Oasis

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Oasis
Oasis Liam and Noel.jpg
O vocalista Liam Gallagher (esquerda) e o compositor–guitarrista, Noel Gallagher (direita)
Informação geral
Origem Manchester, Grande Manchester
País  Inglaterra
Gênero(s) Rock  · britpop
Período em atividade 19912009
Gravadora(s) Creation  · Epic  · Columbia  · Sony  · Big Brother  · Reprise
Afiliação(ões) Beady Eye  · Noel Gallagher's High Flying Birds
Influência(s) The Beatles  · The Rolling Stones  · The Who  · Sex Pistols  · The Kinks  · Fleetwood Mac (era de Peter Green)  · The La's  · Pink Floyd  · U2  · Bee Gees  · The Specials
Ex-integrantes Liam Gallagher
Noel Gallagher
Gem Archer
Andy Bell
Chris Sharrock
Alan White
Paul McGuigan
Paul Arthurs
Tony McCarroll
Zak Starkey
Página oficial oasisnet.com

Oasis foi uma banda inglesa de rock formada no ano de 1991, na cidade de Manchester. Ao fim do grupo em 2009, era composto por Liam Gallagher (vocal e pandeireta), Noel Gallagher (guitarra e backing vocal), Gem Archer (guitarra e teclado), Andy Bell (baixo e teclado) e Chris Sharrock (bateria e percussão). O estilo musical do grupo consistia basicamente no rock com ênfase no rock alternativo, com elementos do gênero da música pop, como o britpop, passando por várias mudanças de formação dos integrantes durante a sua existência. Inicialmente, a formação original da banda era composta por Liam, Paul "Bonehead" Arthurs (guitarra), Paul "Guigsy" McGuigan (baixo), Tony McCarroll (bateria) e por último, ao retornar à Manchester, que Noel foi convidado a juntar-se como um quinto membro, formando o núcleo musical.

O Oasis assinou contrato com a gravadora independente Creation Records em 1993, lançando seu primeiro álbum de estúdio, Definitely Maybe (1994), contendo o sucesso da canção "Live Forever". Entretanto, foi através do lançamento de seu segundo álbum (What's the Story) Morning Glory? (1995), que a banda alcançou fama e sucesso mundial, alcançando o topo das paradas musicais de diversos países — incluindo a posição de número 1 na UK Albums Chart do Reino Unido; no Top 5 da Billboard 200 dos Estados Unidos e, na lista dos álbuns mais vendidos do mundo, com cerca de 22 milhões de cópias vendidas. O sucesso veio com a produção dos hits como "Wonderwall", presente no Top 10 da Billboard Hot 100; e "Don't Look Back in Anger", alcançando o topo da UK Singles Chart, somando o fato dos Gallagher's aparecerem regularmente nos tabloides: Ora por suas competições de estilos de vida, ora pelo relacionamento entre irmãos. Em 1996, realizaram dois concertos nos dias 10 e 11 de agosto do Festival de Knebworth — na época, um dos maiores shows ao ar livre da história do Reino Unido — totalizando um público de 280 mil pessoas nos dois dias e 2,5 milhões de pessoas candidatando-se aos ingressos, sendo a maior demanda por um espetáculo na história britânica. Posteriormente, lançaram seu terceiro álbum de sucesso e segundo no âmbito global, Be Here Now (1997), e embora fosse o álbum mais vendido na história das paradas britânicas, vendeu 8 milhões de cópias mundialmente, não contendo um single de sucesso como do álbum anterior.

Logotipo inicial, que acabou por estender-se até a extinção do grupo, em 2009.

Em 1999, Arthurs e McGuigan saíram do grupo oficialmente, assim que a banda lançou o álbum Standing on the Shoulder of Giants (2000) — não alcançando um bom sucesso comercial, sendo posteriormente substituídos por Archer na guitarra e Bell no baixo. Seu quinto álbum de estúdio, Heathen Chemistry (2002), tendo um melhor desempenho nas tabelas musicais em comparação ao seu álbum anterior, gerou apenas dois singles com bom desempenho nas tabelas: "The Hindu Times" e "Stop Crying Your Heart Out". Em 2004, o baterista de longa data, Alan White, também largou a banda, sendo sucedido pelo baterista Zak Starkey — membro da banda The Who e, filho de Ringo Starr (ex-baterista dos Beatles). O Oasis encontrou uma nova oportunidade de triunfo e popularidade com o lançamento de Don't Believe the Truth (2005), com a divulgação das canções "Lyla", "The Importance of Being Idle" e "Let There Be Love". Após a gravação do sétimo e último álbum da banda, Dig Out Your Soul (2008) — que forneceu o hit "The Shock of the Lightning" mais conhecido do material gravado — Starkey que até recentemente havia se tornado um membro oficial, acabou deixando os integrantes britânicos. Então, o baterista Chris Sharrock foi recrutado como membro da última turnê do grupo.

Os remanescentes do Oasis decidiram continuar trabalhando juntos sob o nome de Beady Eye, até se separarem em 2014, com Liam seguindo carreira solo desde então; enquanto que Noel passou a formar o grupo Noel Gallagher's High Flying Birds, incluindo os ex-integrantes do Oasis, Chris Sharrock e Gem Archer. A banda consagrou-se também pela auge do fenômeno conhecido como "A Batalha Britpop", travada contra o Blur. Junto com o grupo britpop Suede, Pulp e outras integrantes musicais, o Oasis passou a ser considerado uma das maiores bandas do movimento britpop. Em muitos aspectos, eles conseguiram tomar a frente em termos de sucesso comercial, e sua influência na cultura britânica. Estimasse que eles tenham vendido cerca de 70 milhões de álbuns vendidos mundialmente.[1][2]

História[editar | editar código-fonte]

Formação e primeiros anos (1991–92)[editar | editar código-fonte]

Oasis Leisure Centre, localizada em Swindon, na Inglaterra, um centro de lazer que serviu de inspiração para o nome da banda.

Inicialmente, o nome da banda era "Rain", sendo composta por pelo baixista Paul McGuigan, o guitarrista Paul "Bonehead" Arthurs, o baterista Tony McCarroll e Chris Hutton nos vocais. Insatisfeito com Hutton, Arthurs convidou e fez um teste com seu conhecido, Liam Gallagher como substituto. Liam sugeriu que o nome da banda fosse alterado para "Oasis". Essa mudança foi inspirada em um pôster da banda de rock inglesa Inspiral Carpets, que ficava preso na parede do quarto dos irmãos Gallagher's. Um dos locais que o cartaz listava era o Oasis Leisure Centre, na cidade de Swindon.[3]

A banda atuou ao vivo pela primeira vez em 18 de agosto de 1991 no Boardwalk Club, em Manchester. Noel, que na época era um roadie das turnês do Inspiral Carpets, foi com a banda para assistir o Oasis tocar. Até então, Noel e seus amigos não achavam que musicalmente, eles chamassem a atenção por sua sonoridade. Entretanto, conseguiu enxergar potencial nos integrantes, passando a considerar a possibilidade de usar o grupo de seu irmão Liam como uma saída para uma série de canções que ele [Noel] já vinha compondo por vários anos. Com isso, se convidou a ser mais um integrante sob a condição de que ele fosse o único compositor e líder da banda, e que eles se comprometessem com uma busca séria de sucesso comercial. "Ele tinha muita coisa escrita", lembrou Arthurs. "Quando ele entrou, nós éramos uma banda fazendo uma raquete com quatro músicas. De repente, havia muitas ideias".[4] Noel criou uma abordagem musical que baseava-se na simplicidade: com Arthurs e McGuigan tocando um som restrito de acordes, McCarroll tocando ritmos básicos e, amplificadores distorcidos, criaram um som "tão desprovido de sutileza e complexidade que soou praticamente imparável".[5]

Carreira musical[editar | editar código-fonte]

Avanços e primeiro álbum (1993–95)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Definitely Maybe
"Live Forever" foi o primeiro single de sucesso nas paradas musicais.

