Nunavut

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Nunavut
Bandeira Brasão de armas
Lema: Nunavut Sannginivut
(Do inuktitut: Nossa Terra Nossa Força)
Mapa do Canadá com Nunavut destacado
Outras províncias e territórios do Canadá
Capital Iqaluit
Maior cidade Iqaluit
Comissária Nellie Kusugak
Governador Peter Taptuna (Independente)
Línguas oficiais Inglês, Francês, Inuktitut e Inuinnaqtun.
Área 2 093 190 km² (1º)
 - Terra 1 936 113 km²
 - Água 157 077 km² (7,5%)
População (2016)
 - População 37.174 (13º)
 - Densidade 0,01 hab/km² (13º)
Admissão na Confederação
 - Data 1 de abril de 1999
 - Ordem 13º
Fuso horário UTC-4/-5/-6/-7
Representação parlamentar
 - Membros do Parlamento 1
 - Senadores 1
Abreviações
 - Abreviação postal NU
 - ISO 3166-2 CA-NU
Prefixo Postal X
Website oficial www.gov.nu.ca

Nunavut (em inuktitut: ᓄᓇᕗᑦ) é o mais novo, maior em extensão territorial, mais setentrional, e o menos populoso de todos os territórios do Canadá. Foi oficialmente separado dos Territórios do Noroeste em 1 de abril de 1999, através da Lei de Nunavut[1] e do acordo de reivindicações de terras de Nunavut,[2] embora as fronteiras tenham sido oficialmente feitas em 1993. A criação de Nunavut resultou na primeira mudança importante para o mapa político do Canadá desde a constituição da nova província de Terra Nova e Labrador, em 1949.

O território de Nunavut compreende uma parte importante do norte do Canadá, e a maior parte do arquipélago ártico canadense. Seu vasto território torna-lhe a quinta maior subdivisão mundial, bem como a segunda maior na América do Norte (depois de Groenlândia).

A capital é Iqaluit (anteriormente "Frobisher Bay"), está na ilha de Baffin, no leste, foi escolhida como capital pelo plebiscito 1,995. Outras comunidades principais incluem os centros regionais de Rankin Inlet e Cambridge Bay. O Nunavut também inclui em seu território a grande ilha Ellesmere no extremo norte, bem como as porções leste e sul da Ilha Victoria e o oeste da Ilha Akimiski em James Bay até o longe para o sudeste do resto do território. É a única região geo-política do Canadá que não está ligada ao resto da América do Norte pela auto-estrada.[3]

Nunavut é o maior porém o menos populoso das províncias e territórios do Canadá. É uma das regiões escassamente povoadas mais remotas do mundo, tem uma população de 37.174 habitantes[4] (estimada em 2016), na sua grande maioria de origem Inuit, distribuídos por uma área de pouco mais de 1.750.000 km², o tamanho da Europa Ocidental. Nunavut também possui o lugar mais setentrional permanentemente habitado do mundo, a estação Alert.[5] A estação Eureka no extremo sul da ilha Ellesmere, tem a temperatura média anual mais baixa de todas as estações meteorológicas no Canadá.[6]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Nunavut significa "nossa terra" em inuktitut.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Nunavut cobre 1,877,787 km² de terra[7] e 160,935 km² de água[8] do norte do Canadá. O território inclui parte do continente, a maior parte do arquipélago ártico, e todas as ilhas na baía de Hudson, James Bay, e Ungava Bay (incluindo as ilhas Belcher), que pertencia aos Territórios do Noroeste. Isso torna-lhe a quinta maior entidade subnacional (ou divisão administrativa) no mundo. Se Nunavut fosse um país, ele iria se classificar em 15° na área.[9]

O Nunavut tem fronteiras terrestres com os Territórios do Noroeste em várias ilhas, bem como no continente, tem fronteira com a província de Manitoba no sul do continente, e com Saskatchewan para o extremo sudoeste (em um único ponto, quatro cantos), e uma borda pequena de terra com Terra Nova e Labrador na ilha Killiniq e com Ontário em dois pequenos locais em James Bay. Ele também compartilha fronteiras marítimas com a Groenlândia e com as províncias de Quebec, Ontário, e Manitoba.

