Mulheres Apaixonadas

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Mulheres Apaixonadas
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero crônica do cotidiano
Duração 75 minutos
Criador(es) Manoel Carlos
País de origem Brasil
Idioma original português
Produção
Diretor(es) Ricardo Waddington
Rogério Gomes
José Luiz Villamarim
Elenco
Tema de abertura "Pela Luz dos Olhos Teus", Tom Jobim e Miúcha
Exibição
Emissora original TV Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 17 de fevereiro – 10 de outubro de 2003
Episódios 203

Mulheres Apaixonadas é uma telenovela brasileira produzida pela TV Globo e exibida originalmente de 17 de fevereiro a 10 de outubro de 2003 em 203 capítulos,[2] com o último capítulo reexibido no dia subsequente, 11 de outubro.[1] Substituiu Esperança e foi substituída por Celebridade, sendo a 63ª "novela das oito" exibida pela emissora.

Escrita por Manoel Carlos com a colaboração de Maria Carolina, Fausto Galvão e Vinícius Vianna, teve a direção de Marcelo Travesso e Ary Coslov. A direção geral foi de Rogério Gomes, José Luiz Villamarim e Ricardo Waddington (também diretor de núcleo).[2]

Contou com as participações de Christiane Torloni, José Mayer, Tony Ramos, Susana Vieira, Giulia Gam, Marcello Antony, Helena Ranaldi e Dan Stulbach.[1]

Enredo[editar | editar código-fonte]

A personagem central da trama é Helena, uma mulher que resolve viver uma nova paixão após quinze anos de casada. A protagonista é diretora da Escola Ribeiro Alves (ERA), para alunos de Ensino Médio, e está cansada da vida sem emoções que leva com o músico Téo, com quem adotou o pequeno Lucas. Helena não desconfia, mas na verdade o menino é filho biológico do marido com a ex-garota de programa Fernanda. Esse segredo abala silenciosamente a relação dos dois. Helena questiona ainda mais o casamento quando reencontra César, um ex-namorado que ela abandonou no passado. No momento do reencontro, César é viúvo e um neurocirurgião conceituado, que trabalha na mesma clínica onde Luciana faz residência. Os dois têm um caso.

Mulherengo, o médico tem seus próprios problemas em casa. Ele é pai da jovem Marcinha, aluna da escola ERA, de personalidade conciliadora; e de Rodrigo, que o responsabiliza constantemente pela morte da mãe. Esse é o triângulo amoroso principal de "Mulheres Apaixonadas", que se constitui em meio a segredos e dramas familiares. No início da novela, César tem um caso com sua assistente, Laura, relacionamento desaprovado pelos filhos. Logo depois, começa a namorar Luciana. A relação com Helena só tem início na metade da trama, e os dois terminam juntos, casados. Após muitas reviravoltas, Téo e Laura descobrem que têm afinidades e iniciam um romance.

Téo ainda tem uma banda de jazz, em que toca saxofone. O grupo é constituído por sua ex-mulher, Pérola, com quem ele teve Luciana; seu atual marido Ataulfo; e pelo filho desse casal, Jairo. Sem Helena saber, Téo frequenta muito a casa de Fernanda, que também é mãe da pequena Salete. O músico não tem mais nenhum envolvimento amoroso com a moça, mas é a ele que ela sempre recorre para pedir ajuda. Além disso, Salete é muito apegada a Téo e a Lucas, que conhece por acaso.

Em determinada altura da trama, já separado de Helena, Téo e Fernanda são vítimas de balas perdidas, durante uma troca de tiros no Leblon. O músico é atingido na cabeça e sobrevive. Já Fernanda, não resiste. Após alguns dias internada, ela morre. Em seus últimos momentos de vida, a moça conta toda a verdade para Helena. Depois disso, Salete fica sob guarda da avó Inês, uma aproveitadora. A situação da criança só muda no final da novela, quando o saxofonista faz um teste de DNA e descobre ser seu pai biológico.

