Netflix

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Netflix
Razão social Netflix Inc.
Empresa privada
Slogan Só na Netflix (Brasil)
Com a Netflix, tu tens o comando (Portugal)
Cotação NASDAQ: NFLX
S&P 500 Component
Atividade Entretenimento
Cine
Por assinatura
Gênero Incorporation
Fundação 29 de agosto de 1997 (24 anos)[1] em Scotts Valley, Califórnia
Fundador(es)
Sede Los Gatos, Condado de Santa Clara, Califórnia
Estados Unidos
Área(s) servida(s) Mundo
(exceto China, Coreia do Norte, Crimeia e Síria)
Pessoas-chave
Empregados Aumento 12.135 (2021)[3]
Clientes Aumento 209 milhões (pagos; em 20 de julho de 2021)
Produtos vídeo e streaming[4]
Serviços
  • Produção de filmes
  • Distribuição de Filmes
  • Produção de Series
  • Distribuição de Series
Empresa-mãe Netflix Inc.
Subsidiárias
  • DVD.com
  • Millarworld[3]
  • LT-LA
  • ABQ Studios
  • Netflix Pictures
  • Netflix Animation
  • Netflix Pte .Ltd
  • Netflix Services UK limited
  • Netflix steamings services international B.V.
  • Netflix streaming services, inc
  • Netflix Global LCC
  • Netflix services germany GmbH
  • NetflixCS,inc.
  • Netflix luxembourg S.a.r.l
  • Netflix Studios
  • Netflix Entretenimento Brasil LTDA.
  • Netflix Pty. Ltd.
  • StoryBots, inc
  • Egyptian Theatre
  • Broke and Bones (skate)
Ativos Lucro US$ 19,013 bilhões (2017)[5]
Receita Lucro US$ 11,692 bilhões (2017)[5]
Lucro Lucro US$ 559 milhões (2017)[5]
LAJIR Lucro US$ 4.585 bilhões (2020)
Renda líquida Lucro US$2.761 milhões (2020)
Posição no Alexa Lucro 29 (fevereiro de 2018)[6]
Website oficial www.netflix.com

Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming sediada em Los Gatos, Califórnia, e que atualmente possui mais de 208 milhões de assinantes. Fundada em 1997 nos Estados Unidos, a empresa surgiu como um serviço de entrega de DVD pelo correio. A expansão do streaming, disponível nos Estados Unidos a partir de 2007, começou pelo Canadá em 2010. Hoje, mais de 190 países têm acesso à plataforma. Sua primeira websérie original de sucesso foi House of Cards, lançada em 2013.[7]

Hoje em dia, a empresa produz centenas de horas de programação original em diferentes países do mundo, querendo aprimorar-se nas aplicações e em novas programações. Os planos foram apresentados no Mobile World Congress em Barcelona, Espanha.[8] Em setembro de 2016 a empresa anunciou que planeja ter 50% do catálogo composto de produções originais.[9]

A Netflix confirmou sua preferência por filmes e webséries exclusivas, contrapondo sucessos do cinema, que podem ser vistos em outras plataformas. Para se diferenciar, a empresa planeja investir 5 bilhões de dólares (19 bilhões de reais) na produção ou aquisição de conteúdo original, segundo informa a Reuters.[10] Dentre as séries originais, destacam-se Stranger Things,[11] Narcos,[12] dentre outras.

Em maio de 2018, a Netflix passou a The Walt Disney Company e se tornou a empresa de entretenimento com maior valor de mercado do mundo (153 bilhões de dólares).[13]

História[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

Marc Randolph e Reed Hastings fundaram a Netflix em 29 de agosto de 1997 em Scotts Valley, Califórnia. Randolph havia trabalhado como diretor de marketing da empresa de Hastings, a Pure Atria, que foi vendida por Hastings para a Rational Software Corporation em 1997 por US$ 700 milhões de dólares,[14] fazendo-o pensar em um novo meio de empreendedorismo. Randolph admirava a empresa de comércio eletrônico Amazon e queria encontrar uma grande categoria de itens portáteis para vender pela Internet usando um modelo semelhante.

