Music (canção)

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"Music"
Single de Madonna
do álbum Music
Lado B "Cyber-Raga"
Lançamento 21 de agosto de 2000 (2000-08-21)
Formato(s) CD single, DVD single, fita cassete, maxi single, vinil
Gravação 2000
Estúdio(s) Sarm West Studios
(Londres)
Gênero(s) Disco, electro-funk
Duração 3:44
Gravadora(s) Maverick, Warner Bros.
Composição Madonna, Mirwais Ahmadzaï
Produção Madonna, Mirwais Ahmadzaï
Cronologia de singles de Madonna
""American Pie""
(2000)
""Don't Tell Me""
(2000)
Lista de faixas de Music
"Impressive Instant"
(2)

"Music" é uma canção da cantora estadunidense Madonna, contida em seu oitavo álbum de estúdio de mesmo nome (2000). Foi composta e produzida pela própria em conjunto com Mirwais Ahmadzaï. Após o sucesso crítico e comercial de seu disco anterior Ray of Light (1998), Madonna começou a trabalhar em um novo álbum, inicialmente com William Orbit, porém mais tarde foi introduzida ao DJ e produtor francês Mirwais Ahmadzaï e também recebeu uma demo sua através de seu parceiro empresarial Guy Oseary, vindo a selecioná-lo para a produção do trabalho. A principal inspiração para "Music" foi um concerto de Sting presenciado por Madonna no qual o público estava bem comportado, até que ele começou a tocar canções da The Police, sua antiga banda, o que a motivou a desenvolver uma faixa festiva que mostrasse o poder da música e servisse como uma declaração amorosa.

Depois de completarem "Paradise (Not for Me)", Madonna e Ahmadzaï começaram a experimentar com o electro-funk e criaram a base principal da faixa. Durante as gravações, realizadas nos Sarm West Studios em Londres, eles enfrentaram problemas de comunicação já que Ahmadzaï não era fluente em inglês e, de acordo com a cantora, a obra definiu o tom para o resto do trabalho. Antes do lançamento oficial, versões inacabadas "Music" foram postadas ilegalmente na Internet e colocadas para audição em sites como o Napster, o que levou a equipe de Madonna divulgar uma declaração ameaçando ação judicial. Foi lançada comercialmente em 22 de agosto de 2000, servindo como o primeiro single do disco, sendo acompanhada por diversos remixes de diferentes DJs. Em termos musicais, é uma canção derivada do disco e do electro-funk que apresenta um som seco com uso pesado de equalização e vocais eletronicamente manipulados, além de um sintetizador Moog analógico para criar o riff instrumental. Liricamente, fala sobre o poder de união proporcionado pela música, possuindo nuances políticas e sociais.

"Music" obteve análises geralmente positivas de críticos musicais, que elogiaram sua produção e sua natureza para boates, comparando-a positivamente com singles anteriores de Madonna. Foi indicada em diversas premiações, incluindo as categorias de Record of the Year e Best Female Pop Vocal Performance nos Grammy Awards de 2001, recebendo o troféu de Best International Hit nos Danish Music Awards do mesmo ano, além de constar em diversas listas com as melhores músicas da década de 2000 e da carreira de Madonna. Obteve grande êxito comercialmente, liderando as paradas musicais de 25 países, como Alemanha, Canadá, Itália, Noruega, Nova Zelândia, Reino Unido e Suíça, além da European Hot 100 Singles, e atingindo as dez primeiras colocações em todos os países onde entrou. Nos Estados Unidos, tornou-se a décima segunda e mais recente canção de Madonna a liderar a Billboard Hot 100 e a empatou com o grupo feminino The Supremes como a quinta artista com mais lideranças na tabela.

O vídeo musical correspondente foi dirigido por Jonas Åkerlund e filmado em abril de 2000 em Los Angeles, acomodando-se com a gravidez e então crescente linha da cintura de Madonna. Lançado em 2 de agosto na MTV e no VH1, e mais tarde comercializado em DVD, o trabalho retrata Madonna e suas amigas — sua vocalista de apoio Niki Haris e a atriz Debi Mazar — divertindo-se, enquanto viajam numa luxuosa limusine dirigida pelo personagem humorístico Ali G, interpretado pelo comediante britânico Sacha Baron Cohen. Acadêmicos notaram o uso de imagens americanas no produto, especialmente o traje de cowboy de Madonna e sua popularização desta moda, e o vídeo veio a vencer diversos prêmios. Madonna apresentou "Music" em diversos programas e premiações, incluindo os MTV Europe Music Awards de 2000 e os Grammy Awards de 2001, fazendo parte do repertório de todas as suas turnês desde seu lançamento. A faixa foi regravada por artistas como a banda francesa Eths, e usada no programa RuPaul's Drag Race.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

"Music" foi inspirada por um concerto do músico Sting presenciado por Madonna, no qual a plateia se aglomerou para ouvi-lo cantar músicas de sua banda The Police.