O ponto mais alto de Nunavut é pico Barbeau (2.616 m) na ilha de Ellesmere. A densidade de população é 0,015 pessoas\km², uma das mais baixas do mundo. Por comparação, a Groenlândia tem aproximadamente a mesma área e quase o dobro da população.[10]

Clima[editar | editar código-fonte]

O território de Nunavut tem um clima polar na maioria das regiões, devido à sua alta latitude e menor influência do verão continental do que as áreas ao sul e oeste. Em áreas continentais mais ao sul, o clima é subártico, áreas muito frias podem ser encontrados, mas em julho pode ser um pouco mais suave do que 10°C.

Temperaturas médias para locais selecionados em Nunavut (máximas e mínimas)[11]
Cidade Julho (°C) Julho (°F) Janeiro (°C) Janeiro (°F)
Alert 6°/1° 43°/33° −29°/−36° −20°/−33°
Baker Lake 17°/6° 63°/43° −28°/−35° −18°/−31°
Cambridge Bay 13°/5° 55°/41° −29°/−35° −19°/−32°
Eureka 9°/3° 49°/37° −33°/−40° −27°/−40°
Iqaluit 12°/4° 54°/39° −23°/−31° −9°/−24°
Kugluktuk 16°/6° 60°/43° −23°/−31° −10°/−25°
Rankin Inlet 15°/6° 59°/43° −27°/−34° −17°/−30°

História[editar | editar código-fonte]

O território hoje conhecido como Nunavut, tem uma população indígena contínua por aproximadamente 4.000 anos. A maioria dos historiadores identificam a costa da ilha de Baffin com a costa Helluland descrita nas sagas nórdicas, por isso é possível que os habitantes da região tinham contato ocasional com os marinheiros nórdicos.

Niungvaliruluit ("ponteiro como uma janela") inuksuk, península de Foxe, ilha de Baffin.

Achados arqueológicos

Em setembro de 2008, em uma avaliação, pesquisadores disseram ter encontrado vestígios arqueológicos recém-escavados, incluindo fios de lebre, ratos, varas de registro, e uma máscara de madeira esculpida, que retrata características caucasianas, e eventual material de arquitetura. Os materiais foram coletados em cinco temporadas de escavação em Nunavut. Estudiosos determinaram que estes materiais, fornecem evidências de comerciantes europeus e possivelmente colonos na ilha de Baffin. Eles parecem indicar um contato prolongado, possivelmente até 1450 com os europeus do norte. A origem do contato do velho mundo não é claro, a descoberta afirma que alguns fios e outros artefatos, que presume-se ser deixado pelo Vikings na ilha de baffin, foram produzidos em uma idade que antecede os Vikings por várias centenas de anos." Porém arqueólogos consideram a possibilidade de que, quão remoto pareça, esses achados podem representar evidências de contato com os europeus, antes da chegada dos vikings na Groenlândia.[12]

Mulheres inuítes em Ashe Inlet, 1884.

Primeiros relatos históricos escritos

Os relatos históricos escritos de Nunavut, começam em 1576, com um relato do explorador Inglês Martin Frobisher, enquanto liderava uma expedição para encontrar a passagem do noroeste, ele pensou ter descoberto minério de ouro em volta do corpo de água hoje conhecido como Baía de Frobisher, na costa da ilha de Baffin.[13] O minério acabou por ser inútil, mas Frobisher fez o primeiro contato europeu registrado com os Inuítes. Outros exploradores também buscaram a passagem do noroeste, seguido no século XVII, incluindo Henry Hudson, William Baffin e Robert Bylot.

Guerra Fria

Vila Inuit próxima a baía de Frobisher em 1865.