Envelope aberto com um DVD do filme Coach Carter distribuído pela Netflix.

Hastings e Randolph consideraram e rejeitaram a ideia de vender fitas VHS, pois eram muito caras para estocar e delicadas para despachar. Quando ouviram sobre os DVDs, introduzidos pela primeira vez nos Estados Unidos em 24 de março de 1997,[15] eles testaram o conceito de venda ou aluguel de DVDs pelo correio, enviando um CD para a casa de Hastings em Santa Cruz. Quando o disco chegou intacto, eles decidiram assumir as vendas de vídeos caseiros. Hastings investiu 2,5 milhões de dólares para iniciar a Netflix.[16]

A Netflix foi lançada como a primeira loja de aluguel de DVD online do mundo, com apenas 30 funcionários e 925 títulos disponíveis - quase todo o catálogo de DVDs na época[17] - usando o modelo de pagamento por aluguel, com taxas e prazos semelhantes a aqueles de seu concorrente de tijolo e argamassa, Blockbuster.

Crescimento[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2002, o The New York Times relatou que, na época, a Netflix enviava pelo correio cerca de 190 000 discos por dia para seus 670 000 assinantes mensais.[18] A contagem de assinantes da empresa aumentou de um milhão no quarto trimestre de 2002 para cerca de 5,6 milhões no final do terceiro trimestre de 2006 e para 14 milhões em março de 2010. O crescimento inicial da Netflix foi alimentado pela rápida disseminação de leitores de DVD nas residências, que em 2004, quase dois terços dos lares dos Estados Unidos tinham um DVD player.[19]

Marc Randolph, cofundador e primeiro CEO da Netflix.
Reed Hastings, cofundador e atual CEO da empresa.

A empresa oferecia férias ilimitadas para os trabalhadores assalariados e permitia que os funcionários recebessem qualquer quantia de seus contracheques em opções de ações.[20] Em 2010, a empresa começou a oferecer um serviço de streaming independente separado do aluguel de DVD.[21]

Em abril de 2011, o seu serviço de streaming contava com 23 milhões de assinantes nos Estados Unidos. Neste ano, o faturamento digital total da empresa chegou à marca de US$ 1,5 bilhão. Em janeiro de 2013, a Netflix comunicou ter adicionado dois milhões de assinantes norte-americanos durante o quarto trimestre de 2012, contabilizando um total de 27,1 milhões de consumidores nos Estados Unidos e 29,4 milhões de usuários totais do seu serviço de streaming. Além disso, o faturamento teve aumento de 8%, atingindo 945 milhões de dólares no mesmo período.[22]

Por volta de março de 2013, a Netflix tinha 33 milhões de assinantes, um número que subiu a 36,3 milhões já no mês de abril seguinte. Em setembro de 2013, durante o terceiro relatório trimestral do ano, a empresa divulgou ter 40,4 milhões de assinantes do serviço de streaming (31,2 milhões nos Estados Unidos). A Netflix fechou o ano de 2013 com 44 milhões de assinantes.[23] Um ano depois, em setembro de 2014, o serviço já estava disponível em mais de 40 países e 50 milhões de assinaturas, com intenções declaradas de iniciar operações em novos mercados.[24]

Em outubro de 2015, 69,17 milhões de assinantes globais foram reportados, incluindo 43 milhões nos Estados Unidos. Em abril de 2016, a Netflix declarou ter 81,6 milhões de assinantes, sendo 47 milhões deles nos Estados Unidos.[25] Encerrando 2016, a Netflix informou ter atingido a marca de 93,8 milhões de assinantes, o que representa um aumento de 7,05 milhões de assinantes apenas nos últimos três meses de 2016.[26]

Consolidação[editar | editar código-fonte]

Logotipo usado entre 1997 e 2000
Logotipo usado entre 2000 e 2014
Ícone Netflix N usado desde 2015

