Nação Zumbi

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Nação Zumbi
Show Nação Zumbi (49507278408).jpg
Nação Zumbi durante apresentação em Belo Horizonte em 2020.
Informação geral
Origem Recife, Pernambuco
País  Brasil
Gênero(s)
Período em atividade 1991–2022
Gravadora(s) Independente (2017 - 2022)
SLAP/Som Livre (2013 - 2017)
DeckDisc (2007-2012)
Trama (2002-2007)
YB Music (1999-2001)
Chaos/Sony Music (1993-1999)
Afiliação(ões) Orla Orbe, Loustal, Lamento Negro, Mundo Livre S/A, Los Sebosos Postizos, Os Paralamas do Sucesso, Planet Hemp, Maquinado, Côco de Mazuca, Sonantes, 3namassa, Céu, Orquestra Manguefônica, Soulfly, Menina Sem Nome, Sheik Tosado, Combo X, Afrobombas, Ney Matogrosso, Pavilhão 9, Marisa Monte
Integrantes Jorge Du Peixe
Lúcio Maia
Nino "Dengue" Brócolli
Toca Ogan
Marcos Matias
Gustavo da Lua
Tom Rocha
Ex-integrantes Chico Science
Gira †
Canhoto
Ramon Lira
Gilmar Bola 8
Pupillo
Página oficial nacaozumbi.com.br

Nação Zumbi (originalmente Chico Science e Nação Zumbi) é uma banda brasileira, nascida no início da década de 1990 na cidade de Recife. Surgiu da união do Loustal, banda de pós-punk, com o bloco de samba-reggae Lamento Negro, liderada pelo vocalista e compositor Chico Science. Ao lado da banda Mundo Livre S/A, foi responsável pela criação do movimento cultural manguebeat.[2] Com Chico Science, gravou apenas dois álbuns, ambos discos de ouro, que contaram com participações especiais de grandes nomes da música brasileira, como Gilberto Gil e Jorge Ben Jor, e renderam turnês pelo Brasil, Europa e Estados Unidos.[3] Ambos os álbuns figuram na lista dos cem melhores álbuns brasileiros de todos os tempos da revista Rolling Stone, em 13° e 18° lugar.[4] Foi eleito pela Associação de Críticos Musicais de São Paulo como o melhor grupo musical brasileiro de 1996.[5] Com sua mistura original de gêneros musicais, é uma das bandas mais influentes da história brasileira.[6][7]

Em 1997, aos 30 anos, o líder Chico Science faleceu em um acidente de carro.[8] Desde então, a banda é conhecida apenas por Nação Zumbi. Os vocais de Science foram substituídos pelos de Jorge Du Peixe, outro membro da banda. Após o incidente, a Nação Zumbi não obteve mais tanto sucesso comercial, mas mantém uma dedicada base de fãs, lotando shows no Brasil e exterior. Em 2006, apresentou-se no programa de TV britânico Later with Jools Holland[9][10], que convida destaques da música de todos os cantos do globo.[11][12]

História[editar | editar código-fonte]

Início, Movimento Mangue e primeiro contrato[editar | editar código-fonte]

No ano de 1991, em Olinda, aconteceu o primeiro show da banda, com o nome provisório de "Loustal & Lamento Negro", numa festa chamada "Black Planet".[13][14] Neste mesmo ano, Chico Science e Fred Zero Quatro (do grupo Mundo Livre S/A) escreveram um Release, que acabou virando um manifesto do movimento Manguebeat, o "Manifesto dos Caranguejos com Cérebro"[15][16], que tem como símbolo, uma antena parabólica colocada na lama, tornando-se assim um dos principais movimentos e banda dos anos 90 no Brasil, lutando por melhorias sociais na vida da população, não só do Recife e do Estado do Pernambuco, mas como de todo cidadão brasileiro.