Helena tem mais duas confidentes, suas irmãs Hilda e Heloísa, que também vivem seus dramas familiares. Hilda é a mais realizada das irmãs: é dona de uma delicatesse e tem uma relação feliz com o marido Leandro. A estabilidade dela é abalada quando descobre um câncer de mama. Heloísa tem uma das histórias que mais teve repercussão à época: instável emocionalmente, ela tem ações descontroladas devido ao ciúme doentio que não consegue esconder. Casada com Sérgio, Heloísa esconde que não pode ter filhos. Provoca escândalos, acusa o marido constantemente de infidelidade, o persegue, chega a feri-lo com uma faca em uma discussão. A irmã caçula de Helena chega a ser internada após envolver-se em um acidente de carro, provocado por ela. Quando Sérgio a deixa por não aguentar sua doença, Heloísa passa a frequentar as reuniões do grupo de apoio "Mulheres que Amam Demais Anônimas – MADA", repleto de histórias verídicas.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Elenco de Mulheres Apaixonadas

Produção[editar | editar código-fonte]

Leblon, a locação principal da trama.

A telenovela estrearia apenas em setembro de 2003, mas devido à exibição da novela Desejos de Mulher, cujo tema era também sobre os bastidores da moda, Celebridade, de Gilberto Braga, foi adiada para depois de Mulheres Apaixonadas. A estreia da trama foi antecipada e escalada para substituir Esperança.[3]

A novela teve quinze aberturas diferentes, sempre mostrando fotografias enviadas por telespectadores, em diferentes tons de azul. As mulheres apareciam destacadas, enquanto os homens, embaçados. Inicialmente a abertura seria trocada a cada quatro semanas, mas a ideia fez tanto sucesso, que passou a ser de duas em duas semanas, tendo na última semana, a abertura diferente da penúltima.[4]

Mulheres Apaixonadas foi a quinta e última parceria do diretor Ricardo Waddington com Manoel Carlos. Os dois fizeram juntos História de Amor (1995), Por Amor (1997), Laços de Família (2000) e a minissérie Presença de Anita (2001), e a partir da novela Páginas da vida (2006) o autor inicia uma nova parceria com o diretor Jayme Monjardim.

A novela marcou a estreia de alguns atores na TV, entre eles Bruna Marquezine, Paula Picarelli, Carol Castro, Pedro Furtado, Pitty Webo, Rafael Calomeni e Manoelita Lustosa.[5]

Gravações[editar | editar código-fonte]

As gravações da novela começaram em 25 de novembro de 2002, em Cancún, no México. As cenas eram apenas dos atores Christiane Torloni e Tony Ramos.[6]

A telenovela foi ambientada na cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente nos bairros do Leblon, Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca. As cenas eram gravadas nos estúdios do Projac e nas ruas da cidade, pois a novela não possuía cidade cenográfica.[7]

Muitas vezes, os capítulos eram gravados no mesmo dia em que seriam exibidos, pelo motivo dos roteiros serem entregues aos atores com atraso. Apesar da correria, isso não comprometeu o andamento da trama e nem precisou de interferência da Globo para se chegar a uma solução.[8]

A cena do tiroteio de Fernanda começou a ser gravada no dia 5 de agosto de 2003, no bairro do Leblon, e reuniu cerca de mil pessoas como plateia, além da equipe de produção e gravação. A gravação da cena durou cerca de dez horas.[9] A equipe teve que regravar a cena em que Fernanda é baleada, pois a gravação anterior havia sido prejudicada por um flash que apareceu justamente na hora em que a personagem leva o tiro. Por questão de iluminação, o diretor decidiu regravar a cena inteira, dessa vez com a rua fechada, e também deu sequência às cenas do resgate. A gravação das cenas foi finalizada em 7 de agosto, depois de mais de dois dias de trabalho.[10]

O subprefeito da zona sul do Rio, Cláudio Versiani, proibiu as gravações das cenas de tiroteio, alegando que a cena iria atrapalhar o trânsito. A equipe conseguiu autorização do prefeito Cesar Maia (PFL) para poder gravar as cenas. A Associação Brasileira da Indústria Hoteleira e o Sindicato de Hotéis, Restaurantes e Bares do Rio também protestaram contra as gravações.[11] Eles alegaram que a novela afastaria os turistas.[12]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

A novela foi satirizada pelo Casseta & Planeta, Urgente! como Mulheres Recauchutadas.[13] O folhetim e a repercussão das tramas viraram tema de reportagem da revista americana Newsweek, publicada em julho de 2003.[14]

