Novak Djokovic

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Tenista Novak Djokovic
Novak Đoković at the 2009 French Open 2.jpg
Novak em 2008 durante o Open da França
Alcunha(s) Djoko, Nole
País  Sérvia
Residência Monte Carlo, Mônaco
Data de nasc. 22 de maio de 1987 (29 anos)
Local de nasc. Belgrado, RSS da Sérvia
Jugoslávia Iugoslávia
Altura 1,88 m
Peso 78 kg
Profissionalização 2003
Mão Direita, esquerda com as duas mãos;
Prize money US$ $101,917,404

Fonte

Simples
Vitórias-Derrotas 732–150
Títulos 65
Melhor ranking 1 (04 de julho de 2011)
Ranking atual simples 1 (06 de junho de 2016)
Resultados de Grand Slam
Open da Austrália V (2008, 2011, 2012, 2013, 2015, 2016)
Open da França V (2016)
Wimbledon V (2011, 2014, 2015)
U.S. Open V (2011, 2015)
Torneios principais
Tour Finals V (2008, 2012, 2013, 2014, 2015)
Duplas
Vitórias-Derrotas 41–55
Títulos 1
Melhor ranking Nº 114 (30 de novembro de 2009)
Medalhas
Jogos Olímpicos
Bronze Pequim 2008 Simples
Última atualização em: 06 de junho de 2016.

Novak Djokovic (sérvio: Новак Ђоковић, Novak Đoković; [nɔ̂ʋaːk dʑɔ̂ːkɔʋitɕ]; Belgrado, Iugoslávia, 22 de maio de 1987) é um tenista profissional sérvio.[1] É o atual número 1 em simples do ranking mundial masculino de tênis[2] e o primeiro jogador da história do tênis a passar a marca de US$ 100 milhões em faturamento com premiação por performance em quadra.[3]

Djokovic assumiu a liderança do ranking mundial pela primeira vez no dia 4 de julho de 2011, voltou a liderar entre novembro de 2012 e setembro de 2013, reassumiu o topo em 7 de julho de 2014 e permanece como n° 1 até a data presente.[2] Ele é o quinto tenista que por mais tempo ocupou o topo do ranking.[4]

Pelas conquistas que Djokovic já contabilizou na carreira, ele já é considerado como um dos maiores tenistas da história do tênis,[5][6]pois já conquistou 66 títulos nível ATP, sendo que 65 foram em simples e 1 em duplas.[7] Djoko também é o 3º maior ganhador de simples em atividade de torneios ATP na Era Aberta, com 65 títulos.

O sérvio já ganhou 12 torneios do Grand Slam (6 Open da Austrália, 3 Torneios de Wimbledon, 2 U.S. Open e 1 Aberto da França). E em 2016, ao comemorar o título de Roland Garros, ele conquista o Grand Slam de carreira. Se tornando apenas o oitavo homem a conseguir triunfar nos quatro principais torneios do circuito, sendo o segundo mais velho a atingir esta marca, atrás apenas do norte-americano Andre Agassi. Outro feito, atingido pelo sérvio ao vencer o Grand Slam francês, é o de conseguir vencer os quatro Grand Slam de forma consecutiva, algo que apenas o americano Don Budge e o australiano Rod Laver conseguiram.[8] Além dos doze títulos de Grand Slam no seu currículo, ele também foi vice-campeão de simples em outras oito finais de Grand Slam. Também já conquistou 5 ATP World Tour Finals (2008, 2012, 2013, 2014 e 2015). E com o título do ATP World Tour Finals de 2015, o sérvio é o primeiro tenista a vencer o torneio por quatro anos seguidos.[9]

Djokovic é agora o maior vencedor de torneios ATP Masters 1000, com vinte e nove conquistas, sendo que o sérvio contabiliza, seis Masters de Miami, cinco Masters de Indian Wells, quatro Masters de Roma, quatro Masters de Paris, três Masters do Canadá, três Masters de Shanghai, dois Masters de Monte Carlo e dois Masters de Madrid. E além dos vinte e nove títulos de Masters no seu currículo, Novak Djokovic também foi vice-campeão de simples em outras treze finais de ATP Masters 1000. Em 2015, tornou-se no primeiro tenista a alcançar o feito de conseguir conquistar de forma consecutiva os três primeiros torneiros ATP Masters 1000 do ano.

A vitória de Djokovic sobre Roger Federer na final de Wimbledon em 2014 o tornou o primeiro homem a vencer o suíço, que é considerado o maior tenista da história, em todos os quatro Grand Slams.[10]

No final do ano de 2010, Djokovic e seus compatriotas Viktor Troicki, Janko Tipsarevic e Nenad Zimonjic foram campeões da Copa Davis ao derrotarem os tenistas da França na decisão por 3 a 2.[11] Seus treinadores atuais são o ex-tenista alemão Boris Becker e o eslovaco Marián Vajda.[12]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido na cidade de Belgrado, Sérvia (então Iugoslávia) em 22 de maio de 1987, Novak Djokovic é destro, casado com Jelena Ristic e filho de Srdjan Djokovic e Dijana Djokovic. Começou a jogar tênis aos quatro anos de idade. Com doze anos, treinou na escola de Niki Pilic em Munique, na Alemanha, onde permaneceu até aos catorze. Fez sua estreia como tenista profissional aos 16 anos. Seu pai, seu tio e sua tia foram esquiadores profissionais e seu pai também foi um excelente jogador de futebol. A paixão da família pelo esporte sempre lhe deu muito apoio e ânimo na hora de escolher a carreira esportiva. "O tênis foi uma bênção na minha vida, ofereceu-me muitas coisas positivas. Meu amor pelo esporte é muito grande e, de certo modo, o tênis salvou minha vida. Tive muita sorte de possuir pai e mãe que acreditavam nas minhas habilidades", declarou o sérvio.

Quando era criança, Novak Djokovic viveu a realidade da guerra e violência na antiga Iugoslávia e teve que se adaptar à nova identidade da região, desmembrada em várias nações independentes. "A guerra é algo que não desejo a ninguém, é destruição, é perder famílias e pessoas queridas. O lado positivo é que muita gente se une e encontra a fortaleza para superar qualquer coisa que apareça pelo caminho", explicou Djokovic em entrevista ao jornal argentino La Nacion. Jelena Genčić foi sua primeira treinadora de tênis.

Em novembro de 2012, durante três dias, Djokovic, então o tenista número um do mundo, visitou o Brasil. E após águas de coco, passeios por Copacabana e Ipanema, no Rio de Janeiro, inauguração de quadra de tênis na favela da Rocinha, visita ao local onde seria erguida a futura Vila Olímpica, além de um jogo exibição com Gustavo Kuerten e uma legítima “pelada” com ex-craques do futebol brasileiro como Edílson "Capetinha", seu conterrâneo Petković, Bebeto e Zico, o sérvio deixou o Brasil dizendo: “eu vou voltar, certamente”.

Nole também é conhecido no circuito profissional de tênis pelas suas inúmeras imitações de tenistas famosos, como Maria Sharapova, Roger Federer e Rafael Nadal. Em 2012, durante uma partida exibição no Brasil com Gustavo Kuerten ele imitou Guga.

Em outubro de 2014 nasceu seu primeiro filho, Stefan Djokovic, fruto de seu casamento com Jelena Ristic, com quem éiro título como promessa do tênis na Sérvia e Montenegro ao derrotar Ferrer-Victoria. Também chegou a duas semifinais nesses torneios e obteve um registro de dez vitórias e cinco derrotas.

Disputou dois torneios de promessas em fevereiro de 2004, chegando às semifinais em um deles.

2005[editar | editar código-fonte]

Estreou na Copa Davis contra a Letônia e derrotou Skroderis. Ganhou o torneio de promessas de Szolnol na Hungria, após vencer Tkalec. Seu primeiro título de Challenger foi conquistado em Budapeste, ao vencer Bracciali. Perdeu na primeira etapa no torneio da ATP de Umag, enfrentando Volandri. Ganhou outro torneio de promessas em Belgrado, após vencer Cipolla. Sua primeira vitória em uma partida da ATP foi em Bucareste, contra Clement. Também ganhou o Challenger de Aachen contra Burgsmüller. Em duplas, ganhou um título de jovens promessas e chegou às semifinais em um Challenger. Terminou a temporada de 2005 entre os cem primeiros.

2006[editar | editar código-fonte]

Estreou no Grand Slam do Austrálian Open com derrota para o russo Marat Safin. Em março de 2006, ganhou algumas partidas na Copa Davis contra o Zimbábue, enfrentando Chidzikwe e Mahefu. Um mês depois, perdeu outras duas partidas da Copa Davis para a Bélgica, enfrentando C. Rochus e Vliegen. Pelo masters de Madri, ele venceu o escocês Andy Murray nas oitavas de final. Ganhou sua primeira partida de um Grand Slam em Roland-Garros contra Robby Ginepri, mas abandonou na segunda etapa quando jogava contra Guillermo Coria, por problemas respiratórios. No Torneio de Wimbledon, ele chegou à terceira rodada da competição, após derrotar o argentino Juan Mónaco e o espanhol García-López, e perdeu para o francês Sébastien Grosjean. Estreou no Masters de Cincinnati, perdendo para Fernando González.

No mês de Julho conquistou seu primeiro título de torneio da ATP. Foi no saibro de Amersfoort que Novak ganhou o Dutch Open (tênis) derrotando na final Nicolas Massu. Os direitos de organização deste torneio foram comprados em 2008 pela família Djokovic que o tranferiu para Sérvia, originando o ATP de Belgrado.

Pelo Grand Slam do Aberto dos Estados Unidos, ganhou do francês Gaël Monfils e do croata Mario Ančić, mas perdeu na terceira rodada para o espanhol Fernando Verdasco em cinco sets. No Masters de Paris, também chegou à terceira rodada, ganhando do romeno Victor Hănescu e do argentino Mariano Puerta e perdendo para o espanhol Tommy Robredo. Em outubro, ele conquistou o ATP de Metz, na França, onde derrotou na final o suíço Jurgen Melzer por 2 sets a 1, com parciais de 4-6, 6-3 e 6-2. Esse foi seu segundo troféu no ano e em torneios ATP.

2007[editar | editar código-fonte]

Djokovic iniciou a temporada sendo campeão do ATP de Adelaide. Onde na final do torneio derrotou o australiano Chris Guccione por 2 sets a 1, com parciais de 6-3, 6-7(6) e 6-4. Em março, o sérvio disputou o Masters de Indian Wells, onde venceu o escocês Andy Murray na semifinal, mas perdeu na final do torneio para o espanhol Rafael Nadal em sets diretos por 6-2 e 7-5.

No dia 01 de abril de 2007, ele conquistou o Master de Miami. Onde eliminou o escocês Andy Murray na semifinal e venceu o argentino Guillermo Cañas na final por 6-3, 6-2 e 6-4. Esse foi seu primeiro título de ATP Masters 1000. Em maio, ele foi campeão do ATP de Estoril. Onde na decisão do torneio derrotou o tenista francês Richard Gasquet pelo placar de 2 sets a 1, com parciais de 7-6(7), 0-6 e 6-1.

Já em agosto, o sérvio foi campeão do Masters de Montreal. Onde venceu o suíço Roger Federer na final por 2 sets a 1 e parciais de 7-6(2), 2-6 e 7-6(2). Esse foi seu segundo título de ATP Masters 1000. Em setembro, o sérvio chegou a final no Grand Slam do US Open, mas perdeu na decisão do torneio para Federer por 3 sets a 0, com parciais de 7-6 (7-4), 7-6 (7-2) e 6-4. Já em outubro, o sérvio conquistou o ATP de Adelaide. Onde ele derrotou o suíço Stanislas Wawrinka na decisão do torneio pelo placar de dois sets a zero, com parciais de 6-4 e 6-0. Este também foi o seu ano de estreia na Tennis Masters Cup (torneio que reúne os oito melhores da temporada). Foi no ATP Estoril que Novak recebeu o prêmio das mãos de Eusébio.

2008[editar | editar código-fonte]

Novak Đjoković venceu seu primeiro torneio de Grand Slam no Austrálian Open de 2008, vencendo o francês Jo-Wilfried Tsonga na final por 3 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/4, 6/3 e 7/6[2].