Em 19 de julho de 2010, a Netflix anunciou que lançaria seu serviço de streaming para o Canadá,[27] fazendo assim a primeira expansão no mercado internacional da empresa. Em 22 de setembro de 2010, a Netflix tornou-se disponível no Canadá por US$ 7,99 ao mês, mas com uma seleção bastante limitada. Em 5 de setembro de 2011, ela iniciava suas atividades no Brasil.[28]

A Netflix foi lançada no Reino Unido e na Irlanda em 9 de janeiro de 2012 e nos Países Baixos em 11 de setembro de 2013. Em 15 de agosto de 2012, a empresa anunciou uma nova expansão, implementando seus serviços para a Noruega, Dinamarca, Suécia e Finlândia. O serviço foi lançado em 18 de outubro de 2012. Em agosto de 2013, ao apresentar o relatório trimestral da Netflix, o presidente da empresa, Reed Hastings, destacou o crescimento de assinantes no exterior. E disse que o foco agora é "como crescer internacionalmente, como melhorar o conteúdo", o que levou à decisão de dedicar "todo o lucro" da operação norte-americana aos outros países.[29]

De acordo com a empresa, no terceiro trimestre de 2013, mais de 5 bilhões de horas de conteúdo foram assistidos no serviço, principalmente em televisores.[30]

O serviço fechou o ano de 2013 com um pouco mais de 44 milhões de assinantes globalmente. No último trimestre, o faturamento foi de US$ 1,18 bilhão e o ganho por ação foi de US$ 0,79. No primeiro trimestre do ano, portanto antes do sucesso de suas duas principais webséries originais, House of Cards e Orange Is the New Black, o faturamento foi de US$ 945 milhões e o ganho por ação foi de US$ 0,13, o que mostra a importância do conteúdo original para a empresa.[31]

Nos Estados Unidos, a Netflix conquistou 2,33 milhões de assinantes no trimestre, levando a uma base de 33,42 milhões de assinantes, e já é responsável por 30% do tráfego da Internet no país, segundo alguns estudos. Nos mercados internacionais, a empresa não abre os números por país, juntaram-se à base de 1,74 milhão de novos assinantes, totalizando 10,93 milhões.[31]

Em junho de 2014, a Netflix revelou uma reformulação global da marca: um novo logotipo, que usa uma fonte moderna com o sombreamento removido, e uma nova interface de usuário do site. A mudança foi controversa; alguns gostaram do novo design minimalista, enquanto outros se sentiram mais confortáveis com a interface antiga.[32]

A Netflix foi lançada em Portugal em 21 de outubro de 2015.[33] Em 2016, foi lançada em Angola, Moçambique e Cabo Verde.[34][35]

Com o crescimento da Netflix, diversos outros aplicativos são desenvolvidos para facilitar a experiência do usuário com a ferramenta de vídeos. Um dos principais é o Upflix, aplicação móvel disponível para usuário de 17 países, que informa novos filmes adicionados ao catálogo da Netflix. O aplicativo móvel está disponível para as plataformas iOS e Android.[36]

Em janeiro de 2016, a Netflix superou a marca de 75 milhões de usuários ativos em escala global.[37] No mesmo mês de janeiro, a Netflix passou a estar disponível em mais de 190 países, estando disponível em quase todo o mundo, com exceção da China, região da Crimeia, Coreia do Norte, e Síria.[38][39]

Expansão Internacional[editar | editar código-fonte]

Disponibilidade da Netflix (janeiro de 2016):
  Disponível
  Não disponível
Cabines da Netflix na San Diego Comic-Con de 2017.
2007 Netflix começa a transmitir por streaming nos Estados Unidos.
2010 A empresa fez sua primeira entrada em um mercado internacional em 22 de setembro de 2010 no Canadá.[40]
2011 Netflix expande seu serviço de streaming para a América Latina.[41]
2012 Netflix inicia sua expansão para a Europa em 2012, iniciando no Reino Unido e na Irlanda em 4 de janeiro.[42] Em 18 de setembro a empresa expandiu para Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia.[43]
2013 A empresa decidiu reduzir a expansão para controlar os custos de assinatura.[44] A empresa só expandiu para os Países Baixos.
2014 Netflix fica disponível na Alemanha, Áustria, Bélgica, França, Luxemburgo e Suíça.[45]
2015 Netflix fica disponível na Austrália, Nova Zelândia, Japão,[46][47][48] Itália, Portugal e Espanha.[49]
2016 A Netflix anunciou no Consumer Electronics Show em janeiro de 2016 que ia se tornar disponível em todo o mundo, exceto na China, Síria, Coreia do Norte e na região da Crimeia.[50][51]
2017 Em abril de 2017, a Netflix confirmou que chegou a um acordo de licenciamento na China para o conteúdo original da Netflix com a IQiYi, uma plataforma de transmissão de vídeo chinesa, propriedade da Baidu.