Lançado como single independente do álbum, a canção permaneceu por 51 semanas em uma parada musical, mais do que qualquer outra canção do Oasis.

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Após um ano de shows ao vivo, ensaios e um demo — conhecida como Live Demonstration (1993), o início da carreira profissional da banda veio em maio de 1993, quando foram vistos pelo co-proprietário da gravadora Creation Records, Alan McGee. O grupo foi convidado a comparecerem em uma apresentação no King Tut's Wah Wah Hut Club, sitiado na cidade de Glasgow na Escócia, por uma banda chamada Sister Lovers, que também dividia suas salas de ensaio. O Oasis, juntamente com um grupo de amigos, contrataram uma van e fizeram viagem para Glasgow. Quando eles chegaram no local, foram impedidos de entrarem no clube, pois seus nomes não constavam na lista de entrada daquela noite, fazendo com que invadissem o local — embora o próprio grupo e McGee fizessem declarações contraditórias sobre a forma com que adentraram no clube.[6] Com isso, conseguiram uma vaga para se apresentarem a McGee — estando presente para ver outro grupo musical. Com a boa impressão que os britânicos passaram ao empresário [McGee], este ofereceu um contrato de gravação; no entanto, eles não assinaram contrato de imediato, levando vários meses para fechar acordo.[7]

Devido a problemas na obtenção de um contrato americano, a Oasis acabou assinando um contrato mundial com a Sony Music, que por sua vez licenciou o Oasis à Creation, no Reino Unido.[8] Seu primeiro single lançado em abril, denominado "Supersonic" (1994), alcançando o número 31 nas paradas e ganhando o prêmio de "Melhor Filme Musical" em 2017, do Prêmio NME.[9][10][11] O lançamento foi seguido da canção "Shakermaker" (1994), alcançando a 11ª posição.[12] O canção tornou-se um processo judicial por plágio, com a banda idenizando 500 mil dólares em danos. Como material de divulgação do álbum a ser lançado, "Live Forever" (1994) foi o primeiro single a entrar no Top 10 das paradas britânicas, alcançando a 4ª posição no Reino Unido e na posição de número 2 na Alternative Songs, nos Estados Unidos.[13] A canção levou certificação de Platina no Reino Unido, com 600 mil unidades vendidas.[14]

O clube King Tut's Wah Wah Hut Tut em Glasgow, local onde o grupo fez sua apresentação-teste em 1993, garantindo seu primeiro contrato com uma gravadora (esquerda). Ingresso do concerto realizado em março de 1994, no 100 Club em Londres, durante a Definitely Maybe Tour (direita).

Depois das sessões de gravações e mixagens seu álbum de estreia, Definitely Maybe foi lançado em 29 de agosto de 1994, vendendo cerca de 15 milhões de cópias mundialmente.[15] O álbum estreou na posição de número 1 no Reino Unido, e no Top Heatseekers dos Estados Unidos;[16][17][18] em 2011, entrou na posição de número 78 da lista dos "100 Melhores Álbuns da Década de 1990", da revista Rolling Stone.[19] Levou certificação de sétupla Platina no Reino Unido, de Platina nos Estados Unidos, e em mais sete países.[20][21] Em 1994, Definitely Maybe ganhou a categoria de "Álbum do Ano" da NME, ganhando do álbum Parklife (1994), de sua banda rival Blur, que alcançou a segunda posição.[22] Entretanto, por ironia, em 1995 o álbum foi apenas nomeado na categoria de "Melhor Álbum Britâncio" da Brit Awards, perdendo para Parklife;[23] em 2006, ainda pela revista, nomeou-o como o "Melhor Álbum de Todos os Tempos".[24]

Com um pouco mais de um ano durante a turnê Definitely Maybe Tour (1994–95) e em constantes gravações, associado ao estilo de vida hedonista, acabou afetando a banda. Este estilo de vida culminou na atitude inepta do vocalista Liam, durante um show na cidade de Los Angeles, em setembro de 1994, com o mesmo fazendo comentários agressivos a respeito do público americano, e até mesmo acertando Noel com uma pandeireta.[25] O incidente incomodou Noel a tal ponto que ele deixou a banda temporariamente, voltando para San Francisco — este acontecimento levou à criação da canção "Talk Tonight" (1995).[26] Após ser convencido por Tim Abbot, Noel optou por continuar com a banda e reconciliando-se com seu irmão, retomando a turnê em Minneapolis.[27] O grupo lançou seu último single do álbum, "Cigarettes & Alcohol" (1994), acompanhado também do single "Whatever" (1994), lançado em dezembro de 1994, que entrou para as paradas britânicas no número na posição de número 3.[28][29][30] O filme-concerto Live by the Sea (1995), gravado no teatro Southend Cliffs Pavilion, localizado na cidade de Southend-on-Sea, na Inglaterra, foi lançado dois meses antes do lançamento do segundo álbum de estúdio.[31][32]

Ascensão, fama internacional e corrida britpop (1995–96)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: (What's the Story) Morning Glory?
Foi a canção assinatura mais aclamada da história do grupo, sendo indicada e ganhando premiações de várias categorias.

"Back in Anger" também se tornou um sucesso comercial de Morning Glory, apresentando bem as características do gênero britpop.

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Com o recente término da turnê Definitely Maybe Tour, a banda lança em abril de 1995 seu primeiro single do álbum que viria a ser lançado mais tarde, "Some Might Say".[33] Ao mesmo tempo, o baterista da época, Tony McCarroll, foi expulso da banda. McCarroll alegou ter sido "expulso ilegalmente" ao deixar o grupo, afirmando ter tido "conflito de personalidade" com os conterrâneos. Por outro lado, os Gallagher's duvidaram da habilidade musical do baterista, com Noel dizendo: "Eu gosto de Tony como um esquisito, mas ele não teria sido capaz de tocar as novas canções".[34][35] McCarroll foi substituído por Alan White, sendo indicado a Noel através de Paul Weller — vocalista do The Jam.[36] White fez sua estreia em uma performance no extinto programa musical Top of the Pops, na execução da canção "Some Might Say".[37] De forma rápida, começaram a gravar novos materiais para seu segundo álbum em maio daquele de 1995, no Rockfield Studios, em Monmouthshire no País de Gales.[38] Em agosto, o lançamento de "Roll with It" (1995), fez com que alcançasse a posição de número 1 nas paradas escocesas.[39]

No início de outubro, finalmente lançam seu segundo álbum, (What's the Story) Morning Glory? (1995), sendo considerada a primeira obra-prima do Oasis, vendendo cerca de 347 mil cópias apenas na primeira semana,[40] representando um dos álbuns mais vendidos do mundo, com 22 milhões de unidades vendidas mundialmente.[41][42] Liderou as paradas musicais de vários países, incluindo sua terra natal — 5ª posição do ranking de álbuns mais vendidos no Reino Unido[43][44] e, no Top 5 da Billboard 200, nos Estados Unidos.[45][46] Morning Glory é considerado um dos melhores registros musicais da década de 1990, aparecendo em várias paradas como um dos maiores álbuns de todos os tempos.[47] Pela Rolling Stone, está na posição de número 34 na lista dos "100 Melhores Álbuns da Década de 1990";[48] e na 378º lugar dos "500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos".[49] Em 1996, ganhou o Prêmio BRIT, na categoria de "Melhor Álbum Britânico do Ano";[50] e de "Álbum do Ano" pela NME.[51] Sua popularidade duradoura no Reino Unido refletiu-se quando também ganharam o Prêmio BRIT em 2010, de "Álbuns de 30 Anos";[52] encontrando-se no livro 1001 Albums You Must Hear Before You Die.[53]