A ilha Cornwallis e as ilhas Ellesmere foram destaques na história da Guerra Fria na década de 1950. Preocupado com a posição geopolítica estratégica da área, o governo federal moveu os Inuítes de Nunavik (norte de Quebec) para Resolute e Grise Fiord. Nas condições desconhecidas, frias e hostis, eles enfrentaram a fome,[14] e foram forçados a ficar,[15] por quarenta anos. Mais tarde, a comissão real dos povos Indígenas publicou um relatório intitulado "The High Arctic Relocation": Um relatório sobre a realocação dos inuítes entre 1953-1955.[16] O governo pagou compensações às pessoas afetadas e aos seus descendentes, mas não se desculpou.[17]

História recente

Em 1976, como parte da terra reivindicada, ouve negociações entre os Inuítes (então chamado de "Inuit Tapirisat of Canada") e o governo federal, eles discutiam a divisão dos Territórios do Noroeste para fornecer um território separado para o Inuítes. Em 14 de abril de 1982, um plebiscito sobre a divisão, foi realizada ao longo dos Territórios do Noroeste. A maioria dos moradores votaram a favor e o governo federal promoveu um acordo condicional sete meses depois.[18]

Mármore glacial colorido nas ilhas de Baffin.

O acordo de reivindicações de terra foi concluída em setembro de 1992 e ratificada por quase 85% dos eleitores em um referendo em Nunavut. Em 9 de Julho de 1993, o acordo de reivindicações de terras de Nunavut[19] e a Lei de Nunavut[20] foram aprovadas pelo parlamento do Canadá, autorizando a crianção de Nunavut. A transição para estabelecer o território de Nunavut foi concluída em 1 de Abril de 1999.[21] A criação de Nunavut foi seguida pelo crescimento da capital, Iqaluit, que experimentou um modesto aumento populacional de 5.200 habitantes em 2001 para 6.600 em 2011.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Segundo o censo de 2011, a população de Nunavut era de 31.906 habitantes, um aumento de 8,3% a partir de 2006.[22] Em 2006, 24.640 pessoas se identificaram como Inuites (83,6% da população total), 100 como Primeiras Nações (0,34%), 130 Métis (0,44%) e 4410 como não-indígena (14,96%).[23]

Dez maiores comunidades de Nunavut
Município 2011 2006 aumento
Iqaluit 6,699 6,184 8.3%
Rankin Inlet 2,577[24] 2,358 9.3%
Arviat 2,318 2,060 12.5%
Baker Lake 1,872 1,728 8.3%
Cambridge Bay 1,608 1,477 8.9%
Pond Inlet 1,549 1,315 17.8%
Igloolik 1,454 1,538 −5.5%
Kugluktuk 1,450 1,302 11.4%
Pangnirtung 1,425 1,325 7.5%
Cape Dorset 1,363 1,236 10.3%

A taxa de crescimento da população de Nunavut estava bem acima da média do restante do Canadá por várias décadas, principalmente devido às taxas de natalidade significativamente mais elevadas do que a média canadense, uma tendência que ainda hoje continua. Entre abril e julho de 2010, Nunavut teve a maior taxa de crescimento da população de todas as províncias e territórios canadenses, com uma taxa de 1,01%.[25] A segunda maior foi a de Yukon, com uma taxa de crescimento de 0,90%. No entanto, Nunavut teve uma grande perda líquida de migração, devido a muitos Inuítes nativos deixarem o território, em busca melhores oportunidade no resto do Canadá.

Língua

Assim com as línguas Inuítes (Inuktitut e Inuinnaqtun), o inglês e o francês também são línguas oficiais.[26]

Em seu relatório encomendado para 2000, o departamento de educação de Nunavut, e a universidade de Iorque, afirmaram que existe uma ameaça de longo prazo à língua Inuíte pelo Inglês, que é encontrado em todos os lugares, e as políticas linguísticas escolares atuais e práticas sobre linguagem estão contribuindo para essa ameaça, se as escolas de Nunavut seguirem o modelo dos Territórios do Noroeste. Ele fornece um plano de linguagem de 20 anos para criar uma "sociedade bilíngue totalmente funcional, em inuktitut e Inglês até 2020. O plano prevê modelos diferentes, incluindo:

  • "Qulliq Model", para a maioria das comunidades de Nunavut, com inuktitut como língua principal de instrução.
  • "Inuinnaqtun Immersion Model ", para a recuperação do idioma e imersão para revitalizar Inuinnaqtun como língua viva.
  • "Modelo misto para população", principalmente para Iqaluit (possívelmente para Rankin Inlet), como as duas línguas (inglês e Inuktitut) como língua principais de instrução, para as comunidade "Qallunaat" por eles terem necessidades diferentes.[27]

