha contaria inicialmente com apenas duas estações e já teria previsão de uma possível expansão a ponto de atingir outras áreas do município de Maranguape.[112] O ramal foi incorporado em diversos mapas do sistema metroviário. Com o decorrer do tempo, sem que nenhum projeto concreto, estudo ou mesmo nota por parte da Metrofor tenha sido divulgado, em maio de 2017 o ramal foi removido dos mapas da companhia sem nenhuma explicação por parte da mesma, encerrando deste modo, a especulação de sua possível concretização.

Operação

[editar | editar código]

Cento de Controle Operacional

[editar | editar código]

Os sistemas de controle do metrô de Fortaleza, são integrados e automatizados em um Centro de Controle Operacional conhecido como CCO. O centro tem como funções essenciais a garantia de fornecimento de energia de tração e a regulação do tráfego metroviário, para que sejam compridos os intervalos entre trens e viagens diárias programadas para o comprimento das metas de transporte e atendimento as demandas dos usuários.

Os sistemas e equipamentos utilizados são de ultima geração, sendo ressaltados no fornecimento de segurança, confiabilidade, preservação ambiental é preservação de energia. O registro de todas as imagens captadas pelas câmeras de vigilâncias localizadas nos trens e nas estações são monitoradas constantemente dentro do CCO, onde há telões para acompanhamento das imagens em tempo real.

Nas estações existem postos de comando locais, habilitados para assumirem o comando nos casos de interrupção nas linhas de comunicação que interligam o CCO as instalações fixas das linhas. É um sistema essencial. Ele permite que os trens andem na sua velocidade comercial mais adequada, que atendam à sua programação de trabalho; o sistema ainda permite o menor intervalo possível entre os trens, com a máxima segurança.[113]

Material rodante

[editar | editar código]

Para a Linha 1 - Vermelha foram adquiridos 20 TUE’s de 3 carros cada, modelo Elettrotreno ETR 200, fabricados pela AnsaldoBreda.[114][115] Os veículos deste sistema possuem uma velocidade comercial de 70 km/h e uma velocidade máxima de 80 km/h. A bitola é de 1000 milímetros e a alimentação dos trens é feita por catenárias utilizando uma tensão de 3000 VCC. As composições começaram a circular em testes em 2010.[116] Sua operação teve inicio em Junho de 2012, juntamente com o inicio das operações da Linha 1 - Vermelha.

Para a Linha 2 - Verde foram adquiridos originalmente 6 VLT's diesel de 4 carros TUDH BS Mobile 4, da empresa Bom Sinal, sendo o primeiro entregue no início de outubro de 2010.[117]

Em 2015, a Linha 3 - Azul recebeu 14 novos VLT´s TUDH BS Mobile 4, da companhia Bom Sinal. Esses novos trens contavam com sistema de Ar-condicionado melhorado, designe mais sofisticado, circuito interno de TV, telas informativas, bem como sinal sonoro atualizado.

Para a Linha 5 - Laranja, foram adquiridos 2 VLT's TUDH BS Mobile 4, da companhia Bom Sinal, com 2 carros cada. Os veículos semi-novos foram adquiridos em um leilão promovido pela Prefeitura de Macaé, no Rio de Janeiro.[118]

Frota Máscara Linhas em Operação Ano de Fabricação Fabricante Velocidade Máxima Trens / Carros
Elettrotreno ETR 200 1–Vermelha (Sul) 2012 AnsaldoBreda 80 km/h 20 / 60
TUDH BS Mobile 4 2–Verde (Oeste) 2010 Bom Sinal 80 km/h 6 / 24
TUDH BS Mobile 4 3–Azul (Nordeste) 2015 Bom Sinal 80 km/h 14 / 56
TUDH BS Mobile 4 5–Laranja (Aeroporto-Castelão) Bom Sinal 80 km/h 2 / 2

Movimentação de passageiros

[editar | editar código]

No ano de 2015 o metrô de Fortaleza foi catalogado como o quinto que menos transporta usuários no país, transportando aproximadamente 6,5 milhões de pessoas, uma media diária de 23,3 mil passageiros nas duas linhas (1 - Vermelha e 2 - Verde) em operação naquele ano.[119][120]

Em 2016, a Linha 1 - Vermelha, terminou com quase 800 mil passageiros a mais, em relação ao ano anterior. De janeiro a dezembro de 2015, foram transportadas 4,6 milhões de pessoas. Em 2016, o número saltou para 5,4 milhões. O crescimento foi de 17%, ou 798,9 mil passageiros a mais. A Linha 2 - Verde, também registrou aumento de passageiros, saltando de 1,7 milhão em 2015 para 1,8 milhão em 2016. Nesse caso, o aumento foi de 97,4 mil passageiros, ou 5,4% do total.[121] Mantendo o aumento constante, a Linha 1 - Vermelha registrou aumento de 19,8% no número de passageiros transportados em 2017, em relação ao ano de 2016. O índice considera o total de usuários do metrô de janeiro a dezembro. No total, foram 6,5 milhões de pessoas atendidas em 2017, em comparação ao valor apresentado em 2016.[122][123][124][125]

