O Bem-Amado (filme)

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Nota: Se procura pelo seriado de televisão homônimo, consulte O Bem-Amado (série); para a telenovela homônima, O Bem-Amado (telenovela).
O Bem Amado
 Brasil
2010 •  cor •  107 min 
Direção Guel Arraes
Produção Paula Lavigne
Roteiro Guel Arraes
Cláudio Paiva
Baseado em Odorico, o Bem-Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte de Dias Gomes
Elenco Marco Nanini
José Wilker
Matheus Nachtergaele
Tonico Pereira
Andréa Beltrão
Drica Moraes
Zezé Polessa
e outros.
Gênero Comédia dramática
Companhia(s) produtora(s) Natasha Filmes
Globo Filmes
Distribuição Buena Vista International
Lançamento 23 de julho de 2010[1]
Idioma Português
Página no IMDb (em inglês)

O Bem Amado é um filme brasileiro de 2010, do gênero comédia dramática, dirigido por Guel Arraes, com roteiro baseado na peça de teatro Odorico, o Bem-Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte, de Dias Gomes, cuja estória se passa na cidade fictícia de Sucupira. Seu orçamento girou em torno R$ 9,8 milhões.[2]

O filme foi exibido no 14º Cine PE Festival do Audiovisual, o Festival de Recife.[3]

Durante a pré-estreia do filme no Rio de Janeiro, a atriz Drica Moraes foi homenageada mas, ainda recuperando-se do tratamento contra a leucemia, ela não pôde comparecer ao evento.[4]

A Globo fez uma minissérie com as cenas do filme e dividiu estas cenas em quatro capítulos, apresentados do dia 18 até o dia 21 de janeiro de 2011.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O Bem Amado conta a história do prefeito Odorico Paraguaçu, que tem como meta prioritária em sua administração na cidade de Sucupira a inauguração de um cemitério. De um lado é apoiado pelas irmãs Cajazeiras. Do outro, tem que lutar contra a forte oposição liderada por Vladmir, dono do jornaleco da cidade. Por falta de defunto, o prefeito nunca consegue realizar sua meta. Nem mesmo a chegada de Ernesto - um moribundo que não morre - e a contratação de Zeca Diabo, um cangaceiro matador, lhe proporcionam a realização do sonho. Odorico arma situações para que alguém morra, mas o primeiro corpo a ser sepultado em Sucupira será o do próprio prefeito, que de caçador se torna caça e passa de vilão à mártir.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

  1. Essa Terra - Caetano Veloso
  2. A Vida É Ruim - Zélia Duncan
  3. Carcará - Zé Ramalho
  4. Nossa Canção - Mallu Magalhães
  5. Jingle do Odorico - Nina
  6. Boggie Sem Nome - Bob Galo
  7. Chacha das Cajazeiras
  8. Cajazeira Tentação
  9. A Bandeira do Meu Partido - Jorge Mautner
  10. A Vida É Ruim - música instrumental

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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