Museo Rosenbach

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Museo Rosenbach
Museo Rosenbach.jpg
Museo Rosenbach nos anos 1970
Informação geral
Origem Bordighera
País  Itália
Gênero(s) Rock progressivo
Período em atividade 1971 - 1973
1999 - atualmente
Gravadora(s) Dischi Ricordi
BMG Records
Carisch
Musea Records
Integrantes Alberto Moreno
Giancarlo Golzi
Stefano "Lupo" Galifi
Andy Senis
Fabio Meggetto
Max Borelli
Sandro Libra
Ex-integrantes Enzo Merogno
Pit Corradi
Andrea Biancheri
Marco Balbo
Marioluca Bariona
Sergio Cossu
Página oficial Site Oficial

Museo Rosenbach é uma banda italiana de rock progressivo cujo álbum Zarathustra, em contraste ao sucesso limitado da banda nos anos 1970, é atualmente considerado como uma obra-prima do gênero.

História[editar | editar código-fonte]

O Museo Rosenbach nasceu por volta de 1971 com o nome Inaugurazione del Museo Rosenbach, que significa Inauguração do museu Rosenbach, em italiano) como uma fusão de duas bandas de cover da segunda metade dos anos 1960, La Quinta Strada e Il Sistema. Tais bandas apresentavam covers de Jimi Hendrix e de grupos como The Kinks, The Animals e Steppenwolf, mas também de estrelas do Rhythm & Blues como Otis Redding e Wilson Pickett.

Em relação ao nome da banda, acredita-se que ele foi inspirado pelos conterrâneos Premiata Forneria Marconi e Banco del Mutuo Soccorso. Da mesma forma que um banco e uma padaria, a banda achou interessante criar um museu em homenagem ao alemão Otto Rosenbach. Outras fontes apontam como inspiração a Rosenbach Museum & Library, localizada na Filadélfia.

Influenciados por bandas como Pink Floyd e Banco del Mutuo Soccorso, partiram para um som progressivo, lançando então o famoso trabalho Zarathustra em abril de 1973. As canções mostravam a clara influência no vasto uso do teclado, mellotron e hammond, ao melhor estilo do rock progressivo italiano. O vocalista Stefano Galifi mostrou uma voz distinta e o tecladista Pit Corradi adicionou um toque de originalidade ao som da banda. Tiveram problemas com sua suposta inclinação ao fascismo, com a presença de capas de CD mostrando Bento Mussolini e letras de canções inspiradas em Friedrich Nietzsche.

A primeira formação teve curta duração, separando-se logo após o lançamento do álbuns e alguns concertos ao vivo em 1973. O ex-membro com mais sucesso após a banda foi o baterista Giancarlo Golzi, que entrou na banda de pop Matia Bazar posteriormente ao Museo.

O segundo álbum lançado foi Exit, publicado somente em 2000, com a nova formação incluindo somente Alberto Moreno e Golzi entre os membros originais. O álbum mostrou um lado mais comercial da banda. em 2002 a banda aceitou a proposta da revista finlandesa Colussus para o projeto de traduzir o poema nórdico Kalevala em rock, e a suíte Flower of Revenge acabou sendo composta.

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Formação original[editar | editar código-fonte]

Formação atual[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • Zarathustra (1973)
  • Live '72 (1992 - ao vivo)
  • Rare and Unreleased (1992 - materiais até então não lançados)
  • Exit (2000)

Fontes[editar | editar código-fonte]

  • Enciclopédia do Rock Progressivo, autoria de Leonardo Nahoum, 1997
  • Italian Prog

Ligações externas[editar | editar código-fonte]