Miss Grand International

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Miss Grand International
Tipo Concurso de Beleza
Fundação 2013
Sede Tailândia Bancoque
Proprietário Nawat Itsaragrisil
Sítio oficial MissGrandInternational

Miss Grand International é um concurso de beleza feminino realizado anualmente desde 2013 com mais frequência na Tailândia. O concurso despertou olhares do mundo inteiro assim que conseguiu reunir mais de setenta (70) candidatas ao título máximo, fóruns e sites especializados em misses destacaram que o certame é um possível evento a integrar entre os principais concursos de beleza do mundo. Tem como proprietário o business man e dono da Holiday TV, Nawat Itsaragrisil. [1]

Tem como conceito principal conscientizar a população sobre como evitar e parar as guerras mundiais. [2] O concurso busca incentivar as candidatas a realizarem publicidade cultural e interativa para as massas da importância da paz mundial. O conceito Stop the War é sempre adotado por concursos de beleza, mas somente no Miss Grand International que ele é colocado em primeiro plano, diferentemente de outros concursos, como o Miss Earth que preza a causa ecológica.

Vencedoras[editar | editar código-fonte]

Ano Vencedora País Origem R Anfitrião
2013 Janelee Chaparro Porto Rico Porto Rico Barceloneta [3] Tailândia Bancoque 71
2014 Daryanne Lees Cuba Cuba San Juan [4] Tailândia Bancoque 85
2015 Claire Parker Austrália Australia Sydney [5] Tailândia Bancoque 77
2016 Ariska Putri Indonésia Indonésia Lhokseumawe [6] Estados Unidos Las Vegas 74
2017 María José Lora Peru Peru Lima [7] Vietname Phú Quốc 77
2018 Clara Sosa Paraguai Paraguai Assunção [8] Myanmar Rangum 75

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Conquistas por País[editar | editar código-fonte]

Título País Vitórias
1 Paraguai Paraguai 2018
Peru Peru 2017
Indonésia Indonésia 2016
Austrália Austrália 2015
Cuba Cuba 2014
Porto Rico Porto Rico 2013

Desempenho por Continente[editar | editar código-fonte]

Título Continente Última Vitória
4 Americas (orthographic projection).svg Américas Paraguai (2018)
1 Asia (orthographic projection).svg Ásia Indonésia (2016)
Oceania (orthographic projection).svg Oceania Austrália (2015)
0 Africa (orthographic projection).svg África
Europe orthographic Caucasus Urals boundary.svg Europa

História[editar | editar código-fonte]

Missão e Visão[editar | editar código-fonte]

A logo do certame, denominada de Flame of Peace, ou Chama da Paz, carrega consigo os traços da imagem de uma mulher como portadora da paz mundial. O design do desenho elaborado pela própria organização do concurso, visa simbolizar o destino da beauty queen que for eleita. O nome do concurso representa força, granditude e a magnificência do concurso de beleza, onde o País que for o ganhador terá o seu lugar por mérito.

O Miss Grand International pretende tornar-se o líder mundial em segmento de concursos de beleza, além de se transformar em um exemplo de melhoramento humanitário. A final do concurso pretende alcançar mais de cem milhões de telespectadores ao redor do mundo com uma audiência estimada por meio de meios eletrônicos, sites e concursos de beleza nacionais. Mais de 1.5 bilhão de pessoas sintonizaram suas televisões para assistir concursos de beleza em 2014 e o Miss Grand International pretende não desapontar seu público e convidados internacionais.

Além de um concurso com grande abrangência internacional, anualmente se mostra por garantir um time completo de mulheres capacitadas para se tornarem porta voz da organização. O MGI trabalha com a campanha Stop the War and Violence, levando a mensagem de paz e conhecimento às pessoas em zonas de conflito, violência e que de alguma forma se envolvem em guerras. [9] O ideal do certame é parar com todas as formas de violência e hostilidade, pelo bem das crianças e das gerações que as seguirão. É o seu dever, domesticamente ou de maneira internacional, erradicar os conflitos mundiais e focar seus esforços em acrescentar com qualidade o valor da vida humana.

Prêmios[editar | editar código-fonte]

A grande vencedora da competição se instala na capital da Tailândia, em Bancoque e passa a residir no luxuoso complexo Up Ekamai Condominium by Nusasiri, para estar à serviço da organização no que se refere à comparecimento em entidades beneficentes, dar apoio à ONG's e à causas ligadas ao serviço comunitário e às crianças desamparadas do País. Além de jantares beneficentes, eventos e aparições na mídia local, a vencedora se prontifica em passar a mensagem de evitar conflitos e guerras que tanto a organização tenta imprimir à seus países franqueados e principalmente às pessoas. Ela adquire um contrato estimado em U$ 40.000,00 que receberá durante seu reinado. Além dela, as outras quatro finalistas nas posições escaladas inferiores à vencedora também levam prêmios em dinheiro, jóias e outros brindes de patrocinadores. Além desses prêmios, as candidatas podem adquirir prêmios monetários - em dólar - ganhando uma das categorias abaixo:

  1. (U$ 2.000,00) A Melhor em Desfile de Biquini
  2. (U$ 2.000,00) A Melhor em Desfile de Gala
  3. (U$ 2.000,00) A Melhor em Traje Típico
  4. (U$ 1.000,00) A Melhor em Mídias Sociais
  5. (U$ 1.000,00) Miss Voto Popular

Liderança Global[editar | editar código-fonte]

Anualmente o concurso é prestigiado por uma grande gama de pessoas, tanto o público que precisam o evento acomodado nos palcos locais de Bancoque, como os espectadores, que assistem ao vivo direto pelo Canal 7 - popular na Tailândia - quanto pelo YouTube, que transmite com exclusividade desde o primeiro ano de criação do evento, em 2013 para o restante do mundo. Apesar de novo no segmento de concursos de beleza, o Miss Grand conseguiu reunir, até o presente momento, um total de 156 mulheres pela disputa da coroa. A vencedora começa seu trabalho logo após sua vitória, convertendo-se assim na imagem principal da companhia e fixa-se na capital do País, durante todo o ano de seu reinado.

Sistema de Seleção[editar | editar código-fonte]

A seleção de candidatas nacionais é um processo rápido e eficaz. Os diretores nacionais da franquia pagam um valor em dólares, de acordo com o País e sua capacidade econômica, e as candidata devem obedecer diversas regras e assinar contratos de licença de imagem e de trabalho. Algumas dessas regras são as seguintes:

  1. Ter nascido do sexo feminino;
  2. Ter entre 18 e 26 anos;
  3. Nunca ter sido casada;
  4. Nunca ter engravidado;
  5. Nunca ter feito campanhas de cunho sexual;

Tentando conquistar a credibilidade de seus colaboradores e respeito de diversos concursos tradicionais atuais, não há um índice muito numeroso de países que realizam concursos nacionais para eleger sua candidata na disputa. Na edição mais recente de 2015, alguns países como Tailândia, Japão e Austrália elegeram suas representantes por meio de concurso. O Brasil só o fez em 2014, quando o certame estava sob responsabilidade do empresário Gerson Antonelli. Em 2013, e a partir de 2015, a MMB Produções e Eventos (que coordena o concurso Miss Mundo Brasil) apenas indicou as vice-campeãs de seu evento nacional.

Em entrevista ao portal Global Beauties, o presidente Nawat Itsaragrisil assim declarou sobre o que ele busca em uma campeã: [10]

Renúncia em 2015[editar | editar código-fonte]

Após quase 5 meses exatos desde sua eleição como soberana do título internacional, Ana García perdeu o título pois se tornou "exigente demais" para a organização MGI. [11] Teresa Chaivisut, vice-presidente da organização tailandesa que coordenada a etapa internacional disse em entrevista ao tablóide inglês Daily Mail que os estudos de Anea atrapalhavam sua agenda de atividades do concurso e toda hora eram necessárias remarcações de horários. O ápice foi quando Anea solicitou a organização que sua avó fosse morar com ela na Tailândia, atribuindo todos os custos desta à organização, que não permitiu. Segunda colocada no evento, a australiana Claire Elizabeth Parker assumiu o título até o evento final em dezembro de 2016, onde coroou sua sucessora. [12] Após o anúncio, Claire declarou:

Brasil Desempenho Brasileiro[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. FONTES; SLEIGH, Henrique, Andre (24 de outubro de 2017). «GB Gets to Know: Nawat Itsaragrisil, President of MGIO!». Global Beauties 
  2. TAYAG, Voltaire E. (21 de outubro de 2017). «Miss Grand International: A Pageant for Peace!». Rappler 
  3. NORMAN, Norman (20 de novembro de 2013). «Miss Grand International 2013 is Janelee Chaparro of Puerto Rico!». Global Beauties 
  4. BEAUTIES, Global (18 de maio de 2017). «Cuba wins Miss Grand International 2014!». Global Beauties 
  5. LI, Tang (2 de abril de 2016). «Take two! The moment Australian Claire Parker is crowned Miss Grand International after the original winner was fired by organisers for being "too demanding"!». Daily Mail UK 
  6. JAKARTA POST, By The (27 de outubro de 2016). «Indonesia brings home Miss Grand International 2016 title!». The Jakarta Post 
  7. BEAUTIES, Global (27 de outubro de 2016). «Miss Grand International 2017 is Miss Peru!». Global Beauties 
  8. FONTES, Henrique (24 de maio de 2018). «Miss Grand International Official Press Conference to take place this Friday, in Myanmar!». Global Beauties 
  9. ANGELOPEDIA, By (21 de maio de 2015). «Miss Grand International 2015 organisation join hands with "Stop the War & Violence" campaign!». Global Beauties 
  10. FONTES; SLEIGH, Henrique, Andre (24 de outubro de 2017). «GB Gets to Know: Nawat Itsaragrisil, President of MGIO!». Global Beauties 
  11. LI, Tang (27 de março de 2016). «Beauty contest organisers sack winner because she is too DEMANDING... and give the crown to Australian model Claire Parker!». Daily Mail UK 
  12. HOUSE, Laura (27 de março de 2016). «Who IS Claire Parker? Meet the ambitious "crazy cat lady" model who was crowned Miss Grand International six months after the pageant because the real winner was dethroned for being "too demanding"!». Daily Mail UK 

Links Externos[editar | editar código-fonte]