Levou especificamente, 24 certificações de vendas — com ênfase na Europa, tendo 6 milhões de unidades;[54] Reino Unido, com 4,7 milhões;[55] e nos Estados Unidos, com 4 milhões.[56] O baixista Paul McGuigan deixou-os brevemente em setembro de 1995, alegando exaustão nervosa. Com isso, foi substituído por Scott McLeod, que tocou em alguns concertos da turnê, abandonando-os também mais tarde.[57] Entretanto, McLeod mostrou arrependimento ao deixá-los, com Noel respondendo friamente que "também achava que ele [McLeod] tinha tomado a decisão errada", desejando-o "boa sorte na proteção de desemprego".[57] Para completar a turnê, McGuigan foi convencido a retornar para a banda.[58]

Oasis "Nunca houve nada parecido na história do rock. E foi provavelmente a primeira vez que Noel percebeu que ele poderia fazer tudo sozinho". Oasis

—Andy Greene, sobre o abandono de Liam na MTV.[59]

Cerca de três singles foram lançados a partir do lançamento do álbum. A primeira e mais aclamada da história do grupo, "Wonderwall" (1995), recebeu inúmeros elogios, liderando o topo das tabelas na Austrália, Nova Zelândia e Alternative Songs.[60][61][62] Foi nomeado ao Prêmio Grammy de "Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo com Vocais" e "Melhor Canção de Rock", em 1997.[63] Contudo, assim como o álbum em 1996, também ganhou nas categorias de "Melhor Vídeo Britânico" do Prêmio BRIT, de "Melhor Canção" na MTV Europe Music Awards, e de "Melhor Single" na NME.[50][64][51] Está listada entre as "50 Melhores Canções da Década de 1990", na posição de número 23 da Rolling Stone.[65] Vendeu aproximadamente dois milhões de unidades no Reino Unido.[66] O segundo single, "Don't Look Back in Anger" (1996), também teve uma boa que recepção musical, liderando a 1ª posição no Reino Unido.[67] Em 1997, foi nomeada no Prêmio BRIT de "Melhor Single Britânico", perdendo para a canção "Wannabe" (1996), do grupo feminino britânico Spice Girls;[68] nomeada pela MTV Europe Music Award de "MTV Select" de 1996.[64] "Back in Anger" recebeu certificações de Platina na Itália e Japão; e dupla Platina no Reino Unido.[69][70][71] Por fim, a última promo, "Champagne Supernova" (1996), com um estilo musical do rock psicodélico, não obteve o mesmo êxito comercial se comparado com os dois últimos singles. Entretanto, teve um bom número de vendas nos Estados Unidos, com direito a 500 mil unidades.[72]

Apresentação da banda em março de 1995, no Castelo de Slane, Irlanda, durante a turnê Morning Glory Tour (esquerda), conseguindo um recorde de público no Knebworth (direita).

A Morning Glory Tour (1995–96) começou em 22 de junho de 1995 no Bath Pavilion, como um pré-aquecimento do Festival de Glastonbury que ocorreu no dia seguinte.[73] Foi dividida em doze etapas e 103 shows ao todo, tendo vários concertos cancelados nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia — abrangendo a Europa e América do Norte;[74] A turnê contou com a estreia do baterista Alan White e várias novas músicas do álbum que seriam lançados oficialmente em 2 de outubro daquele ano.[74] A partir do lançamento de Morning Glory, tornaram-se uma das bandas mais respeitadas, conseguindo atrair um grande número de público durante seus concertos em estádios — com destaque aos dois shows realizados em agosto de 1996 no Festival de Knebworth, totalizando um público de 280 mil pessoas nos dois dias e 2,5 milhões de pessoas candidatando-se aos ingressos, sendo a maior demanda por um espetáculo na história britânica.[75][76][77] Em agosto de 1996, durante um intervalo dos dias da turnê, a banda concordou em apresentar-se na série MTV Unplugged, no Royal Festival Hall de Londres, sendo uma das raras chances deles tocarem fora de um estádio ou festival de ampla divulgação. Entretanto, pouco antes do show, Liam recuou devido a uma "dor de garganta" repentina, com seu irmão Noel assumindo as funções vocais sozinho. A tensão entre os irmãos Gallagher's aumentou depois que descobriram que Liam decidira sentar-se na própria platéia durante a apresentação da banda.[59] Por fim, a turnê finalizou em setembro de 1996 no Nissan Pavilion, pois queriam se concentrar na gravação de seu terceiro álbum de estúdio,[78][74] lançando em outubro o álbum de vídeo ...There and Then (1996) — gravado no antigo estádio do time Manchester City F.C., Maine Road.[79][80]

"A Batalha do Britpop"[editar | editar código-fonte]

Edição de capa de 12 de agosto de 1995. A mídia britânica estava animada com a batalha travada entre as duas bandas.

A batalha musical das bandas inglesas Blur e Oasis, levou a cultura britpop aos tablóides da imprensa britânica em meados da década de 90. Inicialmente as bandas elogiavam-se umas com as outras, mas no decorrer dos anos a rivalidade de ambas aumentou.[81] Incentivados pela mídia, os grupos se envolveram no que a imprensa apelidou de "Campeonato dos Pesos-Pesados Britânicos".(traduzido do original)[nota 1] A canção lançada do Oasis, "Roll with It" (1995), recebeu muita atenção depois que a gravadora Food Records decidiu mudar a data original de lançamento do single da banda Blur, "Country House" (1995), causando o que veio a ser conhecido como "A Batalha do Britpop".[82] A disputa entre as duas bandas foi tão intensa no país, que chegou a proporções territoriais, acarretando tanto na divisão regional quanto sobre a música inglesa.[83] Enquanto o Oasis representou o Norte da Inglaterra por conta do número de seus fãs, o Blur representava o Sul da Inglaterra pelo mesmo motivo.[77] O evento atraiu a imaginação do público, ganhando a atenção da mídia em jornais nacionais, tablóides e notícias de televisão: "Em uma semana onde vazaram informações de que Saddam Hussein estava preparando armas nucleares, de civis que ainda estavam sendo mortos na guerra da Bósnia, ou notícias sobre o retorno do boxeador americano Mike Tyson, a mídia e tablóides britânicas estavam totalmente focados na batalha do britpop".[84]

A corrida também lembrou a disputa entre The Beatles vs. The Rolling Stones, durante a invasão britânica no Reino Unido na década de 60.[85] Nessa disputa das canções, o Blur obteve um maior número de vendas, alcançando primeiro o topo das paradas musicais, com "Country House" e "Roll with It" vendendo cerca de 274 mil e 216 mil unidades, respectivamente.[82][86] Em retrospectiva, em 1994 durante o lançamento de Definitely Maybe, se comparado com o álbum Parklife do Blur, este obtinha uma grande diferença no número de vendas do Oasis, como Alan McGee alegou em entrevista: "Talvez ninguém tenha percebido isso [...] mas naquela época, o Blur era três vezes maior que o Oasis. O Oasis podia nunca ter admitido esse fato a si mesmo, mas Definitely estava em torno de 600 mil unidades vendidas, e Parklife estava vendendo algo em torno de 1,5–2 milhões de exemplares. Estavam a quilômetros de nós" [sic].[87] No entanto, a longo prazo, o Oasis tornou-se mais bem sucedido comercialmente, adquirindo vendas sustentadas nos Estados Unidos através dos hits "Wonderwall" e "Champagne Supernova",[88] com o baixista do Blur, Alex James, afirmando anos mais tarde: "O Blur venceu aquela 'batalha', mas o Oasis venceu a guerra".[82]

Desceção comercial e declínio britpop (1997–98)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Be Here Now e The Masterplan
Parte do material do álbum foi gravado no Abbey Road Studios, em Londres (esquerda), enquanto que a mansão georgiana, Stocks House, localizada em Hertfordshire, serviu-lhes para imagem de capa do álbum (direita).

