Moisés Matias de Andrade

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Moisés
Informações pessoais
Nome completo Moisés Matias de Andrade
Data de nasc. 30 de novembro de 1948
Local de nasc. Resende (RJ),  Brasil
Falecido em 26 de agosto de 2008 (59 anos)
Local da morte Rio de Janeiro (RJ),  Brasil
Informações profissionais
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1966–1968
1968
1968–1970
1970
1971–1976
1976–1978
1978
1978
1979
1980–1983
Brasil Bonsucesso
Brasil Flamengo
Brasil Bonsucesso
Brasil Botafogo
Brasil Vasco da Gama
Brasil Corinthians
França Paris Saint-Germain
Brasil Flamengo
Brasil Fluminense
Brasil Bangu





0122 00000(0)
Seleção nacional
1973 Brasil Brasil
Times/Equipas que treinou
1983–1986
1987
1987-1988
1989
1989
1990-1991
1992–1993
1993
1994
2006
Brasil Bangu
Brasil Santa Cruz
Brasil Atlético Mineiro
Brasil América–RJ
Brasil Bangu
Portugal Belenenses
Brasil Bangu
Brasil Ceará
Brasil Bangu
Brasil Cabofriense

Moisés Mathias de Andrade, mais conhecido como Moisés (Resende, 30 de novembro de 1948 - Rio de Janeiro, 26 de agosto de 2008) foi um jogador e treinador de futebol brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Zagueiro de jogo viril e às vezes ríspido, era conhecido como "Xerife" pelos seus admiradores e como "Moisés Paulada" pelos adversários e por Milton Neves. Ficou conhecido por sua frase "Zagueiro que se preza não pode ganhar o Belfort Duarte", ironizando o prêmio que era dado aos jogadores mais disciplinados. Apesar disso, foi expulso poucas vezes em toda a sua carreira.

Começou no Bonsucesso e jogou em todos os grandes clubes cariocas, sendo campeão da Taça Brasil de 1968 pelo Botafogo e campeão Brasileiro pelo Vasco em 1974. Conquistou ainda o Campeonato Paulista de 1977 pelo Corinthians. Teve rápida passagem pelo Paris Saint-Germain. Terminou sua carreira no Bangu, em 1983, imediatamente assumindo como treinador do clube.

Disputou uma partida em 1973 pela Seleção Brasileira, quando jogava pelo Vasco.

Como técnico do Bangu, foi responsável por alguns de seus grandes momentos, sagrando-se vice-campeão carioca e brasileiro em 1985, em duas decisões polêmicas contra o Fluminense e o Coritiba. Naquela época foi aventada até a possibilidade de treinar a Seleção Brasileira.

Foi treinador do Atlético Mineiro e do América do Rio, tendo trambém trabalhado em Portugal e nos Emirados Árabes. Seu clube mais recente foi a Cabofriense, em 2006.

Faleceu na madrugada de 26 de agosto de 2008 vitimado por um câncer pulmonar.

Em 2009, o Campeonato Estadual de Futebol da Primeira Divisão do Rio de Janeiro contou com uma taça que leva o seu nome. Ela foi disputada pelos 3º e 4º colocados de cada grupo, em semi-finas e finais. As partidas semi-finais foram preliminares às disputadas pela Taça Guanabara.