Michał Heller

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Michał Heller
Nascimento 12 de março de 1936
Tarnów, Polônia
Nacionalidade Polonês
Cidadania Polônia
Alma mater Universidade Católica de Lublin
Ocupação físico, astrônomo, filósofo, escritor
Prêmios Ordem da Águia Branca, Prêmio Templeton
Empregador Universidade do Arizona, Universidade Católica da América, Universidade de Leicester, Universidade Ruhr de Bochum, Universidade de Lieja
Religião Catolicismo

'Michał Kazimierz Heller’ (Tarnów, 12 de março de 1936) é professor de filosofia na Pontifícia Universidade de João Paulo II, na Cracóvia, Polônia, e um membro adjunto da equipe do Observatório do Vaticano. Também atua como professor de filosofia da ciência e lógica no Instituto Teológico em Tarnow. Padre católico pertencente à Diocese de Tarnow, foi ordenado em 1959.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Michael Heller cursou o ensino médio em Mościce, graduou-se na Universidade Católica de Lublin, onde obteve o grau de mestre em filosofia em 1965 e um Ph.D. em cosmologia, em 1966.

Depois de iniciar sua carreira docente em Tarnów, ingressou no corpo docente da Pontifícia Academia de Teologia em 1972 e foi nomeado para a cátedra em 1985. Recebeu um diploma de honra da Universidade de Tecnologia de Cracóvia, foi professor visitante na Universidade Católica da Lovaina, na Bélgica e cientista visitante na Universidade de Lieja, da Universidade de Oxford, da Universidade de Leicester, da Universidade Ruhr, na Alemanha, Universidade Católica da América e da Universidade do Arizona, entre outros. Dr. Heller é membro da Pontifícia Academia das Ciências.

Sua pesquisa atual é sobre o problema da singularidade na relatividade geral e o uso de geometria não-comutativa na busca da unificação da relatividade geral e a mecânica quântica.

Em março de 2008, Heller recebeu 1,6 milhões de dólares do Prêmio Templeton por sua extensa sondagem filosófica e científica de grandes questões”. Suas obras têm procurado conciliar o mundo científico conhecido com as dimensões desconhecidas de Deus”.[1]

Críticas[editar | editar código-fonte]

Muitos dos críticos de Heller apontam para o fato de que sua argumentação, em particular aquela contida no artigo que lhe garantiu o Prêmio Templeton, se baseia fortemente no chamado deus das lacunas. Este tipo de argumentação, comum entre os apologistas da religião, é tido por muitos como deficiente por considerar a ignorância da causa de um fenômeno como prova da existência de uma divindade. O próprio prêmio Templeton e a fundação que o autorga ficam sob questionamento como iniciativas para obscurecer a distinção entre ciência e religião”.[2]

Referências

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