Após a finalização da turnê Morning Glory Tour, o grupo se reuniu para começar a trabalhar no seu terceiro álbum Be Here Now (1997), dando início às gravações no final de 1996 até abril de 1997, juntamente com o produtor Owen Morris, no famoso estúdio londrino, Abbey Road Studios.[89] O processo construtivo na produção foi bastante conturbado, principalmente depois que Liam foi detido por posse de cocaína.[90] Além desse acontecimento, havia o peso de ter que criar um material que superasse as expectativas do público, principalmente de Morning Glory.[91] McGee afirmou à imprensa que era um "gênio absoluto" e venderia 20 milhões de unidades. Mas a firma da banda, Ignition, estava interessada em administrar a campanha publicitária deles, e ao mesmo tempo, frustravam a equipe no possível vazamento das canções pela internet, criando um sigilo neurótico na banda.[91] De acordo com o ex-assessor de imprensa do Oasis, Johnny Hopkins, "haviam constantes seguidores dizendo que eles eram a melhor coisa, e isso tendia a ofuscar as críticas", acrescentando: "Nós estávamos sentados em torno de uma mesa de jantar, parecia um pouco como uma reunião de conselho. Houve um enorme peso de expectativa, por isso foi realmente difícil ouvi-lo como um registro".[91] A credibilidade interna se agravou, depois que McGee visitou-os durante a fase de mixagem, dizendo: "Eu costumava ir ao estúdio, e havia tanta cocaína naquele lugar... Owen [produtor] estava fora de controle, e era o responsável por isso".[92] Em contra-partida, Morris respondeu: "McGee era o chefe da gravadora. Por que ele não fez algo sobre o produtor 'fora de controle'? [referindo-se a si mesmo]. Claramente o dono da gravadora [McGee] não estava no controle".[93]

A canção foi inspirada pelo ídolo dos irmãos Gallagher's, John Lennon, também tendo características musicais de David Bowie.

Em sua melodia e canto possuem estilo do folk rock, com cordas ampliadas para criar um efeito hino.

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Lançado em 21 de agosto de 1997, Be Here Now recebeu avaliações mistas, vendendo 424 mil cópias somente no primeiro dia no Reino Unido,[94] e 8 milhões de exemplares em sua totalidade.[95] Nos Estados Unidos, é considerado o álbum de maior êxito na Billboard 200 da história do grupo, alcançando a 2ª posição.[96] Suas revisões contemporâneas foram, de acordo com John Harris, uma "incrível glória assombrosa [...] Para encontrar um álbum que atraísse tantas notícias, era preciso voltar trinta anos para o lançamento do álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967), dos Beatles".[97] Liderou o topo das paradas em onze países distintos, incluindo pela primeira vez no Canadá.[98] Em 1998, foi indicada para o Prêmio BRIT de "Melhor Álbum Britânico", perdendo para o álbum Urban Hymns (1997), da banda britpop The Verve, que estava com sucesso crescente na época com o hit "Bitter Sweet Symphony";[99] Com o lançamento da re-edição do álbum em 2017, permitiu-lhes ganhar na categoria de "Melhor Re-edição" pela NME.[10]

Be Here Now gerou quatro singles: O primeiro foi "D'You Know What I Mean?", canção esta classificada na posição de número 77, na lista das "150 Melhores Canções dos Últimos 15 Anos", em 2011.[100] A música "Stand by Me" foi lançada posteriormente, estando menos presente nas paradas musicais quanto o anterior, porém não menos reconhecida no setlist do álbum, com o avaliador musical David Fricke, afirmando: "No momento em que Liam termina o refrão, nos versos 'Fique comigo, ninguém sabe o jeito que vai ser',(traduzido do original)[nota 2] soa como um significado genuíno de boa fé [...] 'Stand by Me' coincidentemente se assemelha com a canção 'Don't Look Back in Anger', havendo um excesso de confiança com o estilo sonoro de 'Hey Jude' (1968) [canção dos Beatles] no final" [sic].[101] A terceira promo foi a canção "All Around the World" em janeiro de 1998, tornou-se com seus nove minutos e meio de duração, o hit número 1 mais longo da história musical britânica.[102][103] A canção conteve três B-sides, dentre elas um cover da canção "Street Fighting Man" (1968), dos Rolling Stones.[104] "Don't Go Away", foi lançado como último single do álbum apenas no Japão, entretanto também atingiu as paradas americanas, como na 5ª posição da Alternative Songs.[105] Assim como a promo anterior, contém as canções na versão ao vivo de "Cigarettes and Alcohol" — gravada no show Manchester Central, "Sad Song" e "Fade Away" — copiada do álbum de caridade da War Child, The Help Album (1995), com as participações do ator e músico estadunidense, Johnny Depp e da supermodelo britânica, Kate Moss.[106]

A turnê Be Here Now Tour (1997–98) começou em meados de junho de 1997 na Califórnia, nos Estados Unidos, dando suporte em aberturas dos concertos da banda de rock irlandesa U2, durante sua turnê Popmart Tour (1997–98).[107][108] A digressão abrangeu o Reino Unido, Europa, América do Norte, Ásia, Oceania e América Latina, com 82 shows no total, concluindo na Cidade de México em março de 1998.[109] Em novembro de 1998, a banda lançou sua primeira coletânea musical, The Masterplan (1998), sendo composto pelos B-sides que não foram incluídos nos três primeiros álbuns. Alcançou a posição de número 2 nas paradas do Reino Unido — coincidentemente perdendo para o primeiro greatest hits do U2, The Best of 1980-1990 & B–Sides (1998)[110] — conseguindo vender cerca de 2 milhões de cópias mundialmente.[111] Em uma entrevista, Noel afirmou que o que era "realmente interessante de todo aquele período, eram os próprios B-sides. Há muito mais música inspirada neles do que em Be Here".[112]

O Declínio do Britpop: O pós-brit e música pop[editar | editar código-fonte]

Com o tempo, as bandas Radiohead (sup. esquerdo) e The Verve (sup. direito), vinham adquirindo mais sucesso no estilo britpop do que o Oasis; simultaneamente, o britpop no Reino Unido perdia espaço para a música pop, como Spice Girls (inf. esquerdo). Atualmente, a banda Coldplay (inf. direito) é a banda remanescente do pós-brit com maior sucesso mundial.

O álbum foi lançado muito antecipadamente.[89] Apesar de inicialmente ter recebido críticas positivas e de obter um forte número de unidades vendidas, o disco foi rapidamente criticado pelos avaliadores musicais e até mesmo por Noel, decorrente do excesso de produção e envaidecimento sonoro. Jon Savage identificou Be Here como "o momento em que Britpop terminou [...] deveria ser um grande recorde triunfal daquele período do gênero musical".[77][113] John Meagher, do jornal The Independent, afirmou que "nós não sabíamos disso na época, mas Be Here ajudaria a sinalizar o fim da era britpop. Como muitos dos grandes movimentos culturais do final do século 20, o britpop durou apenas alguns anos, mas deixou um legado que ainda hoje é sentido com intensidade".[114] Ao mesmo tempo, o Blur procurava se distanciar do britpop, assimilando influências do lo-fi — como a banda indie rock americana Pavement — através de seu álbum de mesmo nome (1997), gerando o single de sucesso "Song 2".[115][116] O vocalista da banda, Damon Albarn explicou: "Nós criamos um movimento: Na medida em que a linhagem das bandas britânicas seguiam em frente, sempre haverá um lugar para nós... Genuinamente começamos a ver esse mundo de uma maneira um pouco diferente".[117]

A essa altura, o movimento britpop estava em declínio e o Oasis não conseguia atender as expectativas com o terceiro álbum.[77] Após a conclusão da turnê, em meio a muitas críticas da mídia, o grupo manteve um perfil discreto.[118] A popularidade do grupo pop inglês Spice Girls, foi vista como tendo "arrebatado o espírito da era dos responsáveis pelo britpop".[119] Enquanto os artistas do britpop já estabelecidos se esforçavam, a atenção começou a se voltar para os gostos do Radiohead e The Verve, que antes tinham sido negligenciados pela mídia britânica. As duas bandas, em especial o Radiohead, mostraram influências consideravelmente mais esotéricas das décadas de 60 e 70, e que eram incomuns entre os primeiros artistas britânicos. Respectivamente as bandas lançaram os álbuns OK Computer (1997) e Urban Hymns (1997), sendo amplamente aclamados.[120] Outros grupos do pós-britpop como Travis, Stereophonics e Coldplay, foram influenciados pelos artistas, particularmente o Oasis, com letras mais introspectivas, sendo estas algumas das bandas de rock mais bem sucedidas do final dos anos 90 e início dos anos 2000.[121]

Crise interna e mudança no estilo musical (99–2000)[editar | editar código-fonte]

O início da década de 2000 caracterizou-se pela inclusão do guitarrista Gem Archer (esquerda) e do baixista Andy Bell (direita), na banda.

