Neogramática

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Neogramática é uma escola de pensamento lingüístico que procurou introduzir na lingüística histórica os princípios positivistas que triunfavam na ciência e na filosofia do momento, esperando renovar a gramática comparada.

Várias das teses dos neogramáticos provocaram a controvérsia lingüística mais importante do último quarto do século XIX. Seus representantes mais importantes são:

As relações linguísticas são perceptíveis na fala individual, permitindo uma ponte entre a pesquisa linguística e a pesquisa psicológica. É importante relacionar o uso coletivo e o individual da língua, para entender melhor o mecanismo da mudança línguistica. Dois mecanismos que desencadeiem a mudança no uso individual são a mudança espontânea, na qual se explica pelas tensões sintagmáticas e segundo as adaptações da fala individual a outra fala individual, o que pressupõe o intercurso verbal como um momento importante na mudança. Paul afirma em seus estudos que a mudança se dá por meio dos "passos infinistesimais", a expressão ficou conhecida como "lei do mínimo esforço"

A mudança não tem um ritmo permanente, e conforma-se à estabilidade maior ou menor dos usos individuais. Outro ponto, diz que somente os fatores fonéticos podem condicionar a mudança. No caso do apagamento de sons, a perda permuta, adição, apagamento, transposição e outros. Um dos casos que ocorreu no apagamento de sons, foi o marcador de plural, pois na fala individual do dia-a-dia é fácil vermos a utilização de " as menina" em vez de "as meninas".

Posições da escola[editar | editar código-fonte]

Os neogramáticos se esforçaram por incluir seus trabalhos sobre a lingüística histórico-comparada dentro das ciências naturais, tomando como modelos a geologia e a física. O princípio sobre o que basearam este status científico foi o da regularidade das mudanças fonéticas e trataram de establecer leis fonéticas para resumir os padrões regulares observados.

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