Necromancia

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A necromancia ou nigromancia é um termo que etimologicamente advém do Grego: "morte" (necro) e "adivinhação (mancia).[1] e que consiste a adivinhação mediante a consulta aos mortos e seus espíritos ou cadáveres.

Pode ser interpretada como a prática religiosa de se comunicar com os espíritos dos mortos para obter informações do passado, do futuro ou do pós-vida, tendo a sua origem na crença de que os seres humanos viajam para um outro mundo após a morte e relacionam-se com os vivos, mantendo-se disponíveis para serem contactados e questionados.

São práticas que encontram registros em diversas civilizações, muito comum entre os gregos e egípcios, também é referenciada negativamente na Bíblia.

A Tábua Ouija (também conhecida como "brincadeira do copo" ou "telégrafo dos mortos") é amplamente utilizada por espiritualistas na prática da suposta comunicação com os mortos.

Outro exemplo de necromancia é aquela praticada por médiuns que supostamente se comunicam com espíritos de pessoas falecidas para escrever livros e outros textos , expressão de fé também chamada de psicografia.

No livro "A Batalha do Apocalipse" do escritor Eduardo Spohr, a personagem Shamira, a feiticeira de Endor é uma necromante.

Na série American Horror Story: Coven a bruxa vodu Marie Laveau, possui o dom da necromancia.

Referências