Em março, ele ganhou o Masters de Indian Wells, onde derrotou o espanhol Rafael Nadal na semifinal, e venceu o norte-americano Mardy Fish na final pelo placar de 2 sets a 1, com parciais de 6-2, 5-7 e 6-3. Em abril, Djoko foi semifinalista do Masters de Monte Carlo. Porém, ele abandonou a semifinal no segundo set, quando Federer vencia por 6/3 e 3/2. O sérvio resolveu retirar-se da partida alegando uma indisposição. Em maio, ele conquistou o título do Masters de Roma. E na decisão do torneio, o sérvio venceu o suíço Stanislas Wawrinka de virada, por 2 sets a 1 e parciais de 4-6, 6-3 e 6-3.

Em seguida, ele foi derrotado pelo espanhol Rafael Nadal nas semifinais do Masters de Hamburgo e do Grand Slam de Roland Garros. Em junho, ele chegou a decisão do ATP de Queen's, em Londres, disputado em quadras de grama. Mas perdeu na final para o espanhol Rafael Nadal por 2 sets a 0, com parciais de 7-6(6) e 7-5.

No final de julho, ele foi eliminado nas quartas de final do Masters de Toronto, ao perdeu pela primeira vez na carreira para o escocês Andy Murray. A partida acabou em dois sets e parciais de 6/3 e 7/6 (7-3) para o escocês. Já em agosto, Djoko foi cabeça de chave número três do Masters de Cincinnati. Onde derrotou o espanhol Rafael Nadal na semifinal, essa vitória do sérvio encerrou uma incrível série invicta de Nadal que já durava 32 partidas. Mas na final do torneio, Djoker perdeu para o escocês Andy Murray pelo placar de 2 sets a 0, com parciais de 7-6(4) e 7-6(5).

Ainda em agosto, o sérvio Novak Djokovic ganhou o bronze olímpico em Pequim, na China após derrotar o norte-americano James Blake. Depois, chegou à semifinal do Grand Slam do US Open. E no final da temporada Djoko ganhou o título da Tennis Masters Cup (atual ATP World Tour Finals). Na decisão ele venceu o russo Nikolay Davydenko por 2 sets a 0, com parciais de 6-1 e 7-5.

Novak Đoković em 2008 no Aberto da Austrália.

2009[editar | editar código-fonte]

No início da temporada, ele tentou defender o título do Austrálian Open. Mas, o tenista sérvio, cabeça de chave número três, foi eliminado nas quartas de final do torneio pelo norte-americano Andy Roddick por 6-7 (3/7), 6-4, 6-2, 2-1. Djokovic abandonou a partida no quarto set por problemas físicos. Em fevereiro, ele foi campeão do ATP 500 de Dubai, onde venceu na final do torneio ao espanhol David Ferrer por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/3.

No início de abril, ele foi finalista do Master de Miami. Mas, na decisão do torneio foi derrotado pelo escocês Andy Murray por dois sets a zero e parciais de 6/2 e 7/5. Em seguida, foi finalista também do Masters de Monte Carlo. E também foi derrotado na decisão do torneio para o espanhol Rafael Nadal por 2 sets a 1, com parciais de 6-3, 2-6 e 6-1. Na sequência, foi mais uma vez finalista de um torneio ATP Masters, mas agora do Masters de Roma. E mais uma vez acabou perdendo na decisão do torneio. Na final, ele perdeu para o espanhol Rafael Nadal por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 e 6/2.

Em maio, o sérvio foi campeão do ATP de Belgrado, na Sérvia. Onde na decisão do torneio, ele venceu o polonês Lukasz Kubot por dois sets a zero, com parciais de 6/3 e 7/6. No mês de junho, ele foi finalista do ATP de Halle, na Alemanha. Mas, na final do torneio perdeu para o alemão Tommy Haas por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 6/7(4) e 6/1. Em julho, ele chegou as quartas de final do Torneio de Wimbledon. E perdeu a chance de avançar as semifinais da competição ao perder para o alemão Tommy Haas por 3 sets a 1, com parciais de 7/5, 7/6 (10-8), 3/6 e 6/4. No final de agosto, Novak Djokovic foi finalista do Masters de Cincinnati. Porém, na decisão do torneio perdeu para Federer por 2 sets a 0, com parciais de 6-1 e 7-5.

Em setembro, ele foi semifinalista do US Open. E o sérvio perdeu a chance de avançar a final do último Grand Slam da temporada ao perder Federer por 3 sets a 0, com parciais de 7/6, 7/5 e 7/5. Já em outubro, ele foi campeão do ATP 500 de Pequim, na China. Onde venceu na decisão do torneio ao croata Marin Cilic por dois sets a zero, com parciais de 6-2 e 7-6(4). Logo depois, o sérvio alcançou à semifinal do Masters 1000 de Xangai, na China. Mas foi impedido de chegar a final por ter perdido para o russo Nikolay Davydenko em um jogo marcado pelo equilíbrio. O sérvio perdeu por 2 sets a 1, com as parciais de 4-6, 6-4 e 7-6 (7/1). Em novembro, Djokovic ganhou o torneio ATP 500 da Basileia, na Suíça. Onde venceu Roger Federer na final por 2 sets a 0, com parciais de 6-4, 4-6 e 6-2 Ainda em novembro, ele foi campeão do Masters 1000 de Paris. Na decisão do torneio o sérvio derrotou o francês Gaël Monfils por dois sets a um, com parciais de 6-2, 5-7 e 7-6[3].

2010[editar | editar código-fonte]

No inicio da temporada, o sérvio Novak Đjokovic foi às quartas de final no Grand Slam do Austrálian Open. Mas sofreu com problemas no estômago durante a partida contra o francês Jo-Wilfried Tsonga e acabou eliminado do torneio após uma batalha de três horas e 52 minutos de jogo, por 3 sets a 2, com parciais de 7/6, 6/7, 1/6, 6/3 e 6/1.

Em fevereiro, o sérvio alcançou a semifinal do ATP 500 de Roterdã na Holanda. Porém acabou sendo surpreendido pelo russo Mikhail Youzhny, então 20º do ranking mundial, e foi eliminado do torneio em dois tie-breaks, com parciais de 7-6 (5) e 7-6 (6).

No início de março, Djokovic ganhou o torneio ATP 500 de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Onde venceu na final da competição ao russo Mikhail Youzhny por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, 5/7 e 6/3.

Em abril, o sérvio derrotou o argentino David Nalbandian nas quartas de final do Masters 1000 de Monte Carlo por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/3. Mas na semifinal do torneio perdeu para o espanhol Fernando Verdasco.

No final de abril, um dia depois de vencer o brasileiro Thomaz Bellucci, o sérvio foi eliminado nas quartas de final do Masters 1000 de Roma pelo espanhol Fernando Verdasco, então cabeça de chave número 6, por 7/6 (4), 3/6 e 6/4.

Em junho, o sérvio Novak Djokovic, então número 3 do ranking mundial, levou uma virada incrível e foi eliminado nas quartas de final do Grand Slam do Open da França ao ser derrotado pelo austríaco Jurgen Melzer por 3 sets a 2, com parciais de 3-6, 2-6, 6-2, 7-6(7-3) e 6-4, após 4 horas e 15 minutos de partida.

Ainda em junho, pelo ATP 250 de Queens, o sérvio Novak Djokovic sentiu o desgaste físico e virou presa fácil para o belga Xavier Malisse, que o derrotou por 2 sets a 1, parciais de 6/3, 4/6 e 6/2.

Já em julho, o sérvio chegou a semifinal do Grand Slam de Wimbledon. Porém, foi impedido de chegar a final do torneio ao perder para o tcheco Tomas Berdych por 3 sets a 0, com as parciais de 6-3, 7-6 (9-7) e 6-3. Em agosto, o sérvio Novak Djokovic foi eliminado na semifinal do torneio Masters 1000 de Toronto, no Canadá, por Federer.

Ainda em agosto, Novak Đjoković era o segundo colocado do ranking mundial da ATP e Rafael Nadal era o líder do mesmo. E eles uniram forças para disputar a chave de duplas do Masters 1000 de Toronto e foram chamados de Dream Team do tênis. Afinal, desde 1976, quando Jimmy Connors e Arthur Ashe atuaram juntos, os números 1 e 2 do ranking não formavam uma parceria. Mas logo na estreia, o sérvio e o espanhol acabaram eliminados do torneio pelos canadenses Vasek Pospisil e Milos Raonic.

Em setembro, o sérvio chegou à decisão do Grand Slam do US Open. Mas perdeu o título ao perder na decisão para o espanhol Rafael Nadal por 3 sets a 1, com parciais de 6-4, 5-7, 6-4 e 6-2. Em outubro, o sérvio Novak Djokovic foi campeão do ATP 500 de Pequim, na China. Onde venceu na final da competição ao espanhol David Ferrer por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/4. Ainda em outubro, Djoko foi eliminado na semifinal do Masters 1000 de Shanghai por Federer. Já em novembro, ele foi vice-campeão do ATP 500 da Basileia, na Suíça. Onde na final do torneio, ele perdeu para Federer por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 3/6 e 6/1. No final do ano, ele levou seu país, a Sérvia, ao título da Copa Davis, junto com os compatriotas Viktor Troicki, Janko Tipsarevic e Nenad Zimonjic ao derrotar os tenistas da França por 3 a 2.

2011[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2011, venceu o Australian Open[13] pela segunda vez, de forma contundente, ao perder apenas 1 set em 7 jogos, eliminando Federer na semifinal e o escocês Andy Murray na final por 3 sets a 0, com parciais de 6-4, 6-2 e 6-3.

O sérvio também foi campeão dos Masters 1000 de Indian Wells e Miami seguidamente: no primeiro, derrotando Roger Federer e Rafael Nadal, já no segundo, derrotou novamente o nº 1 do mundo, Nadal, na final.

Ganhou o ATP 250 de Belgrado, sua terra natal, e depois venceu em seguida os Masters 1000 de Madrid e Roma, ambos disputados em saibro, derrotando Rafael Nadal nas duas finais.

Perdeu a primeira partida do ano somente em Roland Garros, na semifinal contra Roger Federer, acabando assim sua invencibilidade de 41 vitórias seguidas no ano (e 43 no total, considerando as duas últimas de 2010).[14]

Em 1 de julho de 2011, Novak Djokovic assegurou os pontos necessários para tornar-se o número 1 do mundo no ranking divulgado em 4 de julho de 2011, ao vencer Jo-Wilfried Tsonga na semifinal do Torneio de Wimbledon. Derrotando Rafael Nadal na final, tornou-se o primeiro sérvio a vencer o Torneio de Wimbledon e liderar o ranking.[15] Foi o 25º tenista a tornar-se número 1 na Era Profissional.

Após o Torneio de Wimbledon de 2011, venceu também o Masters 1000 do Canadá, e em agosto chegou à final do Masters 1000 de Cincinnati, abandonando o jogo devido ao cansaço físico acumulado na temporada. Foi apenas a 2ª derrota de Djokovic no ano, tendo obtido 9 títulos.

Em 12 de Setembro de 2011, venceu pela primeira vez o Open dos Estados Unidos, ao derrotar, pela 6ª vez consecutiva em finais nesta temporada, o espanhol Rafael Nadal por 3 a 1 (6-2, 6-4, 6-7 (4-7) e 6-1) numa batalha que durou 4 horas e 10 minutos.[16] Depois do US Open, desistiu da Copa Davis por lesão contra Del Potro, depois parou na semifinal da Basiléia contra Nishikori, na 4º rodada em Paris, desistindo contra Jo-Wilfried Tsonga.

No ATP World Tour Finals, parou na fase de grupos, vencendo o tcheco Tomas Berdych na 1º rodada, e depois perdendo para o espanhol David Ferrer e para o compatriota Janko Tipsarevic. No final do ano venceu o torneio de exibição de Abu Dhabi, ganhando do espanhol David Ferrer na final por 2 sets a 0, com parciais de 6-2 e 6-1. Antes da final, venceu Roger Federer na semifinal, por 6-2 e 6-1, e o francês Gaël Monfils nas Quartas de final, por 6-2, 4-6 e 6-2. Essa foi uma das melhores temporadas de sua carreira, pois Djokovic mostrou grande evolução e crescimento ao conquistar 10 títulos, incluindo três torneios de Grand Slams e cinco ATP Masters 1000.