Até dezembro de 2017, a Netflix tem versões em 22 idiomas: alemão, árabe, búlgaro, chinês (simplificado e tradicional), coreano, dinamarquês, espanhol (europeu e padrão), finlandês, francês, grego, hebraico, inglês, italiano, japonês, neerlandês, norueguês, polonês, português (brasileiro e europeu), romeno, sueco, tailandês e turco.

No Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, segundo dados de 2020, é estimado que a Netflix tenha entre 10 e 15 milhões de assinantes.[52] O JustWatch apontou que o Netflix foi o serviço de streaming que mais teve títulos adicionados ao catálogo em 2020.[53] Em novembro de 2020, o Prime Video ultrapassou a Netflix em número de filmes no catálogo.[54]

Em Portugal[editar | editar código-fonte]

Segundo um levantamento feito pelo portal SAPO 24 e o JustWatch, a Netflix foi o serviço de streaming mais assistido em Portugal no início da pandemia de COVID-19. Além disso, o serviço cresceu 171%, e o filme mais assistido no país passou a ser Contágio.[55]

Resolução 4K[editar | editar código-fonte]

Durante a Consumer Electronics Show (CES) 2014, em Las Vegas, foi anunciado que o conteúdo 4K, a chamada ultra-alta definição (UHD), faria a sua estreia na Netflix na segunda temporada da websérie House of Cards, lançada em fevereiro do mesmo ano.[56] Todos os episódios foram filmados no formato digital com câmeras especiais, e a alta qualidade permite ver as cenas com maiores detalhes. A tecnologia tem resolução quatro vezes maior do que as televisões de alta definição. A Netflix também trabalha com resoluções menores em seus planos mais básicos, como: 480p, 720p e 1080p.[57]

Além das produções transmitidas originalmente nesta resolução, a empresa também possui remasterizações a partir de filme, sendo as primeiras Breaking Bad e Orange Is the New Black.[58]

Conteúdos originais[editar | editar código-fonte]

Logos de algumas das séries originais da Netflix

A Netflix revolucionou a produção de séries de televisão e filmes fazendo o oposto do que fazem os estúdios tradicionais. A empresa não interfere no conteúdo das webséries. Se o roteiro for aprovado, vão direto para a etapa de produção, eliminando o tradicional processo de desenvolvimento, em que a série tem de se adaptar ao estúdio. As webséries são realmente originais. Também, enquanto os canais de televisão mantêm a audiência cativa lançando um episódio por semana e com pausa no meio das temporadas, a Netflix deixa todos os capítulos disponíveis de uma só vez. Os espectadores assistem quando e o quanto quiserem.[carece de fontes?]

Diferentemente dos grandes estúdios, que medem seu sucesso pela quantidade de pessoas que assistiram a cada episódio ou filme em determinado período, a empresa se recusa a divulgar seus dados sobre audiência.[59]

Em março de 2011, a Netflix anunciou planos para iniciar a produção de conteúdo original para seu popular serviço de streaming, começando com o drama político de uma hora House of Cards, que estreou em fevereiro de 2013. A websérie foi produzida por David Fincher, com Kevin Spacey como protagonista.[60] No final de 2011, a Netflix também lançou duas temporadas de oito episódios de Lilyhammer e a quarta temporada de Arrested Development.[61][62] No início de 2013, a empresa anunciou Hemlock Grove.[63]