Após o sucesso crítico e comercial de seu sétimo álbum de estúdio Ray of Light (1988), Madonna planejou iniciar uma turnê em 1999 para promovê-lo, porém foi cancelada devido ao atraso das filmagens de The Next Best Thing.[1] Nesse meio-tempo, ela lançou singles como "Beautiful Stranger" em 1999 e "American Pie" em 2000, ambas as quais obtiveram boa recepção comercial.[2][3][4][5] Neste último ano, ela iniciou um relacionamento com o diretor britânico Guy Ritchie e ficou grávida dele. Querendo distrair-se do furor da mídia acerca da gravidez e da relação, a cantora concentrou-se no desenvolvimento de seu sexto disco, Music.[6] O sucesso de seu trabalho anterior a deixou ansiosa para as gravações. Madonna iniciou as sessões com William Orbit, produtor principal de Ray of Light, porém com a chegada do novo milênio sua produção e seu som tornaram-se onipresentes. Além disso, o cenário musical estava sendo dominado por uma geração de cantoras mais jovens como Britney Spears e Christina Aguilera, levando a intérprete a buscar um som mais distintivo.[6] Foi então que ela foi introduzida ao DJ e produtor francês Mirwais Ahmadzaï, através do fotógrafo e diretor Stéphane Sednaoui.[7]

Em entrevista com a CNN, Madonna lembrou que Guy Oseary, seu parceiro empresarial na Maverick Records, "recebeu uma demo de um artista francês Mirwais Ahmadzaï". Ele queria a opinião da cantora se o produtor deveria ser contratado pela gravadora, já que ainda era desconhecido nos Estados Unidos, exceto por fãs de música rave.[8][9] A artista instantaneamente interessou-se por seus métodos de produção, como mudanças de tom, ritmos pulverizantes e o uso de acid bass em suas canções, e queria saber se Ahmadzaï estava pronto para trabalhar com ela.[7][8] O produtor sempre preferiu assumir riscos musicais e, assim, queria aproveitar o melhor de Madonna com as colaborações; ele notou: "O desafio era fazer algo atual aparecer, algo escondido na personalidade dela. Todos conhecem [Madonna] como uma camaleoa, como uma mulher de negócios. Eu queria mostrar sua personalidade como uma musicista".[7]

Após o clima introspectivo de Ray of Light, Madonna estava pronta para ser energética com o novo álbum, e para a faixa-título ela queria algo que a fizesse "sentir-se como um animal, pronta para saltar"..[10] Em entrevista para a Rolling Stone, a cantora declarou que a principal inspiração para "Music" surgiu após um concerto de Sting no Beacon Theater em Nova Iorque, presenciado por ela. Lá, o público estava bem comportado até que o cantor começou a tocar sucessos antigos de sua banda, The Police. As luzes foram apagadas e todos se aproximaram do palco para ouvir Sting. A intérprete disse para a jornalista Jancee Dunn: "De repente, as pessoas perderam a inibição e a educação, e todos estavam praticamente de mãos dadas (...) Quero dizer, isso me emocionou. E eu pensei, 'É isso que a música faz com as pessoas'". Essa experiência inspirou-a a escrever o gancho principal da canção, "A música faz as pessoas se juntarem / A música faz a burguesia e o rebelde".[11]

Gravação e composição[editar | editar código-fonte]

As sessões de gravação de Music começaram em setembro de 1999 nos Sarm West Studios, em Londres, Inglaterra.[12] Energética com as gravações, Madonna queria fazer da faixa homônima uma canção festiva e uma declaração sobre o amor. Junto com Ahmadzaï, ela começou a compor as diferentes partes da música, escolhendo acordes na guitarra e as letras.[13] Após completarem "Paradise (Not for Me)", eles começaram a experimentar com o electro-funk para "Music" e criaram a base primária da faixa. O produtor lembrou: "Não é experimental, mas não é completamente fácil. Foi uma pequena vitória para a música underground".[14] Segundo a cantora, elaborar a obra com Ahmadzaï definiu o tom do resto do álbum resultante, e eles acabaram criando um total de cinco músicas para o disco.[15] Entretanto, ela sofreou problemas de comunicação com ele pois Ahmadzaï não era fluente em inglês, lembrando que "nos primeiros dias de gravação, eu queria arrancar meus cabelos". A artista então pediu para que o empresário do produtor servisse como tradutor.[16]