2012[editar | editar código-fonte]

Em 2012, foi campeão do Australian Open vencendo Andy Murray por 3 sets a 2 na semifinal num jogo emocionante com parciais de: 6-3, 3-6, 6-7(4), 6-1 e 7-5 ,e depois vencendo Rafael Nadal na final por 3 sets a 2 (parciais de 5-7, 6-2, 6-4, 6-7 e 7-5), em uma partida épica com 5 horas e 53 minutos de duração, se tornando assim, a final de Grand Slam mais longa da história do Tênis. Esta foi sua sétima vitória seguida sobre Rafael Nadal.[17]

No segundo Grand Slam do ano, Roland Garros, Djokovic derrotou em Paris num difícil jogo pelas quartas de final a Jo-Wilfried Tsonga por 3 sets a 2, na semifinal cruzou com Roger Federer, passando pelo suíço em 3 sets (parciais de 6-4, 7-5 e 6-3), chegando a sua quarta final consecutiva de Grand Slams.No último jogo do torneio enfrentou novamente na final a Rafael Nadal, e Novak perdeu para o espanhol por 3 sets a 1(parciais de 6-4, 6-3, 2-6 e 7-5), jogo este marcado por duas paralisações e um adiamento da partida.

Chegou as semifinais de Torneio de Wimbledon perdendo para Roger Federer por 3 sets a 1. Nas olimpíadas ficou em 4º lugar, perdeu para Andy Murray na semifinal e para Del Potro na disputa do bronze. Depois dos Jogos Olimpicos, foi campeão em Toronto, vencendo Richard Gasquet por 6-3 e 6-2. Logo em seguida foi vice de Cincinatti, sendo o suiço Roger Federer o campeão. Depois disso, foi vice- campeão do US OPEN perdendo para o britânico Andy Murray.[18]

Em seguida, partiu para a gira Asiática, ganhando o ATP 500 de Pequim, onde bateu na final ao Francês Jo-Wilfried Tsonga por 7-6 e 6-2 e vencendo o escocês Andy Murray na final do Shanghai Masters 1000 por 5-7, 7-6(11), 6-3. No início de Novembro retomou a primeira posição do ranking da ATP. Para coroar sua liderança, ganhou de forma invicta o último torneio do ano, ATP World Tour Finals realizado em Londres, derrotando na final o n° 2 do mundo, Roger Federer, por 2 sets a 0 (7–6(6), 7–5). Dessa forma, fechou a temporada com 11 finais e 6 títulos ganhos.

2013[editar | editar código-fonte]

Neste ano, Djokovic iniciou a temporada defendendo com sucesso seu título no Grand Slam do Australian Open, derrotando na semifinal o espanhol David Ferrer por 3 sets a 0 (6-2, 6-2 e 6-1) e na final a Andy Murray por 3 sets a 1 (6-7(2), 7-6(3), 6-3, 6-2). Com esse título, o sérvio Novak Djokovic se tornou tricampeão consecutivo em Melbourne e conquistou o quarto título do Grand Slam Australiano em sua carreira.[19]

Em seu segundo torneio no ano, uma segunda conquista. Em março Djokovic ganhou pela quarta vez na carreira o título do ATP de Dubai, um dos torneios que fizeram parte do ATP World Tour 500 de 2013. Novak derrotou na final o tcheco Tomas Berdych em 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/3.

Na terra batida de Monte Carlo, Djokovic destronou o octacampeão consecutivo em Mônaco, Rafael Nadal, conquistando seu 14º Masters 1000 na carreira e seu primeiro no saibro monegasco. A final em 2 sets a 0 teve parciais de 6/2 e 7/6(1)

No Grand Slam de Roland Garros perdeu na semifinal para o espanhol Rafael Nadal por 3 sets a 2, depois de estar vencendo por 4 a 2 no quinto set. Já pelo torneio do Grand Slam de Wimbledon, perdeu na final para o escocês Andy Murray por 3 a 0, parciais 4/6, 5/7 e 4/6.

Em Montreal, Djokovic perdeu na semifinal para Rafael Nadal. Logo após, em setembro, pelo Grand Slam do US Open novamente perdeu para o espanhol Rafael Nadal, mas agora na final por 3 sets a 1, com parciais de 2/6, 6/3, 4/6 e 1/6.

No mês de outubro, iniciou seu tour asiático jogando no ATP 500 de Pequim, e ganhando de Rafael Nadal na final em um jogo fácil com parciais de 6/3 e 6/4. Em seguida pelo Masters 1000 de Shanghai, ele ganhou de Juan Martin Del Potro na final em um jogo muito equilibrado, parciais 6/1, 3/6 e 7/6(3).

Em novembro jogou o torneio Masters 1000 de Paris e novamente o sérvio Novak Djokovic triunfou. Ele foi campeão da competição batendo o espanhol David Ferrer na final por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 7/5.

No torneio dos campeões, o ATP World Tour Finals em Londres, foi campeão invicto derrotando Rafael Nadal na grande final por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4. Dessa forma, ele finalizou a temporada de 2013 com 9 finais e 7 títulos ganhos.

2014[editar | editar código-fonte]

Djokovic iniciou a temporada tentando defender seu título no Grand Slam do Australian Open. E ele venceu seus quatro primeiros jogos em tres sets, contra Lukáš Lacko, Leonardo Mayer, Denis Istomin e Fabio Fognini. Depois, ele jogou contra o suíço Stanislas Wawrinka nas quartas de final do torneio, mas foi derrotado por 9/7 no quinto set, encerrando sua série de 25 vitórias em 25 jogos em Melbourne, assim como sua série de 14 semifinais consecutivas em torneios do Grand Slam.

Em seguida, Novak Djokovic disputou o ATP de Dubai, um dos torneios que fizeram parte do ATP World Tour 500 de 2014, mas ele perdeu na semifinal da competição para Federer. Em março, Djokovic se vingou da derrota sofrida para o suíço, conquistando seu terceiro título no Masters 1000 de Indian Wells, derrotando justamente Federer na final de virada por 2 a 1, parciais de 3/6, 6/3 e 7/6. Esse que foi o 17º título do sérvio em torneios ATP Masters 1000.

Continuando sua boa fase, o sérvio derrotou o espanhol Rafael Nadal, então n°1 do ranking mundial masculino, na final do Masters 1000 de Miami em dois sets, por um duplo 6/3. O título em Miami foi o 18º de Novak Djokovic em torneios Masters 1000 e o 43º na carreira.

Em Mônaco, o sérvio sofreu uma lesão no pulso que o prejudicou ao longo da competição do Masters 1000 de Monte Carlo, onde chegou as semifinais antes de perder para o suíço Roger Federer em dois sets.

Depois de se recuperar da lesão, o sérvio venceu o seu terceiro título do Masters 1000 de Roma ao derrotar o espanhol Rafael Nadal na final de virada, com parciais de 4/6, 6/3 e 6/3. Esse título em Roma foi o 19º de Novak Djokovic em torneios de nível ATP Masters 1000.[20]

Pelo Grand Slam de Roland Garros, num confronto que valia a conquista do título e a primeira posição do ranking mundial masculino de simples, Djokovic foi derrotado de virada na grande final pelo espanhol Rafael Nadal por 3 sets a 1, parciais de 6/3, 5/7, 2/6 e 4/6, em uma partida de 3 horas e 31 minutos de duração.[21] Ao final, o sérvio declarou: "Foi um grande começo de partida, mas ele voltou no segundo set. Poderia ter levado para o tie-break, foi bem equilibrado. Eu perdi o serviço (quando Nadal tinha 6/5) e o momento passou a ser todo dele. Comecei a jogar mal e também não me movimentava bem. Fisicamente tive um pouco de dificuldade durante aquele terceiro set. Tentei fazer o meu melhor. Mas meu melhor hoje não foi como o melhor contra ele em Roma há algumas semanas. Nos momentos cruciais Nadal foi um jogador melhor. Claro que é decepcionante para mim, mas a vida continua. Não é a primeira ou a última vez que perdi uma partida" - lamentou Djokovic.

No segundo semestre da temporada, Djokovic conseguiu o bicampeonato do Grand Slam de Wimbledon[22], após vitória por 3 sets 2 sobre Roger Federer, em um grande jogo com quase 4 horas de duração, com parciais de 6/7 (7-9), 6/4, 7/6 (7-4) e 5/7 e 6/4. Em um jogo equilibrado, o sérvio foi firme nos momentos mais decisivos e evitou o recorde do rival suíço, que buscava seu oitavo título em Wimbledon. Ao final, declarou "Wimbledon é o melhor torneio do mundo, é o que mais vale. Eu sempre sonhei ganhar esse torneio. Ser capaz de competir em alto nível e ser campeão aqui, me faz muito feliz. O Roger é um excelente tenista, o maior vencedor. Obrigado a ele, por ter me deixado ganhar" - afirmou Djokovic, com a humildade e carisma que lhe são características. Em suas palavras, visivelmente emocionado, agradeceu ainda a sua primeira treinadora, Jelena Gencic, que havia falecido em 01 de junho 2013, e era grande apreciadora do Grand Slam londrino.

Em agosto, o sérvio Novak Djokovic foi eliminado do Masters 1000 do Canadá. Ele perdeu para o francês Jo-Wilfried Tsonga por 2 sets a 0, com parciais de 2/6 e 2/6, em 1 hora e 03 minutos de partida, em jogo válido pelas oitavas de final da competição.

Ainda em agosto, e pela segunda semana consecutiva, ele foi eliminado precocemente de um torneio Masters 1000. A queda dessa vez aconteceu nas oitavas de final do Masters 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos. O sérvio foi batido pelo espanhol Tommy Robredo (então 20º do ranking mundial) por 2 sets a 0, com parciais de 6/7 (6) e 5/7, em 1 hora e 44 minutos de partida.

Em setembro, o sérvio chegou a sua oitava semifinal consecutiva no Grand Slam do US Open. E ele buscava sua quinta final consecutiva no US Open, na tentativa de repetir a conquista de 2011 e conquistar o bicampeonato. Mas o japonês Kei Nishikori, então 11° do ranking, impediu a quinta final seguida no US Open de Djokovic, ao anotar o inesperado placar de 4/6, 6/1, 6/7(4-7) e 3/6. No mês de outubro, o sérvio conquistou o pentacampeonato do torneio ATP 500 de Pequim, na China, já que além de 2014 também ganhou as edições de 2009, 2010, 2012 e 2013. Na decisão em pouco mais de uma hora de jogo, Djokovic venceu o tcheco Tomas Berdych pelas arrasadoras parciais de 6/0 e 6/2.

No Masters 1000 de Paris, na França, o sérvio foi o campeão. Aliás, tricampeão, já que além de 2014 também ganhou as edições de 2009 e 2013. Na decisão ele passeou em quadra, dominou as ações do início ao fim e derrotou o canadense Milos Raonic por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 6/3, em apenas 1 hora e 23 minutos de partida. O título em Paris foi o 20º do sérvio Novak Djokovic em torneios Masters 1000 e o 47º na carreira dele. Já na temporada, o sérvio faturava seu sexto troféu.

Ainda em outubro, pelo Masters 1000 de Shanghai, Novak Djokovic perdeu a chance de conquistar o tricampeonato do torneio ao ser derrotado por Federer na semifinal. Eliminado, o sérvio não lamentou seu desempenho e preferiu destacar a atuação do suíço, que, segundo ele, fez uma "partida perfeita". Djokovic perdeu para Roger Federer por um duplo 6/4 após pouco mais de 1 hora e 30 minutos de jogo.

