Miami bass

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Miami Bass
Origens estilísticas Hip Hop, Electro, Breakbeat
Contexto cultural Final da década de 1980 e início da década de 1990 no Sul da Flórida
Instrumentos típicos Caixa de Ritmos, Toca-Discos, Sampler, Sintetizador, Beatbox
Formas derivadas Southern Hip Hop, Trap, Funk Carioca
Subgêneros
Audio Bass, Bounce

Miami Bass (também conhecido como Bass Music ou Miami Sound) é um subgênero do Hip Hop que tornou-se popular nos EUA e países da América Latina nos anos 80 e 90. Ele é conhecido por usar a batida continuada da caixa de ritmos Roland TR-808 e dança sincopada. O foco do Miami Bass era mais na proficiência dos DJ's em manipular instrumentais do que no conteúdo lírico em si, que era focado em temas sexuais e de festa.

História[editar | editar código-fonte]

O subgênero recebeu este nome quando o Freestyle começou a tornar-se popular nos bairros negros de Miami, como por exemplo em Liberty City. Os DJ's começaram a desenvolver instrumentais mais graves, rápidos e intensos, com um número de BPM superior e com a utilização de Kicks bastante graves.

Este era bastante diferente do Gangsta Rap, já que o Miami Bass não era focado em falar em problemas sociais, críticas ao sistema, criminalidade ou discriminação racial e social, o subgênero era essencialmente uma contra resposta ao rap que estava muito politizado e polémico na época. Apesar da atenção inicial da media nacional americana no final dos anos 1980, o Miami Bass nunca encontrou uma aceitação mainstream consistente, embora a sua importância tenha tido um impacto profundo no desenvolvimento do hip hop. O subgênero daria origem ao início do desenvolvimento do Funk Carioca, subgênero esse que é muito baseado no Miami Bass.

Os nomes de Miami Bass que mais se destacaram na época foram os 2 Live Crew, os Quad City DJ's, os 95 South, as J.J. Fad, os 69 Boyz, os Poison Clan, os Gucci Crew II, os Tag Team, os Ghost Town DJ's e ainda artistas solo como Uncle Luke, DJ Magic Mike, Sir Mix-A-Lot e Freak Nasty.

Referências

Unterberger, Richie (1999). Music USA: The Rough Guide. The Rough Guides. pp. 144–145. ISBN 1-85828-421-X.

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