A presença da tecnologia é uma marca do movimento, que engajava-se para a melhor exploração do mangue e alertando a todos que ali encontra-se os Caranguejos com cérebro, sempre antenados. O grupo se identifica com o movimento estético afrofuturismo, que une elementos africanos e ficção científica.[17]

Em julho de 1993 a banda assinou um contrato de 40 mil dólares com o selo Chaos, uma subsidiária da Sony Music, tendo feito apenas dois shows fora do seu estado natal (um show em Belo Horizonte e outro em São Paulo), e logo em seguida entra em estúdio para gravar seu álbum de estréia, Da Lama ao Caos, lançado em Abril de 1994. De incio as vendas foram modestas, mas com o tempo o disco emplacou, chegando a disco de ouro (100.000 cópias na época) em 1995. O disco seguinte, Afrociberdelia, também conquistou disco de ouro.[18]

Morte de Chico Science[editar | editar código-fonte]

Chico Science morreu no final da tarde de um domingo do dia 2 de fevereiro de 1997,[19] em um acidente de automóvel quando dirigia o carro de sua irmã de Recife a Olinda. Às 18h30, ele estava sozinho ao volante na estrada quando seu carro se chocou com um poste depois que um outro veículo teria fechado a passagem de seu Uno, Chico ainda foi socorrido por um policial que estava passando num ônibus e o levou ao Hospital da Restauração, mas o jovem cantor e compositor não resistiu e chegou ao hospital morto.[20][21] O enterro aconteceu na segunda-feira do dia 3 de fevereiro de 1997, no Cemitério de Santo Amaro, localizado no Recife.[22][23][24][25]

Formações[editar | editar código-fonte]

No início o grupo tinha vários membros temporários, principalmente percussionistas (inclusive Otto já tocou com a banda) e não há informações detalhadas. A formação considerada "original" consistia em Chico Science nos vocais, Lúcio Maia na guitarra e Dengue no baixo (trio da Loustal); Toca Ogan na percussão, Gilmar Bola 8 e Gira nas alfaias (tambores maiores), junto a Canhoto na caixa, eram o coração percussivo do Lamento Negro/Daruê Malungo. Por fim, Jorge completou o time que se consolidou e gravou o primeiro álbum.[26]

Depois da turnê internacional do Da Lama ao Caos em 1995, Canhoto deixou a banda e em seu lugar entrou o baterista Pupillo. Com esse line-up o grupo gravou o seu segundo álbum Afrociberdelia. Dois anos depois, já sem Chico, mas mantendo os membros remanescentes do álbum anterior, sai o CSNZ. Em 2000 o quarto álbum mostra Jorge Du Peixe assumindo integralmente os vocais e Marcos Matias (que já estava presente nos shows desde 1998 e participado do clipe "Malungo") o substitui oficialmente na alfaia. Pouco depois Gustavo da Lua (ex-percussionista do Sheik Tosado) ocupa a vaga de Gira, que havia deixado o grupo.[27]

Foi a composição que mais durou no conjunto, aproximadamente 8 anos.[28]

Em 2011 Marcos Matias sai do grupo sendo sucedido temporariamente por Ramon Lira, filho de Du Peixe. Já em 2014, ano em que a Nação Zumbi retorna de um hiato de dois anos e lança um novo álbum (o segundo autointitulado "Nação Zumbi"), Walace 'Tom' Rocha integra a alfaia e a percussão.[25]

Quase 7 anos após o fim de sua primeira passagem, Marcos Matias volta a fazer parte do grupo.[29]

Entre a saída de Bola 8 e volta de Marcos (pouco mais de dois anos), a banda se apresentou com apenas dois membros nas alfaias. Com o afastamento de Pupillo, Tom Rocha assume a bateria e o fato volta a acontecer.[30]

Saída de Gilmar Bola 8[editar | editar código-fonte]

No final de 2015 a notícia que Gilmar Bola 8 estava fora saiu na imprensa recifense. Músico e banda trocaram acusações na internet, com Gilmar afirmando que havia sido expulso sem motivo aparente e a Nação Zumbi, através de nota oficial no Facebook, alegando problemas internos com o percussionista.[31][32]

Saída de Pupillo[editar | editar código-fonte]

Pupillo deixa a Nação Zumbi para dedicar-se a carreira de produtor, em setembro de 2018.[33]

Morte de Gira[editar | editar código-fonte]

