Mitologia egípcia

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A história egípcia é a coleção dos mitos do antigo Egito, que descreve as ações dos deuses egípcios como uma forma de compreender o cosmos.

Fontes[editar | editar código-fonte]

As fontes para o estudo da mitologia egípicia são variadas, desde templos, pirâmides, estátuas, túmulos até textos. Em relação às fontes escritas, os egípcios não deixaram obras que sistematizassem de forma clara e organizada as suas crenças. Em geral, os investigadores modernos centram-se no seu estudo em três obras principais, o Livro das Pirâmides, o Livro dos Sarcófagos e o Livro dos Mortos.

  • Os Textos das Pirâmides[1] é uma compilação de fórmulas mágicas e hinos cujo objetivo é proteger o faraó e garantir a sua sobrevivência no mundo dos mortos. Os textos encontram-se escritos sobre os muros dos corredores das câmaras funerárias das pirâmides de Sacará. Do ponto de vista cronológico, situam-se na época da V e VI dinastias;
  • Os Textos dos Sarcófagos, uma recolha de textos escritos em caracteres hieroglíficos cursivos no interior de sarcófagos de madeira da época do Império Médio, tinha também como função ajudar os mortos no outro mundo;
  • Por último, o Livro dos Mortos[2], que inclui os textos das obras anteriores, para além de textos originais, data do Império Novo. Esta obra era escrita em rolos de papiro pelos escribas e vendida às pessoas para ser colocada nos túmulos.

Outras fontes escritas são os textos dos autores gregos e romanos, como os relatos de Heródoto (século V a.C.) e Plutarco (século I d.C.).

Referências

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