Nagasaki

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Nagasaki

長崎市 (Nagasaki-shi)

Vista de Nagasaki
Vista de Nagasaki
Bandeira de Nagasaki
Bandeira
Brasão de armas de Nagasaki
Brasão de armas
Localização de Nagasaki
País  Japão
Prefeitura Nagasaki
Área
 - Total 406,35 km²
População (1 de março de 2017)
 - Total 425 723
    • Densidade 1 000 hab./km²
Sítio city.nagasaki.lg.jp
Mapa onde mostra Macau e Nagasaki e a sua posição nas rotas comerciais portuguesas e espanholas, no seu período mais próspero (finais do século XVI e princípios do século XVII).

Nagasaki, Nagasáqui[1] ou Nangasaque[2] (長崎市, Nagasaki-shi?) (Loudspeaker.svg? pronúncia) é a capital e maior cidade da Prefeitura de Nagasaki, na Ilha Kyushu, Japão. O nome da cidade, 長崎, significa "capa longa" em japonês. Nagasaki foi um centro de influência colonial portuguesa e holandesa entre os séculos XVI e XIX, e igrejas e locais cristãos em Nagasaki foram propostos para inscrição na Lista de Patrimônios Mundiais da UNESCO. Durante várias décadas foi considerada a capital do catolicismo nesse país.[3] Parte de Nagasaki foi base da Marinha Imperial Japonesa durante a Primeira Guerra Sino-Japonesa e a Guerra Russo-Japonesa.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Nagasaki foi a segunda cidade, e até hoje a última, a experienciar um ataque nuclear (às 11:02hs de 9 de agosto de 1945, horário local (UTC+9).[4]

Em 1 de março de 2017, a cidade tinha uma população estimada de 425.723 habitantes e uma densidade populacional de 1000 pessoas por km². A área total é de 406.37 km².[5]

História[editar | editar código-fonte]

Nagasaki cristã[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Nagasaki Portuguesa
Imagem de uma carraca portuguesa em Nagasaki. Biombo japonês do século XVII.

Uma pequena vila de pescadores em porto isolado, Nagasaki tinha pouca significância histórica até o contato com os exploradores portugueses em 1543. Um dos primeiros visitantes foi Fernão Mendes Pinto, que veio de Vila do Bispo em uma embarcação portuguesa que atracou próximo a Tanegashima.[3]

Pouco depois, embarcações portuguesas começaram a navegar para o Japão como cargueiros regulares, aumentando o contato e as relações comerciais entre o Japão e o resto mundo, particularmente com a China, com quem o Japão anteriormente havia cortado seus laços comerciais e políticos, principalmente devido a uma série de incidentes envolvendo a pirataria Wokou no Mar do Sul da China, com os portugueses agora servindo como intermediários entre os dois países asiáticos.[3]

Após vantagens mútuas derivadas desses contatos comerciais, que logo seria reconhecido por todas as partes envolvidas, a falta de um porto marítimo adequado em Kyushu com o propósito de abrigar navios estrangeiros representou um grande problema tanto para os comerciantes quanto para os daimiôs (senhores feudais) de Kyushu, que esperavam obter grandes vantagens do comércio com o portugueses.[3]

Enquanto isso, o missionário jesuíta navarrês São Francisco Xavier chegou à Kagoshima, no sul de Kyūshū, em 1549, e logo iniciou uma campanha de evangelização pelo Japão, mas foi para a China em 1552 e faleceu pouco depois. Seus seguidores permaneceram convertendo um grande número de daimiôs. O mais notável entre eles era Ōmura Sumitada. Em 1569, Ōmura garantiu uma permissão para o estabelecimento de um porto com o propósito de abrigar embarcações portuguesas, Nagasaki, que foi finalmente criada em 1571, sob a supervisão do missionário jesuíta Gaspar Vilela o capitão-major português Tristão Vaz de Veiga, com o auxílio pessoal de Ōmura.[6]

A pequena vila portuária rapidamente cresceu para uma cidade portuária diversa,[7] e produtos portugueses importados por Nagasaki (como tabaco, pão, têxteis e um pão-de-ló português chamado Castela) foram assimilados à cultura japonesa. O tempura derivado de uma receita originalmente conhecida como "peixinho-da-horta", e que tem seu nome tirado da palavra portuguesa "tempero", é outro exemplo dos efeitos desse intercâmbio cultural.[8] Os portugueses também trouxeram muitos bens da China.[carece de fontes?]