Em 14 de Junho de 2017, faleceu José Givanildo Viana dos Santos, o Gira. O músico teve parada cardíaca enquanto estava internado Hospital Metropolitano Norte Miguel Arraes (HMA). Se encontrava em situação difícil financeiramente e havia cometido pequenos crimes. Sofria de surtos psicóticos e nos últimos meses estava morando em um fiteiro (espécie de barraca para venda de produtos como doces e cigarros).[34] Em entrevista para o Viver, Gilmar disse que soube da morte do amigo por telefone. Ele era um dos poucos que ainda tinham contato com Gira. "Eu gostava muito dele. Eu falava 'Bora tocar, Gira', e ele parecia sempre desanimado". Bola Oito também revelou as péssimas condições em que Gira vivia antes de falecer. "Da última vez que vi Gira, ele estava largado no chão e com feridas no corpo. Eu falava sobre fazer música, mas ele só dizia que não tinha dinheiro", disse. "Gira morava em uma espécie de fiteiro.[35] Eu ficava muito chateado com isso, eu até dizia para as pessoas, mas ninguém me ouvia.[36]

Pausa[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2022, a banda anunciou uma pausa.[37]

Linha do Tempo[editar | editar código-fonte]

Legado[editar | editar código-fonte]

A importância do Nação Zumbi para a musica brasileira e outras ramificações do rock foram comentadas por vários críticos e músicos famosos, entre muitas bandas que citam a influência da banda, como por exemplo Planet Hemp, O Rappa, Charlie Brown Jr, Cordel do Fogo Encantado, Os Paralamas do Sucesso, Mombojó e Otto. Outras bandas influenciadas por Chico Science, são Sepultura (mais especificamente o álbum Roots), Soulfly (Lúcio Maia gravou o primeiro disco da banda), Cássia Eller (intérprete de músicas como Corpo de Lama e Quando a Maré Encher), Fernanda Abreu (álbum Raio X) e Arnaldo Antunes (álbum O Silêncio), Forfun, e muitos outros.[38]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Com Chico Science no vocal (Chico Science & Nação Zumbi)[editar | editar código-fonte]

Com Jorge Du Peixe no vocal (Nação Zumbi)[editar | editar código-fonte]

Álbuns ao vivo[editar | editar código-fonte]

Compilações[editar | editar código-fonte]

  • Maxximum: Chico Science & Nação Zumbi (2005) — Sony BMG
  • Grandes Sucessos: Chico Science & Nação Zumbi (2001) - Sony Music
  • 21 Grandes Sucessos: Chico Science & Nação Zumbi (2000) - Chaos

Participações/Parcerias[editar | editar código-fonte]

Participações em trilhas sonoras[editar | editar código-fonte]

Singles[editar | editar código-fonte]

[47]

Ano Single Álbum
1994 "Da lama ao caos" Da lama ao caos
1994 "A Cidade" Da lama ao caos
1994 "A Praiera" [48] Da lama ao caos
1994 "Samba Makossa" Da lama ao caos
1996 "Manguetown" Afrociberdelia
1996 "Maracatu Atômico" Afrociberdelia
1998 "Malungo" CSNZ
1998 "CSNZ" CSNZ
2000 "Quando a maré Encher" Radio S.Amb.A
2002 "Blunt of Judah" Nação Zumbi
2002 "Meu Maracatu pesa Uma Tonelada" Nação Zumbi
2005 "Hoje, Amanhã e Depois" Futura
2007 "Bossa Nostra" Fome de Tudo
2011 "Fome de Tudo (compacto)" Fome de Tudo
2014 "Cicatriz" Nação Zumbi

Videografia[editar | editar código-fonte]

DVDs[editar | editar código-fonte]

Videoclipes[editar | editar código-fonte]

  • "A Cidade";
  • "Maracatu Atômico";
  • "Manguetown";
  • "Sangue de Bairro";
  • "Malungo";
  • "Quando a maré Encher";
  • "Blunt of Judah";
  • "Hoje, Amanhã e Depois";
  • "A Ilha";
  • "Bossa Nostra";
  • "Toda Surdez Será Castigada";
  • "Musa da Ilha Grande";
  • "Cicatriz";
  • "Defeito Perfeito";
  • "Um Sonho";
  • "Bala Perdida";
  • "Refazenda".