Pelo torneio dos campeões, o ATP World Tour Finals, o sérvio completou o serviço que tinha para se manter na liderança do ranking. Precisando de três vitórias na competição para fechar o ano de 2014 como número 1 em simples do ranking mundial masculino, ele alcançou o feito com propriedade, sem deixar escapar um set sequer. O primeiro passo foi a vitória sobre o croata Marin Cilic por duplo 6/1. O segundo passo foi vencer o suíço Stanislas Wawrinka por arrasadoras parciais de 6/3 e 6/0. E o terceiro e último passo veio contra o tcheco Tomas Berdych, mais um que não impôs grande resistência e acabou perdendo para o sérvio por um duplo 6/2. Com a vitória sobre Berdych, Djokovic garantiu a liderança do ranking até o final do ano e ficou em primeiro no Grupo A do ATP World Tour Finals de 2014, se classificando assim à semifinal do torneio que encerra a temporada. Depois de garantir sua vaga nas semifinais com três vitórias tranquilas, perdendo apenas nove games na fase de grupos, o sérvio perdeu pela primeira vez na competição a um set, mas no fim acabou batendo o japonês Kei Nishikori na semifinal por 2 sets a 1, com placar final de 6/1, 3/6 e 6/0, após 1 hora e 27 minutos de confronto que o assegurou na final. Na decisão do torneio ele deveria enfrentar o Federer, mas um problema nas costas do rival o obrigou a desistir da partida e por isso o sérvio acabou faturando a taça sem mesmo precisar entrar em quadra. Ao final, declarou: “Sinto muito por ele, não queria ganhar desta forma e não vou comemorar essa conquista. Sem dúvida que, se tivesse alguma condição, Federer jogaria hoje. Desejo melhor sorte para ele na final da Copa Davis”, afirmou o sérvio em discurso ao público antes de receber a taça. Esse foi o quarto título do sérvio em eventos ATP World Tour Finals, sendo o terceiro consecutivo dele nesse torneio.

Ele finalizou a temporada de 2014 com com sete conquistas, sendo quatro de Masters 1000 (Roma, Miami, Indian Wells e Paris), um Grand Slam (Wimbledon), o ATP World Tour Finals e o ATP 500 de Pequim.

2015[editar | editar código-fonte]

O sérvio Novak Djokovic começou a temporada de 2015 como terminou a de 2014 e atropelou o suíco Stanislas Wawrinka pela semifinal do torneio exibição de Abu Dhabi. Ele aplicou 2 sets a 0 com parciais de 6/1 e 6/2. Mas a disputa pelo título, não poderia terminar de pior forma, pois 2 horas antes da final, Novak Djokovic anunciou sua desistência por causa de uma febre, e assim o escocês Andy Murray ficou com o título.

A estreia do sérvio no circuito ATP de 2015 ocorreu no início de janeiro, pelo ATP 250 de Doha. E a primeira partida foi bem tranquila e sem sustos, pois Novak Djokovic, então líder do ranking, enfrentou o compatriota Dusan Lajovic e conseguiu um triunfo em apenas 59 minutos de jogo, ao anotar as parciais de 6/2 e 6/1. Em sua segunda partida, essa válida pelas oitavas de final, o sérvio também não encontrou grande resistência e perdeu apenas três games para o ucraniano Sergiy Stakhovsky, este que sucumbiu em apenas 61 minutos de confronto, com parciais de 6/2 e 6/1. Já na sua terceira partida, em jogo válido pelas quartas de final, o sérvio acabou sendo eliminado do torneio, pois acabou perdendo de virada para o gigante croata de 2,08m de altura, Ivo Karlovic, este que depois de 2 horas e 15 minutos de batalha derrubou Djoko com o placar final de 7/6 (7-2), 6/7 (6-8) e 4/6. Pouco depois de cair em simples, Djokovic voltou à quadra para a semifinal de duplas. E enfrentou um velho conhecido, o espanhol Rafael Nadal. E mais uma vez se deu mal. Pois, jogando ao lado do compatriota Filip Krajinović, acabou derrotado por 2 sets a 0 para a parceria formada por Nadal e o argentino Juan Mónaco. O placar final da partida foi 6/7 (3-7) e 1/6.

Em seguida, buscando reconquistar o troféu no Grand Slam do Australian Open, Novak Djokovic então cabeça de chave número 1 do torneio, não teve problemas para confirmar o favoritismo na sua estreia e bateu o esloveno Aljaz Bedene, que veio do qualifying, por 3 sets a 0, com parciais de 6/3, 6/2 e 6/4. Na segunda rodada, o sérvio não teve dificuldade para bater o russo Andrey Kuznetsov, cedendo apenas cinco games e fechando a partida em 3 sets a 0, com parciais de 6/0, 6/1 e 6/4. Pela terceira rodada, o espanhol Fernando Verdasco bem que tentou dificultar o jogo do sérvio, mas não conseguiu segurar, pois Djokovic venceu por 3 sets a 0, com parciais de 7/6 (10-8), 6/3 e 6/4. Logo após, em partida válida pelas oitavas de final, ele se utilizou do saque para triunfar com 13 aces ao vencer Gilles Muller, de Luxemburgo, por 3 sets a 0, com parciais de 6/4, 7/5 e 7/5. Depois, pelas quartas de final, nem mesmo o potente saque do canadense Milos Raonic foi suficiente para derrotar o sérvio. Pois, mostrando mais uma vez sua grande forma, ele triunfou em sets diretos, com o placar final de 7/6 (7-5), 6/4 e 6/2, após exatas duas horas de partida. Em seguida, pela semifinal, o sérvio venceu e se vingou de Stanislas Wawrinka (ele foi eliminado pelo suíço no Australian Open de 2014), triunfando em mais uma batalha de cinco sets. Foram necessárias 3 horas e 30 minutos de partida para que Djokovic chegasse ao placar final de 7/6 (7-1), 3/6, 6/4, 4/6 e 6/0. Já na decisão, em uma final onde os dois primeiros sets foram bem disputados, o sérvio, então número um do mundo, venceu o escocês Andy Murray por 3 sets a 1, parciais de 7/6 (5), 6/7 (6), 6/3 e 6/0. Com o triunfo Djoko chegou ao seu quinto título de Australian Open, se tornando assim, o maior campeão do torneio na chamada "Era Aberta".[23]

Depois, o sérvio Novak Djokovic, então líder do ranking mundial, disputou o ATP 500 de Dubai. E ele sentiu certa falta de ritmo em sua estreia, onde chegou a ceder um game de serviço e a ter problemas com o saque, mas mesmo assim, venceu com facilidade o canadense Vasek Pospisil, em sets diretos por um duplo 6/4. Depois, pelas oitavas de final, Djoko enfrentou o cazaque Andrey Golubev. E ele gastou apenas 61 minutos para vence-lo por 2 sets a 0, com as parciais de 6/1 e 6/2. Logo depois, pelas quartas de final, ele comprovou seu favoritismo diante do turco Marsel Ilhan, que veio do qualifying. E em apenas 49 minutos o sérvio arrasou o turco por 2 sets a 0, com duplo 6/1. Em seguida, pela semifinal, em um jogo de seguidas oscilações para ambos os lados, Djokovic superou o tcheco Tomas Berdych pelo placar de 6/0, 5/7 e 6/4. Já na final, Novak Djokovic, que lutava pelo quinto título em Dubai, acabou perdendo para o suíço Roger federer por 2 sets a 0, com parciais de 3/6 e 5/7.[24]

Em seguida, Novak Djokovic, então número 1 do mundo, disputou o Masters 1000 de Indian Wells, nos E.U.A. E durante o torneio, ele passou por Marcos Baghdatis, Albert Ramos, John Isner, Bernard Tomic (desistência) e Andy Murray para chegar a final. Já na decisão, ele derrotou o 2° colocado do ranking mundial, Roger Federer, por 2 sets a 1 (6/3, 6/7(5) e 6/2). Com isso, Djokovic chegou ao quarto título do torneio (2008, 2011, 2014 e 2015) e ao bicampeonato da competição, quebrando assim a escrita que durava desde 2006, pois desde aquela temporada que um tenista não conseguia defender o título em Indian Wells. Djokovic ainda chegou ao seu 50° título de simples da carreira, o 21° de ATP Masters, além de vencer Federer pela 18ª vez.[25]

Na semana posterior, ele disputou o Masters 1000 de Miami, nos Estados Unidos. E o sérvio Novak Djokovic, então número 1 do mundo, confirmou o favoritismo em sua estreia diante do eslovaco Martin Klizan, onde mesmo tendo mais dificuldade do que o esperado depois de ter aplicado um pneu no primeiro set, o sérvio acabou fechando o jogo por 2 sets a 1, com parciais de 6/0, 5/7 e 6/1. Já em sua próxima partida, após passeio no primeiro set com direito a "pneu", o sérvio teve um pouco mais de trabalho na segunda parcial, mas mesmo assim venceu o belga Steve Darcis em 2 sets (6/0 e 7/5) e garantiu presença nas oitavas da competição. Onde nessa fase, o sérvio enfrentou o tenista Alexandr Dolgopolov da Ucrânia, e por pouco não deu adeus a competição, pois depois de ter perdido o primeiro set no tiebreak, ele chegou a estar perdendo o segundo por 3 games a 0. Porém a frieza em momentos decisivos, aliada a uma evidente queda de rendimento do ucraniano renderam ao sérvio a vitória de virada por 6/7(3), 7/5 e 6/0 em 1 hora e 59 minutos de jogo, sendo que o terceiro set durou apenas 13 minutos. Em seguida, pela oitava vez consecutiva, o sérvio saiu vencedor de um duelo contra o aguerrido espanhol David Ferrer, este então sétimo do mundo. No embate válido pelas quartas de final, Djokovic venceu Ferrer por 2 sets a 0, com um duplo 7/5. Logo depois, o rival na semifinal foi o gigante norte-americano de 2,08m de altura, John Isner, então 24º do mundo. E sérvio não se intimidou e emplacou sua sétima vitória em nove jogos contra Isner ao vencer a partida em sets diretos, pelas parciais de 7/6(3) e 6/2. Já na final, Djokovic assim como na decisão do Australian Open no inicio da temporada, enfrentou o tenista Andy Murray da Escócia. E o sérvio mais uma vez venceu o rival com direito a "pneu", e conseguiu o 18° triunfo, sendo o sétimo seguido, em 26 confrontos contra o escocês ao vencer o duelo por 7/6(3), 4/6 e 6/0. Com isso, o sérvio conquistou o pentacampeonato do Masters 1000 de Miami e se tornou o primeiro tenista a ganhar os Masters de Indian Wells e Miami no mesmo ano em três oportunidades (2011 e 2014-15). Esse também foi o 51º título de simples da carreira do sérvio, sendo o 22º em ATP Masters.[26]

8 dias depois da conquista do Masters de Miami, o ranking da ATP confirmou Novak Djokovic na primeira posição do ranking mundial pela 142ª semana, o que fez do sérvio o sexto tenista que por mais tempo ocupou o topo da lista. O campeão dos Masters 1000 de Indian Wells e Miami nas semanas anteriores, ultrapassava assim, o espanhol Rafael Nadal, este então com 141 semanas no topo do ranking. Com isso, Djoko ficou atrás apenas de Roger Federer, este com 302 semanas como número 1, seguido pelo norte-americano Pete Sampras (286), o tcheco Ivan Lendl (270) e dos norte-americanos Jimmy Connors (268) e John McEnroe (170).[27]

Logo depois, disputou o Masters 1000 de Monte Carlo, em Mônaco. E o sérvio Novak Djokovic passou fácil por seu primeiro adversário na estreia. Então o tenista número 1 do mundo, ele fez 2 sets a 0 (6/1 e 6/4) diante do espanhol Albert Ramos.[28]Depois, pelas oitavas de final, ele se impôs diante do austríaco Andreas Haider-Maurer, então 52º do mundo, e avançou ao marcar 6/4 e 6/0.[29]Em seguida, pelas quartas de finais, o sérvio teve um “treino de luxo” por meia-hora diante do croata Marin Cilic. Pois Cilic, então número 10 do mundo, equilibrou o confronto após perder oito games seguidos, mas não conseguiu reagir e assim Djokovic avançou na competição ao vencer a partida pelas parciais de 6/0 e 6/3.[30]Logo depois, venceu o espanhol Rafael Nadal na semifinal por duplo 6/3 ao final de 1 hora e 37 minutos de disputada partida de altíssimo nível, conquistando assim sua quinta vitória sobre Nadal no saibro, equilibrando o confronto nessa superfície a partir de 2011 ([10 partidas no saibro, com 5 vitórias para cada lado). No total de confrontos, em todos os pisos, Djoko diminuiu a vantagem de vitórias de Nadal para 23 a 20.[31]Já na final, Djoko superou o tcheco Tomas Berdych, então oitavo do ranking mundial, por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, 4/6 e 6/3 após 2 horas e 42 minutos de duração. Com isso, ele conquistou seu 52º título de simples da carreira, sendo o quarto da temporada. Ele também subiu para o 11º lugar na lista dos maiores ganhadores da fase profissional, empatado com o australiano Rod Laver (a ATP não contabiliza os títulos de Laver na fase amadora, anteriores a 1968) e somou a sua 30.ª vitória nos 32 primeiros jogos do ano. A conquista o levou a um feito histórico, pois se tornou o primeiro tenista a vencer os três primeiros Masters 1000 da temporada. Ele ergueu também seu 4º Masters seguido, pois ele também venceu o último Masters de 2014, igualando assim Rafael Nadal em 2013 e igualou Roger Federer com 23 títulos ATP Masters. Só Nadal, à época com 27 triunfos nos torneios ATP Masters 1000, tinha mais títulos que ele de Masters. Esta foi a 19ª vitória de Djokovic sobre Berdych, a sexta de forma consecutiva.[32]