No início de 1999, a banda começou a trabalhar em seu quarto álbum de estúdio. Os primeiros detalhes foram anunciados em fevereiro, com Mike "Spike" Stent assumindo o papel de co-produtor.[122] Àquela altura, a situação se deteriorava com a notícia de que o guitarrista, Paul "Bonehead" Arthurs, deixaria o grupo. Na época, a partida foi relatada como amigável, com Noel afirmando que Arthurs queria passar mais tempo com sua família. O depoimento de Arthurs esclareceu sua saída como "concentrar-se em outras coisas".[123] No entanto, Noel se contradizia depondo uma série de violações, como a política de "sem bebidas ou drogas" — impostas por ele mesmo [Noel], para que Liam pudesse cantar corretamente.[57] Para piorar, duas semanas depois foi reportada a saída do baixista Paul McGuigan, com os irmãos Gallagher's realizando uma conferência à imprensa na qual asseguravam aos repórteres que "o futuro do Oasis é seguro. A história e a glória, continuarão".[124] Com apenas três membros, escolheram continuar seguindo às sessões de gravação, com Noel regravando boa parte da guitarra e do baixo, correspondentes a Arthurs e McGuigan, respectivamente. Após a conclusão das gravações, eles começaram a procurar por membros substitutos: O primeiro membro a ser anunciado foi o guitarrista Gem Archer.[125] Para encontrar um baixista para compor o corpo principal da banda, levou mais tempo e esforço, pois estavam ensaiando com David Potts.[126] No entanto, Potts renunciou e eles trouxeram Andy Bell como novo baixista — ex-guitarrista e compositor da banda Ride.[127]

O estilo psicodélico com riffs mais pesados, e a música experimental estão mais incorporadas no novo material lançada em Giants.

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Com a extinção da Creation Records em 1999, a banda fundou sua própria gravadora, denominada Big Brother, lançando todos os seus álbuns seguintes no Reino Unido e na Irlanda.[128] O álbum Standing on the Shoulder of Giants foi lançado em fevereiro de 2000, atingindo a posição de número 1 no Reino Unido, Itália e Irlanda.[129][130][131] Na sua primeira semana, conseguiu vender 310 mil exemplares, totalizando 3 milhões mundialmente — relativamente baixo, levando em consideração os álbuns anteriores do grupo naquela época.[132][95] Seu título faz referência à metáfora "Sobre os ombros de gigantes", de Isaac Newton,(traduzido do original)[nota 3][132] com o arranha-céu Empire State Building na imagem de capa.[133] Do álbum, três singles foram lançados: O primeiro foi "Go Let It Out", liderando o topo da UK Singles Chart, Itália e Espanha;[134][135][136] levando certificação de Prata pela BPI.[137] O segundo, "Who Feels Love?", não obteve um bom desempenho nas paradas musicais, sendo o único da banda a não obter uma certificação na terra natal — Nos B-sides, possui um cover de "Helter Skelter", dos Beatles.[138] Por último, "Sunday Morning Call" também não teve sucesso comercial, porém, caracterizou-se como o primeiro single da banda a apresentar Noel nos vocais do A-side e B-side.[139] Com a saída dos membros fundadores, a banda fez várias pequenas mudanças e estilos musicais, como influência do rock psicodélico e experimental.[140] A capa trouxe um novo logotipo da banda, desenhada por Gem Archer, sendo também o primeiro lançamento do Oasis a incluir uma música escrita por Liam, intitulada "Little James".[140]

Oasis "[Esse foi] o ponto mais baixo do Oasis. Foram as piores duas horas e meia em um palco. Liam poderia ter baixado a cabeça de vergonha. Foi horrível [...] Nós éramos brilhantes na passagem do som. Parei porque éramos muito bons. Seria ofensivo". Oasis

—Noel, sobre o show no Estádio Wembley.[141]

No dia seguinte ao lançamento de Giants, deram início à turnê no Japão.[142] A Giants Tour (2000) foi dividida em quatro etapas, estendendo-se pelos continentes asiático, europeu e norte-americano.[142] O futuro da banda parecia precário, após Noel sair da turnê internacional em meio a rumores de um novo desentendimento com seu irmão.[143] Noel recusou-se a tocar os 27 shows restantes da digressão, fazendo com que quatro concertos fossem cancelados, enquanto que o guitarrista, Matt Deighton, o substituía.[144] Com a notória rivalidade entre os irmãos vindo à tona mais uma vez, naquele período havia o risco de serem as últimas apresentações da banda. A firma do grupo, Ignition, tomou a frente da situação insistindo que era "apenas uma crise temporária", ao mesmo tempo que o porta-voz do Oasis afirmou que "Matt e [guitarrista substituto] Gem Archer dividiriam o violão [...] Infelizmente, trabalhar com um novo guitarrista significaria perder alguns dos shows..." [sic],[144] acrescentando que Noel pretendia "se apresentar junto ao grupo somente aos shows programados no Reino Unido", sem especificar a causa da briga entre os irmãos Gallagher's.[145] No decorrer da Giants Tour, depois que Noel acabou retornando às etapas da turnê na Irlanda e Reino Unido, ainda eram nítidas as tensões entre os irmãos, sinalizando um futuro obscuro em relação a continuidade da banda.[146] Durante a performance de um dos dois concertos no extinto Estádio de Wembley, em Londres, a banda se deparou com Liam em estado de embriaguez e em meio a xingamentos perante o público.[146] A turnê finalizou em agosto de 2000, no Festival de Hultsfred, durando apenas seis meses.[142] Em novembro daquele ano, lançaram o álbum ao vivo e vídeo, Familiar to Millions (2000), gravado em 16 de abril no Teatro Riverside, na cidade de Milwaukee, Estados Unidos; em 21 de julho no Estádio de Wembley, recebendo críticas mistas e conseguindo vender 1 milhão de cópias no total.[147][148]

"Deixe para o Oasis recorrer ao maior e mais vazio gesto de rock de todos: O grande LP ao vivo! Sua popularidade permaneceu inalterada na Inglaterra, que ainda os adora sem criticá-los, assim como a figurante família real britânica. Então, os irmãos Gallagher's nos deram este álbum gravado no estádio de Wembley com seu efeito cânion sonoro, diante de 70 mil espectadores cantando e aplaudindo".[149](traduzido do original)[nota 4]

"Voltando aos trilhos" (2001–03)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Heathen Chemistry
A canção encorpora o estilo do rock alternativo com o acid punk, sendo o primeiro hit do álbum.

A canção obteve um bom desempenho musical, havendo uma versão cover da cantora britânica, Leona Lewis.

É uma das canções compostas por Liam, sendo a primeira lançada como single.

