Microfisioterapia

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A microfisioterapia é uma técnica de Fisioterapia manual criada pelos franceses Daniel Grosjean e Patrice Bénini. Sua elaboração e formulação foram iniciadas na década de 80, baseando-se na embriologia e na filogênese. Em França, a prática de microfisioterapia é criticada pelo Conselho Nacional de Fisioterapeutas como sendo charlatanismo[1] [2] e, em 2008, o ministério francês da saúde declarou que "a microfisioterapia é uma prática terapêutica não convencional que não é, até à data, com base em uma teoria suficientemente fundamentada que os pacientes podem recorrer dentro do sistema saúde[..]O microfisioterapia é agora objecto de interrogatórios e severas críticas dos profissionais de saúde" [3]


Funcionamento[editar | editar código-fonte]

Tal técnica consiste em identificar os traços deixados por eventos ocorridos e não eliminados pelo organismo, que a posteriore, manifestam-se de diversas formas.

Acredita-se que cada evento, seja físico ou psicológico, deixe marcas no envólucro humano (corpo) que possam desencadear dores e doenças em outros órgãos.

Uma vez encontrados tais traços, realiza-se manualmente mecanismos de autocorreção para o restabelecimento das funções do organismo, auxiliando a eliminar doenças e promovendo a saúde.

O tratamento pode ser preventivo ou curativo, sendo realizado após uma agressão ou um evento de perturbação, no intuito de auxiliar o corpo a reagir e promover sua autocura. Isso tudo não se opõe à medicina de emergência (drogas, cirurgias, etc.). A microfisioterapia não causa uma ação direta no sintoma, como um remédio de emergência, mas sim em sua causa primária. [carece de fontes?]

Seus princípios de cura são semelhantes aos da homeopatia, já que ambas seguem duas leis: a cura pelo infinitesimal (o medicamento diluído, a palpação mínima) e pela similitude (o semelhante cura o semelhante). É um método que vem a complementar a medicina tradicional.

Atualmente cerca de 5.000 microfisioterapeutas atuam na Europa[carece de fontes?], a maioria na França e na Bélgica. No Brasil, a técnica começou a ser difundida em 2005, tratando-se de um curso de especialização para fisioterapeutas, com duração de dois anos[carece de fontes?].

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]