"Music" começa com a voz andrógena de Madonna interpretando a linha "Ei DJ, coloque um disco para tocar, eu quero dançar com o meu amor".[17] Após esta letra, sua voz eletronicamente manipulada pergunta "Você gosta de boogie-woogie?". O produtor queria "ir para o [estilo] retrô" e decidiu usar um vocoder EMS 2000 para mudar a voz de Madonna. Ahmadzaï descreveu essa técnica para Ernie Rideout, da revista Keyboard, como um efeito de "dar forma e início".[18] Mark "Spike" Stent gravou a canção em um console SSL 9000J, usando Pro Tools e uma fita Sony 3348 HR e BASF 931. Ele mixou-a nos Olympic Studios em Londres usando fitas magnéticas da série SSL G da Quantegy. Tim Young a masterizou no Metropolis Studio em Westminster, na mesma cidade.[19] De acordo com Rikky Rooksby, autor de Madonna: The Complete Guide to Her Music, toda a produção possui um som seco com uso pesado de equalização, o que criou contrastes com os vocais. Isso continua até o primeiro refrão, próximo da marca de um minuto (1:00). Deslizes de guitarra podem ser ouvidos com acordes de teclado na ponte.[17] Quando ouvida num fone, a música vai da direita para a esquerda e vice-versa. O músico Stuart Price, que trabalhou a canção para a Drowned World Tour (2001), comentou que a estrutura rítmica da canção foi inspirada de "Trans-Europe Express", single de 1977 de Kraftwerk.[17]

De acordo com a partitura publicada no portal Musicnotes.com pela Alfred Publishing Company, "Music" foi composta na assinatura de tempo comum e em um tom estático de sol menor, apresentando um ritmo moderado de 120 batidas por minuto. Os vocais de Madonna abrangem-se entre as notas de sol bemol3 e 5, com a faixa apresentando uma sequência básica formada por som menor e como sua progressão harmônica.[20] De acordo com o livro Madonna's Drowned Worlds, escrito por Santiago Fouz-Hernández e Freya Jarman-Ivens, "Music" é um "hino disco, e a batida comanda [as pessoas] para levantarem-se e dançar".[21] Os autores notaram que a música serve como a identificação central da faixa, com seus "respingos eletrônicos e truques de produção". A reverberação na voz inicial constrói tensão, com a dinâmica musical reversa de pratos, e uma altura "estritamente quantizada" e sons de um órgão Hammond. Os autores também consideraram que o ouvinte é exposto a um som composto, resultado das diferenças timbrais e flutuantes níveis de reverberação. Os vocais de Madonna não tinham efeitos e ela cantou com a boca próxima ao microfone, o que Fouz-Hernandéz opinou ter dado à faixa um som natural.[22] Barry walters, da Billboard, achou que a composição apresenta também uma mistura da música eletrônica francesa e do electro-funk dos anos 1970.[16] O riff instrumental na faixa é criado por um sintetizador Moog analógico dos anos 1970, que em última análise dá um efeito de fade na obra. Jarman-Ivenz notou também que conhecimento tecnológico presente em "Music" não apenas melhorou o disco e o funk, mas também era naturalmente artificial.[23]

Liricamente, a canção reitera o poder de união da música. Foi considerado que o gancho principal possui nuances políticas, com a cantora renunciado a classe burguesa.[17] Fouz-Hernández opinou que a linha "Eu quero dançar com o meu amor" reforça uma conexão com ouvintes gay devido ao seu estilo "casual e artificial", e também achou a faixa comparável com "Everybody", primeiro single da carreira de Madonna, já que em ambas ela declara que a música "tem o poder de superar divisões de raça, gênero e sexualidade".[21] O autor ainda apontou que a faixa relembrava os primeiros dias da cantora despreocupada e vivendo sozinha em Nova Iorque, enquanto também era uma figura proeminente na cena musical noturna da cidade. De acordo com a Billboard, os vocais da intérprete "ligam uma mistura alucinante de batidas hiperativas, grooves e elementos percussivos pungentes" na faixa. A revista acrescentou que a música é também "saturada" de influências de Cameo, Herbie Hancock, Nitzer Ebb e Roger Troutman.[16]

Lançamento e remixes[editar | editar código-fonte]

Em 2 de junho de 2000, uma demo incompleta da canção foi divulgada sem autorização na Internet.[24] Trechos das faixas, tendo durações desde de 30 segundos a até quase 3 minutos, começaram a circular através de fã-sites e o portal de download digital Napster. Caresse Norman, porta-voz de Madonna, emitiu o seguinte comunicado: "A música foi roubada e não estava prevista para ser lançada em vários meses. Ainda é um trabalho em progresso. Essas páginas que ofereçam um download da música de Madonna estão violando seus direitos como artista".[25] A Warner Bros. Records também apresentou outra declaração, ameaçando processos judiciais contra o Napster para que a faixa fosse removida e acrescentou a expectativa de que "os donos que incluíram este material em seus sites obedeçam imediatamente nosso pedido legítimo para que deixem de permitir cópias não autorizadas desta canção".[24] Madonna, por sua vez, compartilhou sua opinião sobre o vazamento através da revista Icon, lançada trimestralmente para seu fã-clube:

Próximo ao lançamento de Music, Madonna comentou para a Rolling Stone como a divulgação ilegal a assustou e que não tinha ideia de como a faixa foi roubada dela. A cantora também falou sobre as notícias na mídia acerca das ameaças legais feitas por sua equipe: "Então, eu basicamente — bem, meu empresário fez — uma declaração pública dizendo, 'Tudo que você ouvir no Napster, ou qualquer coisa em qualquer outra página, é um produto não finalizado'. Simples assim. E, de repente, estava em todas as manchetes, 'Madonna é contra o Napster'".[11] Ela esclareceu não ser contra o Napster, considerando-o uma boa forma para os ouvintes terem acesso à música.[11] A Warner Bros. inicialmente planejou o lançamento do single para as rádios em julho de 2000,[27] mas adiou para 1º de agosto, com o lançamento comercial em CD single ocorrendo em 21 do mesmo mês.[16][28][29] Um novo portal chamado www.madonnamusic.com foi criado para o lançamento da obra, com a artista divulgando uma mensagem para seus fãs: "Vocês provavelmente ouviram minha nova música 'Music' por um tempo, mas eu queria ter certeza de que vocês soubessem que o single será lançado muito em breve. Eu trabalhei nessa faixa com um cara francês chamado Mirwais e ele é incrível".[30]

O lado B do CD single e da fita cassete apresentam a faixa "Cyber-Raga", uma colaboração com Talvin Singh. "Music" foi remixada por Groove Armada, Deep Dish, Victor Calderone, Hex Hector e Tracy Young; todos foram escolhidos a dedo por Madonna para os tratamentos, por ser "mais importante para [ela] que minhas músicas toquem nas boates. Foram nelas onde comecei, e são nelas onde provavelmente quase sempre me sinto em casa".[16] A música de boates contemporânea serviu de inspiração para as produções, com Calderone acrescentando batidas tribais e sintetizadores nos vocais de Madonna. Uma batida house e uma linha do baixo foi usada na versão de Deep Dish, enquanto Hector usou batidas electro distorcidas, licks de guitarra e breakbeat. O remix de 13 minutos feito por Young usou interlúdios de música ambiente e ritmos de house music, trance e música dos anos 1970, com a voz da cantora soando fresca. DJs receberam os remixes promocionais em 2, 8 e 15 de agosto, posteriormente comercializados em 22 de agosto nas lojas nos formatos de maxi single e vinil duplo.[31]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

Stephen Thomas Erlewine, do portal Allmusic, considerou-a uma "faixa pulsante que soa cada vez mais funk, densa e sensual a cada reprodução".[32] O biógrafo J. Randy Taraborrelli, autor de Madonna: An Intimate Biography, chamou "Music" de um hino dançante que "alcança o futuro mas também evoca maliciosamente imagens e sentimentos dos bons e velhos dias do disco".[33] Numa análise semelhante, a autora de Madonna: Like an Icon Lucy O'Brien a adjetivou de "uma ressurreição da [imagem] da mulher disco. Ela listou a canção como um momento de definição de carreira para Madonna, como os singles de 1990 "Vogue" e "Justify My Love", concluindo que possui "a mesma qualidade de definição de gêneros, robótica, metálica, inútil e audaciosa (...) Ela ressuscita a Madonna imperativa. Dance. Festeje. Se entregue".[6] Jim Farber, do New York Daily News, deu uma crítica positiva para a obra, escrevendo que é "tudo o que um single devia ser: energético, simples e enlouquecedoramente grudento, seu single mais instantaneamente aceitável desde 'Holiday'".[34] Tal pensamento foi construído também por Fouz-Hernández, que considerou "Music" um número que definiu a credibilidade artística da cantora assim como seu single de estreia "Everybody".[34][21]

Analisando o álbum homônimo para a Rolling Stone, o resenhista Barry Walters comparou a canção com trabalhos anteriores da cantora.[35] Sal Cinquemani, da Slant Magazine, considerou-a a melhor faixa dançante da intérprete desde "Vogue", comparando-a também com seu single de 1985 "Into the Groove".[36] Em avaliação da coletânea GHV2, lançada por Madonna em 2001, Cinquemani viu positivamente as "batidas retrô e o som vintage dos sintetizadores" e concluiu que "somente uma ex-garota materialista vivendo num mundo NASDAQ poderia lançar uma música assim".[37] Dimitri Ehrlich, da revista Vibe, achou o tema "um desfile saltitante de sintetizadores que questiona 'Será que as mães de quarenta e poucos anos ainda têm o direito divino de dançar?' (A resposta é sim)".[38] Chuck Arnold, da Entertainment Weekly, opinou que "Music" era um dos "sucessos mais excêntricos" de Madonna e viu semelhanças a seus primeiros trabalhos, em especial "Holiday".[39] Escrevendo para a Billboard, Chuck Taylor elogiou a faixa como um "produto impressionante, um testamento corajoso da insistência [de Madonna] em ser uma criadora de estilos e uma das compositoras populares mais experientes — e agora criticamente respeitável — da indústria".[31] Ele acreditou que as rádios e o público se chocariam com a experiência que Madonna obteve na faixa.[31] Seu colega Larry Flick também previu uma recepção comercial positiva, definindo-a como um hino.[16]

