Neologismo

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Neologismo é um fenômeno linguístico que consiste na criação de uma palavra ou expressão nova, ou na atribuição de um novo sentido a uma palavra já existente. Pode ser fruto de um comportamento espontâneo, próprio do ser humano e da linguagem, ou artificial, para fins pejorativos ou não. Geralmente, os neologismos são criados a partir de processos que já existem na língua: justaposição, prefixação, aglutinação, verbalização e sufixação.

Pode também referir-se a uma nova doutrina no campo da Teologia que procura esclarecer o significado e significante das expressões presentes nas traduções bíblicas.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Morfologicamente, é composta de duas palavras: neo-, vindo do prefixo νεο- do grego antigo, "novo", e λόγος, que significa "palavra", adicionando-se o sufixo -ismo.[1]

Exemplos[editar | editar código-fonte]

A palavra espiritismo (fr. spiritisme) surgiu como um neologismo criado pelo pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail (pseudônimo de Allan Kardec), utilizado pela primeira vez na introdução de O Livro dos Espíritos (1857), para nomear especificamente o corpo de ideias por ele sistematizadas, diferenciando-o do movimento espiritualista em geral.

Um exemplo prático, muito usado no Brasil, é o caso do termo "refri" - gíria recente para indicar "refrigerante" .

Também há os casos em que o substantivo é transformado em um adjetivo como por exemplo a palavra "antena" (objeto que capta e/ou transmite ondas hertzianas; ou seja, de rádio ou televisão) ser transformada em "antenado" (pessoa "ligada" , que está ou procura estar bem informada sobre o que acontece à sua volta).

Com o advento das redes sociais, principalmente, vem surgindo uma serie de neologismos nos últimos tempos, como chat, BFF, shippar, fonomorfia, etc.[2]

Portanto, "neologismo" é um fenômeno linguístico que consiste na criação de uma palavra ou expressão nova.

Outros exemplos:[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Dicionário Morfológico da Língua Portuguesa, por Evaldo Heckler, Sevaldo Back e Egon Ricardo Massing - São Leopoldo, UNISINOS, 1984. 5v
  2. http://www.infoescola.com/linguistica/neologismo/
  3. Azevedo, Maria Luísa Seabra Marques de (2005). Toponímia moçárabe no antigo Condado Conimbricense. Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. pp. 162–163 


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