Museu de José Malhoa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Museu de José Malhoa
Tipo Galeria de arte
Inauguração 28 de abril de 1934 (81 anos)
Diretor Matilde Tomás do Couto
Geografia
País  Portugal
Cidade Caldas da Rainha
Localidade Parque D. Carlos I
Estátua de José Malhoa, frente ao Museu.
"Os Bêbados" (óleo sobre tela, por José Malhoa).

O Museu de José Malhoa localiza-se no Parque D. Carlos I, na cidade de Caldas da Rainha, Distrito de Leiria, em Portugal. O seu nome é uma homenagem ao pintor português José Malhoa.

História[editar | editar código-fonte]

1926 - 1960[editar | editar código-fonte]

Este espaço foi inicialmente idealizado pelo escritor António Montês, com o objectivo de aproximar o pintor José Malhoa da sua terra natal, Caldas da Rainha.

Em 1926, o artista ofereceu uma das suas obras, o óleo "Rainha D. Leonor", à cidade; no ano seguinte, institui-se a “Liga dos Amigos do Museu José Malhoa”, para o qual o artista iria doar mais obras em 1932.[1]

A 17 de Junho de 1933, um despacho ministerial confirma um parecer favorável do Conselho Superior de Belas Artes, autorizando a criação do “Museu José Malhoa”. O Museu seria, então, inaugurado a 28 de Abril de 1934, dia do aniversário de José Malhoa, que havia falecido a 26 de Outubro do ano anterior; o Museu foi, provisoriamente, instalado na “Casa dos Barcos”, no Parque D. Carlos I, um edifício cedido pelo Hospital Termal, abrindo anualmente ao público entre 28 de Abril e 26 de Outubro[1] .

O projecto definitivo, dos arquitectos Paulino Montês (1897-1962) e Eugénio Correia (1897-1985), é concluído em 1937. A 11 de Agosto de 1940, dá-se a inauguração do edifício, no âmbito dos festejos provinciais dos Centenários da Fundação e da Restauração de Portugal, sendo entregue, com todas as colecções, à Junta de Província da Estremadura; o nome da instituição foi, assim, alterado para "Museu Provincial de José Malhoa"[1] .

Em 1960, a Junta de Província da Estremadura foi extinta, sendo a gestão do Museu passado a ser assegurada pela Direcção-Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, divisão do Ministério da Educação Nacional; a instituição passa a designar-se "Museu de José Malhoa"[1] .

1960 - actualidade[editar | editar código-fonte]

Em 1962, é organizado o Serviço Educativo e, em 1964, é exposta a colecção de cerâmica, num espaço denominado de "Museu de Cerâmica".[2]

Em 1977, no âmbito das celebrações do Cinquentenário da Elevação das Caldas da Rainha a Cidade, é organizado o evento “Expo Caldas-77 – Retrospectiva de Cerâmica”[2] .

Em 1983, realiza-se, no Museu, uma exposição antológica, para assinalar o Cinquentenário da Morte de José Malhoa[2] .

Em 1992, a colecção de António Montês é legada ao Museu, segundo o testamento da sua viúva, Júlia Paramos Montês; em 1996, esta colecção seria apresentada ao público na exposição "António Montês – Museu de José Malhoa", no centenário do nascimento do fundador da instituição[2] .

Em 2005, o Museu assinalou os 150 Anos do Nascimento de José Malhoa e Centenário da Morte de Rafael Bordalo Pinheiro com a exposição “Malhoa e Bordalo: confluências duma geração”, entre outros eventos[2] .

Em 2007, a denominação da instituição é de novo alterada, para "Museu José Malhoa", de acordo com as orientações do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado[2] .

O edifício do Museu José Malhoa sofreu, entre Setembro de 2006 e Dezembro de 2008, diversas obras de remodelação e de requalificação; um núcleo provisório foi, então, estabelecido no Museu do Ciclismo. O Museu reabriu em 19 de Dezembro, com uma nova apresentação das colecções e várias melhorias no acolhimento aos visitantes[2] .

Acervo do Museu[editar | editar código-fonte]

O Museu reúne colecções de pintura, escultura, medalhística, desenho e cerâmica dos séculos XIX e XX.

O acervo do Museu de José Malhoa é composto por obras dos seguintes artistas:

A[editar | editar código-fonte]

B[editar | editar código-fonte]

C[editar | editar código-fonte]

D - E[editar | editar código-fonte]

F[editar | editar código-fonte]

G[editar | editar código-fonte]

H - L[editar | editar código-fonte]

M[editar | editar código-fonte]

N - O[editar | editar código-fonte]

P[editar | editar código-fonte]

R[editar | editar código-fonte]

S[editar | editar código-fonte]

  • Sá, Alves de
  • Salazar, Abel
  • Salgado, Agostinho
  • Salgado, Veloso
  • Salvador Júnior
  • Sampaio, Fausto
  • Sanchez, José
  • Santos Júnior, Henrique dos
  • Santos, Alda Machado dos
  • Santos, Fernando dos
  • Santos, Francisco dos
  • Santos, Laura
  • Santos, Sylvia de Aguiar e
  • Saraiva, Domingos Gonçalves
  • Saúde, António
  • Sauvinet, Laura
  • Semke, Hein
  • Sérgio, Octávio
  • Silva, Américo
  • Silva, Conceição
  • Silva, Constâncio da
  • Silva, João Cristino da
  • Silva, Eugénio Ferreira da
  • Silva, João da
  • Silva, Maria de Jesus Conceição
  • Soares, António
  • Sousa, Alberto da Silva e
  • Sousa, José de
  • Sousa, Adelaide Yvone de
  • Souza, Alberto
  • Staël, Hansi

T[editar | editar código-fonte]

  • Tavares, Henrique
  • Teixeira, Anjos
  • Telles, Sérgio
  • Tocha, Celestino
  • Torres, Renato
  • Toste, Josefina de Meneses
  • Trigoso, Falcão

V - Z[editar | editar código-fonte]

  • Valença, Francisco
  • Vaz Júnior, Júlio
  • Vaz, Isolino
  • Veiga, Simão da
  • Viana, Eduardo
  • Victorino H.
  • Vidigal, António
  • Vieira, João
  • Vitorino, António
  • Vitorino, Túlio
  • Xara, Francisco
  • Xavier, Raul
  • Zamon, Lopes

Notas

  1. a b c d História Museu José Malhoa (Janeiro 2009). Visitado em 16 de Fevereiro de 2010.
  2. a b c d e f g Dos anos 1960 à actualidade Museu José Malhoa (Janeiro 2009). Visitado em 16 de Fevereiro de 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre Património de Portugal é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.