Devido a instabilidade durante o Período Sengoku Sumitada e o líder jesuíta Alessandro Valignano fizeram um plano para passar o controle administrativo para a Companhia de Jesus, em vez de ver a cidade católica tomada por um daimiô não-católico. Então, por um breve período de tempo após 1580, a cidade de Nagasaki foi uma colônia jesuíta, sob seu controle administrativo e militar. Ela foi administrada pelo capitão do "barco negro" português, o mais alto representante da Coroa Portuguesa, quando presente. A cidade se tornou um refúgio para os cristãos que sofriam perseguições em outras partes do Japão.[9] Entretanto, em 1587, a campanha de Toyotomi Hideyoshi para unificar o país chegou à Kyūshū. Preocupado com a grande influência cristã no sul do Japão, assim como o papel ativo dos jesuítas na arena política japonesa, Hideyoshi ordenou a expulsão de todos os missionários e colocou a cidade sob seu controle direto. No entanto, a ordem de expulsão não foi cumprida em grande parte, e a maioria da população de Nagasaki permaneceu abertamente católica praticante.[carece de fontes?]

Em 1596, a embarcação espanhola San Felipe foi destruída na costa de Shikoku, e Hideyoshi soube com o capitão de que Franciscanos espanhóis estavam na vanguarda de uma invasão ibérica do Japão. Em resposta, Hideyoshi ordenou a crucificação de vinte e seis católicos em Nagasaki.[10] Os comerciantes portugueses não foram condenados ao ostracismo, e assim a cidade continuou a prosperar.[carece de fontes?]

Em 1602, missionários agostinianos também chegaram ao Japão, e quando Tokugawa Ieyasu tomou o poder em 1603, o catolicismo ainda era tolerado. Muitos daimiôs católicos foram importantes aliados na Batalha de Sekigahara, e os Tokugawa ainda não eram fortes o suficiente para ficarem contra eles. Uma vez que o Castelo de Osaka foi tomado e a prole de Toyotomi Hideyoshi foi morta, o domínio Tokugawa foi assegurado. Além disso, a presença holandesa e os inglesa permitiu o comércio sem envolvimento religioso. Então, em 1614, o catolicismo foi oficialmente banido e todos os missionários receberam a ordem para irem embora. A maioria dos daimiôs católicos apostataram, e forçaram seus subordinados a fazerem o mesmo, apesar de alguns não renunciarem a religião e partirem para Macau, Luzon e outras cidades com grande número de japoneses no sudeste asiático. Uma brutal campanha de perseguição seguiu-se, com milhares de cristãos em Kyūshū e outras partes do Japão mortos, ou forçados a renunciarem sua religião.[10]

O último suspiro do catolicismo como religião aberta e a última grande ação militar no Japão até a Restauração Meiji foi a Rebelião Shimabara de 1637. Enquanto não há evidências de que os europeus incitaram diretamente a rebelião, o Domínio Shimabara foi cristão por décadas, e os rebeldes adotaram muitas ideias portuguesas e ícones cristãos. Consequentemente, na sociedade Tokugawa a palavra "Shimabara" solidificava a conexão entre cristianismo e deslealdade, constantemente usada como propaganda Tokugawa. A Rebelião Shimabara também convenceu muitos legisladores que as influências estrangeiras eram um grande problema, o que levou o Japão a uma política de isolamento. Os portugueses, que anteriormente haviam vivido em uma ilha-prisão especialmente construída no porto de Nagasaki chamada Dejima, foram expulsos do arquipélago, e os holandeses foram movidos de sua base em Hirado para Dejima.[11]

Período de isolamento[editar | editar código-fonte]

O Grande Incêndio de Nagasaki destruiu boa parte da cidade em 1663, incluindo o Santuário de Mazu no Templo Kofuku patrocinado por marinheiros e mercadores chineses que visitavam o porto.[12]

Em 1720, o banimento de livros holandeses foi criado, causando a ida de centenas de estudiosos para Nagasaki em busca do estudo da ciência e arte europeias. Consequentemente, Nagasaki se tornou um principal centro do chamado rangaku, ou "Aprendizado Holandês". Durante o Período Edo, o Xogunato Tokugawa governava a cidade, escolhendo um hatamoto, o bugyō de Nagasaki, como o chefe administrador.[12]