Em 27 de agosto de 2003, os atores Dan Stulbach e Helena Ranaldi foram a Brasília visitar o então presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), e participaram do lançamento do Programa Nacional de Combate à Violência contra a Mulher, como um incentivo de mudar a lei da violência contra a mulher, assunto abordado entre os personagens dos dois atores na trama.[15][16]

Em 22 de setembro, depois de ser mais uma vez espancada, só que dessa vez nua, Raquel (Helena Ranaldi) tomou coragem e o denunciou para a Delegacia Especial da Mulher.[17] A atitude da professora incentivou milhares de mulheres no país a fazerem o mesmo, e com isso o número de denúncias contra violência doméstica aumentou consideravelmente em todo o país. Só no Rio de Janeiro as denúncias contra a violência feminina cresceram em 40%.[18]

O drama vividos pelos idosos Leopoldo (Oswaldo Louzada) e Flora (Carmem Silva) também comoveu as autoridades do país. A telenovela fez com que o Estatuto do idoso tivesse agilidade em sua aprovação no Senado Federal.[19] Além disso, houve um incentivo para o aumento das denúncias de agressões contra os idosos.[20]

Temas abordados[editar | editar código-fonte]

A trama abordou a violência no Rio de Janeiro e suas consequências para os moradores, bem como a questão do armamento. Na história, Fernanda (Vanessa Gerbelli) e Téo (Tony Ramos) são baleados na rua, durante uma perseguição policial a bandidos. As cenas foram exibidas a partir do capítulo 150, que foi ao ar em 9 de agosto de 2003.[21] Logo após, a novela entrou numa espécie de campanha contra o armamento. Em 14 de setembro, os atores, junto com mais de trinta mil pessoas, participaram de uma passeata a favor do desarmamento; cenas desse protesto foram exibidas na novela um dia depois.[22][23]

A violência doméstica foi um dos temas que mais causou polêmica. Marcos (Dan Stulbach) entrou na novela no capítulo 70, que foi ao ar em 8 de maio.[24] Ele violentava e agredia fisicamente a professora Raquel (Helena Ranaldi), além de ter características de psicopata. Numa das cenas mais fortes da trama, ela é espancada com uma raquete, e deixa os ferimentos à mostra. A cena foi exibida no capítulo que foi ao ar em 22 de setembro de 2003.[25]

A laqueadura foi abordada na trama pela personagem Heloísa (Giulia Gam). Em uma das cenas, ela revela que não tem filhos não porque não quer, mas porque não pode, pois fez às escondidas, uma ligadura de trompas.[26] Um dos temas mais polêmicos foi os maus tratos que a vilã Dóris, vivida por Regiane Alves, causava em seus avós Leopoldo (Oswaldo Louzada) e Flora (Carmem Silva), chegando a jogar o avô no chão e dizer palavras pesadas e cruéis com os idosos. Mas pagou caro pelas suas maldades ao levar uma surra de cinto de seu pai, Carlão (Marcos Caruso), numa cena memorável, regenerando-se ao fim.

O câncer de mama também foi um assunto abordado na trama. Hilda (Maria Padilha) descobre um nódulo em seu seio, e ao fazer o exame, descobre que ele é maligno. As cenas em que ela descobre que tem câncer foram exibidas no capítulo 148, em 7 de agosto.[27] Manoel Carlos diz que Hilda foi escolhida para ter o câncer na trama justamente porque ela era uma pessoa feliz. A doença a pegaria de surpresa e o exemplo de vida da personagem enquanto luta contra a doença funcionaria melhor. Ele não escolheria uma pessoa infeliz, pois segundo ele, pode se esperar tudo de quem é infeliz.[28]

Homossexualidade foi outro tema debatido pela trama através das personagens Clara (Alinne Moraes) e Rafaela (Paula Picarelli), que enfrentaram a resistência dos pais e assumiram o amor que sentiam uma pela outra. Pesquisas feitas à época apontaram que o público não era contrário à relação homossexual das duas meninas, porém não aceitaria uma cena de beijo.[29] O autor Manoel Carlos encontrou uma solução criativa ao mostrar, no último capítulo, as personagens trocando um leve beijo na montagem do clássico Romeu e Julieta, de William Shakespeare, encenada na escola, em que as duas faziam os papéis principais. A abordagem didática do tema foi considerada um avanço. Em várias cenas, as personagens apareciam discutindo a homossexualidade feminina e o preconceito de que eram vítimas e o bullying.[30]