Em novembro de 2013, a Netflix assinou um contrato com a Disney para produzir quatro séries originais de super-heróis da Marvel Comics. A Netflix conta com quatro webséries exclusivas, cada uma com treze episódios, centradas nos personagens: Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, tidos como integrantes do segundo escalão do universo da editora.[64][65][66][67] Os quatro heróis se unem na websérie Defensores, lançada em agosto de 2017.[68]

Também em 2013, foi produzida a primeira websérie financiada pela Netflix no Brasil, A Toca, uma comédia em forma de falso documentário, escrita e produzida pelo humorista e youtuber Felipe Neto.[29]

No dia 22 de agosto de 2014, estreou o sitcom norte-americano BoJack Horseman.[69] Em 20 de março de 2015 lançou a websérie Bloodline, aproveitando o embalo de House of Cards. Em 21 de maio de 2015 lançou a websérie Between, que havia sido anunciada no fim de 2014.[70] Em 5 de junho de 2015, a primeira temporada da websérie intitulada Sense8 foi lançada na Netflix. A websérie havia sido anunciada em 2013.[71] Em 2015, foi anunciada a nova websérie de comédia e drama The Ranch (O Rancho no Brasil),[72] estrelada por Elisha Cuthbert, Ashton Kutcher, Debra Winger e Sam Elliott.

Em 28 de agosto foi lançada uma websérie de José Padilha sobre Pablo Escobar chamada Narcos. O ator principal é Wagner Moura.[12] O grupo também tem um grupo seleto de animes distribuídos no ocidente exclusivamente por ele, Knights of Sidonia, The Seven Deadly Sins e AJIN: Demi Human são alguns exemplos.[carece de fontes?]

Em abril de 2015, foi anunciada a primeira temporada de Stranger Things pela Netflix,[73] estreando em 15 de julho de 2016.

Entre as webséries mais recentes é A Series of Unfortunate Events, que teve a sua estreia no dia 13 de janeiro de 2017 e baseada numa série de 13 livros escrito por Daniel Handler.[74]

Em abril de 2016 foi divulgado que seria feito uma websérie sobre a Operação Lava Jato, com direção de José Padilha. De acordo com Padilha, esse projeto vai narrar a operação policial em si e mostrar detalhes sobre o maior esquema de corrupção visto no Brasil desde a redemocratização.[75] A série estreou em 23 de março de 2018 com o nome de O Mecanismo.[76][77]

Em 2018, a Netflix estreou a série The Alienist, integralmente americana, que busca retratar a cidade de Nova Iorque durante o ano de 1896, quando uma onda de assassinatos de meninos prostitutos começou a ocorrer.[78] Outro destaque de 2018 foi a estreia da primeira temporada de Disenchantment, série animada escrita por Matt Groening, mesmo criador de Os Simpsons e Futurama.[79]

De forma a apresentar os seus títulos originais em cinemas e festivais, desenvolveu em 2020 um novo tema de introdução juntamente com Hans Zimmer.[80]

Assuntos Corporativos[editar | editar código-fonte]

Sede e centros de produção[editar | editar código-fonte]

Localização da sede da Netflix de longa data em Los Gatos, Califórnia.

A Netflix está sediada em Los Gatos, Califórnia. Possui escritórios internacionais na Ásia, Europa e América Latina. Em abril de 2021, a Netflix anunciou que estava abrindo sua primeira sede canadense em Toronto.[81] A empresa também anunciou que abriria um escritório na Suécia, bem como em Roma e Istambul, para aumentar seu conteúdo original nessas regiões.[82] Em junho de 2021, a Netflix anunciou sua primeira instalação de pós-produção de serviço completo em Mumbai, Índia. A instalação estará totalmente operacional em junho de 2022 e terá 40 suítes de edição offline.[83] Mais tarde naquele mês, a Netflix anunciou que estava lançando uma loja online para mercadorias de marca.[84] A empresa tem centros de produção em Los Angeles,[85] Albuquerque[86] Londres[87] Madrid, Vancouver e Toronto.[88]