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Em maio de 2001, a banda inicia a turnê The Tour of Brotherly Love (2001) juntamente com o grupo The Black Crowes, somente nos Estados Unidos e Canadá.[150] Naquele período, os críticos musicais e a imprensa americana eram bastante ambivalentes em relação ao Oasis, já prevendo que acontecesse algum problema com os Gallagher's — como a rivalidade entre os irmãos ou problemas com bebidas e/ou drogas: "Se você já sonhou com o que teria sido um projeto duplo dos Rolling Stones–Beatles, aqui está o pior cenário possível: Na América, os irmãos Gallagher's são vistos como maravilhas, um bando de artistas 'Beatles' malandros com sotaques mancunianos impenetráveis, impacientes e ansiosos por não agradarem o público" [sic], escreveu o jornal.[151](traduzido do original)[nota 5] No entanto, a turnê recebeu boa aclamação, não havendo problemas com o que esperavam acontecer.[152] A mini-turnê constituiu apenas 19 shows em sua totalidade, finalizando em 11 de junho de 2001, e mais um show adicional no AccorHotels Arena, dando suporte ao músico canadense Neil Young.[153]

As gravações em estúdio para o quinto álbum começaram em outubro de 2001, sendo o primeiro material a ter contribuições significativas dos outros integrantes da banda, além do compositor Noel.[154] O vocalista Liam contribuiu com três canções, enquanto que Bell e Archer também contribuíram com uma faixa musical.[155] O primeiro single a ser lançado foi "The Hindu Times" (2002), como prévia do futuro material que estava para lançar.[156] A canção obteve um bom desempenho comercial, liderando no Canadá, na Escócia, Itália e Reino Unido.[157][158][159][160] Em 2011, a revista NME classificou-o na posição de número 143, em sua lista das "150 Melhores Canções dos Últimos 15 anos".[100] Também foi uma das escolhidas para serem tocadas durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2012 em Londres.[161][162]

Em 17 de maio, lançam "Stop Crying Your Heart Out" (2002),[163] sendo considerada uma canção representativa de seu país, após a derrota da Inglaterra para a seleção brasileira na Copa do Mundo FIFA de 2002.[164] O jornalista musical Neil McCormick, afirmou: "Para ser justo, esta é provavelmente a música que as emissoras britânicas mais rodaram imagens dos lances do futebol em câmera lenta, mostrando terríveis lesões, as oportunidades perdidas e jogadores abatidos, como uma nação que já aceitara o que todos sabiam que iria acontecer de qualquer maneira".[165] Vendendo 600 mil unidades no Reino Unido com certificação de Platina,[166] chegou a haver uma versão cover da canção pela cantora Leona Lewis, posteriormente lançada em seu álbum, Echo (2009).[167] Oficialmente, começaram sua digressão antes de lançar o novo material a partir de junho de 2002.[168] No entanto, anteriormente vinham realizando vários concertos como pré-turnê desde fevereiro do mesmo ano.[169]

Apresentação da banda em agosto de 2002, no Centre Bell, localizado na cidade de Montreal, Canadá.

Heathen Chemistry foi lançado em 1º de julho de 2002.[170] Apesar de receber críticas mistas,[171][172] o material gravado era um indício de que estavam aos poucos "voltando aos trilhos", não somente com a participação de Liam na composição, mas também de Archer e Bell.[155] Outra característica incomum, foi a presença de Noel nos vocais das canções "Force of Nature", "Little by Little" e "She Is Love"; na bateria durante a canção "Better Man".[168] Heathen misturou os experimentos sonoros de seus trabalhos anteriores, entretanto, conservando um rock mais básico.[172] Ao todo, foram 3,5 milhões de exemplares vendidos, liderando as tabelas musicais na Irlanda, Reino Unido e Suíça.[170][173][174][175] Em setembro, os singles "Little by Little" e "She Is Love" foram lançadas no mesmo dia, sendo o único A-side uma da outra, contendo o cover da canção "My Generation" (1965), da banda The Who.[176] A primeira [Little by Little] obteve um sucesso regular, alcançando a 5ª posição na Itália e permanecendo por um período de 16 semanas.[177] Em dezembro, durante o decorrer da turnê, apesar da notável mudança no estilo de vida de alguns dos integrantes, houve recaídas em determinados períodos, como o envolvimento de brigas em pubs, com testes que comprovavam que Liam estavera sob uso de drogas.[178] Durante o acontecimento, devido a agressão física em um policial, três integrantes vieram a ser multados a pagarem uma indenização de 250 mil euros.[179][180][181] Por último, a canção "Songbird" foi lançada como single em fevereiro de 2003, caracterizando-se por ter sido composta por Liam, chegando à primeira posição na Escócia e vendendo 200 mil cópias no Reino Unido.[182][183] A Heathen Chemistry Tour (2002–03) estendeu-se até 12 de março de 2003, com finalização em Berlim.[184]

Retorno à popularidade (2004–07)[editar | editar código-fonte]

Zak Starkey foi o novo baterista substituto de Alan White, em maio de 2004.

Após a pausa do pós-término da turnê passada, a banda planejara começar a gravar o que seria o sexto álbum de estúdio. Entretanto, o baterista de longa data, Alan White, decidiu deixar o grupo no início de janeiro de 2004, adiando seu lançamento.[185] Apesar disso, na época, a porta-voz dos integrantes alegou que White "foi convidado a deixar o Oasis pelos outros membros", acrescentando que "não havia planos para quem fosse substituí-lo" e por estarem trabalhando junto com a banda Death in Vegas, "as sessões de gravações que estavam agendadas, não seriam afetadas".[185][186]

Em maio de 2004, foi confirmado a notícia de que Zak Starkey — baterista do The Who e filho do ex-Beatle, Ringo Starr —, seria o novo substituto de White.[187][188] Starkey ainda não era considerado um membro oficial, porém, até então, começou a ganhar notoriedade tocando em grandes shows, como no Festival de Glastonbury de 2004, a uma estimativa total de 150 mil pessoas.[189] Durante a apresentação, incluiu-se duas canções inéditas — que posteriormente foram lançadas no futuro material: As músicas "A Bell Will Ring", escrita por Archer, e "The Meaning of Soul", por Liam.[190] A apresentação recebeu críticas negativas, com a revista NME chamando de "desastre".[191] Tom Bishop, da BBC, afirmou que o evento teve "um desempenho medíocre e sem mudanças, provocando uma recepção mista dos fãs", principalmente por causa do canto sem inspiração do vocalista e falta de afinidade de Starkey com as canções da banda.[192] Em setembro de 2004, a banda lança um vídeo em comemoração ao 10º aniversário do álbum Definitely Maybe (1994),[193] ganhando o prêmio na categoria de "Melhor DVD".[194]

Foi o primeiro sucesso do álbum, sendo o sétimo hit de número 1 no Reino Unido.

Além de ter recebido boa aceitação pública, a canção recebeu nomeações e um prêmio musical.

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Apesar de estarem gravando novos materiais musicais desde a saída de White, eles não ficavam satisfeitos com os resultados, como Noel disse: "Infelizmente, após o processo de gravação nós decidimos que não gostávamos de nada".[195] Depois de muitos problemas, o álbum foi finalmente finalizado. O produtor Dave Sardy assumiu o papel principal de Noel, que decidiu se afastar do dever após uma década de liderança na banda.[196] Don't Believe the Truth foi lançado em maio de 2005, cumprindo seu contrato com a gravadora Sony Music,[197] seguindo o mesmo caminho de Heathen Chemistry, como sendo um projeto colaborativo, ao invés de um álbum escrito somente por Noel.[196] Recebendo críticas favoráveis, Stephen Thomas Erlewine publicou que "[...] todos os pequenos detalhes, desde sua composição até os arranjos soltos e a volta desafiante à sua marca registrada, fez com que o álbum fosse o mais próximo sucesso desde o auge do britpop, quando eles eram uma das maiores e melhores bandas do mundo" [sic].[198](traduzido do original)[nota 6] Noel chegou a afirmar que foi o "melhor álbum desde Morning Glory".[196]