Sua próxima competição seria o Masters 1000 de Madrid, na Espanha. Mas Novak Djokovic que em 2015 já havia sido Campeão do Grand Slam do Australian Open e dos Masters 1000 de Indian Wells, Miami e Monte Carlo, não disputou o torneio de saibro espanhol. O sérvio optou por descansar antes do Masters 1000 de Roma, onde defenderia o título, e do Grand Slam de Roland Garros, seu principal foco na temporada. Campeão do Masters 1000 de Madrid em 2011, Djokovic já havia ficado de fora desse torneio em 2014, por causa de uma lesão no braço.[33]

Após se poupar do Masters 1000 de Madrid, Novak Djokovic venceu o espanhol Nicolás Almagro na estreia do Masters 1000 de Roma, na Itália. Porém, o sérvio, então n° 1 do mundo, pareceu sentir um pouco a falta de ritmo de jogo e passou um pouco de sufoco diante de Almagro, este então 174º do mundo. Pois depois de um primeiro set em que venceu em apenas 28 minutos, Djokovic viu seu adversário crescer na partida e precisou de três sets para vencer por 2 sets a 1, pelas parciais de 6/1, 6/7(5) e 6/3 em 2 horas e 01 minuto de jogo.[34]Depois, em duelo válido pelas oitavas de final, Djokovic enfrentou o brasileiro Thomaz Bellucci, este então 68º do mundo. E o sérvio teve dificuldade para derrotar Bellucci, pois o tenista brasileiro chegou a vencer o set inicial. Mas mesmo assim Djokovic acabou vencendo o jogo de virada por 2 sets a 1, com parciais de 5/7, 6/2 e 6/3, em 2 horas de partida.[35]Logo depois, pelas quartas de final, Djokovic seguiu fazendo suas vítimas no torneio, mas novamente venceu precisando jogar três sets, onde dessa vez o sérvio eliminou o japonês Kei Nishikori, este então 6° do mundo, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 3/6 e 6/1, em 1 hora e 48 minutos de partida.[36]Em seguida, depois de oscilar em seus jogos anteriores durante o torneio, onde precisou jogar três sets, Djokovic fez grande apresentação, pois eliminou o espanhol David Ferrer na semifinal por 2 sets a 0, com duplo 6/4, após 1 hora e 35 minutos de confronto e avançou à final do Masters 1000 de Roma.[37]Já na decisão, Djokovic aproveitou as poucas chances que teve para marcar 6/4 e 6/3 sobre Roger Federer, este então 2° colocado do ranking mundial. Essa foi a 19ª vez que ele venceu Federer. Foi também o 53º título de simples da carreira do sérvio, sendo o 24º em ATP Masters e o quinto na temporada.[38]Com a conquista em Roma, só o espanhol Rafael Nadal, à época com 27 títulos de ATP Masters, tinha mais títulos que ele de torneios Masters.

Djokovic, na sequência, disputou o Grand Slam de Roland Garros, na França. E o sérvio, então número 1 do ranking mundial, começou com pé direito a edição de 2015 do Grand Slam francês. Pois, na partida de estreia, não teve dificuldades para derrotar o finlandês Jarkko Nieminen, este então 87º do ranking mundial da ATP, por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 7/5 e 6/2.[39]Na segunda rodada em Paris, Nole teve pela frente, Gilles Muller (este então 55º do mundo). E durante a partida, o sérvio reclamou de dores nas costas e perna direita durante o segundo set, mas mesmo assim conseguiu vencer por três sets a zero o tenista de Luxemburgo, com parciais de 6/1, 6/4 e 6/4.[40]Em seguida, pela terceira rodada, o sérvio venceu o australiano Thanasi Kokkinakis, este à época com 19 anos, por triplo 6/4.[41]Depois, pela próxima rodada, em duelo válido pelas oitavas de final, o sérvio não teve problemas para passar pelo francês Richard Gasquet, este então nº 21 do mundo, por 3 sets a 0, com parciais de 6/1, 6/2 e 6/3.[42]Logo depois, em 'duelo de titãs' derrotou o nove vezes campeão de Roland Garros, Rafael Nadal, por 3 sets a 0, com parciais de 7/5, 6/3 e 6/1, pelas quartas de final do Grand Slam francês, e fez o que só Robin Soderling havia conseguido antes.[43]Logo após, o sérvio qualificou-se para a final de Roland Garros, segundo torneio do Grand Slam da temporada, ao bater o britânico Andy Murray, este então 3° colocado do ranking mundial, por 3 sets a 2, com parciais de 6/3, 6/3, 5/7, 5/7 e 6/1.[44]Já na decisão, o suíço Stanislas Wawrinka ignorou o favoritismo de Djokovic e sagrou-se campeão de Roland Garros pela primeira vez ao superar o sérvio de virada, por 3 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/4, 6/3 e 6/4. Assim, com o vice-campeonato da competição, Djokovic, que pela terceira vez disputava a final de Roland Garros, não conseguiu fechar seu career slam — o feito de vencer todos os torneios do Grand Slam, se igualando a nomes como André Agassi, Roger Federer e Rafael Nadal. Mesmo assim, foi ovacionado pela torcida na quadra principal ao receber o prêmio de vice-campeão, onde com esse gesto do público Djokovic não conseguiu conter as lágrimas.[45]

Na sequência, em Londres, no Reino Unido, Novak Djokovic participou do torneio amistoso de Boodles, este preparatório para o Torneio de Wimbledon. E o sérvio, então o tenista número 1 do ranking mundial, venceu o tenista francês Richard Gasquet por dois sets a um e pelas parciais de 6/4, 6/7(4) e 10/8. Essa foi a primeira vitória na grama de Djoko na temporada de 2015.[46]

Em seguida, buscando o terceiro título da carreira na grama sagrada do Torneio de Wimbledon, o sérvio Novak Djokovic não encontrou problemas para superar o alemão Philipp Kohlschreiber por 3 sets a 0, com triplo 6/4, na 1ª rodada.[47]Na sequência, apesar de um começo instável, pois começou sendo quebrado logo no primeiro game da partida, Djoko não teve muitos problemas para vencer o finlandês Jarkko Nieminen, pela 2ª rodada, por 3 sets a 0, com parciais de 6/4, 6/2 e 6/3, em pouco mais de 1hora e 30 minutos de jogo.[48]Depois, pela 3ª rodada, o sérvio seguiu sem perder sets na edição de 2015 do Grand Slam britânico, pois venceu Bernard Tomic, da Austrália, com facilidade, por três sets a zero e triplo 6/3, em 1 hora e 31 minutos de partida.[49]Em seguida, pelas 8as de final, perdeu seus primeiros sets na competição, mas mesmo assim venceu Kevin Anderson da África do Sul, de virada, por 3 sets a 2, com parciais de 6/7, 6/7, 6/1, 6/4 e 7/5, em 3 horas e 22 minutos de confronto.[50]Com a vitória, o tenista da Sérvia avançou à fase de 4as de final para enfrentar Marin Cilic da Croácia. E no duelo contra o croata, Djoker confirmou seu favoritismo ao anotar sua 13ª vitória em 13 confrontos sobre o freguês Cilic. O triunfo veio por 3 sets a 0, com triplo 6/4, em 1 hora e 45 minutos de jogo.[51]Logo após, o sérvio prevaleceu na abertura das semifinais, pois ele venceu o francês Richard Gasquet, por 3 sets a 0, com parciais de 7/6(2), 6/4 e 6/4 e avançou a sua quarta final do Torneio de Wimbledon.[52]Depois, em repetição da final do torneio de 2014, Djokovic, então número 1 do mundo, voltou a superar Roger Federer na decisão e conquistou seu 3° título em Wimbledon. Com o tricampeonato, o sérvio voltou a saborear a grama sagrada após o fim do confronto e celebrou uma série de feitos: foi sua nona conquista de Grand Slam. Com isso, ele alcançou à oitava maior coleção da história e superou lendas como André Agassi, Jimmy Connors e Ivan Lendl, que ganharam 8 troféus de Grand Slam. Com o triunfo, também chegou a 200ª vitória em jogos de torneios de Slam. Além disso, chegou à 10ª vitória sobre Federer em decisões. Com os 3 sets a 1, parciais de 7/6(1), 6/7(10), 6/4 e 6/3 em 2 hora e 56 minutos, ele tirou do suíço a chance de se tornar o maior vencedor isolado no mais tradicional campeonato do circuito de tênis, se mantendo com sete conquistas - mesmo número do americano Pete Sampras e do britânico William Renshaw. Com a vitória Djokovic ainda empatou o confronto direto entre ele e o suíço Federer, chegando a 20 vitórias em 40 encontros.[53]

Na sequência, sem atuar desde a conquista de Wimbledon, há exatos 30 dias, Djokovic foi ao Canadá para disputar o Masters 1000 de Montreal. E em sua estreia, mostrou certa falta de ritmo competitivo, mas ainda assim conseguiu superar o tenista brasileiro Thomaz Bellucci em sets diretos, com parciais bem disputadas de 6/3 e 7/6(4), em 1h50min de partida.[54]Em seguida, pelas oitavas de final, Djokovic mostrou mais consistência do que na estreia e dominou o norte-americano Jack Sock, então 35º do mundo, marcando 6/2 e 6/1, em apenas 54 minutos. Depois, teve que suar muito pelas quartas de final, pois o sérvio enfrentou grandes dificuldades, chegando a salvar dois match points para se manter vivo na disputa diante do letão Ernests Gulbis. Mas após 2h30min de confronto, Djoko bateu o seu rival por 2 sets a 1, com parciais de 5/7, 7/6 (9-7) e 6/1.[55]No dia seguinte, pela semifinal, venceu o francês Jeremy Chardy (49º do mundo) por 2 sets a 0, com duplo 6/4.[56]Já no dia seguinte, na decisão do primeiro Masters preparatório para o US Open, ele enfrentou o britânico Andy Murray. E após 2 anos ou 8 jogos de freguesia, Murray voltou a vencer o sérvio e, de quebra, conquistou o tricampeonato do Masters 1000 do Canadá, disputado neste ano em Montreal. E para isso acontecer, ele derrotou Djoko por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 4/6 e 6/3, após exatas 3 horas de jogo.[57]

Depois, em sua primeira partida após o revés sofrido diante de Murray, Djokovic se recuperou e estreou com o pé direito no Masters 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos. Ele superou o francês Benoît Paire, então 42º do mundo, por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/2.[58]Nas oitavas de final, o sérvio encarou o belga David Goffin (então 14º do mundo). E o jogo não foi dos mais tranquilos para Djoko, pois ele superou Goffin, por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 2/6 e 6/3 em 1h46 de confronto, mas teve bastante trabalho com o tenista da Bélgica. Tanto é que quando teve seu saque quebrado no início do segundo set, se irritou a ponto de destruir sua raquete, batendo-a contra o chão. Mas depois de estar perdendo de forma rápida no segundo set e ver o rival abrir 3/0 na parte final, se recuperou com toques de genialidade e garantiu mais um triunfo.[59]Em seguida, Djokovic reencontrou o suíço Stanislas Wawrinka, responsável por seu maior revés no ano, na decisão do Torneio de Roland Garros, mas desta vez foi muito superior e venceu o duelo por 2 sets a 0, parciais de 6/4 e 6/1, garantindo vaga na semifinal.[60]Onde sofreu bem mais que o esperado, precisou de atendimento médico, esteve perto de ser eliminado pelo ucraniano Alexandr Dolgopolov, que veio do qualifying, mas conseguiu a reação e vendeu de virada por 2 sets a 1 para ir à decisão.[61]Onde Djokovic tentava ser o primeiro tenista a completar o chamado "Career Golden Masters", ou seja, ganhar pela menos uma vez cada um dos nove torneios da série Masters 1000. O troféu de vencedor em Cincinnati era o único que ainda lhe faltava. Mas o suíço Roger Federer não deu chances para Djokovic na final do Masters 1000 de Cincinnati, pois atuando com leveza em quadra, o suíço controlou a partida com um grande desempenho no saque (83% nos pontos de primeiro serviço e 73% nos de segundo). E sem oferecer oportunidades de break point para Djoko, o ex-líder do ranking faturou o título do torneio por 2 sets a 0, parciais de 7/6(1) e 6/3.[62]