Durante o ano 2018 as três linhas em operação na capital registraram uma movimentação de pouco mais de 11,4 milhões de passageiros, chegando a mais de 14,6 milhões transportados em 2019. Em 2020, devido a pandemia da COVID-19, foram necessárias ações de controle do Estado para contenção da doença que exigiram o fechamento do sistema entre março e junho de 2020, reduzindo o numero de passageiros registrados que até outubro daquele ano que se encontrava na marca de pouco mais de 6,7 milhões.[126]

Segundo o Relatório de Demanda do 4º semestre de 2022, a Linha 1 - Vermelha transportou 2.398.086 passageiros no semestre analisado, registrando, portanto, um acréscimo de 58.433 passageiros em comparação ao trimestre imediatamente anterior, ou um crescimento de 2,50%. O relatório ressalta que a demanda média nos dias úteis para o trimestre em questão foi de 32.651 passageiros, enquanto a demanda média nos sábados foi de 24.586 passageiros.[127]

No mesmo trimestre analisado, a Linha 3 - Azul transportou 799.271 passageiros, registrando, portanto, um decréscimo de 81.243 passageiros em comparação ao trimestre imediatamente anterior, ou uma redução de 9,23%. Ressalta-se que a demanda média nos dias úteis para o trimestre em questão nessa linha foi de 10.684 passageiros, enquanto a demanda média nos sábados foi de 6.958 passageiros.[127]

Passageiros por ano

[editar | editar código]
Ano Passageiros Empresa Ano Passageiros Empresa Ano Passageiros Empresa
1988 10 609 000 CBTU 2003 10 401 341 Metrofor 2018 11 465 530 Metrofor
1989 12 126 000 2004 9 315 247 2019 14 635 837
1990 11 244 000 2005 9 436 090 2020 8 810 194
1991 11 559 000 2006 7 656 366 2021 11 332 602
1992 9 701 000 2007 6 271 498 2022 14 158 249
1993 9 181 000 2008 7 358 380 2023 15 164 271
1994 8 257 000 2009 6 326 189 2024 15 092 736
1995 7 689 000 2010 3 903 559 2025 15 263 706
1996 7 784 000 2011 3 468 787
1997 7 709 837 2012 4 155 857
1998 7 202 754 2013 5 504 226
1999 7 923 771 2014 5 611 310
2000 9 220 362 2015 6 482 872
2001 9 650 857 2016 7 379 280
2002 8 788 403 2017 8 727 886
Fonte: CBTU[128][129][130][131][132][133][134][135][136][137][138][139][140]; Metrofor[141]
Passageiros transportados por ano (1988-2024)
azul: CBTU; verde: Metrofor.

Benefícios Socioambientais

[editar | editar código]

O Metrô de Fortaleza recebeu parecer favorável da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (SEMACE) ao seu primeiro Relatório de Acompanhamento e Monitoramento Ambientais (Rama), relativo ao ano de 2015. Essa documentação certifica que a operação do metrô não tem causado impactos negativos ao meio ambiente, certificando também as iniciativas de educação ambiental desenvolvidas nas comunidades lindeiras (aquelas que vivem próximas dos trilhos). Um dos itens analisados são as emissões de materiais na atmosfera. No caso da Linha 1 - Vermelha, foi certificado que não há emissões atmosféricas, já que o sistema metroviário é movido à eletricidade. Na Linha 2 - Verde, em que a tração do trem funciona a diesel, foi verificado que os motores têm padrões internacionais, estando as emissões dentro da normalidade. Também foram medidos ruídos e vibrações emitidos pelos dois sistemas, antes e durante a passagem dos trens. De acordo com o relatório, o resultado apontou que ruídos e vibrações estão dentro dos padrões.

Também foi analisado e aprovado o funcionamento do sistema de coleta dos resíduos gerados na operação dos trens. Há lixeiras em todas as estações das linhas 1 - Vermelha e 2 - Verde, com coleta realizada pela ECOFOR às terças, quintas e sábados. Os materiais recicláveis são encaminhados a entidades que aproveitam o lixo como matéria-prima. Os demais materiais são transportados até o aterro sanitário de Caucaia na Região Metropolitana de Fortaleza. O parecer da SEMACE aponta que “no interior do metrô, os resíduos produzidos são praticamente zero". Quanto ao possível impacto da operação do metrô sobre o solo e a bacia hidrográfica, o estudo apontou que não há prejuízos. Segundo a pesquisa, “o metrô não interfere nos recursos hídricos. [...] Considerando que o metrô está inserido em áreas urbanizadas, onde o solo é, em sua maioria, recoberto por revestimento asfáltico, a interferência deste sobre os solos locais, é mínima”.