Don't Believe the Truth alcançou a posição de número 1 na Itália, permanecendo por um período de 33 semanas consecutivas.[199] Nos Estados Unidos, esteve na 12ª posição da Billboard 200 e na Top Albums Sales;[200][201] e no Canadá, mantendo-se na 3ª posição — sem contar estar presente em mais de seis paradas musicais diferentes, no Top 5.[202][203][204][205][206][207][208] Vendendo 7 milhões de unidades, ganhou certificação de mono, dupla e tripla Platina no Japão, Irlanda e Reino Unido, respectivamente.[209][210][211][212][213] Em 2006, recebeu nomeações na edição japonesa do Prêmio MTV Video Music, Prêmio NME e Prêmios Q, nas categorias de "Melhor Álbum do Ano" e "Melhor Álbum", respectivamente.[214][215][216] Foram lançados três promoções para divulgamento de Truth. A primeira foi a canção "Lyla", chegando a estar no topo da UK Singles Chart,[217] e no Top 5 na Espanha, Itália, Dinamarca, Finlândia e Canadá.[218][219][220][221][222] Também foi nomeada ao Prêmio MTV no Japão, nas categorias de "Melhor Vídeo de Grupo" e "Melhor Vídeo Musical do Ano".[223] "The Importance of Being Idle" foi lançado em agosto de 2005 como segundo single,[224] estreando na liderança no Reino Unido e Itália;[225][226] com 200 mil cópias do single vendidas em seu país de origem.[227] "The Importance of Being Idle" lhes garantiu o Prêmio NME de "Melhor Vídeo" e indicado para "Melhor Canção Britânica";[228][229] indicação ao Prêmio Q nas categorias de "Melhor Vídeo" e "Canção".[230][231] Por fim, "Let There Be Love" foi a terceira e última promo do álbum, obtendo uma modesta presença nas paradas musicais, alcançando as posições de número 2 na Itália e Reino Unido;[232][233] e na posição de número 1 na Escócia.[234]

Apresentação da banda durante a digressão, no Shoreline Amphitheatre, localizada na cidade de Mountain View, em setembro de 2005.

A turnê que deu apoio ao álbum começou em maio de 2005. Alexis Petridis, do The Guardian, afirmou que o show de abertura da banda no London Astoria foi "uma jogada inteligente. Se tocando em festivais, como o Glastonbury, vieram a ser uma catástrofe — com sua terrível tendência ao explendor —, tocar em pequenos locais trouxe o seu melhor: O som do violão que eles pegaram do Sex Pistols, parecia mais profundo e empolgante, com o vocal mais sarcástico de Liam, mais 'fermentado' e ameaçador",[235](traduzido do original)[nota 7] enquanto Andy Gill alegara que "o show foi definido por uma série de grandes cantos comunitários [...] durante o qual fica claro que o grande presente do Oasis ao pop foi trazer a torcida de futebol ao salão de concertos" [sic].[236](traduzido do original)[nota 8] A Truth Tour passou pelos continentes da Europa, Ásia, América do Norte e pela primeira vez, na América do Sul,[237][238][239][240] finalizando no final de março de 2006, na Cidade do México.[241] Com o lançamento de seu primeiro best of em novembro daquele ano, Stop the Clocks (2006) incluiu dois discos contendo 18 canções — sendo a maioria, singles de sucesso juntamente com B-sides.[242] Quando o lançamento do álbum foi anunciada pela primeira vez em julho de 2006, logo especularam que a canção "Stop the Clocks" seria incluída como faixa bônus. No entanto, em uma entrevista com Noel, ela não seria inserida decorrente de não gostarem de nenhuma versão gravada da canção.[243] Em geral, com uma boa recepção musical por parte dos críticos, o greatest hits conseguiu alcançar a liderança no Japão,[244] recebendo certificações de quádrupla e quíntupla Platina na Irlanda e Reino Unido, respectivamente.[245][246] Na época, também lançaram um novo vídeo musical da canção "The Masterplan" — B-side de "Wonderwall" (1995), como forma de promoção de Stop the Clocks.[247]

Em outubro de 2007 lançaram Lord Don't Slow Me Down, um documentário feito durante a turnê Truth Tour, conseguindo ganhar uma certificação de Platina na Inglaterra.[248] Também foi lançada uma canção homônima (2007) em download digital, estreando na 10ª posição na UK Singles Chart.[249][250][251]

Último álbum de estúdio e fim da banda (2007–10)[editar | editar código-fonte]

Após a saída de Zak, o baterista Chris Sharrock o substituiu somente durante a fase de shows.

Para a nova gravação do material, o grupo reuniu-se com o produtor Dave Sardy no Abbey Road Studios em Westminster.[252] As sessões começaram em julho de 2007, realizando uma pausa em decorrência do nascimento do segundo filho de Noel, Donovan MacDonald,[253] e retornando aos estúdios no início de novembro.[254][255][256] Em uma entrevista, Noel afirmou: "Curiosamente, todos nós escrevemos separadamente, mas por alguma razão todas as músicas soam como se tivessem algo em comum. Temos nos concentrado nos grooves [...] Literalmente não tenho mais nada a escrever. Escrevi sobre ser um jovem, escrevi sobre ser uma estrela do rock, escrevi sobre viver a vida na cidade grande, tenho revisitado algumas das minhas viagens mais psicodélicas... colocando-as na música".[254] As gravações terminaram em março de 2008.[257] Em maio de 2008, Zak Starkey deixou a banda após gravar as últimas etapas do sétimo álbum. Starkey foi substituído pelo baterista Chris Sharrock durante a turnê, entretanto, Chris não era um membro oficial e o Oasis permaneceu como um quarteto.[258][259]

No dia 6 de outubro de 2008, a banda lançou seu sétimo disco de estúdio, intitulado Dig Out Your Soul, que foi gravado em "Abbey Road", onde a banda já havia produzido em "Be Here Now". O disco também foi produzido por Dave Sardy.

Os críticos receberam o álbum de forma positiva, com elogios para o primeiro e segundo singles, "The Shock of the Lightning" e "I'm Outta Time", respectivamente. O segundo foi composto por Liam, com clara influência Beatle e com um trecho de uma entrevista de John Lennon defendendo o seu direito de se mudar para Nova Iorque, três dias antes de sua morte em 1980.

Noel Gallagher, guitarrista e principal compositor do grupo.

Alan McGee, fundador da Creation Records e descobridor dos Oasis, chegou a afirmar que "Dig Out Your Soul" era o fim da trilogia iniciada com "Definitely Maybe" e "(What's the Story) Morning Glory?".

O disco alcançou o primeiro lugar nas paradas britânicas com 90 mil cópias vendidas no primeiro dia. Nos Estados Unidos, debutou em 5º lugar, o mais alto posto de um álbum da banda desde o 2º lugar de "Be Here Now" em 1997. No Brasil, o disco alcançou o 25º lugar em vendas entre todos os gêneros músicas.

A saída de Noel[editar | editar código-fonte]

Minutos antes da entrada da banda no palco onde se apresentariam em um festival, Liam e Noel Gallagher travaram uma grave discussão, na qual Liam chegou a atirar uma guitarra pelo camarim. Tal ato resultou na imediata saída de Noel da banda, que deixou o local. No dia 28 de agosto de 2009, após muitas especulações sobre um provável fim do Oasis com o cancelamento de concertos, Noel afirmou em nota oficial ao site da banda que estava se desligando do grupo, "com tristeza e alívio", por desentendimentos com o irmão. Noel disse que "não poderia trabalhar nem mais um dia com Liam" e pediu desculpas a todos que tinham comprado ingressos para o restante dos concertos da banda.[260]

Um mês e dez dias após a saída de Noel, no dia 8 de outubro, Liam oficializou o fim do Oasis numa entrevista ao The Times, confirmando os inúmeros rumores e acabando com todas as expectativas em torno do assunto.[261]

Liam chegou a afirmar que a banda continuaria mesmo sem o irmão. Andy assumiria a guitarra, Jay Darlington (músico convidado que já tocava com o Oasis nos shows mas não era integrante da banda) tocaria teclado e um novo baixista, que deveria ser recrutado por Liam, entraria no grupo. Após dizer que adotaria um novo nome, Liam noticiou que "no momento, ainda é Oasis".[262] Em 2010, após ter dito que "se não aparecer com outra coisa no momento em que estamos, estamos prontos para lançar o albúm de Oasis", Liam Gallagher anunciou que a banda adotaria um novo nome para os concertos que faria no decorrer do ano,[263][264][265] dando fim ao Oasis. O nome escolhido foi Beady Eye.[266][267]

Em 19 de agosto de 2011, Liam Gallagher disse que iria processar o irmão, Noel, por comentários feitos sobre o motivo do rompimento da banda, em 2009. Noel disse que não tinha comentários imediatos para fazer sobre o processo no Tribunal Superior de Londres.[268]

A banda Beady Eye, formada com todos os ex-Oasis menos Noel, lançou dois álbuns, fazendo shows que não incluíam as músicas da antiga banda. Em 25 de outubro de 2014, Liam Gallagher anunciou que o Beady Eye encerraria suas atividades. Noel Gallagher continua ativo em sua carreira solo com a banda Noel Gallagher's High Flying Birds. Liam anunciou em 2017 sua carreira solo e um disco novo para o mesmo ano, intitulado 'As You Were'.

