Nova FM (Campinas)

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Nova FM 103,7
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Rede Central de Comunicação Ltda.
País Brasil
Frequência(s) FM 103.7 MHz
Sede Campinas, SP
Fundador Monsenhor Geraldo Azevedo
Pertence a Grupo Thathi de Comunicação[1]
Proprietário(s) Chaim Zaher
Antigo(s) proprietário(s) Orestes Quércia
Grupo Solpanamby
Formato Comercial
Gênero Musical (MPB, pop, rock, adulto-contemporâneo)
Afiliações anteriores
Idioma Português
Prefixo ZYD 810
Nome(s) anterior(es)
  • Rádio Andorinhas (1958-1985)
  • Antena 1 (1985-1994)
  • NovaBrasil FM Campinas (2000-2016)
Emissoras irmãs
Dados técnicos Potência: 60 kW
Classe: A1
Página oficial novafmcampinas.com.br

Nova FM é uma emissora de rádio brasileira sediada em Campinas, cidade do estado de São Paulo. Opera no dial FM, na frequência 103.7 MHz, e é de propriedade do Grupo Thathi de Comunicação.

História[editar | editar código-fonte]

A frequência 103.7 MHz surgiu em Campinas sob iniciativa do Monsenhor Geraldo Azevedo, que obteve a concessão em 1958 e lançou a Rádio Andorinhas, com sinal restrito. A transmissão foi liberada somente em 1972, quando a emissora é repassada para Pontifícia Universidade Católica de Campinas, sendo controlada por Vidal Ramos. A programação passa a ser essencialmente religiosa, incluindo também programação adulta com notícias e música brasileira, orquestrada, serestas, comentários e poesias.[2]

A partir do início da década de 1980, a emissora é repassada para diversos proprietários. Vidal Ramos se associa ao Coronel José Gomes e vende sua parte para o empresário José Luiz Junqueira. Posteriormente, Junqueira compra a parte de José Gomes e muda radicalmente a grade da emissora, transformando numa rádio voltada ao público jovem.[2] Em 1985, Junqueira repassa a rádio para Orlando Negrão, proprietário da Rede Antena 1, tendo José Pires como concessionário. A partir de então, a emissora muda de nome para Antena 1. Em outubro de 1987, Orlando Negrão assume integralmente seu controle.[2]

Em 1.º de janeiro de 1989, a emissora é vendida para a Rede Central de Comunicação, empresa criada em 1986 a partir da compra da Rádio Central do Monsenhor Geraldo Azevedo pela família do então governador Orestes Quércia. O nome fantasia continuou como Antena 1, até agosto de 1994, quando a frequência passou a se chamar Nova FM, mantendo a programação implantada por Orlando Negrão. O novo projeto foi o embrião de uma futura rede de rádios que viria a ser implantada nos anos seguintes.[2]

Em dezembro de 1996, a emissora passa a repetir a programação adulto-contemporânea da Nova FM de São Paulo.[2] Com a compra das emissoras que formavam a rede Manchete FM, do Grupo Bloch, as emissoras de São Paulo e Campinas que já pertenciam ao Grupo Solpanamby passaram a integrar a rede NovaBrasil FM a partir de 1.º de junho de 2000, sendo que a 103.7 MHz passa a se chamar NovaBrasil FM Campinas.[3] A emissora repetia integralmente a programação da cabeça de rede e só inseria intervalos comerciais.

Em 4 de junho de 2016, a NovaBrasil FM Campinas deixa a rede e volta a se chamar Nova FM, retornando também ao projeto adulto-contemporâneo, mesclando a tradicional MPB com sucessos internacionais.[4] Mesmo fora da rede, a emissora destinou duas faixas horárias para transmissão de programas da NovaBrasil FM (madrugada e a faixa de 7h as 9h).

Em outubro de 2020, a emissora e as demais empresas de comunicação do Grupo Solpanamby são vendidas ao Grupo Thathi de Comunicação, do empresário Chaim Zaher, com base em Ribeirão Preto[5][6]. A nova administração assume no mês seguinte.

Em 18 de novembro, o Grupo Thathi em comunicado anunciou que a Nova FM volta a fazer parte da rede NovaBrasil FM a partir do dia 1 de dezembro, voltando a transmitir integralmente a rede adulta de música nacional após 4 anos.

Referências

  1. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/mercado/bilionario-da-educacao-compra-afiliadas-de-band-record-e-radio-novabrasil-fm-44490
  2. a b c d e Ivete Cardoso do Carmo-Roldão (2008). «O rádio FM em Campinas: 35 anos de história» (PDF). Campinas: Pontifícia Universidade Católica de Campinas. 6º Encontro Nacional da Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (em português brasileiro): 1-15. Consultado em 24 de junho de 2018 
  3. Magaly Prado (15 de junho de 2002). «Rede Nova FM consegue promover a MPB no azul». Folha de S.Paulo. Consultado em 24 de junho de 2018 
  4. Daniel Starck (4 de junho de 2016). «Plantão: Nova FM estreia em Campinas com perfil adulto-contemporâneo». Tudo Rádio. Consultado em 24 de junho de 2018 
  5. «Empresário do ramo de educação compra TVs e rádio da família Quércia». Folha de S.Paulo. 20 de outubro de 2020. Consultado em 21 de outubro de 2020 
  6. Beth Koike (20 de outubro de 2020). «Grupo Thathi adquire rádio NovaBrasil e afiliadas das TVs Bandeirantes e Record». Valor Econômico. Consultado em 21 de outubro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]