Odilon Redon

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Odilon Redon
Nascimento 20 de abril de 1840
Bordeaux
Morte 6 de julho de 1916 (76 anos)
Paris
Sepultamento Bièvres
Cidadania França
Irmão(s) Gaston Redon
Ocupação pintor, ilustrador, gravador, escultor, litógrafo
Prêmios Cavaleiro da Legião de Honra
Movimento estético simbolismo
Página oficial
http://www.odilonredon.net/us/odilon_page_index.php
"Moça" de Odilon Redon.

Bertrand Redon[1] (francês: [ʁədɔ̃]), conhecido como Odilon Redon (Bordeaux, 20 de abril de 1840Paris, 6 de julho de 1916) foi um pintor e artista gráfico francês, considerado o mais importante dos pintores do simbolismo, por ser o único que soube criar uma linguagem plástica particular e original.[carece de fontes?]

Redon foi um dos membros mais destacados do movimento simbolista, cujas bases teóricas foram definidas pelos manifestos do poeta Mallarmé e pela estética romântica. Diferente da obra de seus colegas, a sua chegou aos limites da sugestão e da abstração, e pode-se dizer que, tanto formal quanto conceitualmente, chegou, de modo visionário, perto da futura vanguarda surrealista.

Sua iniciação teve mais a ver com a arte gráfica do que com a pintura. De fato, Redon aprendeu as técnicas da gravura com Bresdin, influenciado pela obra de Doré. Como pintor, interessou-se pelas paisagens da Escola de Barbizon e pela obra de Rembrandt.

Em 1884 fundou com Paul Gauguin e Georges Seurat o Salon des Indépendants (ou Salão dos Independentes) e também participou das exposições do grupo Le XX, em Bruxelas. A partir de 1890 relacionou-se com os poetas simbolistas Mallarmé e Huysmans. O marchand Durand-Ruel, interessado em sua obra, propôs uma exposição individual.

A técnica mais utilizada por Redon era o pastel, que lhe permitia trabalhar as cores com texturas diferentes e bastante mescladas. Seu mundo de visões e sonhos, povoado de criaturas estranhas e às vezes monstruosas, fascinou os jovens do grupo nabis e influenciou significativamente os surrealistas.

Suas gravuras são ricas com uma visão muito pessoal de um universo de sonho. Ele mesmo declarou, "...deixo livre a minha imaginação no sentido de utilizar tudo o que a litografia pode me oferecer. Cada uma das muitas peças é o resultado de uma procura apaixonada do máximo que pode ser extraído da conjugação do uso do lápis, papel e pedra".

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