Myristica

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaMyristica
noz-moscada
Myristica fragrans (ilustração do Köhlers Medizinal Pflanzen).

Myristica fragrans (ilustração do Köhlers Medizinal Pflanzen).
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Clado: Angiosperms
Clado: Magnoliids
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Magnoliales
Família: Myristicaceae
Género: Myristica
Gronov.[1]
Espécies
Cerca de 150 espécies validamente descritas, incluindo:
Noz-moscada.

Myristica (do gr. bizant.: μυριστικόν [κάρυον] myristikón [káryon] 'noz moscada'; literalmente '[noz] fragante') é um género de árvores perenifólias da família das Myristicaceae, com centro de diversidade nas ilhas das Especiarias (as ilhas Molucas na Indonésia). Algumas das espécies do género, com destaque para M. fragrans, a noz-moscada e o macis, são fonte de especiarias derivadas do seu fruto.[2] Na sua presente circunscrição taxonómica o género agrupa cerca de 175 espécies, nativas das regiões tropicais da Ásia, Malésia, Austrália e ilhas do Pacífico Ocidental.[1][3][4][5]

Taxonomia[editar | editar código-fonte]

O género foi descrito por Johan Frederik Gronovius e publicado em Flora Orientalis 141. 1755.[6] A espécie tipo é Myristica fragrans Houtt..

Notas

  1. a b «The Plant List: A Working List of All Plant Species». Consultado em 23 de julho de 2013. 
  2. «Diccionario de la lengua española: "mirística"» 
  3. Myristica. Flora of China.
  4. GRIN. «Species in GRIN for genus Myristica». Taxonomy for Plants. National Germplasm Resources Laboratory, Beltsville, Maryland: USDA, ARS, National Genetic Resources Program. Consultado em 10 de março de 2010. 
  5. «Name - Myristica Gronov. subordinate taxa». Tropicos. St. Louis, Missouri: Missouri Botanical Garden. Consultado em 10 de março de 2010. 
  6. «Myristica». Tropicos.org. Missouri Botanical Garden. Consultado em 13 de agosto de 2015. 

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Shulgin, A. T., Sargent, T. W., & Naranjo, C. (1967). Chemistry and psychopharmacology of nutmeg and of several related phenylisopropylamines. United States Public Health Service Publication 1645: 202–214.
  • Gable, R. S. (2006). The toxicity of recreational drugs. American Scientist 94: 206–208.
  • Devereux, P. (1996). Re-Visioning the Earth: A Guide to Opening the Healing Channels Between Mind and Nature. New York: Fireside. pp. 261–262.
  • Milton, Giles (1999), Nathaniel's Nutmeg: How One Man's Courage Changed the Course of History
  • Erowid Nutmeg Information
  • McCord, J. A., Jervey, L. P., “Nutmeg (myristicin) poisoning”. Jour. S. Carolina Med. Assoc., 58 (1): 436-438, 1962
  • Cushny, A. R., "Nutmeg poisoning ", Proc. Royal Soc. Med., 1908-I (3): 39.
  • Truitt, E. B., et al, "Evidence of monoamine oxidase inhibition by myristicin and nutmeg ", Proc. Soc. Exp. Biol. Med., 112 (3): 647-650, 1963.
  • Shulgin, A. T., "Concerning the pharmacology of nutmeg". Mind, 299-303, 1963

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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