A análise também destacou as ações sociais voltadas para a preservação do meio ambiente e o bom convívio entre o metrô e as comunidades lindeiras, todas elas inseridas no projeto Metrô & Cidadania. De acordo com o parecer, “no que diz respeito aos Planos de Controle e Monitoramento Ambiental visando à mitigação dos impactos inerentes à atividade quando de sua operação, foram implementadas ações voltadas para a educação ambiental das comunidades próximas, junto às escolas públicas com parcerias firmadas entre diversas instituições a nível estadual e municipal. Foi implantada ainda a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) no Metrofor, enfatizando o gerenciamento de resíduos sólidos”.[142]

Em fevereiro de 2017 o relatório de ações ambientais apresentado pela Metrofor, relativo às linhas 1 - Vermelha e 2 - Verde do Metrô de Fortaleza foi aprovado pela SEMACE. O Rama 2016 traz detalhes de todas as ações ambientais realizadas no ano de 2016, envolvendo as palestras nas escolas, ações de controle do Aedes Aegypti, retirada de lixo das regiões da via férrea e parcerias com entidades de catadores para melhor destinação dos resíduos sólidos. Na análise do Rama, a SEMACE também estuda o impacto ambiental gerado pela operação do sistema metroviário, considerando o tipo de solo e a presença de águas superficiais e subterrâneas, a geração de resíduos sólidos e efluentes líquidos, emissões atmosféricas e emissões sonoras. Com base nesses itens, a SEMACE concluiu que a Cia Cearense de Transportes Metropolitanos atendeu majoritariamente às exigências para aprovação do relatório ambiental, e considerou “louvável” a parceria com a Cooperativa Nordestina de Catadores COMVIDA, firmada no ano passado, para uma melhor destinação dos resíduos sólidos.[143]

Acidentes e Incidentes

[editar | editar código]

Na madrugada de 10 de janeiro de 2019 uma bomba explodiu no viaduto da estação Parangaba da Linha 1 - Vermelha, no nono dia da onda de violência que atingiu o Ceará no início do ano. Engenheiros avaliaram os danos estruturais, e concluíram que foram superficiais, não comprometendo as operações dos trens.[144]

Em 28 de setembro de 2019 ocorreu uma colisão frontal entre dois VLTs da Linha 3 - Azul em um elevado localizado no bairro de Fátima, Fortaleza. Entre os quase quarenta feridos estavam os dois maquinistas, que sofreram ferimentos graves.[145][146]

Ver também

[editar | editar código]