Na sequência, Djokovic foi aos E.U.A disputar o US Open. E impiedoso, ele massacra o brasileiro João Souza o "Feijão" na estreia por triplo 6/1 em apenas 1hora e 11 minutos de jogo.[63]Depois, pela 2ª rodada, o sérvio dominou por completo a partida contra o austríaco Andreas Haider-Maurer e venceu por três sets a zero, com parciais de 6/4 6/2 e 6/1, em 1 hora e 31 minutos de jogo.[64]Com a vitória, ele avançou à 3ª rodada para enfrentar Andreas Seppi da Itália. E o italiano fez jogo duro, mas Djoko confirmou o favoritistimo e venceu o jogo por a 3 sets a 0.[65]Depois, na fase de oitavas de final, Djoko encarou Roberto Bautista Agut da Espanha. E ele tem atuação regular, perde set pela primeira vez no torneio, mas bate espanhol sem a necessidade do quinto set. Onde faturou a vitória com as parciais de 6/3, 4/6, 6/4 e 6/3, em 3h03min de partida.[66]Em seguida, pelas quartas de final, Djoko, confirmou seu favoritismo e passou pelo espanhol Feliciano López, 18º cabeça de chave do torneio, por 3 sets a 1, com parciais de 6/1, 3/6, 6/3 e 7/6(7).[67]Na sequência, pela semifinal, seu adversário foi o croata Marin Cilic, então atual campeão do torneio. E mesmo diante do atual campeão do US Open, Djoko fez tudo parecer simples. Pois com um saque afiado e sempre pressionando o rival, o sérvio fez uma partida com um baixo índice de erros e, com direito até a "pneu", atropelou Cilic por 3 sets a 0, parciais de 6/0, 6/1 e 6/2 em apenas 1h26min para alcançar o feito de chegar a todas as decisões de torneios de Grand Slam na temporada de 2015, além de somar sua sexta final do torneio de Grand Slam americano.[68]Já na grande final, ele enfrentou o suíço Roger Federer (então n° 2 do mundo). E mesmo sofrendo cortes no braço e no joelho após um escorregão ainda no primeiro set, Djoko não se intimidou com a pressão de Federer nem com a torcida norte-americana em favor do rival e venceu por 3 sets a 1, parciais de 6/4, 5/7, 6/4 e 6/4 em 3h20min para chegar ao seu segundo título do US Open.[69]Essa foi sua terceira conquista de Grand Slam no ano, igualando sua temporada de 2011, quando também ganhou o US Open, o Austrálian Open e Wimbledon. Com a vitória Djokovic ainda empatou o confronto direto entre ele e o suíço Federer, chegando a 21 vitórias em 42 encontros.

Após o US Open, a próxima competição oficial de Djokovic foi o ATP 500 de Pequim, na China. E na estréia do torneio ele não deu chances ao italiano Simone Bolelli, pois precisou de apenas 1h11min para arrasar o rival, marcando tranquilos 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 6/1.[70]Em seguida, o sérvio não teve dificuldades para vencer o chinês Ze Zhang nas oitavas de final, por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 6/1.[71]Depois, nas quartas de final, Djoko venceu sem dificuldades o gigante norte-americano John Isner, de 2,08m de altura e então 13º do mundo, por 2 sets a 0, com um duplo 6/2.[72]Na sequência, em duelo válido pela semifinal, Djoko precisou de 1h13min para superar David Ferrer da Espanha, por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 6/3.[73]Assim, o sérvio chegava pela 12ª vez a uma decisão de torneio ATP na temporada de 2015. Já na final, Djokovic passou fácil pelo espanhol Rafael Nadal e, com uma vitória por 2 sets a 0, com um duplo 6/2, conquistou o sexto título do ATP 500 de Pequim na carreira[74] e o oitavo da temporada.

Na semana seguinte, Djokovic passeou em quadra na sua estreia no Masters 1000 de Xangai, na China. Onde o sérvio precisou de apenas 1h02min para bater o eslovaco Martin Klizan por 2 sets a 0 (6/2 e 6/1).[75]Depois, nas oitavas de final, Djokovic não teve dificuldades e em apenas 1h11min venceu o espanhol Feliciano López, então número 17 do mundo, por 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 6/3.[76]Em seguida, pelas quartas de final, o sérvio teve pela frente o australiano Bernard Tomic, então 20º colocado no ranking mundial. E depois de um primeiro set equilibrado, Djoko quase aplica pneu no segundo set e supera Tomic por 2 sets a 0 em 1h27min, com parciais de 7/6(6) e 6/1.[77]Depois, em confronto válido pela semifinal, ele enfrentou o escocês Andy Murray (então n° 2 do mundo). E nem parecia um duelo de líder e vice-líder do ranking mundial da ATP. Pois Djokovic,então número 1 do mundo, dominou Murray para ir à final do torneio. Onde o sérvio precisou de apenas 1h07min para vencer por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 6/3.[78]Já na final, em sua 13ª decisão seguida na temporada, o sérvio venceu o francês Jo-Wilfried Tsonga por 2 sets a 0 (6/2 e 6/4) e faturou o Masters 1000 de Xangai. Com o triunfo, Djokovic foi tricampeão do torneio (foi vencedor também em 2012 e 2013) e chegou ao nono título na temporada. Este foi seu 25º troféu da carreira em Masters 1000.[79]

Na sequência, Novak Djokovic estreou no ultimo Masters do ano em Paris em busca de um recorde. Ser o único tenista a ganhar 6 Masters em um único ano. E após vencer o Brasileiro Thomaz Bellucci,[80] despachar Gilles Simon[81] e bater Tomas Berdych,[82] ele chega as semifinais sem perder um único set, aliás desde a final do US Open, Djoko não sabia o que era perder um set. Na semifinal, enfrentou o Suíço Stan Wawrinka e após vencer vencer o primeiro set, acabou perdendo o segundo e a invencibilidade em sets. Mas no terceiro não teve conhecimento, atropelou o adversário aplicando pneu e fechando em 6/3, 3/6 e 6/0.[83] Na final, o adversário foi o escocês Andy Murray, número 2 do mundo, e com maestria do inicio ao fim, Nole não quis saber se o adversário era o número 2 do ranking e um dos únicos que o derrotou no ano e venceu em sets diretos (6-2 e 6-4). Assim, Novak Djokovic conquistou seu 26° título de Masters 1000 (4° no Masters de Paris) e confirmou o recorde de único tenista a vencer 6 dos 9 Masters em um único ano.[84]

No último desafio do ano, Novak estreou na chave de grupos do ATP World Tour Finals buscando o penta campeonato e o 4° título seguido no torneio. E na estreia contra o Japonês Kei Nishikori, Djokovic passeou em quadra, vencendo-o com um duplo 6-1.[85] Na segunda rodada, em um tira teima contra o suíço Roger Federer, Djokovic é batido em sets diretos por 7-5 e 6-2, sofrendo assim seu 6° revés no ano, sendo o 3° para Federer, e perdendo assim a sua invencibilidade de quase 3 meses (desde o Masters 1000 de Cincinnati de 2015, onde perdeu pro próprio Federer).[86] Na sequência, Djokovic derrotou o tcheco Tomas Berdych em sets diretos e garantiu a segunda colocação no grupo e a classificação para a semifinal.[87] Nas semifinais, enfrentou o espanhol Rafael Nadal, no duelo mais repetido da história. Onde o sérvio venceu o espanhol por duplo 6-3, garantiu a classificação para a final e de quebra igualou pela primeira vez o duelo contra Nadal (23 a 23).[88] Na decisão, mais uma vez, o adversário foi Roger Federer, pela oitava vez no ano. E diferentemente do que ocorreu na fase de grupos, Djokovic dominou desde os primeiros pontos do jogo e assim venceu por 6-3 e 6-4, confirmando seu penta campeonato do ATP World Tour Finals e encerrando a temporada da melhor forma possível.[89] A temporada 2015 de Novak Djokovic, pode ser considerada uma das melhores da história do tênis, conquistando 3 Grand Slams, 1 ATP Finals, 6 Masters 1000 e um ATP 500, além de ter chegado em 14 finais consecutivas dos 15 torneios que disputou ( a exceção foi ATP 250 de Doha em Janeiro, primeiro torneio do ano).[90]

2016[editar | editar código-fonte]

Em sua primeira partida do ano, Novak Djokovic teve uma estreia tranquila no ATP 250 de Doha, no Catar. Onde, ele precisou de apenas 51 minutos para superar o alemão Dustin Brown com um duplo 6/2.[91] Na partida seguinte, o sérvio venceu o espanhol Fernando Verdasco também por duplo 6/2.[92] Em seguida, Djoko confirmou seu favoritismo diante do argentino Leonardo Mayer e bateu seu rival por 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 7/5.[93] Na sequência, Novak venceu o duelo com o tcheco Tomas Berdych por 6-3 e 7-6 (3) pelas semifinais e vai decidir o título do torneio.[94] Já na decisão, o ano de 2016 começou como 2015 terminou: com Novak Djokovic levantando um troféu. Pois o sérvio derrotou o espanhol Rafael Nadal por 2 a 0 (6/1 e 6/2) e conquistou o título do ATP 250 de Doha. De quebra, conseguiu ultrapassar o rival no confronto direto no duelo mais repetido da história e chegou a 24 triunfos, contra 23 de Nadal.[95]

Posteriormente, ainda em janeiro, Novak Djokovic, então número 1 do ranking mundial, despachou com facilidade o sul-coreano Hyeon Chung, por 6-3, 6-2 e 6-4 em seu primeiro jogo do Aberto da Austrália.[96] Na próxima fase, o sérvio não teve muito trabalho para bater o francês Quentin Halys, então número 187 do mundo, pela segunda rodada do torneio, por 3 sets a 0, com parciais de 6/1, 6/2 e 7/6(3).[97] Em seguida, Novak avançou ao vencer por 3 sets a 0, parciais de 6-1, 7-5 e 7-6 (6), o italiano Andreas Seppi, 28º cabeça de chave da competição.[98] Na partida seguinte, Djoko foi levado ao limite e precisou batalhar por 4h33min para superar o francês Gilles Simon, então 15º colocado mundial, no quinto set nas oitavas de final. O sérvio de Belgrado derrotou o francês por 3 sets a 2 com parciais de 6/3, 6/7 (7/1), 6/4, 4/6 e 6/1 na quadra Rod Laver inflamada pela atuação corajosa de Simon que foi o primeiro a tirar sets de Nole não só no torneio como no ano de 2016 e desde o dia 17 de novembro de 2015 - acabando com invencibilidade de 26 parciais seguidas de Djokovic.[99] Dois dias depois, pelas quartas de final, sem dar espetáculo, mas eficiente quando foi exigido, Djokovic garantiu lugar na semifinal do torneio. Em jogo de 2h03min, ele despachou o sétimo colocado mundial Kei Nishikori com as parciais de 6/3, 6/2 e 6/4, marcando sua sexta vitória em oito confrontos contra o japonês.[100] Logo na sequência, o aguardado encontro entre Djokovic e Federer nas semifinais mostrou a grande superioridade do sérvio. Em apenas 2h17min de disputa, ele aplicou as parciais de 6/1, 6/2, 3/6 e 6/3. O resultado colocou o sérvio, então pentacampeão do torneio, em sua sexta final no Grand Slam Australiano e de quebra Djoko conseguiu a 23ª vitória em 45 jogos contra Roger Federer, passando assim a liderar pela primeira vez o segundo duelo mais repetido da história por 23 a 22.[101] Já na final, o sérvio Novak Djokovic derrubou o escocês Andy Murray em sets diretos, com parciais de 6/1, 7/5 e 7/6 (7-3), depois de 2h52min de confronto. Com a conquista, ele igualou o recorde de Roy Emerson de títulos no Aberto da Austrália, chegando à sua sexta conquista e se tornando o maior campeão do torneio ao lado de Roy Emerson. Djokovic também se tornou o quinto maior vencedor de Grand Slam, empatado com os 11 de Bjorn Borg e Rod Laver.[102]