A trama também abordou o celibato, mostrando o amor entre uma socialite (Lavínia Vlasak) e um padre (Nicola Siri).[31]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Médicos cirurgiões criticaram a novela, principalmente por causa do personagem César (José Mayer). Eles alegavam que o personagem ofendia a profissão dos médicos, com seu comportamento de cunho duvidoso. Para os médicos, a neurocirurgia é uma das mais complexas da medicina, devendo ser exercida por pessoas de equilíbrio, coisa que o personagem não era, pois era visto como problemático.[32]

Em setembro de 2003, o Sindicato dos Trabalhadores Domésticos de Jundiaí e Região entrou com um processo contra a Globo. Eles exigiam que a cena do sexo entre Zilda (Roberta Rodrigues), empregada doméstica e Carlinhos (Daniel Zettel), filho do patrão não fosse exibida. Mesmo com o sindicato alegando preconceito contra os domésticos, o processo não seguiu adiante.[33]

Classificação indicativa[editar | editar código-fonte]

Inicialmente a trama era classificada como "não recomendado para menores de 12 anos", mas a partir de 30 de junho de 2003, o Ministério da Justiça interveio e a reclassificou como "não recomendado para menores de 14 anos", em virtude das exibições de cenas violentas e insinuações sexuais além dos limites.[34]

Para poder ser reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, a novela foi editada, conseguindo assim a classificação para maiores de 10 anos. É a primeira novela da sessão a ter essa classificação. Mesmo após a liberação da trama, alguns membros do Ministério Público Federal ficaram preocupados com a reprise, pois mesmo com classificação 10 anos as crianças com idade inferior poderiam assistir a novela na ausência dos pais.[35] Manoel Carlos chegou a ficar preocupado com o resultado da edição da sua novela no horário da tarde. O autor teria ficado chateado porque não foi consultado pela emissora sobre os cortes nos capítulos.[36]

Bastante editada na reprise, a novela teve entre as cenas mais editadas a do tiroteio no Leblon, a cena em que Raquel é espancada no banheiro da Ribeiro Alves por Marcos (esse foi o núcleo com mais cenas editadas e/ou cortadas devido às agressões que Raquel sofreu de Marcos ao longo da trama) e a cena em que Dóris é descoberta pelo pai, entre várias outras.

Audiência[editar | editar código-fonte]

Estreou com uma média de 45 pontos com picos de 52, com share de 64%.[37] Seu último capítulo marcou 59 pontos, com picos de 66 e share de 77%.[38] Teve média geral de 46,6 pontos.[39][40]

Reprises[editar | editar código-fonte]

Foi reexibida pelo Vale a Pena Ver de Novo de 1 de setembro de 2008 a 27 de fevereiro de 2009, em 130 capítulos, substituindo Cabocla e sendo substituída por Senhora do Destino.[41][42]

A estreia da reprise teve uma média de 16 pontos, reestreando nos primeiros meses com audiência razoável.[43]

Logo a audiência da reprise começou a subir ao longo dos capítulos e superou várias vezes a audiência das tramas inéditas, como Negócio da China e Três Irmãs. O último capítulo marcou uma média de 26 pontos, com picos de 30. Sua reexibição marcou uma média total de 18 pontos.[carece de fontes?]

Foi reexibida na íntegra pelo Canal Viva de 24 de agosto de 2020 a 16 de abril de 2021, substituindo O Clone e sendo substituída por Da Cor do Pecado ás 23 horas, com reprise ás 13h30 e maratona aos domingos das 19h ás 23h45.[44][45] É a primeira novela a ter a abertura modificada no canal, contando com a participação do público através de fotografias, assim como na exibição original, porém ganhando novas fontes e uma logo modificada.[46] Desde a estreia até 5 de setembro, a reprise levou o Canal Viva à liderança do ranking nacional da TV paga. Em comparação com a então recordista, O Cravo e a Rosa, de Walcyr Carrasco, reprisada em 2019, o crescimento de audiência foi de 37% na faixa de exibição.[47]

O capítulo exibido em 19 de outubro de 2020, em que Dóris recebeu uma surra do pai por maltratar os avós, alcançou mais de 768 mil indivíduos e foi líder da TV Paga no seu horário de exibição. No Twitter, as hashtags #CoçaDaDórisNoVIVA e #MulheresApaixonadasNoVIVA entraram nos Trending Topics.[48] Em 2021, o Canal VIVA revelou através do especial "As Novelas que Amamos" que Mulheres Apaixonadas era, até então, a 6ª novela mais assistida do canal.

