Oompa-Loompas

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Oompa-Loompas (também chamados de Umpa-Lumpas nas edições brasileiras do livro) são uma raça de anões da obra fictícia de Roald Dahl e também nas adaptações A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971) e A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005),[1] Eles vêm da Loompalândia e são as únicas pessoas que trabalham na fábrica de Willy Wonka, acabando com o risco de espionagem industrial. Eles têm cerca de trinta centímetros e têm entre seus alimentos preferidos o cacau.

História[editar | editar código-fonte]

Os Oompa-Loompas apareceram primeiramente na obra de 1964 escrita por Roald Dahl. Nas primeiras edições do romance, o Oompa-Loompas (originalmente chamado de "Whipple-Scrumpets" antes da publicação[2] eram retratados como pigmeus negros da "mais profunda e escura parte da Floresta Africana, onde nenhum homem branco jamais esteve". Depois da reprodução do livro nos Estados Unidos, por motivo do "preconceito" de Dahl, as características dos Oompa-Loompas foram reescritas. Os pigmeus foram caracterizados como possuindo "cabelos castanho-dourados" e pele "branca-rosada". Na adaptação musical de 1971, A Fantástica Fábrica de Chocolate, os Oompa-Loompas eles foram interpretados por atores com nanismo e são retratados como homens de cabelos laranja e de cabelos verdes com camisas listradas e calças largas e semelhantes. Atores proeminentes: Angelo Muscat, Rusty Goffe, George Claydon, Rudy Borgstaller, Jo Kilkenny, Andy Wilday, Malcolm Dixon, Ismed Hassan, Norman Mcglen, Pepe Poupee, Marcus Powell e Albert Wilkinson.[3] Na adaptação mais recente (2005), A Fantástica Fábrica de Chocolate, os Oompa-Loompas são bastante pequenos, com cabelos pretos e escuros e pele bronzeada, todos vividos por Deep Roy. O tamanho de Roy foi diminuído digitalmente para que possuísse apenas trinta centímetros.

A comida preferida dos oompa-loompas é semente de cacau, algo extremamente raro em sua terra de origem.[4][5]

A Loompalândia[editar | editar código-fonte]

Os Oompa-Loompas viviam na Loompalândia, um lugar infestado de Chifrocerontes, Ratavalhas e Vespobondos, tipos muito perigosos de animais, que comiam milhares de Oompa-Loompas por ano. Por isso, os Oompa-Loompas se refugiavam em casas em cima de altas árvores no meio da floresta, onde os animais perigosos nunca os alcançariam, e comiam larvas verdes, às quais misturavam outros ingredientes, para amenizar o sabor extremamente ruim. Ao que parecia, havia muito pouco cacau na Loompalândia.Em certas versões brasileiras do livro,Loompalândia é chamada de Lumpalópolis.

Músicas (2005)[editar | editar código-fonte]

Para cada um dos garotos que vão saindo da fábrica, os Oompa-Loompas fazem uma canção. Cada canção combina com a personalidade dos personagens, Augustus, Violet, Veruca e Mike.

Augustus Gloop[editar | editar código-fonte]

A música de Augustus Gloop trata de sua personalidade: um comilão, apressado e mal-educado.
Augustus Gloop, o comilão, um grande bobo trapalhão. Augustus Gloop, tão grande e vil, desagradável e infantil. Já era tempo e sem engano, de expulsá-lo pelo cano. Mas não precisam se alarmar, porque não vai se machucar!, porque não vai se machucar! Nós temos que reconhecer, modificado deve ser. As engrenagens vão girar, pra triturar e martelar. O porcalhão descomunal vai ser amado, afinal, pois quem irá desmerecer um bom bocado de glacê?

Violet Beauregarde[editar | editar código-fonte]

A música de Violet Beauregarde trata de seus modos: sua famosa "arte de mascar chiclete", arte pela qual ela acabou fazendo o que não devia.
Atenção, está no ar a senhorita Beauregarde, que não se cansa de ficar mastigando, mastigando, mastigando sem parar. Mastigando sem parar, mastigando sem parar, mastigando sem parar. A sua boca já inchou de tanto que ela mastigou, bochechas grandes como um sino, o queixo igual a um violino. Mastigando sem parar, mastigando sem parar, mastigando, mastigando, mastigando sem parar. A cada dia crescem mais mandíbulas fenomenais, e com um baita mordidão, ao meio a língua cortarão. Por isso a gente vai tentar salvar a pobre Beauregarde. Mastigando sem parar, mastigando sem parar, mastigando, mastigando, mastigando sem parar. Mastigando sem parar. Mastigando sem parar

Veruca Salt[editar | editar código-fonte]

Veruca Salt sempre quer conseguir tudo o que pode. Portanto, os Oompa-Loompas fizeram uma música especial para ela.
Veruca Salt, a sem-noção, desceu pra dentro do lixão. E lá embaixo vai achar amigos novos pra brincar. Amigos novos pra brincar, amigos novos pra brincar! Se quer exemplo, aqui vai um: cabeça e cauda de um atum; uma ostra de um pirão qualquer; um bife que ninguém mais quer; e outras coisas sem valor, mas todas com o seu fedor! Que fedor! É o que a Veruca vai achar: amigos novos pra brincar! Que lá embaixo, vai achar! Quem é culpado por mimar e a garota estragar? Quem é que não a educou? Quem é culpado? Quem errou? A culpa é de quem já vai: da sua mãe e do seu pai!!!

Mike Teavee[editar | editar código-fonte]

Mike Teavee é aficionado em videogames, computadores, aparelhos eletrônicos em geral, sobretudo a televisão. Recebeu mais uma canção dos Oompa-Loompas por sua prepotência.
A coisa principal temos que dizer. A coisa principal que diz respeito a todo aprendiz é, nunca permitir só ver televisão. Evite mesmo instalar a idiotice no seu lar. Nunca, nunca deixe. Nunca, nunca deixe. Nunca, nunca deixe. Nunca, nunca deixe. A mente faz apodrecer e as idéias perecer. E ela vai te transformar num paspalhão bobão demais. Bobão demais! Bobão demais! Se não consegue entender e as fábulas compreender. As fábulas! As fábulas! E a memória supor e ser, travada, enferrujada até, não quer pensar, somente ver! E quanto ao Mikezinho Teavee, nós lamentamos lhes dizer, que lástima! Só vamos nos sentar e ver. Nós lamentamos lhes dizer, só vamos esperar e ver se ao seu tamanho vai voltar, mas se não der... bem-feito está!

Ator[editar | editar código-fonte]

1971: Angelo Muscat, George Claydon e Hussien Farhat
2005: Deep Roy

Referências

  1. Veja (12 de setembro de 2016). «Oompa Loompa é, oficialmente, uma palavra no dicionário Oxford». Consultado em 6 de outubro de 2017 
  2. Slate, Jeff. «CHARLIE AND THE CHOCOLATE FACTORY 50 YEARS LATER». Esquire. Consultado em 16 de setembro de 2014 
  3. Goffe, Rusty (27 de julho de 2005). «My life as an Oompa Loompa: 'Willy Wonka was my first and favourite film'». Theguardian.com 
  4. Chryl Corbin. «Deconstructing Willy Wonka's Chocolate Factory : Race, Labor, and the Changing Depictions of the Oompa-Loompas» (PDF). Ourenvironment,berkely.edu. Consultado em 16 de setembro de 2017 
  5. Anderson, Hephzibah. «The dark side of Roald Dahl». Bbc.com. Consultado em 16 de setembro de 2017