Influências[editar | editar código-fonte]

Os Oasis são conhecidos por serem fortemente influenciados pelos The Beatles, influência que é regularmente referida como "obsessão" pela imprensa britânica, e que é observada tanto na sua música como nas letras e no aspecto da banda. Os irmãos Gallagher também já citaram outras influências como Sex Pistols, The Smiths, Led Zeppelin, Slade, T-Rex, The Who, Pink Floyd, R.E.M, The Rolling Stones, The Small Faces, The La's, The Stone Roses e The Jam (em especial, Paul Weller).

Muitas bandas e artistas de renome já citaram Oasis como sua influência ou inspiração como, por exemplo, The Killers, Coldplay, Arctic Monkeys, Jet, The Strokes, Snow Patrol, Kasabian, Lilly Allen, Miles Kane e Maroon 5.

Legado[editar | editar código-fonte]

Atualmente, a banda lançou sete álbuns de estúdio, encontrando-se entre os artistas recordistas de vendas, com mais de 70 milhões de álbuns vendidos mundialmente.[269] Ganharam 17 Prêmios NME e 6 Brit Awards. Foi listada no livro Guinness World Records em 2010, na categoria de "Mais Longo Top 10 nas Paradas Britânicas por um Grupo" após uma série sem precedentes de 22 hits entre as 10 primeiras posições no Reino Unido.[270] A banda também detém o recorde mundial do Guinness por ser o ato de maior sucesso no Reino Unido entre os anos de 1995 e 2005, passando 765 semanas entre os 75 melhores álbuns e singles.[271]

Oasis no Brasil[editar | editar código-fonte]

O Oasis se apresentou no Brasil em quatro ocasiões, num total de oito shows, e foi visto por quase 300 mil pessoas na soma das apresentações.

1998 - São Paulo e Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte]

Em março de 1998, a banda se apresentou no Rio de Janeiro e em São Paulo nos dias 20 e 21, respectivamente. No Rio, os fãs lotaram o então Metropolitan e em São Paulo, os irmãos Gallagher invadiram o Pólo de Arte e Cultura do Anhembi (o Sambódromo) para uma apresentação bombástica na reta final da turnê do álbum Be Here Now. Cerca de 10 mil pessoas assistiram ao grupo no Rio e 15 mil em São Paulo. Os shows foram abertos pelo grupo carioca Squaws.

2001 - Rock in Rio[editar | editar código-fonte]

Já em 2001, os garotos de Manchester desembarcaram mais uma vez no Rio de Janeiro para participarem de um dos maiores festivais da história do rock. O Rock in Rio, que chegava à sua 3ª edição na Cidade do Rock assistiu ao Oasis tocar para uma massa de fãs.

Apesar dos problemas técnicos no início do show, que foi considerado por muitos abaixo da crítica, a banda se saiu bem e conseguiu conquistar muitos fãs naquele dia 14 de janeiro. Estima-se que os Gallagher foram vistos por mais de 200 mil pessoas na Cidade do Rock. O Oasis promovia então seu álbum mais recente, Familliar To Millions, primeiro disco ao vivo da banda retirado da turnê Standing on the Shoulder of Giants.

2006 - São Paulo[editar | editar código-fonte]

Em 2006, os sedentos fãs da trupe inglesa assistiram a uma única apresentação no estacionamento do Credicard Hall, em São Paulo. Quinze mil pessoas lavaram a alma com uma chuva torrencial que caiu durante as quase duas horas de apresentação da banda, que promovia o disco que recebeu excelentes críticas, Don´t Believe the Truth.

A apresentação teve ainda um fato inusitado: depois de pedir incessantemente para que a banda tocasse um de seus maiores clássicos, Supersonic, inexplicavelmente fora do repertório da turnê, os fãs brasileiros foram atendidos. Na volta para o primeiro bis, Zak Starkey iniciou a conhecida batida em sua bateria para delírio total do público. Foi a única mudança de repertório da última perna da turnê do Don't Believe the Truth. Tradicionalmente, a banda não é afeita a mudanças de setlist em suas turnês.

2009 - Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre[editar | editar código-fonte]

Em 2009, o Oasis fizeram uma série de apresentações pelo Brasil. Começaram pelo Rio de Janeiro no dia 7 de Maio no Citibank Hall, em seguida São Paulo na Arena Anhembi no dia 9 de maio, Curitiba dia 10 de Maio na Arena Expotrade e em Porto Alegre no dia 12 de Maio no Gigantinho. Os concertos fizeram parte da turnê do novo álbum "Dig Out Your Soul", a maior turnê que uma banda já fez. Ao todo foram 6 meses passando pelo mundo inteiro. Na turnê, os irmãos Gallagher misturam clássicos como: Rock 'n' Roll Star, Supersonic, Wonderwall, Champagne Supernova mais as músicas do novo álbum "Dig Out Your Soul". O novo álbum apresentou uma mudança no estilo de música do Oasis, um disco mais psicodélico e um pouco mais pesado. Músicas como "The Shock Of The Lightning", "To Be Where There's Life", "Waiting For the Rapture" retratam bem estas mudanças e também estiveram presentes na Set List dos shows.

A banda Cachorro Grande realizou a abertura dos concertos. No show do Rio de Janeiro (7 de maio de 2009) houve a participação de Samuel Rosa (Skank) nos vocais e guitarra realizando performances de Helter Skelter e I Saw Her Standing There (ambas dos Beatles).

Membros[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Lista de membros de Oasis

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio

Notas

  1. Em sua versão original, a revista NME apelidou a disputa entre as bandas de British Heavyweight Championship.
  2. Verso original da canção "Stand by Me" (1997)": Stand by me, Nobody knows, The way it's gonna be.
  3. Tradução livre em sua versão original do latim: "Nanos gigantum humeris insidentes".
  4. Tradução em sua versão original do inglês: "So leave it to Oasis to resort to the biggest, emptiest rock gesture of all: the huge-stadium live LP! Their popularity remains unchanged in home England, which still worships the group uncritically like the equally-diminished, figurehead Royal Family. So the brothers give us this document of Wembly stadium and its Canyonesque acoustics, with its cheering, singing throngs of 70,000 people".
  5. Tradução em sua versão original do inglês: "If you've ever dreamed about what a Rolling Stones-Beatles double bill might have been like, well, here's the worst-case scenario. In America the Gallagher brothers are regarded as one-hit wonders, a bunch of Beatles rip-off artists with impenetrable Mancunian accents and a stand-still, eager-not-to-please stage demeanour.
  6. Tradução em sua versão original do inglês: "And, of course, it's also what makes it hard to discern exactly what separates good from great Oasis, but all the little details here, from the consistent songwriting to the loose, comfortable arrangements and the return of their trademark bravado makes Don't Believe the Truth the closest Oasis has been to great since the summer of Britpop, when they were the biggest and best band in the world.
  7. Tradução em sua versão original do inglês: "Playing the Astoria is a smart move. If festivals like Glastonbury seem to bring out the worst in Oasis's music - its terrible tendency towards pomposity - then small venues bring out its best: the wall of guitar noise they stole from Sex Pistols seems more visceral and exciting at close quarters, the sneering edge in Liam Gallagher's vocals more sour and threatening.
  8. Tradução em sua versão original do inglês: "From that point on, the show is defined by a series of grand community [...] during which it becomes clear that Oasis's great gift to pop is to bring the football terraces into the concert halls.

Referências

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