Escritor da publicação New York, Ethan Brown declarou que a canção "extrai memórias de antigos odes pop para a cultura dance, e elogiou sua "vertiginosa mistura de electro-bounce, cantos vocoder artificiais, e gritos funk de teclado".[40] Avaliando GHV2 para a página PopMatters, Charlotte Robinson acreditou que o apelo de "Music" faz parte da natureza "livre e divertida" de Madonna, que fizeram-na popular no inicio de sua carreira. Entretanto, ela a descreveu de uma "cópia pateta de Rick James".[41] Garry Mulholland, do The Guardian, descreveu o número como "o som de uma série de observadoras de tendência de meia idade se debatendo sobre o que as pessoas aceitam hoje em dia (...) a definição absoluta de meia idade vestida de carneira".[42] Alex Pappademas, da Spin, opinou que "seu mantra de liberação na pista de dança parece forçado",[43] enquanto Danny Eccleston, da revista Q, descreveu-a como uma "jogada ousada" e observou que não lembrava nenhum trabalho anterior de Madonna. Ele criticou o uso exagerado dos sons eletrônicos e comparou "Music" de forma desfavorável com "Around the World" (1997), de Daft Punk.[44]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

"Music" foi incluída em diversas listas compilando os melhores singles de Madonna e também da década. Uma enquete da publicação virtual Dotmusic posicionou a obra na sexta colocação dos melhores singles do ano.[45] A revista Rolling Stone a colocou na posição de número 66 em sua lista das melhores músicas da década de 2000, com um editor comentando que "apesar de todas as novas estrelas pop estarem tentando tomar seu lugar, Madonna definitivamente não descansa. Quando lançou 'Music', ela era mais velha do que Britney e Christina combinadas, e ainda assim as levou para a escola com um electro-boom vintage, floreados eurodisco do produtor francês Mirwais, e seu atrevimento inimitável".[46] A publicação também a ranqueou no nono posto dentre as 50 melhores canções da cantora, com Jon Dolan escrevendo: "Após anos fazendo álbuns que transpuseram fronteiras de raça, gênero e orientação sexual, Madonna finalmente escreveu uma música dedicada ao poder democrático da música em si".[47] Matthew Jacobs, do The Huffington Post, considerou este o 11º melhor single de Madonna numa coletânea onde posicionou todos os seus lançamentos, e opinou que a frase "Hey Mr. DJ" deu início ao uso do vocativo em canções posteriores, lançadas por artistas como Mariah Carey, Black Eyed Peas e Jennifer Lopez.[48]

O canal VH1 criou em 2011 uma lista das melhores músicas da década de 2000 e posicionou "Music" no número 28.[49] A Entertainment Weekly considerou este o sétimo melhor single de Madonna dentre 35, com Chuck Arnold declarando que a "mensagem [da canção] é universal".[39] Numa lista semelhante, contando 20 lançamentos da cantora, Michael Roffman da Consequence of Sound colocou a música na 15.ª colocação, sentindo que a recepção comercial ao lançamento da obra foi "quase uma meta; a canção fez as pessoas se juntarem".[50] Enio Chola, da PopMatters, colocou "Music" no quinto posto em sua lista dos 15 melhores singles da intérprete e argumentou que "após o confessional Ray of Light, Madonna estava pronta para dançar novamente e, como ninguém pode, ela provou que sua habilidade de escrever sucessos pop puros e inalterados ainda estava em forma total ao passo em que ela iniciava a terceira década de sua carreira musical".[51] Michael Cooper, da LA Weekly, posicionou a faixa na 12.ª colocação em sua lista dos 20 melhores singles de Madonna e opinou que a produção de Ahmadzaï "[ajudou] a cimentar Madonna como a rainha da reinvenção".[52] Ed Masley, do The Arizona Republic, o colocou no número 13 em sua playlist das músicas essenciais de Madonna.[53] Escrevendo para o The Guardian e em honra ao aniversário de 60 anos da artista, Jude Rogers listou-a na décima posição em sua compilação dos singles de Madonna.[54] Na mesma ocasião, Arnold considerou este seu sétimo melhor single.[55]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

"Music" obteve duas indicações nos Grammy Awards de 2001, nas categorias de Record of the Year e Best Female Pop Vocal Performance, sem vitórias em nenhuma delas.[56] Outras premiações sem vitórias incluem os MTV Europe Music Awards de 2000 em Best Song,[57] Chanson Internationale de l'année na edição de 2001 da francesa NRJ Music Awards,[58] e os TEC Awards do mesmo ano por sua produção musical.[59] A obra obteve os troféus de Best International Hit nos Danish Music Awards,[60] e Most Performed Pop Song e Top Dance Song nos ASCAP Pop Music Awards de 2001, realizada pela American Society of Composers, Authors and Publishers (ASCAP).[61][62]

Vídeo musical[editar | editar código-fonte]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

