O encanto do Rádio

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"O Encanto do Rádio"[1] é o título do livro de autoria do Jornalista e Escritor acriano Oliveira Neto (Nilton Gomes de Oliveira), publicado pela Editora Scortecci. No livro o autor aborda de forma inédita, a história da Rádio Difusora Acriana, a emissora mais antiga do Estado do Acre, fundada em 1944.[2]. A Rádio Difusora Acriana, foi o meio de comunicação que ligou, por meio da comunicação radiofônica, o restante do mundo aos povos da floresta. Foi o primeiro meio de comunicação da região Amazônica no Acre e foi considerada por mais de 20 anos de sua história o Correio do Homem do Campo.

No livro o autor destaca a importância do Rádio ao longo da história da sociedade mundial, brasileira e dos povos da Amazônia. Além disso é abordada a importancia deste meio de comunicação na história da politica nacional na Era Vargas.[3]

O encanto do Rádio foi trabalhado ainda, na perspectiva de proporcionar ao público escolar do ensino médio e fundamental, uma fonte de pesquisa sobre o meio de comunicação de massa que mais revolucionou a história da humanidade, o Rádio.

RESUMO:[4]

O ENCANTO DO RÁDIO

A Empresa Westinghouse foi quem fez nascer, meio que por acaso, a rádio-difusão. A empresa fabricava aparelhos de rádio para as tropas da Primeira Guerra Mundial e com o término do conflito ficou com um grande estoque de aparelhos encalhados. A solução para evitar o prejuízo foi instalar uma grande antena no pátio da fábrica e transmitir música para os habitantes do bairro.

A ideia deu certo. As pessoas começaram a receber o sinal de áudio por meio dos mesmos aparelhos receptores que antes eram usados na guerra. A inovação chamou a atenção das pessoas. Em um pequeno espaço de tempo, os aparelhos encalhados foram comercializados. Começou então uma inovação que iria revolucionar o mundo no século XX.

Eduardo Meditsch, um dos maiores teóricos do rádio deste país, endossou que a Comunicação Radiofônica possui vários componentes que remetem a um universo fora do alcance da racionalidade, do qual se ocupam os místicos, os feiticeiros e muitos charlatães. Os próprios engenheiros que há um século viabilizaram a comunicação sem fio – Marconi, Tesla, Landell de Moura – não resistiram ao seu poder encantatório e em alguns momentos perderam a noção dos seus limites: teriam tentado utilizá-la para se comunicar com os mortos, com os extraterrestres e para captar a aura das pessoas.

Isso é o que pode ser compreendido como o encanto que o rádio proporciona. Encanto este que também figurou no meio social e político como um dos grandes mecanismos para afirmação do poder e domínio. Algo evidente na política do governo de Getúlio Dornelles Vargas. O mesmo fato está presente no rádio em todos os momentos e locais diferentes. Bem visível também na Rádio Difusora Acreana.

Referências

  1. Scortecci Editora 1ª Ed. 2011
  2. Neto, Oliveira. "O Encanto do Rádio", Scortecci Editora
  3. Livro - Pelos caminhos da História - Adhemar Marques - Editora Positivo-1ª Edição/2006
  4. [1]