Plano de Nagasaki, Província de Hizen, 1778

Antes, os historiadores eram unânimes que Nagasaki era a única janela do Japão com o mundo durante a Era Tokugawa. Entretanto, atualmente é aceito que esse não era o caso, uma vez que o Japão interagia e fazia comércio com o Reino de Ryukyu, Coreia e Rússia através dos domínios Satsuma, Tsushima e Matsumae respectivamente. No entanto, Nagasaki foi retratada na arte e literatura contemporâneas como um porto cosmopolita repleto de curiosidades exóticas do mundo ocidental.[12]

Em 1808, durante as Guerras Napoleônicas, a fragata da Marinha Real Britânica HMS Phaeton entrou no Porto de Nagasaki em busca de embarcações comerciais holandesas. O magistrado local não estava apto a resistir a demanda britânica por comida, combustível, e água, depois cometendo seppuku por disso. Leis foram aprovadas após esse incidente, fortalecendo as defesas costeiras, ameaçando de morte os estrangeiros invasores e motivando o treinamento de tradutores ingleses e russos.[12]

The Tōjinyashiki (唐人屋敷) ou Fábrica Chinesa em Nagasaki foi também um importante condutor de bens e informações chinesas para o mercado japonês. Vários mercadores e artistas chineses navegaram entre seu país e Nagasaki. Alguns combinavam os papéis de mercador e artista como Yi Hai no século XVIII. Acredita-se que cerca de um terço da população de Nagasaki daquela época era chinesa.[13]

Era Meiji[editar | editar código-fonte]

Com a Restauração Meiji, o Japão abriu suas portas para o comércio estrangeiro e relações diplomáticas. Nagasaki se tornou um porto livre em 1859 e a modernização começou por volta de 1868. Nagasaki foi proclamada cidade oficialmente em 1 de abril de 1889. Com o cristianismo legalizado e os Kakure Kirishitan deixando de se esconder, Nagasaki voltou ao seu papel de centro do Catolicismo Romano no Japão.[14]

Durante a Era Meiji, Nagasaki se tornou um centro industrial. Sua principal indústria era a de construção de navios, com os estaleiros sob controle da Mitsubishi Heavy Industries, uma das primeiras contratadas da Marinha Imperial Japonesa, e o porto de Nagasaki usado como ancoradouro sob controle do Distrito Naval de Sasebo. Durante a Segunda Guerra Mundial, na época do ataque nuclear, Nagasaki era uma importante cidade industrial, contendo fábricas da Mitsubishi Steel & Arms Works, da Akunoura Engine Works, da Mitsubishi Arms Plant, da Mitsubishi Electric Shipyards, da Mitsubishi-Urakami Ordnance Works, e de muitas outras fábricas menores, além da maioria das instalações de armazenamento e transbordo de portos, que empregavam cerca de 90% da força de trabalho da cidade, e respondiam por 90% da indústria da cidade. Essas conexões com o esforço de guerra japonês fizeram de Nagasaki um alvo importante para o bombardeio estratégico pelos Aliados durante a guerra.[15][16]

Ataque nuclear na Segunda Guerra Mundial[editar | editar código-fonte]

Nuvem de cogumelo da explosão atômica sobre Nagasaki às 11:02 da manhã, 9 de agosto de 1945
Nagasaki, 24 de setembro de 1945, 6 semanas após o ataque atômico.
Nagasaki, antes e depois da bomba atômica.
Vítima da bomba atômica em Nagasaki.

Por 12 meses antes do ataque nuclear, Nagasaki sofreu cinco ataques aéreos de pequena escala por 136 aviões norte-americanos que lançaram um total de 270 toneladas de explosivo, 53 toneladas de explosivo incendiário, e 20 toneladas de bombas de fragmentação. Destes, o ataque de 1 de agosto de 1945 foi o mais efetivo, com algumas das bombas atingindo os estaleiros e as docas na parte sudoeste da cidade, muitas atingindo a Mitsubishi Steel & Arms Works, e seis bombas atingindo o Hospital e Escola Médica de Nagasaki, com três disparos acertando em cheio os prédios. Enquanto o dano dessas bombas foi relativamente pequeno, ele colocou um medo considerável na população e um grande número de pessoas, principalmente as de escolas infantis, foram evacuadas para áreas rural, reduzindo a população da cidade no dia do ataque atômico.[15][17][18][19]