Outras mídias[editar | editar código-fonte]

Em 10 de maio de 2021, Mulheres Apaixonadas estreou na íntegra na plataforma de streaming Globoplay.[49]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c «Mulheres Apaixonadas». Teledramaturgia. Consultado em 14 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2019 
  2. a b Memória Globo. «Mulheres Apaixonadas». Consultado em 10 de outubro de 2003 
  3. «TV Globo veta Braga e escala Manoel Carlos». Folha de S.Paulo. 30 de maio de 2002. Consultado em 26 de novembro de 2017 
  4. Redação Globo Notícias (17 de julho de 2009). «Abertura de Mulheres Apaixonadas recebeu 100 mil fotos». TV Globo. Consultado em 1 de julho de 2010. Arquivado do original em 24 de julho de 2009 
  5. «Mulheres Apaixonadas foi vitrine de "novas caras"». Terra. Consultado em 7 de agosto de 2014 
  6. «Christiane Torloni e Tony Ramos gravam no México». Babado IG. 25 de novembro de 2002. Consultado em 13 de janeiro de 2018 
  7. Terra (15 de fevereiro de 2003). «Novela Mulheres Apaixonadas será redenção da Globo». Consultado em 19 de agosto de 2017 
  8. «"Mulheres" grava cenas no dia de exibição». Folha de S.Paulo. 28 de agosto de 2003. Consultado em 13 de maio de 2020 
  9. «Globo terá que regravar cenas em que Fernanda é baleada». Diário do Grande ABC. 5 de agosto de 2003. Consultado em 8 de agosto de 2014 
  10. «Mulheres Apaixonadas: Gerbelli grava cena de resgate após levar tiro». Babado IG. 7 de agosto de 2003. Consultado em 8 de agosto de 2014 
  11. «Folha Online - Ilustrada - Globo exibe polêmica cena de tiroteio em "Mulheres Apaixonadas" - 09/08/2003». Folha de S. Paulo. 9 de agosto de 2003. Consultado em 15 de dezembro de 2020 
  12. «Dificuldades para gravar cenas do tiroteio em Mulheres Apaixonadas». Todo Dia. 6 de agosto de 2003. Consultado em 8 de agosto de 2014. Arquivado do original em 4 de março de 2016 
  13. Redação Estadão (23 de setembro de 2003). «Casseta & Planeta e suas novelas recauchutadas». Jornal O Estado de S. Paulo. Consultado em 19 de agosto de 2017 
  14. «SEX AND SANCTIMONY» (em inglês). Newsweek. 27 de julho de 2003. Consultado em 19 de agosto de 2017 
  15. «Dia de campanha e lágrimas». Jornal da Globo. 27 de agosto de 2003. Consultado em 19 de junho de 2016 
  16. «Lançado programa de combate à violência contra a mulher - Política». Estadão. 27 de agosto de 2003. Consultado em 15 de dezembro de 2020 
  17. Mulheres Apaixonadas: Raquel denuncia Marcos - Rede Globo - Catálogo de Vídeos, consultado em 15 de dezembro de 2020 
  18. «Novela faz mulher perder o medo de denunciar». O Estadão. 29 de setembro de 2003. Consultado em 8 de agosto de 2014 
  19. TV Globo (14 de maio de 2009). «VOCÊ SABIA?: Mulheres Apaixonadas fez Estatuto do Idoso ser aprovado». Consultado em 6 de agosto de 2014. Arquivado do original em 10 de agosto de 2014 
  20. «Crescem denúncias de idosos agredidos». Folha de S.Paulo. 27 de setembro de 2003. Consultado em 13 de agosto de 2019 
  21. «Mulheres Apaixonadas: Fernanda e Téo são baleados». Área Vip. 6 de agosto de 2003. Consultado em 8 de agosto de 2014 
  22. «Atores de "Mulheres Apaixonadas" protestam contra armas no Rio». UOL. 15 de setembro de 2003. Consultado em 13 de maio de 2020 
  23. «Desarmamento foi abordado na novela das oito da Globo». Folha de S.Paulo. 17 de setembro de 2003. Consultado em 13 de maio de 2020 