Notas e referências

Notas

Referências

  1. a b c «Sistema metroviário». Metrô de Fortaleza. Consultado em 19 de setembro de 2024 
  2. a b c «A empresa». Metrofor - Metrô e VLTs no Ceará. Consultado em 20 de setembro de 2024 
  3. Ceará Agora (29 de setembro de 2014). «Inicio da fase comercial da linha Sul». Ceará Agora. Consultado em 1 de outubro de 2016. Arquivado do original em 23 de setembro de 2015 
  4. a b «Painel de Estatísticas». Metrofor - Metrô e VLTs no Ceará. Consultado em 5 de fevereiro de 2026 
  5. Jr, Geraldo Campos (18 de novembro de 2023). «Sistemas de metrô só chegam a 12 das 27 capitais; leia a lista». Poder360. Consultado em 2 de maio de 2024 
  6. ANPTrilhos (2 de abril de 2024). «Balanço do Setor 2023». ANPTrilhos. Consultado em 2 de maio de 2024 
  7. seinfraaquilaleite (5 de fevereiro de 2026). «Governo do Ceará inaugura VLT Aeroporto nesta sexta-feira (6)». Secretaria da Infraestrutura. Consultado em 5 de fevereiro de 2026 
  8. «Com obras atrasadas, Linha Leste do metrô de Fortaleza será concluída em 2028, diz secretário - Negócios». Diário do Nordeste. 7 de fevereiro de 2025. Consultado em 15 de fevereiro de 2025 
  9. «Fortaleza receberá nova linha de VLT entre Aeroporto e Castelão em 2025». 7 de fevereiro de 2025. Consultado em 15 de fevereiro de 2025 
  10. a b c d e «Rede de Viação Cearense (RVC) - O Ceará nos trilhos». www.fortalezanobre.com.br. Consultado em 9 de janeiro de 2018 
  11. «Praça da Estação». www.fortalezanobre.com.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2018 
  12. «Decreto n.º 5.412». www.planalto.gov.br. Consultado em 4 de fevereiro de 2018 
  13. a b c «Metrô de Fortaleza - Histórico». Governo do Ceará. Consultado em 21 de julho de 2013. Arquivado do original em 15 de junho de 2013 
  14. a b c «História do Metrofor». Metrô de Fortaleza. Consultado em 4 de fevereiro de 2021 
  15. Agência Internacional de Cooperação Econômica do Japão (15 de maio de 1987). «Fortaleza» (PDF). Agência Internacional de Cooperação Econômica do Japão. Consultado em 2 de fevereiro de 2025 
  16. Companhia Brasileira de Trens Urbanos (1988). «Resultados e principais problemas operacionais» (PDF). Relatório Anual 1987, página B03. Consultado em 2 de fevereiro de 2025 
  17. «Metrô de Fortaleza - Histórico». Governo do Ceará. Consultado em 21 de julho de 2013. Arquivado do original em 15 de junho de 2013 
  18. «Fortaleza terá em 1991 metrô de superfície». Jornal do Brasil, ano XCVIII, edição 14, página 18. 22 de abril de 1988. Consultado em 2 de fevereiro de 2025 
  19. «Pauta tem total de 19 projetos». A Tribuna (Santos), ano XCV, edição 209, página 20. 21 de outubro de 1988. Consultado em 2 de fevereiro de 2025 
  20. Ancelmo Góis (8 de junho de 1988). «Lance Livre». Jornal do Brasil, ano XCVIII, edição 61, página 6 
  21. «Fortaleza ganha trens». Correio Braziliense, edição 8933, página 13. 26 de setembro de 1987 
  22. «Dia-a-Dia: Projetos». Jornal do Commércio (AM), ano LXXXIX, edição 36160A, página 3. 18 de setembro de 1993. Consultado em 2 de fevereiro de 2025 
  23. «Sucesso de Cardoso irrita Ciro». Jornal do Commércio (RJ), ano 167, edição 85, página 3. 15 de janeiro de 1994 
  24. «Eximbank concede aval a metrô de Fortaleza». Jornal do Commércio (RJ), ano 167, edição 100, página 15. 3 de fevereiro de 1994. Consultado em 2 de fevereiro de 2025 
  25. «Obras do metrô de Fortaleza». Jornal do Commércio (RJ), edição 303, página A11. 1 de outubro de 1998. Consultado em 2 de fevereiro de 2025 
  26. «Fortaleza – Estação Ferroviária de Parangaba | ipatrimônio». Consultado em 8 de janeiro de 2025 
  27. Ceará, Mapa Cultural do (26 de março de 2015). «Estação Ferroviária de Parangaba - Mapa Cultural do Ceará». Mapa Cultural do Ceará. Consultado em 8 de janeiro de 2025 
  28. a b Damasceno, Gabriel; gabriel-damasceno (10 de novembro de 2023). «80 anos de história: Estação Ferroviária da Parangaba segue desativada». O POVO. Consultado em 8 de janeiro de 2025 
  29. importacao (30 de julho de 2009). «Concluido o rebaixamento da Estação da Parangaba». Secretaria da Infraestrutura. Consultado em 8 de janeiro de 2025 
  30. «Trecho entre Parangaba e João Felipe irá parar - Metro». Diário do Nordeste. 31 de março de 2009. Consultado em 10 de janeiro de 2025 
  31. «Couto Fernandes -- Estações Ferroviárias do Estado do Ceará». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 10 de janeiro de 2025 
