Nuno Ramos

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Nome completo Nuno Álvares Pessoa de Almeida Ramos
Nascimento 5 de março de 1960 (58 anos)
São Paulo, SP
 Brasil
Residência São Paulo
Ocupação Pintor, desenhista, escultor, cenógrafo, ensaísta e videomaker
Principais trabalhos Ó (2008)
Prémios Prémio Portugal Telecom de Literatura (2009)
Página oficial
Página oficial

Nuno Álvares Pessoa de Almeida Ramos, mais conhecido como Nuno Ramos (São Paulo, 5 de março de 1960), é um pintor, desenhista, escultor, cenógrafo, ensaísta e videomaker brasileiro.

Trajetória[editar | editar código-fonte]

Frequentou o Colégio Equipe, em São Paulo, onde chegou a fazer parte do grande grupo que mais tarde seria reduzido e oficializado como a banda Titãs.[1] Cursou filosofia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo - FFLCH/USP, de 1978 a 1982.

Trabalhou como editor das revistas Almanaque 80 e Kataloki, entre 1980 e 1981.

Começou a pintar em 1983, quando funda o ateliê Casa 7, com Paulo Monteiro (1961), Rodrigo Andrade (1962), Carlito Carvalhosa (1961) e Fábio Miguez (1962). Realizou os primeiros trabalhos tridimensionais em 1986. No ano seguinte, recebeu do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP a 1ª Bolsa Émile Eddé de Artes Plásticas. Em 1992, em Porto Alegre, expõe pela primeira vez a instalação 111, que se refere ao massacre dos presos na Casa de Detenção de São Paulo (Carandiru) ocorrido naquele ano. Publica, em 1993, o livro em prosa Cujo e, em 1995, o livro-objeto Balada.

Vence, em 2000, o concurso realizado em Buenos Aires para a construção de um monumento em memória aos desaparecidos durante a ditadura militar naquele país. Em 2002, publicou o livro de contos O Pão do Corvo.

Para compor suas obras, o artista emprega diferentes suportes e materiais, e trabalha com gravura, pintura, fotografia, instalação, poesia e vídeo.

Obras[editar | editar código-fonte]

Instalações[2][editar | editar código-fonte]

  • Verme (1993)
  • Bandeira Branca (2010)
  • Monólogo para um cachorro morto (2010)
  • Fruto Estranho (2010)

Referências

  1. Preto, Marcus (21 de novembro de 2013). «Paulo Miklos». Trip. Trip Editora. Consultado em 1 de agosto de 2015 
  2. Página artecapital.net

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]