Dos 29.025 respostas à pergunta do censo relativo a "língua materna", as línguas mais comumente relatadas foram:

1. Inuktitut 20.185 69.54%
2. English 7.765 26.75%
3. French 370 1.27%
4. Inuinnaqtun 295 1.02%

Somente o inglês e o francês foram contadas como línguas oficiais do censo. Línguas oficiais de Nunavut são exibidas em negrito. Os números mostrados são para o número de respostas de um único idioma e a porcentagem do total de respostas de um único idioma.[28]

No censo de 2006, foi relatado que 2.305 pessoas (7,86%)que vivem em Nunavut não tinham conhecimento de qualquer língua oficial do Canadá (Inglês ou Francês).[29]

Religião

As maiores denominações por número de adeptos de acordo com o censo de 2001, foram a Igreja Anglicana do Canadá com 15.440 (58%), a Igreja Católica Romana 6205 (23%), e a Pentecostal com 1.175 (4%).[30] No total, 93,2% da população eram cristãos.

Governo e política[editar | editar código-fonte]

Assembléia Legislativa de Nunavut em Iqaluit.

Nunavut tem um comissário nomeado pelo Ministro federal dos Indígenas e dos Assuntos dos Norte. Como nos outros territórios, o papel do comissário é simbólico e é análogo ao de um vice-governador. Enquanto o comissário não é formalmente um representante do chefe de estado do Canadá, um papel mais ou menos análogo à representação da coroa tem sido acumulado para a posição.

Nunavut elege um único membro da câmara dos comuns do Canadá. Isso faz com que Nunavut tenha o maior distrito eleitoral do mundo em área.

Os membros da unica assembléia legislativa de Nunavut são eleitos individualmente, não há partidos e legislativo, é baseada no consenso. [31] O chefe de governo, o primeiro-ministro de Nunavut, é eleito entre os membros da assembléia legislativa. A partir de 21 de janeiro de 2014, o primeiro ministro é Peter Taptuna.

Confrontado pela crítica de suas políticas, o ex-primeiro ministro Paul Okalik, criou um conselho consultivo de onze pessoas idosas, cuja função é ajudar a incorporar "Inuit Qaujimajatuqangit" (cultura Inuíte e do conhecimento tradicional, muitas vezes referida em Inglês como "IQ") nas decisões políticas e governamentais do território.[carece de fontes?]

Cerimônia na ocasião da fundação de Nunavut, 01 de abril de 1999.
Regiões de Nunavut.

Devido ao grande tamanho de Nunavut, o objetivo declarado do governo territorial, tem sido descentralizar a governança para além da capital da região. Três regiões Kitikmeot, Kivalliq e Qikiqtaaluk são a base para uma administração mais localizada, embora haja falta de governos autônomo.[carece de fontes?]

O território tem um orçamento anual de C$ 700 milhões, provenientes, quase que inteiramente pelo governo federal. É o suporte designado para o norte do Canadá como uma das suas prioridades para 2004, com um extra de C$ 500.000.000, pelo ex-primeiro-ministro Paul Martin para ser dividido entre os três territórios.[carece de fontes?]

Em 2001, o governo da província de Nova Brunswick[carece de fontes?] colaborou com o governo federal e com a empresa de tecnologia SSI Micro para lançar o Qiniq, uma rede única que usa a entrega de satélites para fornecer acesso à Internet de banda larga para 24 comunidades de Nunavut. Como resultado, o território foi nomeado uma das "25 Comunidades Inteligentes" do mundo em 2006 pela Intelligent Community Forum, uma organização mundial que honra a inovação em tecnologias de banda larga. O Nunavut Public Library Services, é o sistema da biblioteca pública servindo o território, também fornece vários serviços de informação para o território.[carece de fontes?]