No dia do lançamento nuclear (9 de agosto de 1945), a população de Negasaki era estimada em 263 mil, dos quais 240 mil eram japoneses residentes, 10 mil coreanos residentes, 2500 trabalhadores coreanos conscritos, 9 mil soldados japoneses, 600 trabalhadores chineses conscritos, e 400 prisioneiros de guerra Aliados.[19] Naquele dia, o Boeing B-29 Superfortress Bockscar, comandado pelo Major Charles Sweeney, partiu do North Field em Tinian pouco antes do amanhecer, desta vez carregando uma bomba de plutônio, codinome "Fat Man". O alvo primário para a bomba era Kokura, com o alvo secundário sendo Nagasaki, se o primeiro alvo estive nublado demais para uma boa visão. Quando o avião chegou a Kokura às 9:44 da manhã, a cidade estava coberta de nuvens e fumaça, e a cidade próxima de Yawata já havia sido bombardeada no dia anterior. Incapaz de realizar o ataque com a visão limitada por conta das nuvens e fumaça e com combustível limitado, o avião deixou a cidade às 10:30 em direção ao alvo secundário. 20 minutos depois, às 10:50 da manhã, o avião chegou à Nagasaki, mas a cidade também estava nublada demais. Desesperadamente sem combustível e após realizar alguns bombardeios sem obter nenhum alvo visual, a tripulação foi forçada a usar o radar para soltar a bomba. No último minuto, a abertura das nuvens os permitiu fazer contato visual com a pista de corridas em Nagasaki, e assim lançaram a bomba no Vale Urakami, entre a Mitsubishi Steel & Arms Works ao sul, e a Mitsubishi-Urakami Ordnance Works ao norte.[20] 53 segundos após o lançamento, a bomba explodiu às 11:02 da manhã numa altitude aproximada de 550 metros.[21]

Menos de um segundo após a detonação, o norte da cidade estava destruído e 35.000 pessoas já estavam mortas.[22] Entre os mortos estavam 6200 dos 7500 empregados da fábrica da Mitsubishi Munitions, e outros 24.000 (incluindo 2.000 coreanos) que trabalhavam em outras fábricas bélicas da cidade, bem como 150 soldados japoneses. O dano industrial em Nagasaki foi alto, deixando entre 68-80% da produção industrial destruída. Foi o segundo e, até hoje, o último uso de uma arma nuclear em combate, e também a segunda detonação de uma bomba de plutônio. O primeiro uso de uma arma nuclear em combate foi a bomba "Little Boy", que foi jogada na cidade japonesa de Hiroshima em 6 de agosto de 1945. A primeira bomba de plutônio foi testada no Novo México, Estados Unidos, em 16 de julho de 1945. A bomba Fat Man era um tanto mais poderosa que a que foi jogada em Hiroshima, mas por conta do terreno irregular de Nagasaki, houve menos dano.[23][24][25][26]

Torii, Nagasaki, Japão. O torii de uma perna está no fundo.

Pós-guerra[editar | editar código-fonte]

A cidade foi reconstruída após a guerra, embora drasticamente alterada. A reconstrução foi lenta. As primeiras habitações de emergência simples não foram fornecidas até 1946. O foco no redesenvolvimento foi a substituição das indústrias de guerra pelo comércio exterior, construção naval e pesca. Isso foi formalmente declarado quando a Lei de Reconstrução da Cidade Internacional de Nagasaki foi aprovada em maio de 1949.[27] Novos templos foram reconstruídos, bem como novas igrejas para aumentar a presença do cristianismo.[28] Alguns dos escombros foram deixados como um memorial, como um torii de uma perna no Santuário Sannō e um arco perto do marco zero. Novas estruturas também foram erguidas como memoriais, como o Museu da Bomba Atômica. Nagasaki continua sendo, antes de tudo, uma cidade portuária, apoiando uma rica indústria de construção naval e estabelecendo um forte exemplo de perseverança e paz.[29]

Geografia e clima[editar | editar código-fonte]

Nagasaki vista do Monte Inasa.

