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Museu Anita Garibaldi

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 Nota: Não confundir com Museu Casa de Anita.
Museu Anita Garibaldi
Museu Anita Garibaldi
Tipo casa da câmara e cadeia, museu
Inauguração 1956 (70 anos)
Página oficial (Website)
Geografia
Coordenadas 28° 28' 56.866" S 48° 47' 5.707" O
Mapa
Localidade Casa de Câmara e Cadeia
Localização Laguna - Brasil
Patrimônio Património de Influência Portuguesa (base de dados), bem tombado pelo IPHAN

O Museu Histórico Anita Garibaldi (MHAG) é um museu existente da cidade brasileira de Laguna, no sul do estado de Santa Catarina. Abriga um acervo histórico sobre a Guerra dos Farrapos e a República Juliana, e objetos que narram a vida dos antigos moradores da cidade. O museu fica no centro histórico de Laguna, cidade que foi capital da República Juliana.[1]

História

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O prédio que hoje abriga o museu é um dos mais antigos do sul do Brasil e teve sua construção iniciada em 1735. Conhecido como Edifício de Câmara e Cadeia, abrigava no piso superior a Câmara de Vereadores e no térreo, o corpo da Guarda Municipal. Foi nesse prédio em que se proclamou a República Juliana, também chamada de República Catharinense Livre e Independente, em 24 de julho de 1839.[1][2]

O espaço foi convertido em museu em 31 de julho de 1949, ano do centenário da morte de Anita Garibaldi. O museu é administrado pela Fundação Lagunense de Cultura e foi tombado pelo IPHAN como Patrimônio Cultural Brasileiro.

O museu possui em seu acervo peças e documentos que retratam a época histórica da Guerra dos Farrapos e da Revolução Farroupilha, e também da vida doméstica de Anita e Giuseppe Garibaldi. O museu possui móveis da época, utensílios usados por Anita e a sua família, e uma urna onde está um pouco da terra do local onde Anita foi enterrada, em Ravena na Itália. Ele ainda conta com armas usadas nos conflitos dos guerrilheiros e o mastro do navio “Seival”, um dos navios que Giuseppe Garibaldi usou para tomar Laguna em 1839[3].

Outros objetos relacionadas à formação sócio-cultural lagunense, como peças de porcelana, utensílios domésticos, objetos religiosos e móveis podem ser visitados. O museu também abriga objetos pertencentes a Jerônimo Francisco Coelho, considerado pai da imprensa de Santa Catarina, assim como o acervo discográfico e a gaita de Pedro Raymundo, músico e personalidade radiofônica popular das décadas de 50 e 60.[4]

Referências

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