  32. «Memoriais e monumentos perpetuam a história dos trens no Ceará - Metro». Diário do Nordeste. 6 de abril de 2019. Consultado em 10 de janeiro de 2025 
  33. «Otavio Bonfim -- Estações Ferroviárias do Estado do Ceará». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 10 de janeiro de 2025 
  34. «Vagão de trem queimado no Otávio Bonfim era último símbolo de estação construída há mais de 100 anos - Ceará». Diário do Nordeste. 18 de setembro de 2024. Consultado em 10 de janeiro de 2025 
  35. Araújo, Mayara (14 de maio de 2009). «Histórias de Beco: Quando a Poeira Assenta Entrevemos Rostos, Punhos e Corações» (PDF). Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Consultado em 18 de Agosto de 2020 
  36. Nordeste, Diário do (25 de abril de 2008). «Metrofor ficará pronto, se PMF tirar Beco da Poeira». Egídio Serpa. Consultado em 18 de agosto de 2020 
  37. «Em nova estrutura, Beco da Poeira completa 20 anos - Metro». Diário do Nordeste. 9 de abril de 2011. Consultado em 9 de janeiro de 2025 
  38. «Beco da Poeira vai permanecer no Centro - Metro - Diário do Nordeste». diariodonordeste.verdesmares.com.br. Consultado em 18 de agosto de 2020 
  39. importacao (14 de agosto de 2009). «Ritmo da obra do Metrô de Fortaleza será intensificado». Metrofor - Metrô e VLTs no Ceará. Consultado em 9 de janeiro de 2025 
  40. Lógica, Geo (1 de novembro de 2011). «Relatório de Impacto no Meio Ambiente (RIMA) Linha Leste do Trem Metropolitano de Fortaleza - Metrofor» (PDF). MWH Brasil. Relatório de Impacto no Meio Ambiente. Vol. II: 34. Consultado em 5 de agosto de 2024 
  41. importacao (16 de maio de 2012). «Metrofor realiza primeiro teste de gabarito no túnel do metrô de Fortaleza». Metrofor - Metrô e VLTs no Ceará. Consultado em 9 de janeiro de 2025 
  42. «Em Fortaleza, primeiro teste é realizado no túnel do Metrofor». www.mobilize.org.br. Consultado em 9 de janeiro de 2025 
  43. «Governo do Estado inaugura primeiro trecho da Linha Sul do Metrô de Fortaleza». Consultado em 27 de novembro de 2016. Arquivado do original em 28 de novembro de 2016 
  44. «Segunda etapa da Linha Sul do metrô é inaugurado em Fortaleza». Consultado em 27 de novembro de 2016 
  45. Nordeste, Diário do (29 de setembro de 2012). «Metrô chega ao Benfica com festa da população». Revista Ferroviária. Consultado em 20 de setembro de 2024 
  46. «Metrofor: estação São Benedito é inaugurada nesta quarta-feira». Consultado em 27 de novembro de 2016 
  47. a b «Inauguração de estações completam percurso da Linha Sul do Metrô de Fortaleza». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2018 
  48. CE, Do G1 (11 de outubro de 2013). «Obra da Linha Leste do Metrô de Fortaleza será iniciada neste mês». Ceará. Consultado em 24 de setembro de 2024 
  49. CE, Do G1 (22 de novembro de 2013). «Em Fortaleza, Dilma assina ordem de serviço à Linha Leste do Metrofor». Ceará. Consultado em 24 de setembro de 2024 
  50. «Dilma deve assinar ordem de serviço da Linha Leste do Metrofor durante visita à Capital - Metro». Diário do Nordeste. 20 de novembro de 2013. Consultado em 24 de setembro de 2024 
  51. «ANTP - Associação Nacional de Transportes Públicos». www.antp.org.br. Consultado em 24 de setembro de 2024 
  52. «Negócios». Diário do Nordeste. 25 de setembro de 2024. Consultado em 25 de setembro de 2024 
  53. importacao (10 de janeiro de 2014). «Estação João Felipe encerra atividades segunda-feira (13)». Governo do Estado do Ceará. Consultado em 30 de setembro de 2024 
  54. «Estação João Felipe será desativada - Metro». Diário do Nordeste. 9 de janeiro de 2014. Consultado em 30 de setembro de 2024 
  55. «Operação comercial da Linha Sul do Metrofor começa nesta quarta-feira». Trânsito CE. 29 de setembro de 2014 
  56. secultpaulasouza (31 de março de 2022). «Governo do Estado entrega Complexo Cultural Estação das Artes Belchior após obras de restauro e modernização». Secretaria da Cultura. Consultado em 30 de setembro de 2024 
  57. Leda Gonçalves - Repórter (27 de setembro de 2016). «VLT começa a operar de forma experimental, sem passageiros». Diário do Nordeste. Consultado em 28 de setembro de 2016 
  58. «VLT inicia fase de testes, mas só deve receber passageiros em janeiro». Consultado em 28 de setembro de 2016 
  59. Caio Lobo (8 de Novembro de 2016). «4 "tatuzões" se deterioram no Ceará». viatrolebus. Consultado em 14 de fevereiro de 2017 
  60. «Avenida Santos Dumont tem trânsito liberado». OPovo. 21 de Dezembro de 2016. Consultado em 14 de fevereiro de 2017 