As penínsulas de Nagasaki e Nishisonogi estão localizadas dentro dos limites da cidade. A cidade é cercada pelas cidades de Isahaya, Saikai, Togitsu e Nagayo.[30]

Nagasaki fica à frente de uma longa baía que forma o melhor porto natural da ilha de Kyushu. A principal área comercial e residencial da cidade fica em uma pequena planície perto do final da baía. Dois rios divididos por um esporão de montanha formam os dois principais vales em que a cidade se encontra.[30]

Nagasaki tem o típico clima subtropical úmido de Kyūshū e Honshū, caracterizado por invernos suaves e longos, quentes, e úmidos verões. Além de Kanazawa e Shizuoka é a grande cidade mais chuvosa do Japão e de toda a Eurásia temperada. No verão, a combinação do calor persistente e da alta umidade resulta em condições desagradáveis, com temperaturas de bulbo úmido às vezes chegando a 26 ° C. No inverno, entretanto, Nagasaki é mais seca e ensolarada que Gotō ao oeste, e as temperaturas são ligeiramente mais suaves que no interior de Kyūshū. Desde que os dados climáticos começaram a ser registrados em 1878, o mês mais úmido foi julho de 1982 com (1.178 mm), incluindo 555 mm em um único dia. O mês mais seco foi setembro de 1967 com 1.8 mm. A precipitação ocorre o ano inteiro, apesar de em menor quantidade no inverno; a chuva atinge seu pico em junho e julho. Agosto é o mês mais quente do ano. Em 24 de janeiro de 2016, uma queda de neve de 17 cm foi registrada.[31]

Dados climáticos para Nagasaki, Nagasaki (1981~2010)
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Recorde alta °C (°F) 21.3
(70.3)
22.6
(72.7)
24.4
(75.9)
29.0
(84.2)
34.6
(94.3)
36.4
(97.5)
37.7
(99.9)
37.6
(99.7)
36.1
(97)
33.7
(92.7)
27.4
(81.3)
23.8
(74.8)
37.7
(99.9)
Média alta °C (°F) 10.4
(50.7)
11.7
(53.1)
14.8
(58.6)
19.7
(67.5)
23.5
(74.3)
26.4
(79.5)
30.1
(86.2)
31.7
(89.1)
28.6
(83.5)
23.8
(74.8)
18.3
(64.9)
13.1
(55.6)
21.0
(69.8)
Média diária °C (°F) 7.0
(44.6)
7.9
(46.2)
10.9
(51.6)
15.4
(59.7)
19.4
(66.9)
22.8
(73)
26.8
(80.2)
27.9
(82.2)
24.8
(76.6)
19.7
(67.5)
14.3
(57.7)
9.4
(48.9)
17.2
(63)
Média baixa °C (°F) 3.8
(38.8)
4.4
(39.9)
7.3
(45.1)
11.6
(52.9)
15.8
(60.4)
20.0
(68)
24.3
(75.7)
25.1
(77.2)
21.8
(71.2)
16.1
(61)
10.8
(51.4)
5.9
(42.6)
13.9
(57)
Recorde baixa °C (°F) −5.2
(22.6)
−4.8
(23.4)
−3.6
(25.5)
0.2
(32.4)
5.3
(41.5)
8.9
(48)
15.0
(59)
17.0
(62.6)
11.1
(52)
4.9
(40.8)
−0.2
(31.6)
−3.9
(25)
−5.2
(22.6)
Média precipitação mm (inches) 64.0
(2.52)
85.7
(3.374)
132.0
(5.197)
151.3
(5.957)
179.3
(7.059)
314.6
(12.386)
314.4
(12.378)
195.4
(7.693)
188.8
(7.433)
85.8
(3.378)
85.6
(3.37)
60.8
(2.394)
1 857,7
(73,139)
Queda de neve média cm (inches) 2
(0.8)
1
(0.4)
0
(0)
0
(0)
0
(0)
0
(0)
0
(0)
0
(0)
0
(0)
0
(0)
0
(0)
1
(0.4)
4
(1.6)
Média de dias de precipitação (≥ 0.5 mm) 11.1 9.9 12.5 10.8 10.6 13.5 11.6 9.8 9.7 6.2 9.0 10.0 124.7
Average snowy days 1.2 0.9 0.2 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.2 2.5
Média umidade relativa (%) 66 64 66 68 72 79 80 75 73 67 67 66 70
Média mensal horas de sol 102.8 119.7 148.5 174.7 184.4 135.3 178.7 210.7 172.8 181.4 137.9 119.1 1 866
Source #1: Japan Meteorological Agency[32]
Source #2: Japan Meteorological Agency (records)[33]