Em setembro de 2012, o primeiro ministro Aariak acolheu o príncipe Edward, Sophie, a condessa de Wessex, em Nunavut, como parte dos eventos que marcam o jubileu de diamante da rainha Elizabeth II.[32]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Justice Canada (1993). «Nunavut Act». Consultado em April 26, 2007. 
  2. Justice Canada (1993). «Nunavut Land Claims Agreement Act». Consultado em April 26, 2007. 
  3. «How to Get Here». Nunavut Tourism. Consultado em June 22, 2014. 
  4. «Census Profile Nunavut». Statistics Canada. June 28, 2010. Consultado em February 9, 2012. 
  5. Canadian Forces Station Alert
  6. «Cold Places in Canada». The Canadian Encyclopedia. Consultado em March 12, 2013. 
  7. «Census Profile Nunavut». Statistics Canada. June 28, 2010. Consultado em February 9, 2012. 
  8. «Nunavut». 
  9. See List of countries and outlying territories by total area
  10. «CIA World Factbook». CIA. Consultado em February 16, 2011. 
  11. «Nunavut Alert - Whale Cove» (CSV (4222 KB)). Canadian Climate Normals 1981–2010. Environment Canada. Climate ID: 2300MKF. Consultado em November 27, 2013. 
  12. Jane George, "Kimmirut site suggests early European contact: Hare fur yarn, wooden tally sticks may mean visitors arrived 1,000 years ago", Nunatsiaq News, September 12, 2008. Retrieved October 5, 2009
  13. "Nunavut: The Story of Canada's Inuit People", Maple Leaf Web
  14. «Grise Fiord: History». 
  15. McGrath, Melanie. The Long Exile: A Tale of Inuit Betrayal and Survival in the High Arctic. Alfred A. Knopf, 2006 (268 pages) Hardcover: ISBN 0-00-715796-7 Paperback: ISBN 0-00-715797-5
  16. René Dussault and George Erasmus (1994). «The High Arctic Relocation: A Report on the 1953–55 Relocation». Royal Commission on Aboriginal Peoples, Toronto: Canadian Government Publishing. fedpubs.com. 
  17. Royte, Elizabeth (April 8, 2007). «Trail of Tears (review of Melanie McGrath, The Long Exile: A Tale of Inuit Betrayal and Survival in the High Arctic (2006)». The New York Times [S.l.: s.n.] 
  18. Peter Jull (Summer 1988). «Building Nunavut: A Story of Inuit Self-Government». The Northern Review. Yukon College. pp. 59–72. Consultado em February 16, 2009. 
  19. Justice Canada (1993). «Nunavut Land Claims Agreement Act». Consultado em April 26, 2007. 
  20. Justice Canada (1993). «Nunavut Act». Consultado em April 26, 2007. 
  21. «Creation of Nunavut» CBC News [S.l.] 2006. Consultado em April 26, 2007. 
  22. «Census Profile Nunavut». Statistics Canada. June 28, 2010. Consultado em February 9, 2012. 
  23. Statistics Canada (2006). «2006 Census Aboriginal Population Profiles». Consultado em January 16, 2008. 
  24. «Corrections and updates». Statistics Canada. August 13, 2013. Consultado em January 10, 2014. 
  25. «StatsUpdate». Prepared by Nunavut Bureau of Statistics. September 29, 2010. Consultado em November 20, 2010. 
  26. Consolidation of (S.Nu. 2008,c.10) (NIF) Official Languages Act and Consolidation of Inuit Language Protection Act
  27. Board of Education (2000). «Summary of Aajiiqatigiingniq» (PDF) gov.nu.ca [S.l.] Arquivado desde o original (PDF) em October 15, 2007. Consultado em October 27, 2007. 
  28. «Detailed Mother Tongue (186), Knowledge of Official Languages (5), Age Groups (17A) (3) (2006 Census)». 2.statcan.ca. December 7, 2010. Consultado em February 16, 2011. 
  29. Population by knowledge of official language, by province and territory (2006 Census). Statistics Canada. Retrieved January 15, 2010.
  30. «Selected Religions, for Canada, Provinces and Territories – 20% Sample Data». 2.statcan.ca. Consultado em February 16, 2011. 
  31. CBC Digital Archives (2006). «On the Nunavut Campaign Trail». CBC News [S.l.: s.n.] Consultado em April 26, 2007. 
  32. «Sophie Wessex pays sartorial tribute to her Canadian hosts». Hello magazine [S.l.: s.n.] September 13, 2012. 

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]


Províncias e territórios do Canadá Bandeira do Canadá
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