  61. «Com 3 anos de atraso, começa operação assistida do VLT de Fortaleza». Agência Brasil - Últimas notícias do Brasil e do mundo 
  62. «Governo inaugura oito estações do VLT nesta sexta (6) - Cidade - Diário do Nordeste». Diário do Nordeste. Consultado em 8 de julho de 2018 
  63. «Consulta pública eletrônica sobre PPP do Metrofor será aberta dia 7 de dezembro». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2018 
  64. «Metrofor apresentará características da PPP na próxima quinta-feira». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2018 
  65. «Metrofor apresenta características da PPP nesta quinta-feira (7) - Governo do Estado do Ceará». Governo do Estado do Ceará. 6 de dezembro de 2017 
  66. «Metrofor: Governo do Ceará entrega 19ª estação da Linha Sul». Governo do Estado do Ceará. Consultado em 15 de maio de 2017. Arquivado do original em 16 de maio de 2017 
  67. a b «Iniciada Operação Assistida do VLT e população já utiliza o serviço de forma gratuita». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 26 de julho de 2017. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2018 
  68. a b c «Governo do Ceará entrega as duas últimas estações do VLT; serviço tem horário ampliado e continua em operação assistida». Governo do Estado do Ceará. 16 de setembro de 2020. Consultado em 16 de setembro de 2020 
  69. «Governo abre licitação para construir estação do VLT no Aeroporto de Fortaleza». OPOVO Mais. 2 de novembro de 2020. Consultado em 3 de novembro de 2020 
  70. Povo, O. (10 de abril de 2019). «Governo estuda implantar estação do VLT no Aeroporto de Fortaleza». O Povo - Fortaleza. Consultado em 3 de novembro de 2020 
  71. Renato Lobo (6 de maio de 2016). «Metrô de Fortaleza terá intervalo reduzido». viatrolebus. Consultado em 27 de novembro de 2016 
  72. «Implantação do Sistema de Sinalização e Controle da Linha Sul segue avançando». Metrô de Fortaleza. 27 de abril de 2021. Consultado em 23 de junho de 2021 
  73. «Linha Sul do Metrô de Fortaleza». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 9 de março de 2018 
  74. «🇧🇷🚇 Metrofor - Linha Sul - Central-Chico da Silva ➜ Carlito Benevides (janela da esquerda)». YouTube. 26 de março de 2025. Consultado em 16 de abril de 2025 
  75. «🇧🇷🚇 Metrofor - Linha Sul - Carlito Benevides ➜ Central-Chico da Silva (janela da esquerda)». YouTube. 10 de abril de 2025. Consultado em 16 de abril de 2025 
  76. a b «Sistema metroviário». Metrô de Fortaleza. Consultado em 11 de dezembro de 2018 
  77. Kézya Diniz (27 de fevereiro de 2012). «"Metrô de Fortaleza corre o risco de não ser usado", afirma especialista». Política com K. Consultado em 21 de julho de 2013 
  78. a b c «História do Metrô de Fortaleza». Rodovias & Vias. Consultado em 21 de julho de 2013 [ligação inativa]
  79. a b «Inauguração do Metrô de Fortaleza». Governo do Estado do Ceará. 15 de junho de 2012. Consultado em 21 de julho de 2013 
  80. Daniel Aderaldo (16 de junho de 2012). «Após 13 anos de obras, metrô de Fortaleza é inaugurado sem fortalezenses». Portal IG. Consultado em 21 de julho de 2013 
  81. «Presidente inaugura estação José de Alencar e estação Chico da Silva, do Metrofor (FOTO: Blog Planalto) - Noticias». Noticias 
  82. Planalto, Portal do. «Inauguração das estações Chico da Silva e José de Alencar da linha sul do metrô de Fortaleza — Planalto». www2.planalto.gov.br. Consultado em 4 de fevereiro de 2018 
  83. «Metrô de Fortaleza tem horário de funcionamento ampliado». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 4 de março de 2017. Arquivado do original em 5 de março de 2017 
  84. «Linha Oeste do Metrô de Fortaleza». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 7 de janeiro de 2018 
  85. «Caucaia -- Estações Ferroviárias do Estado do Ceará». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 22 de fevereiro de 2018 
  86. a b «De Fortaleza a Caucaia de trem. Conheça a linha Oeste». Metrofor. Consultado em 21 de julho de 2013. Arquivado do original em 10 de janeiro de 2014 
  87. a b «Metrô de Fortaleza: Primeiro VLT da Linha Oeste começa circular». Secretaria da Infraestrutura. 13 de junho de 2011. Consultado em 21 de julho de 2013. Arquivado do original em 28 de dezembro de 2016 
  88. «Linha Oeste». Metrofor - Metrô e VLTs no Ceará. Consultado em 14 de fevereiro de 2026 
  89. «VLT de Fortaleza passa a operar de forma gratuita da Borges de Melo ao Papicu nesta sexta». G1 