Educação[editar | editar código-fonte]

Universidades[editar | editar código-fonte]

  • Nagasaki University
  • Nagasaki Institute of Applied Science
  • Nagasaki University of Foreign Studies[34]
  • Kwassui College|Kwassui Women's College
  • Nagasaki Junshin Catholic University[35]
  • Siebold University of Nagasaki
  • Nagasaki Wesleyan University

Junior colleges[editar | editar código-fonte]

  • Nagasaki Junior College[36]
  • Nagasaki Junshin Women's Junior College
  • Tamaki Women's Junior College (玉木女子短期大学?)
  • Nagasaki Women's Junior College (長崎女子短期大学?)[37]

Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

Monumento no hipocentro da bomba atômica em Nagasaki
Hall Memorial Nacional da Paz pelas Vítimas da Bomba Atômica
Sōfuku-ji (Tesouro Nacional do Japão)
  • Basílica dos Vinte e Seis Santos Mártires do Japão
  • Santuário de Confúcio
  • Museu de História de Dejima
  • Antiga residência Shuhan Takashima
  • Antigo local do Seminário Latino
  • Antigo local do Consulado Britânico em Nagasaki
  • Glover Garden
    • Antiga Residência Glover
    • Antiga Residência Alt
    • Antiga Residência Ringer
    • Antiga Residência Walker
  • Fukusai-ji
  • Ilha Hashima[38]
  • Mansão Higashi-Yamate Juniban
  • Kazagashira Park
  • Kōfuku-ji
  • Megane Bridge
  • Monte Inasa
  • Museu da Bomba Atômica de Nagasaki[39] (Próximo ao Peace Park)
  • Museu de História e Cultura de Nagasaki[40]
  • Hall Memorial Nacional da Paz pelas Vítimas da Bomba Atômica
  • Parque da Paz de Nagasaki
    • Hipocentro da Bomba Atômica (Localizado próximo ao Parque da Paz)
  • Pagoda da Paz de Nagasaki
  • Aquário de Pinguins de Nagasaki[41]
  • Chinatown de Nagasaki
  • Museu de Ciências de Nagasaki[41]
  • Jardim Botânico Subtropical de Nagasaki
  • Residência de Takashi Nagai
  • Oranda-zaka
  • Santuário Sannō - Com o torii de uma perna, às vezes chamado de portão ou arco
  • Cemitério Internacional Sakamoto
  • Shōfuku-ji
  • Museu Memorial Siebold
  • Sōfuku-ji - Daiyūhōden and Daiippomon are national treasures of Japan.
  • Santuário Suwa
  • Museu Literário Shūsaku Endō
  • Tateyama Park
  • Museu e Monumento dos Vinte e Seis Mártires
  • Museu Prefeitural de Arte de Nagasaki
  • Catedral de Urakami
  • Miyo-Ken, um templo onde a cobra branca é adorada[42]

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Nagasaki tem 7 cidades-irmãs, que são:

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Lusa, Agência de Notícias de Portugal. «Prontuário Lusa» (PDF). Consultado em 10 de outubro de 2012 
  2. Fernandes, Ivo Xavier (1941). Topónimos e Gentílicos. I. Porto: Editora Educação Nacional, Lda. 
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  6. Boxer, The Christian Century In Japan 1549–1650, p. 100–101
  7. https://www.khanacademy.org/humanities/art-asia/art-japan/edo-period/a/arrival-of-a-portuguese-ship
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  9. Diego Paccheco, Monumenta Nipponica, 1970
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  14. Doak, Kevin M. (2011). «Introduction: Catholicism, Modernity, and Japanese Culture». Xavier's Legacies: Catholicism in Modern Japanese Culture. [S.l.]: UBC Press. pp. 12–13. ISBN 9780774820240. Consultado em 9 de junho de 2018 
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  27. «AtomicBombMuseum.org - After the Bomb» 
  28. «Nagasaki History Facts and Timeline» 
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