Moda no pós-guerra

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A moda no pós-guerra é aquela que sucedeu o fim dos conflitos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), marcado pelo fim do racionamento de tecidos e produtos de beleza e pela redefinição da silhueta, sobretudo na moda feminina.

História[editar | editar código-fonte]

A moda durante a Segunda Guerra Mundial foi limitada pelo racionamento de determinados tipos de tecidos na Europa, o que acabou por definir o vestuário feminino da década, pela utilização de tecidos alternativos e corte em estilo militar.[1]

A moda do pós-guerra foi marcada pelo oposto: preocupação com a expressão da feminilidade, com destaque para as coleções que compuseram o New Look, inicialmente idealizado por Christian Dior. O período também se destacou pela ascensão da indústria de cosméticos. , que estavam em escassez durante a Segunda Guerra, e que tiveram, neste período, o início de seu apogeu na comercialização e publicidade.[2]

A valorização do feminino fez com que a ingenuidade e a sensualidade fossem destacadas como ideal de beleza, ideal encarnado pelos ícones Marilyn Monroe e Brigitte Bardot. Nos Estados Unidos, o rock n' roll teve influência marcante.Por ser um estilo musical direcionado ao público jovem, este público buscou - a partir da revolução trazida pelo rock n' roll - uma moda própria. Jeans e uma simples camiseta branca foram imortalizados pelos astros de Hollywood, James Dean em Juventude Transviada e Marlon Brando em Um Bonde Chamado Desejo. Este movimento acabou por democratizar a moda nas décadas seguintes.[2]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. A Moda e a Guerra Folha Online.
  2. a b A Época da Feminilidade Folha Online.