(Nota: Por volta de 1993 foram feitos dois clipes amadores, "A Cidade" e "Maracatu de Tiro Certeiro", com as versões demo das respectivas canções.)

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Formação atual[editar | editar código-fonte]

Ex-integrantes[editar | editar código-fonte]

  • Otto - percussão e efeitos (1993);
  • Chico Science (falecido) - vocal (1993-1997);
  • Canhoto - caixa (1993-1995);
  • Kuki Storlaski - bateria (1995);
  • Gira (falecido) - alfaia (1993-2002);
  • Ramon Lira - alfaia (2011-2012);
  • Gilmar Bola 8 - alfaia e percussão (1993-2015);
  • Pupillo - bateria e percussão (1995 - 2018).

Referências

  1. Tropicália : uma revoluçao na cultura brasileira (1967-1972). Carlos Basualdo, Museum of Contemporary Art, Barbican Art Gallery, Centro Cultural de Belém., Bronx Museum of the Arts. São Paulo, SP: Cosac Naify. 2007. OCLC 166343801 
  2. Nação Zumbi (Biografia) - Trama
  3. «Chico Science 50 anos». EBC. Consultado em 27 de outubro de 2021 
  4. «Hoje é Dia: semana traz 25 anos sem Chico Science e o Dia de Iemanjá». Agência Brasil. 30 de janeiro de 2022. Consultado em 25 de julho de 2022 
  5. «Jorge Du Peixe, amigo e sucessor de Chico Science nos vocais da Nação Zumbi, lança primeiro disco solo». O Globo. 27 de agosto de 2021. Consultado em 25 de julho de 2022 
  6. Internet (amdb.com.br), AMDB (25 de abril de 2022). «Nação Zumbi: História de Chico Science deve virar filme; saiba mais». Rolling Stone. Consultado em 25 de julho de 2022 
  7. «'Da lama ao caos', de Chico Science & Nação Zumbi, é eleito o melhor disco da MPB nos últimos 40 anos». O Globo. Consultado em 25 de julho de 2022 
  8. Biografia - Clique Music
  9. «Later... with Jools Holland - Aired Order - Season 27 - TheTVDB.com». thetvdb.com. Consultado em 25 de julho de 2022 
  10. «Os graves de Dengue». Trip. Consultado em 25 de julho de 2022 
  11. Domingos, Rayane (25 de abril de 2022). «Chico Science vai ganhar cinebiografia; saiba detalhes». JC. Consultado em 25 de julho de 2022 
  12. Tropicália : uma revoluçao na cultura brasileira (1967-1972). Carlos Basualdo, Museum of Contemporary Art, Barbican Art Gallery, Centro Cultural de Belém., Bronx Museum of the Arts. São Paulo, SP: Cosac Naify. 2007. OCLC 166343801 
  13. Teles, José (29 de abril de 2019). Da lama ao caos: que som é esse que vem de Pernambuco?. [S.l.]: Edições Sesc 
  14. «Chico Science: Um Caranguejo Elétrico - TheTVDB.com». thetvdb.com. Consultado em 25 de julho de 2022 
  15. «Autor do manifesto, Zero Quatro comenta 30 anos do manguebeat: 'a gente antecipou conceitos'». G1. Consultado em 25 de julho de 2022 
  16. «Jorge Ben Jor é a atração surpresa do festival Rock The Mountain». br.noticias.yahoo.com. Consultado em 25 de julho de 2022 
  17. «Folha de S.Paulo - Ilustrada - Música futurista de Sun Ra reverbera até no maracatu - 07/02/2012». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 17 de novembro de 2022 
  18. Bezerra, Julia; Reginato, Lugas (22 de março de 2017). Manguebeat. [S.l.]: Panda Books 
  19. «Chico Science morre em acidente de carro». Agência Folha. 2 de fevereiro de 1997. Consultado em 1 de junho de 2017 
  20. «Morto há 25 anos, Chico Science vive em obra que captou dissonâncias ainda vigentes no Brasil em 2022». G1. Consultado em 25 de julho de 2022 
  21. «Rashid cita 'Matrix', Chico Science e Grandmaster Flash na narrativa do single 'Pílula vermelha, pílula azul'». G1. Consultado em 25 de julho de 2022 