  90. «VLT Metrô de Fortaleza». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2018 
  91. «Projeto Ramaral - Parangaba/Mucuripe (VLT)». Consultado em 21 de julho de 2013 
  92. «Operação assistida do VLT Parangaba-Mucuripe não funciona na sexta-feira (8), em Fortaleza». G1 
  93. «VLT de Fortaleza inicia operação assistida nesta terça com viagens grátis». G1 
  94. «VLT Parangaba-Mucuripe: operação assistida já beneficiou 55 mil passageiros». www.seinfra.ce.gov.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2018 
  95. a b Online, O POVO. «Ramal Parangaba-Mucuripe do VLT é ampliado; obras no local continuam». www.opovo.com.br. Consultado em 8 de julho de 2018 
  96. Online, O POVO. «Veja como foi a manhã de entregas de estações do VLT; confira vídeo». www.opovo.com.br. Consultado em 8 de julho de 2018 
  97. Online, O POVO. «Com 4 novas estações, passagem do VLT deve permanecer gratuita até 2019». www.opovo.com.br. Consultado em 8 de julho de 2018 
  98. «Governador e prefeito acompanham obras da Linha Leste do Metrô de Fortaleza». Governo do Estado do Ceará. 2 de outubro de 2020. Consultado em 3 de novembro de 2020 
  99. «O Otimista - Novo ramal Aeroporto-Castelão do VLT receberá investimento de R$ 181 milhões». O Otimista. Consultado em 6 de fevereiro de 2025 
  100. esportemonalisamazza (6 de fevereiro de 2025). «Governo do Ceará anuncia criação da linha VLT Aeroporto-Castelão». Secretaria do Esporte. Consultado em 6 de fevereiro de 2025 
  101. «Cruzamento da avenida Santos Dumont, na Aldeota, é bloqueado para obra do Metrofor - Ceará». Diário do Nordeste. 27 de janeiro de 2025. Consultado em 1 de fevereiro de 2025 
  102. CE, Do G1 (22 de novembro de 2013). «Em Fortaleza, Dilma assina ordem de serviço à Linha Leste do Metrofor». Ceará. Consultado em 1 de fevereiro de 2025 
  103. «Dilma deve assinar ordem de serviço da Linha Leste do Metrofor durante visita à Capital - Metro». Diário do Nordeste. 20 de novembro de 2013. Consultado em 1 de fevereiro de 2025 
  104. «ANTP - Associação Nacional de Transportes Públicos». www.antp.org.br. Consultado em 1 de fevereiro de 2025 
  105. Vargas, Paloma (24 de novembro de 2025). «Linha Leste executa menos da metade do orçamento previsto mesmo com aporte de R$ 353 milhões em 2025.». Diário do Nordeste. Consultado em 30 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 28 de dezembro de 2025 
  106. «Seinfra detalha avanços da Linha Leste do Metrô de Fortaleza em encontro com representantes do comércio.». Governo do Estado do Ceará. 23 de setembro de 2025. Consultado em 30 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 23 de setembro de 2025 
  107. Oliveira, Sara; sara-oliveira (6 de fevereiro de 2025). «VLT entre Aeroporto e Castelão terá percurso de 12 minutos e passará por cinco bairros; veja quais». O POVO. Consultado em 6 de fevereiro de 2025 
  108. «Prometida para Copa 2014, Elmano anuncia obra de VLT entre aeroporto e Castelão». G1. 6 de fevereiro de 2025. Consultado em 6 de fevereiro de 2025 
  109. «Governador Elmano de Freitas assina ordem de serviço para início das obras do VLT Aeroporto-Castelão; investimento será de R$ 180 milhões.». Secretaria de Infraestrutura do Estado do Ceará. 24 de julho de 2025. Consultado em 30 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 31 de julho de 2025 
  110. «Governo do Ceará anuncia criação da linha VLT Aeroporto-Castelão.». Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor). 7 de fevereiro de 2025. Consultado em 30 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 7 de março de 2025 
  111. Diário do Nordeste (20 de outubro de 2011). «Ramal Parangaba-Castelão e Cancelado». Consultado em 7 de Fevereiro de 2016 
  112. «Duas novas linhas previstas - Negócios - Diário do Nordeste». Diário do Nordeste. Consultado em 4 de fevereiro de 2018 
  113. «Assinada ordem de serviço para sistema de comunicação do Metrofor - Negócios - Diário do Nordeste». Diário do Nordeste. Consultado em 4 de fevereiro de 2018 
  114. Ansaldo Breda. «Catálogo do Metrô de Fortaleza». Consultado em 27 de outubro de 2010 
  115. Ansaldo Breda (8 de julho de 2009). «AnsaldoBreda sigla un contratto per la Metropolitana di Fortaleza METROFOR (em italiano)». Consultado em 27 de outubro de 2010 
  116. 74% das obras civis do Metrô de Fortaleza estão concluídas[ligação inativa] página visitada em 23 de fevereiro de 2010.
  117. Intelog (4 de outubro de 2010). «Primeiro VLT da linha Oeste chega a Fortaleza». Consultado em 27 de outubro de 2010. Arquivado do original em 18 de janeiro de 2012 