O vídeo musical de "Music" foi dirigido pelo sueco Jonas Åkerlund, que já havia trabalhado com a cantora anteriormente no vídeo de "Ray of Light" em 1998.[63] É estrelado por Madonna, sua vocalista de apoio de longa data Niki Haris e a atriz e sua amiga pessoal Debi Mazar, além do comediante inglês Sacha Baron Cohen como seu famoso personagem Ali G.[11][64] A intérprete virou fã do comediante após assistir seu especial de Natal Ali G, Innit. Quando o trabalho começou a ser planejado, a cantora considerou que Cohen "ficaria bom nele", embora tenha sido confirmado que ele não iria se envolver nos aspectos musicais.[65] Åkerlund revelou que originalmente a equipe queria o comediante estadunidense Chris Rock no vídeo, mas como Cohen não era conhecido nos Estados Unidos na época, o diretor mostrou a todos trechos do humorístico Da Ali G Show para que pudessem ver o personagem Ali G.[63] Comentando sobre a concepção, ele declarou para a GQ:

As filmagens do vídeo ocorreram em abril de 2000 em Los Angeles, Califórnia, para acomodar a gravidez de Madonna e sua crescente cintura. Membros da equipe assinaram documentos de confidencialidade para as filmagens.[25][66] A premissa do vídeo foi idealizada pela cantora, que quis mostrar sua visão sobre o estereótipo dos vídeos de R&B e rap. Entretanto, seu alcance ficou limitado devido à sua gravidez, então ela precisou "pensar num conceito que me incorporasse quase sendo uma voyeur em vez da força central no vídeo. Assim, eu percebi que se interpretasse esse tipo de personagem cafetão, onde as coisas simplesmente vinham até mim, aconteciam comigo e ao meu redor enquanto eu assistia tudo acontecer, eu poderia matar dois coelhos com uma cajadada só".[67]

O estilo de Madonna na gravação foi descrito por O'Brien como uma "mulher fabulosa do gueto num boá de penas de stetson; trabalhada nos diamantes e jóias, indo para bares de lap dance e viajando na parte de trás de uma luxuosa limousine".[6] A cantora havia inicialmente selecionado algumas atrizes para interpretar seus acompanhantes no vídeo, mas não se sentiu confortável com sua rigidez, aparência semelhante a de modelos e falta de personalidade; assim, ela chamou Mazar e Haris para participarem do trabalho. Harris lembrou: "Eu estava em casa quando Madonna me ligou. Ela me disse, 'Eu preciso da minha amiga, não essas amigas falsas tentando ser minhas amigas. Coloque algumas roupas e venha".[6][11] Ali G continuou entretendo todos no cenário, com Madonna não conseguindo "manter uma cara séria" durante suas tomadas. Ela manteve seu casaco fechado o tempo todo e precisou sentar na limousine para esconder sua barriga.[11]

Lançamento, sinopse e recepção[editar | editar código-fonte]

O vídeo musical de "Music" estreou em 2 de agosto de 2000 na MTV e no VH1.[68] O último canal transmitiu um especial de uma hora intitulado Madonna's Music, onde a cantora surgiu para uma entrevista ao telefone. Foi apresentado por Rebecca Rankin, da equipe do VH1, que moderou um debate com o crítico musical Joe Levy, da Rolling Stone, sobre Madonna e seus diversos estilos, além de uma entrevista por vídeo com Mazar e Haris. O VH1 exibiu também uma contagem regressiva dos vídeos anteriores da intérprete em antecipação a "Music", mostrando um remix da faixa para os espectadores.[69] O produto foi lançado como um DVD single em 5 de setembro de 2000, alcançando o topo da parada UK Music Video no Reino Unido e a terceira posição da US Music Video nos Estados Unidos, obtendo certificações de ouro em ambos os países.[31] Nove anos depois, foi incluído no DVD Celebration: The Video Collection, que reuniu todos os vídeos lançados por Madonna até então, além da edição deluxe digital da coletânea Celebration, que apresentou 30 gravações audiovisuais.[70][71]

O vídeo começa com Madonna e suas amigas entrando numa limousine dirigida por Ali G. Conforme a música se inicia, o personagem as leva para uma boate, onde elas dançam e bebem. Ali G depois as transporta para um clube de strip, onde Madonna entra mas ele é barrado na entrada. Uma seção animada prossegue-se onde Madonna, como uma super-heroína com superpoderes, voa por cima de prédios, nada debaixo d'água e trabalha como DJ numa boate com uma dezena de braços, como uma divindade hindu.[72] A personagem animada de Madonna também ataca diversas placas neon mostrando os nomes de seus antigos singles.[68] O vídeo termina com Madonna e suas amigas viajando na limousine, junto também com as strippers e Ali G interagindo com elas. De acordo com o autor Georges Claude Guilbert, ao longo do vídeo a arista usa um colar dourado em seu pescoço escrito "Mommy" ("Mamãe"), uma referência à sua aparente gravidez. Numa versão estendida do trabalho, há uma variação no final da seção animada, em que Ali G brevemente interrompe a música para mostrar seus talentos no rap para fazer com que Madonna o inclua em seu próximo single. Irritada, ela pede que ele pare e retome a canção.[72]