  22. «Abril Pro Rock e Nação Zumbi são temas do próximo "Sonora Coletiva"». www.folhape.com.br. Consultado em 25 de julho de 2022 
  23. «Biografia de Chico Science está prestes a virar um filme, diz colunista». www.folhape.com.br. Consultado em 25 de julho de 2022 
  24. «Fundaj e Porto Digital celebram manguebeat com exibição de documentário inédito». www.folhape.com.br. Consultado em 25 de julho de 2022 
  25. a b «Revolução de Chico Science é dissecada em livro sobre o disco 'Da lama ao caos'». G1. Consultado em 25 de julho de 2022 
  26. Izel', 'Adriana (26 de maio de 2016). «Livro revela bastidores e explica conceitos do álbum 'Da lama ao caos'». Acervo. Consultado em 25 de julho de 2022 
  27. Moraes, Katarina (2 de fevereiro de 2020). «23 anos da morte de Chico Science; relembre sucessos do mangueboy». JC. Consultado em 25 de julho de 2022 
  28. «Bandas acusam PM de proibir música de Chico Science no carnaval de Recife». O Globo. 27 de fevereiro de 2020. Consultado em 25 de julho de 2022 
  29. «Chico Science: muita vida 20 anos após a morte». O Globo. 2 de fevereiro de 2017. Consultado em 25 de julho de 2022 
  30. «Chico Science: 20 anos sem principal expoente do Manguebeat». EBC. 30 de janeiro de 2017. Consultado em 25 de julho de 2022 
  31. José Teles (20 de dezembro de 2015). «Gilmar Bola Oito é sacado do Nação Zumbi e aciona banda». JC online. Consultado em 25 de abril de 2020 
  32. «Nação Zumbi explica saída polêmica de Gilmar Bola Oito: falta de profissionalismo e desrespeito». Diario de Pernambuco. 21 de dezembro de 2015. Consultado em 6 de janeiro de 2016 
  33. «"Da Lama Ao Caos", de Chico Science, é eleito o melhor álbum feito no Brasil desde 1982». Vagalume. Consultado em 25 de julho de 2022 
  34. Redação (14 de junho de 2017). «Morre Gira, percussionista que participou da fundação do Nação Zumbi». Rollingstone. Consultado em 21 de novembro de 2022 
  35. «Morre o percussionista Gira, um dos fundadores da Nação Zumbi». musica.uol.com.br. Consultado em 21 de novembro de 2022 
  36. «Morre Gira, um dos fundadores da Nação Zumbi». Diário de Pernambuco. Consultado em 21 de novembro de 2022 
  37. Bento, Emannuel (6 de abril de 2022). «Nação Zumbi dará pausa indeterminada em meio aos 30 anos do manguebeat». JC. Consultado em 7 de abril de 2022 
  38. «Discografia - MSN Music». Consultado em 28 de maio de 2008. Arquivado do original em 8 de fevereiro de 2008 
  39. «Álbuns certificados da banda Chico Science & Nação Zumbi». Pro-Música Brasil. Consultado em 8 de julho de 2022 
  40. Nação Zumbi grava novo Cd - Cafémusic[ligação inativa]
  41. «Entrevista - Microfone». Consultado em 28 de maio de 2008. Arquivado do original em 18 de fevereiro de 2009 
  42. «Nação Zumbi com Fome de Tudo - popup». Consultado em 28 de maio de 2008. Arquivado do original em 21 de junho de 2008 
  43. «Nação Zumbi S/A - Trabalho Sujo». Consultado em 28 de maio de 2008. Arquivado do original em 5 de março de 2008 
  44. Nação Zumbi muda de casa - Rockwave
  45. O retorno da Nação Zumbi - João Alberto Blog
  46. Sem ligar o piloto automático, Nação acende 'Radiola' no fogo brando do pop
  47. «Letras de Nação Zumbi - Terra». Consultado em 28 de maio de 2008. Arquivado do original em 17 de outubro de 2007 
  48. A Praieira - Last FM

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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