  118. Lobo, Renato (5 de maio de 2025). «Ceará adquire VLTs de Macaé -». Via Trolebus. Consultado em 14 de fevereiro de 2026 
  119. «Metrô é o 5º que menos transporta usuários no País - Metro - Diário do Nordeste». diariodonordeste.verdesmares.com.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2021 
  120. «Passageiros: metrô transporta menos de 5% de sua capacidade - Metro - Diário do Nordeste». diariodonordeste.verdesmares.com.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2021 
  121. Metrofor. «Linha Sul do Metrô de Fortaleza tem aumento de 17% no número de passageiros». Assessória de impressa da Metrofor. Consultado em 14 de janeiro de 2017. Arquivado do original em 16 de janeiro de 2017 
  122. «Metrô de Fortaleza cresce quase 20% em número de passageiros em 2017 – Via Trolebus». viatrolebus.com.br. Consultado em 9 de janeiro de 2018 
  123. «Metrô de Fortaleza fecha 2017 com crescimento de quase 20% na quantidade de passageiros - Governo do Estado do Ceará». Governo do Estado do Ceará. 8 de janeiro de 2018 
  124. «Metrô de Fortaleza fecha 2017 com crescimento de quase 20% na quantidade de passageiros». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2018 
  125. «Em 2017, Linha sul do metrô de Fortaleza tem crescimento de quase 20% na quantidade de passageiros». Diário do Transporte. 12 de janeiro de 2018 
  126. «Dados da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos de Dezembro de 2020». Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos. Carta anual de políticas públicas e governança corporativa: https://www.metrofor.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/32/2021/01/carta-anual-politicas-publicas.pdf 
  127. a b «Relatórios de demanda». Metrô de Fortaleza. Consultado em 7 de abril de 2023 
  128. «Relatório Anual 1989» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 72. Consultado em 23 de abril de 2025 
  129. «Relatório Anual 1990» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 107. Consultado em 23 de abril de 2025 
  130. «Relatório Anual 1991» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 39. Consultado em 23 de abril de 2025 
  131. «Relatório Anual 1992» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 42. Consultado em 23 de abril de 2025 
  132. «Relatório Anual 1993» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 73. Consultado em 23 de abril de 2025 
  133. «Relatório Anual 1994» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 48. Consultado em 23 de abril de 2025 
  134. «Relatório Anual 1995» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 67. Consultado em 23 de abril de 2025 
  135. «Relatório Anual 1996» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 37. Consultado em 23 de abril de 2025 
  136. «Relatório Anual 1997» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 41. Consultado em 23 de abril de 2025 
  137. «Relatório Anual 1998» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 33. Consultado em 23 de abril de 2025 
  138. «Relatório Anual 1999» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 35. Consultado em 23 de abril de 2025 
  139. «Unidades Administrativas - FORTALEZA - 2001». Companhia Brasileira de Trens Urbanos. Consultado em 23 de abril de 2025 
  140. «Relatório Anual 2002» (PDF). Companhia Brasileira de Trens Urbanos. p. 64. Consultado em 23 de abril de 2025 
  141. «Painel de Estatísticas». Metrofor. Consultado em 4 de fevereiro de 2026 
  142. Metrofor (11 de Abril de 2016). «Relatório Ambiental do Metrô de Fortaleza». Assessoria de Comunicação da Metrofor. Consultado em 16 de Abril de 2016. Arquivado do original em 25 de abril de 2016 
  143. «Semace aprova ações ambientais do Metrô de Fortaleza». www.metrofor.ce.gov.br. Consultado em 1 de abril de 2017. Arquivado do original em 1 de abril de 2017 
  144. «Bomba explode nas proximidades de estação do metrô de Fortaleza». R7.com. 10 de janeiro de 2019. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  145. «Trens se chocam e deixam 38 pessoas feridas em Fortaleza (CE)». noticias.uol.com.br. Consultado em 27 de dezembro de 2019 
  146. «Colisão entre trens no Ceará deixa 37 feridos; dois estão em estado grave». VEJA. Consultado em 27 de dezembro de 2019 

Ligações externas

[editar | editar código]
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Metropolitano de Fortaleza

Redes sociais

[editar | editar código]