Cultura corporativos[editar | editar código-fonte]

A Netflix concede a todos os funcionários uma discrição extremamente ampla com relação às decisões de negócios, despesas e férias - mas em troca espera um desempenho consistentemente alto, conforme imposto pelo que é conhecido como o "teste do detentor".[89][90] constantemente se perguntam se lutariam para manter um funcionário. Se a resposta for não, então é hora de dispensar esse funcionário.[91] Um slide de uma apresentação interna sobre a cultura corporativa da Netflix resumiu o teste como: "Desempenho adequado recebe um pacote de indenização generoso."[90] Tais pacotes variam de quatro meses de salário nos Estados Unidos a até seis meses nos Estados Unidos. Holanda.[91]

Sobre a cultura que resulta da aplicação de um teste tão exigente, Hastings disse que "Você tem que ganhar seu emprego todos os anos na Netflix",[92] e, "Não há dúvida de que é um lugar difícil ... Não há dúvida de que não é para a todos."[93] Hastings fez uma analogia com o atletismo: os atletas profissionais não têm segurança no emprego a longo prazo porque uma lesão pode encerrar sua carreira em qualquer jogo específico, mas eles aprendem a deixar de lado o medo desse risco constante e se concentrar no trabalho com grandes colegas no momento atual.[94]

Impacto ambiental[editar | editar código-fonte]

Serviços de streaming e bases de dados no geral trazem uma demanda de energia cada vez maior.[95] Isso leva a um consumo significativo de energia e, associado a isso, emissões significativas de gases de efeito estufa.[95] A transmissão e visualização de serviços de vídeo sob demanda, como a Netflix, liberam cerca de 100 milhões de toneladas de dióxido de carbono a cada ano. Isso corresponde a cerca de 0,3% das emissões globais. O uso de tais serviços de vídeo libera, portanto, cerca de CO2 por ano equiparável à Bélgica.[96] A Netflix tem uma participação substancial nisso. Diferentemente de outras grandes plataformas de streaming de vídeo, a Netflix não fornece relatórios regulares sobre o uso de energia, as emissões de gases de efeito estufa ou o mix de energia real de suas atividades globais.[97] Até agora, a Netflix não se comprometeu publicamente a usar energia renovável.[97]

Impacto cultural[editar | editar código-fonte]

A ascensão da Netflix afetou a maneira como o público assiste ao conteúdo televisivo. O CEO da Netflix, Neil Hunt, aponta que a Internet permite aos usuários a liberdade de assistir aos programas em seu próprio ritmo, portanto, um episódio não precisa de obstáculos para provocar o público para que continue sintonizando semana após semana, porque eles podem simplesmente continuar no próximo episódio.[98] A Netflix permitiu que os criadores de conteúdo se desviassem dos formatos tradicionais que forçam intervalos de tempo de 30 ou 60 minutos uma vez por semana, o que afirma dar a eles uma vantagem sobre as redes. O modelo deles fornece uma plataforma que permite tempos de execução variáveis por episódio com base em um enredo, elimina a necessidade de uma recapitulação semana a semana e não tem uma noção fixa do que constitui uma "temporada". Essa flexibilidade também permite que a Netflix nutra um programa até encontrar seu público, ao contrário das redes tradicionais, que cancelam rapidamente um programa se não for capaz de manter classificações constantes.[99]

O modelo da Netflix também afetou as expectativas dos telespectadores. De acordo com uma pesquisa da Nielsen de 2013, mais de 60 por cento dos americanos disseram que assistem demais a programas, e quase 8 em cada 10 americanos usaram tecnologia para assistir seus programas favoritos em sua própria programação.[100] A Netflix continuou a lançar seu conteúdo original, disponibilizando toda a temporada de uma vez, reconhecendo a mudança nos hábitos do telespectador. Isso permite que o público assista aos episódios no horário de sua escolha, em vez de ter que assistir a apenas um episódio por semana em um horário agendado específico; isso efetivamente dá a seus assinantes liberdade e controle sobre quando assistir os próximos episódios em seu próprio ritmo.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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