Em fevereiro, depois de massacrar o espanhol Tommy Robredo na estreia[103] e arrasar o turco Malek Jaziri nas oitavas,[104] Djokovic desistiu nas quartas de final do ATP 500 de Dubai após infecção no olho durante a partida contra o espanhol Feliciano López.[105] Ainda com o incômodo no olho, no início de março, participou da Copa Davis e deu um susto na torcida sérvia, mas bateu o cazaque Mikhail Kukushkin (79º), por 3 sets a 2, com parciais de 6/7(6), 7/6(3), 4/6, 6/3 e 6/2, e empatou o confronto em 2 a 2. Posteriormente, com a vitória de Viktor Troicki (23º) sobre Aleksandr Nedovyesov (200º), por 3 a 0 (6/2, 6/3 e 6/4), a Sérvia garantiu a vaga nas quartas.[106] De volta ao seu bom nível, derrotou Bjorn Fratangelo,[107] Philipp Kohlschreiber,[108] Feliciano López,[109] e Jo-Wilfried Tsonga,[110] para conquistar o Masters de Indian Wells vencendo Rafael Nadal na semifinal por 7-6(5) e 6-2[111] e Milos Raonic na final por 6-2 e 6-0, tornando-se o maior campeão do torneio. Com o título, igualou Nadal como maior campeão da história de torneios da série Masters 1000, com 27. De quebra, também se tornou o primeiro pentacampeão da história de Indian Wells.[112] Alguns dias depois, após derrotar Kyle Edmund,[113] João Sousa,[114] Dominic Thiem,[115] Tomas Berdych,[116] e David Goffin,[117] Novak derrotou o japonês Kei Nishikori na final, por duplo 6/3, em 1h26, e sagrou-se hexacampeão do Masters 1000 de Miami. Esse foi o 28º título de Masters do sérvio, que ultrapassava Rafael Nadal e tornava-se o maior vencedor isolado da história na série. Com o resultado, igualou Andre Agassi em número de conquistas em Miami.[118]

Posteriormente, Novak estreou com pé esquerdo na temporada de saibro e foi eliminado pelo tcheco Jiri Vesely na estreia do Masters 1000 de Monte Carlo,[119] mas se recuperou numa campanha irretocável no Masters 1000 de Madrid conquistando seu segundo título no torneio,[120] vencendo durante o mesmo em sequência a Borna Coric,[121] Roberto Bautista Agut,[122] Milos Raonic,[123] Kei Nishikori[124] e na final Andy Murray por 6-2, 3-6 e 6-3. Foi o 29º título de Masters de Djokovic, que conseguiu se isolar novamente como maior campeão de Masters 1000 da história do tênis, já que o espanhol Rafael Nadal havia o igualado ao triunfar em Monte Carlo.[125] Na sequência, no Masters 1000 de Roma teve uma boa campanha, onde derrotou Stéphane Robert,[126] Thomaz Bellucci (de virada após levar "pneu" no 1° set),[127] Rafael Nadal nas quartas de final por 7-5 e 7-6(4) e[128] Kei Nishikori por 2-6, 6-4 e 7-6(5) na semifinal.[129] Mas na final perdeu para Andy Murray por duplo 6-3.[130]

Sua próxima competição da gira europeia de saibro foi o Torneio de Roland Garros. Onde em busca de título inédito, Djokovic superou facilmente o taiwanês Yen-Hsun Lu na primeira rodada,[131] assim como o que aconteceu contra o belga Steve Darcis na segunda rodada[132] e com o britânico Aljaz Bedene na terceira rodada.[133] Em seguida, nas oitavas, venceu Roberto Bautista Agut da Espanha por três sets a um, com parciais de 3/6, 6/4, 6/1 e 7/5. Com a vitória, avançou às quartas de final,[134] onde despacha freguês Tomas Berdych por 3 sets a 0 - parciais de 6/3, 7/5 e 6/3, e vai à semifinal.[135] Onde teve pela frente o austríaco Dominic Thiem, e confirmou seu favoritismo vencendo por 3 sets a 0 e dominando a partida com grande competência. As parciais foram de 6/2, 6/1 e 6/3.[136] Já na decisão, diante de Andy Murray, começou nervoso, mas manteve os brios no lugar, foi brilhante nos momentos certos e, com 3 sets a 1, parciais de 3/6, 6/1, 6/2 e 6/4, completou a peça que faltava em sua tão vitoriosa carreira: o título de Roland Garros. Para marcar seu nome na história, decidiu repetir um dos gestos mais emblemáticos do torneio: desenhou um coração e deitou sobre ele, assim como o brasileiro Gustavo Kuerten havia feito em 2001. Assim, Novak Djokovic alcança o tão sonhado "Career Slam", vencendo os quatro títulos de Grand Slam e se iguala a outros sete tenistas que conseguiram a proeza: Fred Perry (1935), Don Budge (1938), Rod Laver (1962), Roy Emerson (1964), Andre Agassi (1999), Roger Federer (2009) e Rafael Nadal (2010). Porém, o sérvio tem algo a mais a comemorar. É o primeiro jogador na era aberta a vencer quatro slams de forma consecutiva - Wimbledon e US Open, em 2015, e Aberto da Austrália e Roland Garros, nesta temporada. Antes dele, apenas Don Budge e Rod Laver conseguiram a proeza.[137]

Finais de Grand Slam[editar | editar código-fonte]

Campeão (12)[editar | editar código-fonte]

Ano Torneio Superfície Adversário na Final Resultado
2008 Australian Open Dura França Jo-Wilfried Tsonga 4-6, 6-4, 6-3, 7-6 (2)
2011 Australian Open Dura Reino Unido Andy Murray 6-4, 6-2, 6-3
2011 Wimbledon Grama Espanha Rafael Nadal 6-4, 6-1, 1-6, 6-3
2011 US Open Dura Espanha Rafael Nadal 6-2, 6-4, 6-7 (3), 6-1
2012 Australian Open Dura Espanha Rafael Nadal 5-7, 6-4, 6-2, 6-7 (5), 7-5
2013 Australian Open Dura Reino Unido Andy Murray 6-7 (2), 7-6 (3), 6-3, 6-2
2014 Wimbledon Grama Suíça Roger Federer 6-7 (7), 6-4, 7-6 (4), 5-7 e 6-4
2015 Australian Open Dura Reino Unido Andy Murray 7-6 (5), 6-7 (6), 6-3 e 6-0
2015 Wimbledon Grama Suíça Roger Federer 7-6 (1), 6-7 (10), 6-4 e 6-3
2015 US Open Dura Suíça Roger Federer 6-4, 5-7, 6-4 e 6-4
2016 Australian Open Dura Reino Unido Andy Murray 6-1, 7-5 e 7-6 (3)
2016 Roland-Garros Saibro Reino Unido Andy Murray 3-6, 6-1, 6-2 e 6-4

Perdidas (8)[editar | editar código-fonte]

Ano Torneio Superfície Adversário na Final Resultado
2007 US Open Dura Suíça Roger Federer 7-6 (4), 7-6 (2), 6-4
2010 US Open Dura Espanha Rafael Nadal 6-4, 5-7, 6-4, 6-2
2012 Roland Garros Saibro Espanha Rafael Nadal 6-4, 6-3, 2-6, 7-5
2012 US Open Dura Reino Unido Andy Murray 7-6 (10), 7-5, 2-6, 3-6, 6-2
2013 Wimbledon Grama Reino Unido Andy Murray 6-4, 7-5, 6-4
2013 US Open Dura Espanha Rafael Nadal 6-2, 3-6, 6-4, 6-1
2014 Roland Garros Saibro Espanha Rafael Nadal 3-6, 7-5, 6-2, 6-4
2015 Roland Garros Saibro Suíça Stanislas Wawrinka 4-6, 6-4, 6-3, 6-4

Torneios vencidos (Simples:65)[editar | editar código-fonte]

Legenda
Grand Slam (12)
Tennis Masters Cup

ATP World Tour Finals (5)

ATP Masters Series

ATP World Tour Masters 1000 (29)

ATP International Series Gold

ATP World Tour 500 Series (12)

ATP International Series

ATP World Tour 250 Series (7)

