O açucareiro

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Açucareiro
Continente Sacarífero Codificado
Desventuras em Série
Primeira aparição O Hospital Hostil

O açucareiro é um objeto fictício em Desventuras em Série de Lemony Snicket. Ele foi primeiramente mencionado em O Hospital Hostil, no qual Snicket, como narrador, pondera se era realmente necessário roubá-lo de Esmé Squalor. Ele é, também, provável e indiretamente mencionado em O Elevador Ersatz por Esmé. Lemony Snicket e Beatrice parecem ter se unido para ao roubá-lo. Em Lemony Snicket: Autobiografia Não Autorizada, torna-se evidente que ele contenha um objeto de grande poder ou perigo. Há várias menções sobre o açucareiro e ambos os lados de C.S.C. parecem persegui-lo; os órfãos Baudelaire eventualmente acabam por procurá-lo, embora não façam ideia do porquê ele possa ser tão importante.

fisiolofia

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Conteúdo[editar | editar código-fonte]

Importância, Conteúdo e Localização[editar | editar código-fonte]

Kit Snicket há muito tempo, recomendou a Lemony Snicket que se ele precisasse esconder qualquer documento que limpasse o nome de alguém, ele poderia esconder num açucareiro. Esta sugestão aparece em uma carta, impressa no meio de O Escorregador de Gelo. Provavelmente neste açucareiro existe um documento que prove quem realmente causou os incêndios e inocentar quem foi acusado. Lemony Snicket e alguns outros nobres voluntários foram acusados por Olaf e seus associados (os verdadeiros incêndiários), e desde então Lemony Snicket é um foragido, que escreve Desventuras em Série para provar a sua inocência em trechos dos livros e também como homenagem à sua amada morta Beatrice, mãe dos personagens principais. Lemony e os voluntários nobres querem-no para provar a inocência e parar de fugir da policia. Já Olaf, os dois seres de aura sinistra, Esmé e todo o resto de pessoas vis o querem para o destruir, impossibilitando os voluntários de limparem seu nome. Outra sugestão é: Na época da Cisão, Olaf e os outros encontraram um fungo chamado mycelium medusóide, um fungo poderosamente letal, e o usaram para espalhar o terror, subordinar as pessoas e ameaçá-las, conseguindo assim o que queria (provavelmente dinheiro). Quando Beatrice e Bertrand naufragaram numa ilha onde mais cedo ou mais tarde tudo vai parar, viram que nela não existia perfídia nem vilania e estabeleceram ali uma colônia de ilhéus. Temendo que o fungo chegasse a ilha, eles descobriram que a cura para o fungo é raiz forte, e esconderam um pouco dentro de um açucareiro (raiz forte=amargo e pungente, ao contrário do açúcar. Belo trocadilho). Quando foram expulsos da ilha o fungo havia sido destruído, mas os Baudelaire o encontraram sem querer na gruta Gorgônea e o trouxeram de volta à superfície. Outra hipótese é: um meio de comunicação. Em restaurantes escondem informações para os voluntários dentro de açucareiros e entregam a quem pedir. Os incendiários o querem para interceptar as informações. Mas é pouco provável já que voluntários nunca aceitam açúcar respondendo “o chá deve ser amargo como absninto e pungente como uma espada de dois gumes” (pungente e amargo=raiz forte=cura para o cogumelo). O açucareiro se perdeu no arroio enamorado, onde afundou e passou pela gruta Gorgônia sendo levado pela correnteza e encontrado por alguém. Este alguém enviou corvos à última reunião de C.S.C. no Hotel Desenlace onde os corvos deixaram cair o açucareiro no lago, que foi retirado pelo taxista misterioso e que provavelmente é Lemony Snicklet, mas se desconhece a identidade da mulher escondida no banco de trás (a não ser que fosse uma clandestina).

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