Jarman-Ivens notou o uso de imagens americanas no vídeo, especialmente o figurino cowboy de Madonna e sua popularização desta moda. Ela considerou interessante a cantora ter "olhado" para a cultura americano, "sublinhando seu interesse em explorar sua relação à América das massas através de um estilo de moda e cultura que é rico e multifacetado em seu significado".[73] A autora também enfatizou a assertividade sexual da cantora no vídeo, e a definição específica de si mesma como "um espírito sexualmente livre", além da representação de acessórios caros.[74] A gravação foi parodiada na sexta temporada do humorístico MADtv com o nome de "Movies". Apresentou Mo Collins como Madonna e zombou de sua filmografia, com uma versão animada da intérprete atacando placas com nomes de seus filmes comercialmente mal sucedidos. O vídeo de "Music" venceu os prêmios de Best Pop Clip of the Year nos Billboard Music Video Awards e Best Dance Video nos International Dance Music Awards, ambos em 2000.[75]

Apresentações ao vivo[editar | editar código-fonte]

Madonna apresentando "Music" na Drowned World Tour (2001), acompanhada de seus dançarinos.

As primeiras apresentações ao vivo de "Music" ocorreram durante os concertos da turnê promocional do álbum, realizados em 5 de novembro no Roseland Ballroom em Nova Iorque e 29 do mesmo mês na Brixton Academy em Londres. Alguns dos músicos que acompanharam Madonna incluíram Ahmadzaï e suas vocalistas de longa data Niki Haris e Donna DeLory.[76][77] O palco e os figurinos do espetáculo foram desenhados pelos estilistas Dolce & Gabbana.[77] No show de Nova Iorque, a intérprete usou uma camisa com o nome "Britney Spears" escrito nela,[77][76] enquanto em Londres usou uma peça com os nomes de seus filhos Lourdes e Rocco estampados. Madonna cantou a faixa na premiação MTV Europe Music Awards daquele ano, realizada em Estocolmo, Suécia, onde foi introduzida por Ali G como "Maradona" e realizou a performance usando uma blusa com o nome "Kylie Minogue" estampado.[78] No dia seguinte, apresentou-se no programa britânico Top of the Pops com "Music" e "Don't Tell Me", e também no dia 24 de novembro no francês Nulle Part Ailleurs com o mesmo repertório.[79][80][81]

Em 21 de fevereiro de 2001, Madonna abriu os Grammy Awards com uma apresentação de "Music".[82] Para a performance, o palco contou com cinco telas de vídeo gigantes exibindo imagens da carreira da artista. Em seguida, ela apareceu em um Cadillac clássico dirigido pelo rapper Bow Wow. A cantora saiu do banco de trás do veículo em um casaco de pele de corpo inteiro e um chapéu, removendo as peças para revelar uma jaqueta de couro e jeans justos.[83] Madonna tirou a jaqueta, revelando um top preto com as palavras "Material Girl" estampadas, e interpretou uma versão energética da canção, acompanhada por Haris e DeLory.[84] Para a Drowned World Tour do mesmo ano, "Music" foi usada como o bis. Madonna usou uma calça jeans preta justa e uma camiseta Dolce & Gabbana customizada com a palavra "Mother" na frente e "F*cker" atrás.[85] Avaliando o show realizado no Earls Court em Londres, Alex Needham, da NME, comentou que a interpretação "enfatiza o quão facilmente [Madonna] poderia levar o público a um orgasmo coletivo simplesmente cantando seus clássicos".[86] A performance realizada em 26 de agosto de 2001 no The Palace of Auburn Hills, em Auburn Hills, Michigan, Estados Unidos, foi gravada e transmitida ao vivo na HBO num especial intitulado Madonna Live! - Drowned World Tour 2001,[87][88] posteriormente lançado como o DVD Drowned World Tour 2001.[89]

"Music" foi acrescentada no repertório da Re-Invention Tour (2004).[90] Contendo um remix lento e influenciado pelo hip hop, a performance apresentou Madonna e seus dançarinos usando kilts escoceses e uma escadaria iluminada ao redor de uma plataforma de DJ. Ao final da apresentação, Madonna e seus dançarinos levantaram os kils para formarem a palavra "Freedom" ("Liberdade"), com letras em glitter por baixo dos trajes. Corey Moss, da MTV, opinou que durante a interpretação "Madonna e seus dançarinos transformaram a arena numa boate fumegante".[91] As performances realizadas em 4 e 5 de setembro no Palais Omnisport de Paris-Bercy em Paris foram gravadas e incluídas no álbum ao vivo I'm Going to Tell You a Secret (2006). Em 2005, Madonna cantou a faixa no concerto beneficente Live 8 em Londres.[92] No ano seguinte, como parte da Confessions Tour, ela apresentou "Music Inferno", uma mistura de "Music" com "Disco Inferno", de The Tramps, contendo também demonstrações de "Where's the Party", de seu terceiro álbum True Blue (1986).[93] A interpretação começou com diversos dançarinos de patins surgindo de baixo do palco para mostrarem "truques dignos de Xanadu", com o palco iluminado por fortes luzes vermelhas.[94] Madonna então surgiu usando um terno branco para cantar a música e, no meio da performance, caminhou para o centro do palco onde, segundo Moss, "realizou sua melhor rotina de John Travolta na era Saturday Night Fever, completada com o 'sinal de carona' (polegares para os lados)".[95] As apresentações realizadas nos concertos de 15 e 16 de agosto na Wembley Arena em Londres foram gravadas e incluídas no álbum ao vivo The Confessions Tour (2007), bem como no DVD homônimo.[96]