Títulos por superfície
Dura (48)
Grama (3)
Saibro (13)
Carpete (1)
Nº. Data Torneio Superfície Adversário Pontos
1. 24 de Julho de 2006 Dutch Open Saibro Chile Nicolas Massu 7-6(5) 6-4
2. 09 de Outubro de 2006 Metz Dura Áustria Jurgen Melzer 4-6 6-3 6-2
3. 08 de Janeiro de 2007 Adelaide Dura Austrália Chris Guccione 6-3 6-7(6) 6-4
4. 01 de Abril de 2007 Miami Dura Argentina Guillermo Cañas 6-3 6-2 6-4
5. 07 de Maio de 2007 Estoril Saibro França Richard Gasquet 7-6(7) 0-6 6-1
6. 13 de Agosto de 2007 Montreal Dura Suíça Roger Federer 7-6(2) 2-6 7-6(2)
7. 15 de Outubro de 2007 Viena Dura Suíça Stanislas Wawrinka 6-4 6-0
8. 27 de Janeiro de 2008 Australian Open Dura França Jo-Wilfried Tsonga 4-6 6-4 6-3 7-6(2)
9. 23 de Março de 2008 Indian Wells Dura Estados Unidos Mardy Fish 6-2 5-7 6-3
10. 11 de Maio de 2008 Roma Saibro Suíça Stanislas Wawrinka 4-6 6-3 6-3
11. 16 de novembro de 2008 Masters Cup Carpete Rússia Nikolay Davydenko 6-1 7-5
12. 28 de fevereiro de 2009 ATP de Dubai Dura Espanha David Ferrer 7-5 6-3
13. 10 de maio de 2009 Belgrado Saibro Polónia Lukasz Kubot 6-3 7-6
14. 11 de Outubro de 2009 ATP de Pequim Dura Croácia Marin Cilic 6-2 7-6(4)
15. 08 de Novembro de 2009 Basiléia Dura Suíça Roger Federer 6-4 4-6 6-2
16. 15 de Novembro de 2009 Paris Dura França Gaël Monfils 6-2 5-7 7-6[3]
17. 01 de Março de 2010 ATP de Dubai Dura Rússia Mikhail Youzhny 7/5, 5/7 e 6/3
18. 11 de Outubro de 2010 ATP de Pequim Dura Espanha David Ferrer 6-2, 6-4
19. 30 de Janeiro de 2011 Australian Open Dura Reino Unido Andy Murray 6-4 6-2 6-3
20. 26 de Fevereiro de 2011 ATP de Dubai Dura Suíça Roger Federer 6-3, 6-3
21. 20 de Março de 2011 Indian Wells Dura Espanha Rafael Nadal 4-6, 6-3, 6-2
22. 03 de Abril de 2011 Miami Dura Espanha Rafael Nadal 4-6, 6-3, 7-6(4)
23. 01 de Maio de 2011 Belgrado Saibro Espanha Feliciano López 7-6(4), 6-2
24. 08 de Maio de 2011 Madrid Saibro Espanha Rafael Nadal 7-5, 6-4
25. 15 de Maio de 2011 Roma Saibro Espanha Rafael Nadal 6-4, 6-4
26. 03 de Julho de 2011 Wimbledon Grama Espanha Rafael Nadal 6-4, 6-1, 1-6, 6-3
27. 14 de Agosto de 2011 Montreal Dura Estados Unidos Mardy Fish 6-2, 3-6, 6-4
28. 12 de Setembro de 2011 US Open Dura Espanha Rafael Nadal 6-2, 6-4, 6-7(3-7), 6-1
29. 29 de janeiro de 2012 Australian Open Dura Espanha Rafael Nadal 5-7, 6-4, 6-2, 6-7(5), 7-5
30. 01 de Abril de 2012 Miami Dura Reino Unido Andy Murray 6-1, 7-6(4)
31. 12 de Agosto de 2012 Toronto Dura França Richard Gasquet 6-3, 6-2
32. 07 de outubro de 2012 ATP de Pequim Dura França Jo-Wilfried Tsonga 7-6(4), 6-2
33. 14 de Outubro de 2012 Shanghai Dura Reino Unido Andy Murray 5-7, 7-6(11), 6-3
34. 12 de Novembro de 2012 ATP World Tour Finals Dura Suíça Roger Federer 7-6(6), 7-5
35. 27 de Janeiro de 2013 Australian Open Dura Reino Unido Andy Murray 6-7(2), 7-6(3), 6-3, 6-2
36. 02 de Março de 2013 ATP de Dubai Dura República Checa Tomas Berdych 7/5, 6/3
37. 21 de Abril de 2013 Monte Carlo Saibro Espanha Rafael Nadal 6-2, 7-6(1)
38. 06 de Outubro de 2013 ATP de Pequim Dura Espanha Rafael Nadal 6-3, 6-4
39. 13 de Outubro de 2013 Shanghai Dura Argentina Juan Martin Del Potro 6-1, 3-6, 7-6
40. 03 de Novembro de 2013 Paris Dura Espanha David Ferrer 7-5, 7-5
41. 11 de Novembro de 2013 ATP World Tour Finals Dura Espanha Rafael Nadal 6-3, 6-4
42. 16 de Março de 2014 Indian Wells Dura Suíça Roger Federer 3-6, 6-3, 7-6
43. 13 de Abril de 2014 Miami Dura Espanha Rafael Nadal 6-3, 6-3
44. 18 de Maio de 2014 Roma Saibro Espanha Rafael Nadal 4-6, 6-3, 6-3
45. 06 de julho de 2014 Wimbledon Grama Suíça Roger Federer 6-7 (7), 6-4, 7-6 (4), 5-7 e 6-4
46. 05 de Outubro de 2014 ATP de Pequim Dura República Checa Tomas Berdych 6-0,6-2
47. 02 de Novembro de 2014 Paris Dura Canadá Milos Raonic 6-2, 6-3
48. 16 de Novembro de 2014 ATP World Tour Finals Dura Suíça Roger Federer W/O
49. 01 de Fevereiro de 2015 Australian Open Dura Reino Unido Andy Murray 7-6 (5), 6-7 (6), 6-3 e 6-0
50. 22 de Março de 2015 Indian Wells Dura Suíça Roger Federer 6-3, 6-7, 6-2
51. 05 de Abril de 2015 Miami Dura Reino Unido Andy Murray 7-6 (3), 4-6, 6-0
52. 19 de abril de 2015 Monte Carlo Saibro República Checa Tomas Berdych 7-5, 4-6, 6-3
53. 17 de maio de 2015 Roma Saibro Suíça Roger Federer 6-4, 6-3
54. 12 de julho de 2015 Wimbledon Grama Suíça Roger Federer 7-6(1), 6-7(10), 6-4, 6-3
55. 13 de Setembro de 2015 US Open Dura Suíça Roger Federer 6-4,5-7,6-4,6-4
56. 11 de Outubro de 2015 ATP de Pequim Dura Espanha Rafael Nadal 6-2,6-2
57. 18 de Outubro de 2015 Shanghai Dura França Jo-Wilfried Tsonga 6-2,6-4
58 08 de Novembro de 2015 Paris Dura Reino Unido Andy Murray 6-2,6-4
59. 22 de Novembro de 2015 ATP World Tour Finals Dura Suíça Roger Federer 6-3,6-4
60 09 de Janeiro de 2016 ATP de Doha Dura Espanha Rafael Nadal 6-1, 6-2
61. 31 de Janeiro de 2016 Australian Open Dura Reino Unido Andy Murray 6-1, 7-5, 7-6 (3)
62 20 de março de 2016 Indian Wells Dura Canadá Milos Raonic 6-2, 6-0
63. 03 de Abril de 2016 Miami Dura Japão Kei Nishikori 6-3, 6-3
64 08 de maio de 2016 Madrid Saibro Reino Unido Andy Murray 6-2, 3-6, 6-3
65 05 de junho de 2016 Roland-Garros Saibro Reino Unido Andy Murray 3-6, 6-1, 6-2, 6-4

Finais simples perdidas (27)[editar | editar código-fonte]

Nr. Data Torneio Superfície Adversário Pontos
1. 31 de Julho de 2006 Umag Saibro Suíça Stanislas Wawrinka 6-6(1) ret.
2. 19 de Março de 2007 Indian Wells Dura Espanha Rafael Nadal 6-2, 7-5
3. 10 de Setembro de 2007 US Open Dura Suíça Roger Federer 7-6(4), 7-6(2), 6-4
4. 15 de Junho de 2008 Queen's Grama Espanha Rafael Nadal 7-6(6), 7-5
5. 03 de Agosto de 2008 Cincinnati Dura Reino Unido Andy Murray 7-6(4), 7-6(5)
6. 28 de Setembro de 2008 ATP Bangkok Dura França Jo-Wilfried Tsonga 7-6(4), 6-4
7. 05 de Abril de 2009 Miami Dura Reino Unido Andy Murray 6-2, 7-5
8. 19 de Abril de 2009 Monte Carlo Saibro Espanha Rafael Nadal 6-3, 2-6, 6-1
9. 03 de Maio de 2009 Roma Saibro Espanha Rafael Nadal 7-6, 6-2
10. 15 de junho de 2009 Halle Grama Alemanha Tommy Haas 6-3, 6-7(4), 6-1
11. 23 de Agosto de 2009 Cincinnati Dura Suíça Roger Federer 6-1, 7-5
12. 13 de Setembro de 2010 US Open Dura Espanha Rafael Nadal 6-4, 5-7, 6-4, 6-2
13. 08 de Novembro de 2010 Basiléia Dura Suíça Roger Federer 6-4, 3-6, 6-1
14. 21 de Agosto de 2011 Cincinnati Dura Reino Unido Andy Murray 6-4, 3-0 ret.
15. 22 de Abril de 2012 Monte Carlo Saibro Espanha Rafael Nadal 6-3, 6-1
16. 12 de Maio de 2012 Roma Saibro Espanha Rafael Nadal 7-5, 6-3
17. 11 de Junho de 2012 Roland-Garros Saibro Espanha Rafael Nadal 6-4, 6-3, 2-6, 7-5
18. 19 de Agosto de 2012 Cincinnati Dura Suíça Roger Federer 6-0, 7-6(7)
19. 10 de Setembro de 2012 US Open Dura Reino Unido Andy Murray 7-6(10), 7-5, 2-6, 3-6, 6-2
20. 07 de Julho de 2013 Wimbledon Grama Reino Unido Andy Murray 6-4, 7-5, 6-4
21. 09 de Setembro de 2013 US Open Dura Espanha Rafael Nadal 6-2, 3-6, 6-4, 6-1
22. 08 de Junho de 2014 Roland-Garros Saibro Espanha Rafael Nadal 3-6, 7-5, 6-2, 6-4
23. 28 de Fevereiro de 2015 ATP de Dubai Dura Suíça Roger Federer 6-3, 7-5
24. 7 de Junho de 2015 Roland-Garros Saibro Suíça Stanislas Wawrinka 4–6, 6–4, 6–3, 6–4
25. 16 de Agosto de 2015 Canadá Dura Reino Unido Andy Murray 6-4,4-6,6-3
26. 22 de Agosto de 2015 Cincinnati Dura Suíça Roger Federer 7-6(1), 6-3
27. 15 de Maio de 2016 Roma Saibro Flag of the United Kingdom.svg Andy Murray 6-3, 6-3

Estatísticas em Grand Slam[editar | editar código-fonte]

Torneios 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 Vit./Part. V-D no Torneio
Australian Open A A 1R 1R 4R V QF QF V V V QF V V 6 / 12 57–6
Roland Garros A A 2R QF SF SF 3R QF SF F SF F F V 1 / 12 56–11
Wimbledon A A 3R 4R SF 2R QF SF V SF F V V - 3 / 12 52_8
US Open A A 3R 3R F SF SF F V F F SF V - 2 / 11 51–9
Títulos de GS/ano 0 / 0 0 / 0 0 / 4 0 / 4 0 / 4 1 / 4 0 / 4 0 / 4 3 / 4 1 / 4 1 / 4 1/4 3/4 2/2 12 / 46
Grand Slam V/D 0/0 0/0 5–4 9–4 19–4 18–3 15–4 18–4 26–1 24–3 24-3 22-3 27-1 14-0 216-34 (86,0%)

Recordes[editar | editar código-fonte]

  • 3º maior ganhador de simples, em atividade, de torneios na Era Aberta, com 65 títulos (5° no total na Era profissional)
  • 3º maior ganhador, junto com Andre Agassi, de torneios em quadra dura, com 49 títulos ( 1° mais combatível com 84,3% de vitórias);
  • 3º maior ganhador do ATP World Tour Finals, junto com Ivan Lendl e Pete Sampras, com 5 títulos (2008, 2012, 2013 , 2014 e 2015);
  • 4º maior vencedor de simples, na Era Aberta, com 730 vitórias (11°em vitórias e o 2° mais novo a passar de 700)
  • 5º maior sequência total como líder do ranking da ATP, com 203 (102 consecutivas, 5º maior) semanas como n°1 (4/4/16);
  • 3º maior ganhador de torneios de Grand Slam na história, com 12 títulos de Majors;
  • maior finalista de ATP Masters 1000 junto com Rafael Nadal e Roger Federer, com 42 disputas;
  • Maior percentual de vitórias na carreira da história, 730 V -149 D, com 82,91 % de êxito;
  • Maior ganhador de torneios ATP Masters 1000, com 29 títulos( 6 Miami, 5 Wells, 4 Roma, 4 Paris, 3 Canada, 3 Shangai, 2 MCarlo e 2 Madrid)
  • Maior vencedor do ATP Master 1000 de Indian Wells, com 5 títulos (2008, 2011, 2014, 2015 e 2016);
  • Maior vencedor, junto com Andre Agassi, do ATP Master 1000 de Miami, com 6 títulos (2007, 2011, 2012, 2014, 2015 e 2016)
  • Maior vencedor consecutivo de partidas em ATP Masters 1000 em uma temporada (31, 2011);
  • Único tenista masculino a realizar 15 finais consecutivas em uma unica temporada (2015);
  • Único tenista masculino a vencer 6 ATP Masters 1000 em uma única temporada (2015);
  • Único tenista masculino a chegar em 8 finais de ATP Masters 1000 em uma única temporada(2015);
  • Único tenista masculino a chegar em 11 finais seguidas de ATP Masters 1000 (2014(1)/15(8)/2016(2));
  • Único tenista masculino, em simples, a conquistar 8 dos 9 ATP Masters 1000 durante a carreira (Monte Carlo/2013);
  • Único tenista masculino, em simples, a conseguir vencer consecutivamente os 3 primeiros torneios ATP Masters 1000 do ano (2015);
  • Único tenista masculino, na Era Aberta, a conquistar 6 vezes o Aberto da Austrália ( 2008, 2011, 2012, 2013, 2015 e 2016);
  • Único tenista masculino a conquistar quatro títulos seguidos no ATP World Tour Finals (2012, 2013, 2014 e 2015);
  • Junto com Björn Borg possui a 3º maior série de vitórias consecutivas na Era Aberta (43, 2010/11);
  • Junto com Rod Laver(2 Grand Slam/'62 e '69) e Don Budge(1 Grand Slam/'38) venceu os 4 Slam (Career Slam) consecutivamente (2015(2) e 16(2))
  • 4 vezes terminou o ano como o jogador com maior premiação da temporada (2011, 2012, 2014 e 2015);
  • Jogador com maior premiação em uma temporada com $21,592,125 (2015);
  • Jogador mais rentável da história, com a premiação total na carreira de $101,917,404
  • ---atualizado em 6/6/2016

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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  29. «Djokovic vence 14ª seguida com direito a 'pneu'». 
  30. «Djokovic larga arrasador e bate Cilic pela 12.ª vez». 
  31. «Djokovic bate Nadal no saibro e tenta 23º Masters». 
  32. «Djokovic chega ao 23º Masters com feito inédito». 
  33. «Djokovic desiste de Madri e Federer será cabeça 1». 
  34. «Após se poupar de Madri, Djokovic vence Almagro na estreia em Roma». 
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  41. «Djokovic vence promessa australiana e mantém embalo em Roland Garros». 
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