Misocristia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
"A última prece dos mártires cristãos", por Jean-Léon Gérôme (1883).


Misocristia (do grego μισέω, miseó, "ódio"; e Χριστός, christós, Cristo) é um neologismo criado para definir a ação daqueles que propagam e exercem o ódio ou horror a Cristo, aos cristãos e ao cristianismo, em tempos de expressiva intolerância religiosa. Vale ressaltar, que a palavra cristofobia ou cristianofobia (utilizada até a criação deste termo para representar o ódio a Cristo) tem como significado literal o medo e não o ódio. O preconceito, bem como o ódio aos cristãos é notório desde a ressurreição de Cristo. Seja pelos judeus, pelo Império Romano, comunidades muçulmanas extremistas[1] e até mesmo por alguns ativistas de minorias em movimentos como a parada LGBT no Brasil,[2]que demonstra forte intolerância ao ponto de vilipendiar símbolos sagrados para os cristãos e até mesmo o próprio Cristo.

Tal ódio também é notado no discurso e vida de homens como Hitler,[3] Marx[4] e Stálin. Ainda, por literaturas que versam sobre o sagrado e pela exclusão social de cristãos em determinados braços da sociedade.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Ben Solomon, Ariel (19 de Janeiro de 2014). «Report: Persecution of Christians reveals most abuse in Muslim countries». The Jerusalem Post 
  2. Ribeiro, Wesley dos Santos (2016). «Report: Intolerância religiosa e violência, frente às práticas religiosas no Brasil, no século XXI». Puc Goiás Post. p. 170 
  3. KERSHAW, Ian (2008). Hitler a Biography. [S.l.]: London: W.W. Norton & Co. p. 295 
  4. Souza, Eguinaldo Hélio. «Report: Por que o marxismo odeia o cristianismo». Portal Conservador Post