  24. «Mulheres Apaixonadas: Marcos beija Raquel durante reencontro». Babado IG. 7 de maio de 2003. Consultado em 19 de junho de 2016 
  25. «Violência doméstica dá Ibope na novela das 8». Estadão. 11 de junho de 2003. Consultado em 8 de agosto de 2014 
  26. «Laqueadura é a mais nova polêmica de Mulheres Apaixonadas». Terra. 14 de junho de 2003. Consultado em 8 de agosto de 2014 
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  30. «MULHERES APAIXONADAS - AÇÕES SOCIOEDUCATIVAS». memoriaglobo.globo.com. Consultado em 28 de outubro de 2018 
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  32. «Cirurgiões protestam contra médico de "Mulheres Apaixonadas"». UOL. 17 de setembro de 2003. Consultado em 13 de maio de 2020 
  33. «Justiça nega pedido de domésticas contra "Mulheres Apaixonadas"». Folha de S.Paulo. 22 de setembro de 2003. Consultado em 13 de maio de 2020 
  34. Daniel Castro (27 de junho de 2003). «Governo veta novela das oito antes das 21h». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de julho de 2019 
  35. Folha de S.Paulo (4 de setembro de 2008). «Procuradora pede fiscalização sobre novela». Consultado em 1 de julho de 2010 
  36. Estadão (10 de setembro de 2008). «Autor teme edição em reprise de Mulheres Apaixonadas». Consultado em 1 de julho de 2010 
  37. Redação Folha Online (17 de fevereiro de 2003). «Ibope de "Mulheres Apaixonadas" mantém média de "Esperança"». Folha Online. Consultado em 23 de junho de 2015 
  38. Vilani, Patrícia (11 de outubro de 2003). «Último capítulo de 'Mulheres Apaixonadas' dá pico de 67 pontos». Diário do Grande ABC. Consultado em 14 de junho de 2015. Arquivado do original em 4 de março de 2016 
  39. Laura Mattos (9 de maio de 2010). «"Viver a Vida" tem pior audiência da década e recorde de merchandising». Folha de S.Paulo. Consultado em 12 de dezembro de 2019 
  40. Redação Estadão (10 de outubro de 2003). «"Mulheres Apaixonadas" quer bater "Roque Santeiro"». O Estado de S. Paulo. Consultado em 1 de julho de 2010 
  41. «"Mulheres Apaixonadas" volta ao ar nesta segunda-feira». Folha Ilustrada. 6 de junho de 2008. Consultado em 15 de agosto de 2015 
  42. «'Mulheres apaixonadas' será reprisada no 'Vale a pena ver de novo'». Extra. 29 de agosto de 2008. Consultado em 15 de agosto de 2015 
  43. «Reprise de de Mulheres Apaixonadas, mantém audiência». Área Vip. 3 de setembro de 2008. Consultado em 15 de agosto de 2015 
  44. «Relembre a história de Mulheres Apaixonadas que está de volta no VIVA». Na Telinha. Consultado em 24 de agosto de 2020 
  45. «'Mulheres Apaixonadas': canal Viva anuncia reprise de novela - Emais». Estadão. Consultado em 23 de maio de 2020 
  46. «Reprise de 'Mulheres Apaixonadas' ganha nova abertura; assista». tvefamosos.uol.com.br. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  47. «Mulheres Apaixonadas dá maior audiência ao Viva em 10 anos - Televisão». NaTelinha. Consultado em 13 de setembro de 2020 
  48. «Surra de Dóris em 'Mulheres apaixonadas' deixa canal Viva em primeiro lugar no seu horário». Extra Online. Consultado em 24 de outubro de 2020 
  49. «'Mulheres apaixonadas' estreia no Globoplay: Relembre as histórias da novela de Manoel Carlos». G1. 10 de maio de 2021. Consultado em 5 de junho de 2021 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]