"Music" serviu como a música final da Hard Candy Promo Tour. Madonna usou um terno preto justo e um top de renda e iniciou a canção na frente do palco a capela, com seus dançarinos surgindo logo em seguida através de uma falsa porta de metrô. A apresentação terminou com a cantora correndo até a porta, desaparecendo por trás dela.[97] A faixa fez parte do segmento Old School da Sticky & Sweet Tour (2008–09), sendo incluída como o último número do bloco, na qual a intérprete apresentou a mesma versão da turnê promocional, com demonstrações de "Last Night a DJ Saved My Life", de Indeep, no início da performance, misturando-a também com "Put Your Hands Up 4 Detroit", de Fedde le Grand. Nos telões, foram exibidos uma estação de metrô de Nova Iorque pintada de graffiti.[98] O figurino de Madonna foi composto por shorts de academia com longas meias e tênis, sendo uma referência aos primeiros dias de sua carreira na cidade.[99][100] As apresentações realizadas nos dias 7 e 8 de dezembro de 2008 no Estádio River Plate em Buenos Aires, Argentina, foram gravadas e lançadas no álbum ao vivo e no DVD de mesmo nome da excursão.[101]

Em 2012, Madonna incluiu "Music" no repertório de seu show do intervalo do Super Bowl XLVI, num remix com "Party Rock Anthem" e "Sexy and I Know It", da dupla eletrônica LMFAO.[102] Em 14 de novembro do mesmo ano, ela interpretou-a no concerto da The MDNA Tour realizado no Madison Square Garden, em Nova Iorque. A cantora convidou o rapper sul-coreano Psy e eles apresentaram juntos "Gangnam Style" e "Give It 2 Me", lançada por ela em 2008.[103] A faixa abriu o último bloco da Rebel Heart Tour (2015–16), com Madonna usando um vestido combinando "melindrosa do Harlem com Paris nos anos 1920", adornado com milhares de cristais Swarovski.[104] A canção "começou como uma balada da era do Jazz antes de entrar no modo dançante".[105] Os dançarinos de Madonna usaram figurinos inspirados nos felizes anos 1920, com uma delas de topless.[105][106] Joe Lynch, da Billboard, opinou que "a presença de 'Music' foi um lembrete efetivo de que embora alguns pessimistas compulsivos critiquem a Rainha do Pop por buscar tendências com Diplo, ela trouxe o techno ao pop' de massa antes de o EDM ser um termo onipresente".[105] As performances realizadas nos dias 19 e 20 de março de 2016 na Allphones Arena em Sydney, Austrália, foram gravadas e lançadas no álbum ao vivo homônimo.[107]

Desempenho nas paradas[editar | editar código-fonte]

Posições[editar | editar código-fonte]

Precessão e sucessão[editar | editar código-fonte]

Precedido por
"Groovejet (If This Ain't Love)" por Spiller com Sophie Ellis-Bextor
Single número um na UK Singles Chart
27 de Agosto de 2000 - 3 de Setembro de 2000
Sucedido por
"Take On Me" por a-ha
Precedido por
"Breathless" por The Corrs
Single número um na United World Chart
9 de Setembro de 2000 - 25 de Novembro de 2000
Sucedido por
"Shape of My Heart" por Backstreet Boys
Precedido por
"Doesn't Really Matter" por Janet Jackson
Single número um na Billboard Hot 100
16 de Setembro de 2000 - 7 de Outubro de 2000
Sucedido por
"Come on Over Baby (All I Want Is You)" por Christina Aguilera
Precedido por
"Freestyler" por Bomfunk MC's
Single número um na Parada de Singles RIANZ
1 de Outubro de 2000
Sucedido por
"Groovejet (If This Ain't Love)" por Spiller com Sophie Ellis-Bextor
Precedido por
"I'm Outta Love" por Anastacia
"On a Night Like This" por Kylie Minogue
Single número um na Parada de Singles ARIA
3 de Setembro de 2000 - 17 de Setembro de 2000
1 de Outubro de 2000
Sucedido por
"On a Night Like This" por Kylie Minogue
"Most Girls" por P!nk

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